ESTE BLOG FOI ESCOLHIDO COMO UM BLOG LEGAL DO UOL P/O PERÍODO DE 30/07 A 06/08
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OLÁ!!!
 Ih, estou tão atrasada, devendo notícias e visitas, me desculpem tá? Neste fim de semana não espiei meu cantinho p/ ver os comentários, não visitei ninguém, não li e-mails, não entrei no Orkut (lá eu demoro muito a ir, mesmo), mas que coisa hem! Eu não quis saber de nada...rs Bom, de RA eu quis saber sim, só não que eu passei longe de micro, nem olhei para ele! Mas aos pouquinhos vou me atualizando, demoro mas chego por aí, na sua casinha, a qualquer momento.
Meu fim de semana foi simples e gostoso. No sábado passei a manhã resolvendo umas coisas, aproveite p/ bater perna no shopping. Depois fui ao supermercado, a casa já estava desabastecida. Fiquei devendo a ida ao hortifruti, mas já estava cansadona e querendo me livrar logo. Adoro ir ao hortifruti, e não considero nenhum sacrifício ir até lá, mas realmente não estava a fim, então comprei alguns legumes, verduras e frutas no supermercado mesmo, p/ não ficar desprovida. No meio da semana vou complementar estas compras depois do trabalho. Assim, fica tudo certo.
À tarde eu ia à praia, mas cheguei em casa tão molenga que preferi ficar quietinha de pernas pro ar. O Vi trabalhou o dia todo e chegou também hiper cansado, então não saímos, ficamos juntinhos em casa à noite, vendo televisão, conversando, namorando. No domingo acordamos cedo p/ ver um pouco das Olimpíadas e depois fomos à praia, que estava deliciosa, com um sol maravilhoso e o mar bem gostosinho também, parecia dia de verão. Do jeitinho que eu adoro, é impressionante como isto me reergue!
O final de semana, em termos de alimentação, foi bacaninha. Até teve uma concessãozinha, um extra não previsto, mas que compensei direitinho depois.
Ah, sabem o que eu fiz, depois daquele bate-papo comigo mesma que postei outro dia? Escrevi, só para mim mesma, uma listinha de ‘Quero e Vou” , o título é este mesmo. Coisas que eu quero solucionar neste segmento da minha vida, coisas que eu quero conquistar/ reconquistar a médio prazo e, naturalmente, eu sei que tenho total condição para isto no que depende só de mim. E no final, registrei que assumo o compromiso para com todos os esforços necessários para conseguir tudo que botei na lista.
Não há nada escalafobético ali não...rs É uma lista simples, bem objetiva, com coisas básicas, porque não adianta a gente traçar objetivos irreais, a idéia é apenas me lembrar sempre que há uma porção de coisas que valem a pena eu investir para conquistar ou reconquistar, isto é para acender ainda mais o ânimo, ajuda a fortalecer a disciplina, alimenta a minha motivação.
Isto é coisa que fiz ao longo do meu processo ‘principal’ (como chamo do começo até o alcance da meta) e que até hoje faço, só que com menos afinco, muitas vezes (que pena!). E falta de afinco é caminho para falta de evolução. Falta de evolução é caminho para descontentamento. E descontentamento, hem? É caminho para o que? Ahááá, aí é que eu quero ver a resposta de cada um aí!
Para uns, descontentamento pode ser caminho para desânimo, para chutão no balde, para muito chororô, complexos e mais um monte de coisas relacionadas a um abatimento que não resolve nada. E não pensem que eu não me abato, ta? Porque eu sou normalzinha, me abato sim.
Fico P da vida, sim, se me olho no espelho e percebo que algo não está mais como antes, para pior no caso. Fico triste, sim, quando percebo que aquela calça que estava ótima ficou mais justa, depois ficou novamente ótima e agora o cós me incomoda, eu penso logo que ‘isto poderia ter sido evitado, até porque eu sei direitinho como agir’.
Mas acontece que eu não me afeiçôo ao abatimento, estou sempre falando isto aqui. Não mesmo! E nem estou mais disposta a me acostumar com um estado de coisas que me é desfavorável, como fiz antes por tanto tempo. Prefiro me habituar com o que me faz bem, claro! E o que me faz bem é me sentir no comando da situação, é fazer a minha parte direito, sem que seja um dia sim, outro não, outro quase sim, outro quase não, porque aí não dá né? Isto gera descontentamento. Então, no meu caso, descontentamento é caminho para REFLEXÃO, PLANEJAMENTO e AÇÃO.
No mais, estou muito bem, graças a Deus, menos tensa, menos carrancuda (e eu fico, sim, nem queiram ver isto!) e sinto-me muito mais leve e alegre do que andei nas últimas semanas. Menos preocupada apesar de ainda ter motivos p/ preocupações, mas de um modo geral estou novamente me sentindo ‘eu mesma’. Que bom!
Hoje, quando acordei, nas minhas orações e mentalizações ainda deitada, além de agradecer (como sempre) a Deus por tudo, conversei com Ele e comigo mesma e me determinei a ter um dia bem legal, a fazer do meu dia o melhor dia possível no que depender de mim. Papai do céu, eu já sei, não falha. Então cabe a mim também caprichar. E assim hoje, e amanhã... e depois...
Beijo grande, tenham uma ótima semana!

Escrito por Beth ?s 13h02
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PAPO LEGAL
Quantas vezes você disse “Amanhã eu vou caprichar!” e no dia seguinte, ou no mesmo dia, teve que admitir “Ah, não fiz!” e sentenciou: “Mas amanhã, vai!”. E no outro dia... “Ihhh não deu!”??? E assim, o tempo vai passando e a sensação de que não engrena nunca vai aumentando, dando aquele amarguinho que ninguém merece.
Acontece com você? Comigo sim, pode ter certeza. Não é sempre, mas ocorre. Às vezes, num único diazinho numa semana ou numa quinzena...às vezes por dias seguidos. Às vezes, eu reajo num instante e em outras,vou só acumulando o tal do amarguinho. Chato né? Mas e aí? Se a gente se desesperar alguma coisa muda? Muda, claro! A gente fica com amarguinho e, ainda por cima, com desespero. Credo, que ruim isto!
Ah, e se a gente cortar os pulsos só de raiva? Haha Bobagem! Não vai sair gordura, só sangue e a gente ainda morre sem conquistar o que queria, não há sentido! E se a gente resolve que então vai chutar o balde de vez, concluindo que não é capaz de levar adiante este processo, independentemente da fase em que cada um de nós está? Aí que é a maior mancada de todas. Afinal, sem prosseguir, não chega a lugar nenhum mesmo. Se onde está não agrada e para trás pior ainda, como assim desistir? Não, nada a ver.
Canso de dizer isto, porque é a mais pura verdade. Se tivéssemos desistido de ficar de pé quando aprendíamos a andar, por causa dos tropeços, tombos, calos na testa e tudo mais, estaríamos de quatro até hoje, engatinhando. Ia ser bonitinho? Eu hem... Se tivéssemos saído da escola quando aprendíamos a ler e escrever, ou mesmo nas etapas posteriores, onde as dificuldades iam aumentando, por causa dos erros, dos deveres de casa, das lições a serem aprendidas, das broncas dos professores e em casa etc., teria sido legal?
Quem dirige, me responda: não valeu a pena prosseguir, mesmo com o medinho inicial, mesmo tendo cometido tantas falhas enquanto aprendia, mesmo tendo, quem sabe, sido reprovado em uma outra etapa, precisando repetir aulas e exame até conseguir a habilitação? Quem foi adiante, já está dirigindo por aí, na boa né? Pelo menos, habilitado já está. E ainda assim, vai dizer que com toda a experiência que já possui, não acontece de cometer uma barberagenzinha eventualmente? Vai dizer que jamais deixou o carro morrer, mesmo dirigindo há anos?

Se pode dizer que ‘não, nunca deixou’, então parabéns. Eu dirijo há 30 anos e, modéstia à parte, muito bem. Mas é claro que posso bobear. O que não me torna incapaz, nem indigna de continuar ao volante. Apenas me mostra que seja com pouca ou muita experiência, a atenção é essencial, a disciplina idem, o controle então nem se fala. Não basta ter conhecimento, tem que aplicá-lo e por mais que muitas coisas já estejam mais do que enraizadas e automatizadas, é também com mais experiência que a gente acaba incorrendo em muitos erros, vícios.
No processo de emagrecimento / manutenção de peso é assim também. Aos poucos, vamos investindo na mudança de hábitos, trabalhando para eliminar vícios antigos que não nos levaram a nada de bom. Ok, a comidinha gostosa é algo bom, mas o que estamos abordando aqui é o excesso, é a irregularidade, é a falta de bom senso, é a misturada de sentimentos e comida, é um monte de coisas que acabaram sendo associadas ao ‘gostinho bom’ que se dissolve rapidinho na boca. E as conseqüências dos abusos chegam e ficam, não é? E mudar isto tudo não é mole, mas é possível, só que depende de muitas coisas também e é essencial que elas estejam envolvidas sempre em persistência e paciência (tudo elevado a N).
Errei ontem, mais uma vez. Um errinho bobo, mas suficiente para eu dizer “Ih, falhei de novo!”. Mas não suficiente para eu dizer “Ah, não sou a mesma, estou andando pra trás, desaprendendo tudo, me tornando um cocozinho.”. Até porque não vou dizer isto, porque não vou pensar. E se eu pensar, rapidinho, vou me tocar e mudar o pensamento mais rapidamente ainda.
Porque sou aquilo que penso, ajo conforme a maneira como me acho capaz de agir. Não vou ser eu a me colocar numa posição tão desfavorável, não sou minha adversária. Até sou, sem querer, quando ajo diferentemente do que gostaria, do que me propus. Mas foi um momento em que agi de forma contrária, não é que eu seja contra mim. Só serei se eu escolher isto. E é claro que eu vou escolher sempre estar a meu favor. Tenho que escolher em pensamento e transformar isto em ação.
A força do pensamento ajuda muito, mas sem a minha ação, o que acontecerá? Em alguns casos, pode ser que muita coisa aconteça. Em outros, só se eu fizer. A minha parte, ninguém faz por mim. Voltando à comparação com outras coisas, no caso com o ato de dirigir automóveis, veja só: quem está aprendendo ainda e, depois, habilitado ainda sem prática, está mais passível de cometer determinados erros, claro. E de tanto prestar atenção para não errar, de tanto querer acertar e adquirir todo o controle e toda a prática e automatizar as ações. Com o tempo, a gente não precisa ficar pensando na hora exata em que o pé muda daqui para ali, a marcha vai mudar etc., não é?
Mas aí, quanto mais prática a gente tem, mais vai liberando alguns outros costumes. Se bobearmos, começamos a negligenciar algumas coisas, naquela de “já estou sabendo, agora é mole”. E é assim que alguns começam a dirigir segurando no volante de um jeito próprio, nem sempre aquele que aprendeu com o instrutor e nem sempre o mais seguro. E é assim que alguns começam a andar mais depressa do que o necessário, porque afinal de contas, agora já são experientes, só que já confiam demais no próprio taco, esquecendo que há fatores externos que também necessitam de atenção, pois quem dirige direito, com responsabilidade, dirige por si mesmo e pelos outros, é um olho no padre e outro na missa!
Muitos esquecem que o carro é só uma máquina, que pode falhar e dependendo do momento e do tipo da falha, não basta o motorista ser experiente, se ele estiver com procedimentos errados pode não conseguir se sair tão bem assim naquela hora mais complexa! E é com mais experiência que alguém dirige com uma só mão e a outra mudando o CD do carro, ou acendendo um cigarro, ou fazendo outra coisa que tire a atenção, afinal já é experiente!
Como acontece no processo de emagrecimento/manutenção de peso! Além do próprio comportamento, há coisas que nem sempre podemos controlar, então temos que ter atenção para elas também, para administrar direitinho...ou menos mal! Ou seja, não importa o estágio em que estamos, atenção é essencial, disciplina é essencial, controle é essencial, sinceridade para avaliar a própria forma de pensar e agir é essencial, vontade de se aprimorar cada vez mais é essencial. E se falhar, aprender com o erro para evitá-lo mais para a frente é essencial. E acreditar sempre que pode melhorar é essencial.
Então, se disser “amanhã vou caprichar”, diga, mas faça! Dê o seu melhor mesmo. No que depender de você, capriche. Se falhar, entenda o que houve e se comprometa a acertar-se dali para a frente, não só amanhã! A menos que já seja meia-noite, o dia de HOJE é sempre o melhor dia p/ ajustar o passo! Pode fazer beicinho, xingar etc. se quiser, mas só isto não vai mudar nada. O que vai mudar é a sua atitude. Hoje e agora.
Aos que me lêem agora: sabem o que é isso? Só um papo que eu tive comigo mesma hoje cedo. Como se fosse eu falando com outra pessoa. Porque é tão mais fácil falar com os outros, mostrar falha dos outros, entender o que o outro poderia ter feito melhor, não é? Então eu me coloquei de frente para mim e conversei seriamente, apontei umas coisas que eu precisava relembrar. Nada disto é novidade, tudo papo mais do que conhecido e eu careca de saber, mas também de me fazer de boba né...rs
E a maior parte dos meus erros continua acontecendo por causa do “isto eu já sei”, do “eu me garanto”. Me garanto sim, mas só se eu agir e não ficar só pensando, falando né? Foi um papo bom. Aí resolvei passar para cá. Se puder ajudar alguém, ótimo. Para mim, está valendo.
Obrigada pelas felicitações pelo meu aniversário, valeu gente querida! Tenham uma ótima continuação de semana! Beijos.

Escrito por Beth ?s 11h40
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Beth na versão 5.2

Ontem, dia 10 de agosto, completei 52 aninhos de vida. Passei o dia tranqüila, em casa, com meus amores. Escolhi assim. Embora adore um balacobaco, desta vez eu preferi o recolhimento, que não tem nada a ver com tristeza e, sim, com necessidade de ficar na mais completa tranqüilidade, no meu cantinho. E como o momento pede contenção de despesas, sem dúvida isto foi levado em consideração também!
Já vinha celebrando aos poucos, semana passada almoçando com a amiga Juju, queridíssima de tantos anos, que me contou que também está lendo o blog agora, que bacana! Hoje vou almoçar com a galera do trabalho e por aí vai, acontecerão pequenas celebrações aos poucos, com grupos/pessoas diferentes, ao longo da semana e do mês. Só não teve muita efervescência, mas nem Sonrisal é efervescente 100% das vezes, né? Rs
Recebi muitos telefonemas, mensagens, muito carinho, muita demonstração de afeto e amizade, isto é o que vale mesmo. Obrigada, de coração. Deus abençoe a todos, eu considero uma grande bênção na vida ter amigos e eu posso dizer que os tenho, de verdade.
São 52 anos de aprendizado, de experiências, de erros e acertos e tudo que vivi até aqui me moldou, até este momento. E a cada dia, vou adquirindo mais consciência, aprendendo mais coisas, fazendo por onde merecer tudo que me vem. Sempre com Deus me iluminando, me protegendo, me abençoando. E me perdoando pelas faltas, que são tantas, mas Ele compreende e dá sempre um jeitinho especial de me ensinar as lições que preciso reestudar e enraizar, uma a uma, no tempo certo.
Problemas com idade? Não sei o que é isto. Não soube quando fiz 30 anos, não soube quando fiz 40 e agora continuo não sabendo...rs Sabem por que? Porque vale a forma como nos sentimos, vale aquilo que queremos realmente ser e querer ser jovem é algo totalmente diferente de renegar a idade cronológica. Quanto mais aceitamos a passagem do tempo, mais nos capacitarmos a acompanhá-lo de um jeito melhor, mais feliz, mais proveitoso. E mais jovens ficamos. E isto não tem nada a ver com o corpo que possuímos, com os cabelos que vão ficando grisalhos, brancos etc. até porque isto tudo a gente ajeita.
Aumentou o peso? A gente capricha na mudança/melhoria de atitude e emagrece. O cabelo, a gente pinta, dá um jeitão bacana (aliás, o meu precisa disto urgente, não deu tempo antes do aniversário) e por aí vai.
Mas o rejuvenescimento da alma, este tem que ser constante, a partir da nossa ‘não entrega’ aos ressentimentos, às mágoas, aos medos, aos insucessos que podem ser encarados como demonstração de que ainda há um novo jeito, mais certo, de buscar o sucesso naquilo que nos propomos a fazer. E a partir da valorização de tudo de bom na nossa vida, muitas vezes nas coisas mais simples, quase imperceptíveis, mas que estão ali, nos presenteando todos os dias. Viver um dia de cada vez, saboreando-o, é o grande barato.
Admito que algumas vezes me distraio, acabo ficando muito ligada nas preocupações e deixo o clima interno ficar meio pesado, o que me faz mal, mas aí eu vou me ajustando, acertando os ponteiros, afinal sou uma eterna aprendiz mesmo...
Domingo foi também o Dia dos Pais e mesmo com um dia de atraso transmito para todos os papais um grande abraço. O meu papai já está no céu há muitos anos, para ele eu mando todos os dias mil beijinho e ontem, naturalmente, mandei em triplo, com muita saudade e amor. Mesmo sendo também o dia dele, o meu amor foi para a cozinha e preparou um almocinho gostoso para nós. Nem era muito justo ele trabalhar nesse dia, né? Mas resolvemos comer em casa, então ele assumiu o fogão, na boa e fez um lombinho assado que estava delicioso. Mas não houve jacada. Comi moderadamente, numa boa. Já tinha dado uma abusadinha na 5a feira passada e na janta de 6a feira. Bastava né? rs
Quero desejar a todos uma ótima semana. Obrigada pela companhia sempre tão gostosa que me fazem. A parceria de vocês tem sido muito importante para mim, há mais de 4 anos e faz parte da minha lista de 'OBRIGADA PAPAI DO CÉU', tá?
Durante a semana eu volto para contar como vai tudo. Beijão, vamos que vamos!
Escrito por Beth ?s 11h32
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QUARTA-FEIRA
Estou chatinha pra caramba hoje, só vendo! Inferno astral? Aproximação discreta da TPM? Ah, sei lá. Seja o que for, passará, como sempre passou. O filho piorou, precisou ir para o médico na 2ª feira e agora está de molho, repouso absoluto. Suspeita de dengue, a esta altura do ano, algo mais raro. Mas achamos que não é, deve ser uma virose braba mesmo. Ontem (3ª feira) não trabalhei, fiquei em casa dando suporte.
Hoje ele vai refazer todos os exames que fez na 2ª feira p/ uma nova avaliação. Não há de ser nada. Hoje vim trabalhar normalmente e monitoro por telefone, está dando p/ ser assim, ele está um pouquinho melhor, embora ainda debilitado. Mas a febre já está cedendo e outros sintomas chatos também.
Minha alimentação está direitinha, mas ontem, por ter ficado em casa, passei aperto. Foi dureza evitar algumas beliscadas. Não tenho o menor perfil dona de casa e, tirando as horas em que estava fazendo algo p/ o meu filho, no resto eu fiquei muito entediada., até porque sou do tipo que procura o que fazer em casa (vai que eu acho? ).
Mas fez-se um milagre, algumas almas se salvaram, pois resolvi arrumar 3 gavetas minhas, onde guardo blusinhas de malha. Estava tão complicado, eu não encontrava nada! Então, inventei moda, mas logo já estava irritada, não suporto este tipo de tarefa e logo estava querendo largar tudo! Para estas coisas sou uma fresca!
As outras gavetas (de pecinhas íntimas etc.) o Vi já tinha arrumado p/ mim recentemente e, coitado, depois teve que me aturar resmungando por dias, pq com tudo tão arrumadinho, as peças dobradinhas etc. eu não achava nada, e nem podia revirar a gaveta p/ não estragar o trabalho bonitinho dele. Aí, acabei me sentindo tolhida, sem liberdade com o que é meu e não suporto isto. Ou seja, além de fresca, sou uma ingrata! 
Então, voltando ao tédio, ontem eu me flagrei algumas vezes indo para a cozinha à toa, somente por estar entediada e nestas horas eu dizia a mim mesma: “Bebe água”. E bebia, coisa que é tranquila p/ mim, eu adoro beber água e bebo muita, normalmente. E como lá em casa não é preciso abrir a geladeira p/ beber água, mais fácil evitar o chamado de outras coisas lá dentro, né?
Mas teve uma vez que ainda assim eu fui lá, abri a geladeira, olhei tanto que achei algo que me apetecesse e acabei dando uma beliscada mesmo, admito. Mas nas outras vezes, segurei as pontas. Não era fome e eu estou careca e cabeluda de saber que tédio não passa com comida. Assim como todos os outros sentimentos e sensações que não tenham a ver com fome física. E não posso, não quero, não devo e evito ao máximo entrar nessa. Afinal, não sou caranguejo para andar p/ trás.
Claro que não gosto de me flagrar com estes cutucões dos velhos hábitos, me sinto como se estivesse retrocedendo. Mas também não fico me açoitando, me achando uma anta, já sei como é isso, tem momentos que a gente faz tudo bonitinho, tem momentos que a gente erra mesmo e aí, é seguir, ajustar o passo e pronto. Resmungo, mas vou em frente.
Como já disse aqui várias vezes, este processo não nos torna infalíveis, só por termos conhecimento das coisas, um maior auto-conhecimento e uma significativa experiência por tudo que já vivemos, acertamos, erramos etc. Ele nos capacita a entender melhor as situações e a ter um comportamento cada vez mais regular, mais adequado e, quando isto não acontece, a administrarmos melhor as coisas, voltando mais rapidamente aos eixos.
Bom, hoje vou deixar mais uma dica aqui, com base em algo que eu procuro aplicar no meu dia-a-dia e que me ajuda muito a evitar abusos. É evitar a FACILIDADE que atiça para o excesso, para a fuga daquilo que nos propomos a fazer. Vou falar disto com um exemplo meu:
Tenho, quase sempre, biscoito cream cracker na gaveta do trabalho. Geralmente é o Bauducco Levíssimo Light, do rótulo lilás, que acho gostoso e levinho. E que, de acordo com a tab. nutricional mostrada na embalagem e a calculadora de pontos do VP, mostra que 6 unidades do biscoito equivalem a 2 pontos. Excelente!
Se houver apetite para tanto, é uma opção legal p/ o lanche da tarde. Não consumo todo dia, porque não é todo dia que quero lanchar biscoito, gosto de variar. Mas se está no meu planejamento do dia o consumo destes biscoitos, programo a quantidade para aquela refeição intermediária. Conforme a fome, a vontade e também o acompanhamento (se houver), pode ser que eu queira comer só 2 ou 3 biscoitos ou mesmo a porção inteira de 2 pontos.
Porém, abrir o pacote e deixá-lo aberto na minha frente pode gerar abusos. Mesmo que eu nem esteja com tanto apetite. Afinal, a ocasião faz o ladrão, diz o ditado. Para o ladrão, não sei se vale esta frase, acho que este buraco é mais embaixo. Mas, para o abuso alimentar, vale sim. Basta uma desconcentrada básica e pronto, a gente pode consumir muito mais biscoitos de uma vez do que precisamos e queremos.
A dica, neste caso é só deixar disponível aquela qtde que a gente sabe que deve e/ou que se propôs a comer. Então eu pego um guardanapo de papel, abro o pacote e retiro a qtde de biscoitos programada. Antes de começar a comer, eu fecho de novo o pacote. Detalhe: eu LACRO o pacote. O que eu coloco de fita durex para que ele fique bem fechadinho, não é pouco não. E guardo-o depois num saquinho plástico dentro da gaveta . Outro detalhe: geralmente, na última gaveta, para ficar mais fora de alcance da mão boba. E mais: além de tanto durex assim garantir que o biscoito continue fresquinho e crocante mesmo depois de ter sido aberto, isto dificulta a tarefa de pegar mais, ou seja, pegar além do programado.
Porque o abuso vai me exigir o seguinte:abaixar o corpo todo para a esquerda ou para a frente (considerando que a poltrona onde sento tem braço algo), abrir a gaveta, pegar o saco plástico, desatar o nó apertadinho que eu faço no saco (nem sempre faço) e acabar tendo que rasgar o saco pq o nó está muito justo e, depois, arrancar aquele monte de durex do pacote p/ pegar mais um ou dois biscoitos, fora do que está previsto. Não é nenhum trabalho árduo, mas haja saco né? Tem que haver muita fome, muito descaramento ou algo mais haha
A falta de saco p/ fazer tudo de novo me ajuda a ficar naquilo que já foi consumido e que estava mesmo nos planos. Claro que até pode acontecer, outro dia mesmo eu já tinha comido os 3 biscoitos que havia programado, acompanhando com leite morninho e depois quis tanto, mas tanto, que tive saco de abrir tudo de novo para pegar mais 3. E pronto, não deixei que isto fosse se esticando, limite é limite. Então é isso: dificultando as coisas, eu facilito o meu controle. Fica a dica.
Outra coisa: às vezes nem estou pensando em comer e o biscoito não está programado p/ aquele dia e um colega faminto procura algo p/ lanchar. Claro que eu ofereço. Neste caso, vale toda a ‘trabalheira’ p/ ajudar o colega. Mas aí, se não estiver no meu plano, cabe a mim não achar que ‘só porque estou abrindo para outra pessoa comer, tenho que comer também’. Confesso que muitas vezes, não dou a mínima, não como. Outras, eu acabo pegando sim. Não sou um espírito ainda tão evoluído assim haha
Recado especial: A Débora Meister, amiga querida, também está de volta com o seu blog! (Ufa, salvei uma vida, ela ia se afogar no tanque! haha) Desejo uma ótima continuação de semana pra todo mundo. Beijão! 
Escrito por Beth ?s 12h05
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A receptividade para o post anterior foi de novo maravilhosa. Obrigada. Mas lembro que não sou este primor todo. Aprendi direitinho e sei praticar o comportamento mais adequado em diversas ocasiões, mas tem dia que não faço nada do que sei e deveria, sou normalzinha tá? A diferença é que antes eu tinha um comportamento rotineiro horroroso e hoje isto é eventual.
Eu exerço o controle no dia-a-dia comum sem dificuldades e exerço o ‘bundalelê’ uma vez ou outra. E se vejo que estou ‘bundaleleando’ mais do que deveria, dou-me um puxão de orelhas e acerto passo, senão a casa cai, né? Não vai cair não...até dá uma escorregada, mas cair não cairá...rs
O fim de semana foi gostosinho. No sábado o dia estava bonito, eu e o Vi curtimos uma praia deliciosa, com sol e mar convidativos. Ficamos horas e horas lá, largados e eu cheguei a cochilar (ele cochila sempre...rs). E, vejam só, falei dos salgadinhos de rua na 6ª feira e já no sábado, ataquei um sem dó nem piedade. No caminho da praia, quis porque quis um folhado de queijo e presunto da padaria da esquina, onde sei que tudo é bem feitinho e gostoso. Já era mesmo hora de fazer um lanche e lá havia opções muito melhores, mas cismei de fazer a escolha menos adequada e fiz. O Vi comeu metade, ainda bem. Depois ele disse que só deu umas mordidinhas, ele que deixe de onda, pois 3 mordidonas (e não 'inhas') dele consumiram meio salgado, podem ter certeza.
À noite íamos ao cinema assistir A Mumia, mas o meu filho estava com febre e preferimos ficar em casa p/ dar apoio a ele. O meu filho não é como a maioria dos homens, que não podem ter uma unha encravada que ficam de cama. Ao contrário! Para ele pedir arrego, é porque a coisa está feia. E ele pediu, portanto, ficamos por perto. E esta gripe veio com tudo, arreou ele mesmo, coitado! No domingo fui ao supermercado e hortifruti enquanto o Vi assistia à corrida, garanti os itens que não podem faltar p/ uma alimentação bacaninha nesta semana. Frutas, legumes, verduras etc.
Falando nisto, atenção galera que ainda usa como argumento p/ não se alimentar direito o fato de ‘não poder gastar com alimentos especiais’. Não é preciso nada especial, a reeducação envolve aprender a comer a comida normal, no dia-a-dia, só que com regras, com disciplina, com moderação! E sempre temos nas feiras, varejões, hortifrutis etc. alimentos que estão na safra, ou seja, com preços mais baixinhos.
Planejar os cardápios contando com estes itens, comprar nas quantidades realmente necessárias, p/ não sobrar e jogar comida fora é o que vale! Se puder comprar umas coisinhas especiais de vez em quando, só p/ diversificar ainda mais, ótimo! Se não, tudo bem, porque o que conta mesmo é se alimentar direito, o que emagrece é comer direito, e não entrar numa de só comer coisinhas trique-triques ta?
No domingo à tarde fomos ao Maracanã, torcer pelo Flamengo. Sou apaixonada pelo meu time. Ele perdeu, infelizmente. Mas eu torci muito, e o que xinguei, cantei, pulei, gritei etc. valeu por uma terapia das boas...rs Cheguei em casa levinha!
Hoje é 2ª feira, o dia está feioso, cinza e chuvoso, do jeitinho que eu não gosto. Já estou com minha alimentação da semana toda planejada, trouxe para o trabalho o meu almoço e outros itens p/ lanche (mate, iogurte...), tudo direitinho. Vou fazer uma semana bacaninha, com toda a certeza.
O meu sanduba caprichadíssimo, feito em casa p/ o almoço de hoje, vale ser mencionado. Pão árabe recheado c/ pasta ruppo (soja) c/ cenoura, 2 colheres de sopa de beterraba crua ralada, folhas de alface, folhas de rúcula, 1,5 porção de queijo minas light, 3 bastões de kani-kama e 2 fatias fininhas de peito de chester. Nutritivo, bonito, gostoso, mais do que substancioso.
E é assim que eu faço, geralmente. Mudo os recheios, mas mantenho estes critérios. Para quem, em outros tempos, almoçava Mc sandubas vazios de saúde e lotados de gordura, que mudança hem? A diferença é que os Mcsandubas não alimentavam, voltava a ter fome/vontade de comer em pouco tempo. E este que eu faço, alimenta e sacia pra valer, muitas vezes na hora do lanche eu não estou ainda com fome, mas lancho porque sei que é o adequado.
Aí, tem quem fale do fato de eu almoçar sanduíche muitas vezes, quando trago de casa. Primeiro, porque é mais prático, não dependo de ter que ir lá no outro bloco para esquentar etc., este é um sanduíche frio. Depois, porque ele equivale a um prato de comida bem equilibrado. Se pesquisarem o teor nutritivo de cada item que eu mencionei acima, verão isto. Mas tem gente cuja língua nem sempre cabe dentro da boca, depois morde a língua e não sabe porque haha
Outro dia um falava que este sanduíche não era nutritivo, que eu tinha que comer um prato de comida. E eu como, claro, só que tem dias que prefiro trazer de casa. Aí eu respondi para a tal pessoa: “Pois é, tem gente fala do meu sanduíche super nutritivo, mas sai para comer ‘comida de verdade’, mas o prato é bife com fritas, costela com sei lá o que...”. E comecei a rir. Não é que o papo murchou? Interessante não é? Haha
Despedida de idade: Esta é a minha última semana como “Uma boa idéia”, no próximo domingo estarei virando “Uma Ótima Idéia”, farei 52 anos...rs
Recado especial para a Rogéria: Minha amiga, força aí! Em vez de se abater, respire fundo, confie em Deus e homenageie a sua amiga que virou anjinha enviando a ela orações, mas também sendo feliz, sorrindo, vivendo a sua vida com positividade, do jeito que ela gostaria e continuará gostando, lá onde está ta? Já respondi ao seu e-mail. Conte comigo, sim!
Retorno de blogueiras! Ozana, Déa Aoki e Erica Japinha e Lu Gaucha estão de volta à Blogosfera Light, bem-vindas garotas!
Beijo pra todo mundo, ótima semana!

Escrito por Beth ?s 13h45
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BATENDO PAPO, COMENTANDO COMENTÁRIOS ETC.
No post anterior, a Cristina comentou aqui sobre as festinhas mensais de aniversariantes no trabalho dela. No meu também há esta celebração, acontece sempre na última 6ª feira de cada mês. E é totalmente bancada pela nossa Gerência Executiva. Bocão livre, mesmo e sempre com um Buffet bem legalzinho, sempre muita coisa gostosa. As festas são temáticas, tendo a ver com a época do ano ou com algum evento interno da empresa ou da nossa gerência.
Como temos uma boa política de segurança, meio ambiente e saúde, a qualidade dos alimentos servidos nas festas da empresa é uma exigência. Um dos requisitos, para vocês terem idéia, é que não pode haver fritura. Mas o que há de gostosuras assadas e frias, bem preparadas, além de frutas, sucos, refrigerante e mate, é uma coisa! E os docinhos hem? Sem contar que bolo é sempre bonito, confeitado, enorme, o povo pode comer e repetir até encher o pote. Mas, graças a Deus, muitas vezes ele é de chocolate, que eu detesto, portanto nem chego perto. E é comum haver a alternativa de uma cheesecake diet, sempre deliciosa e, quando tem, é a minha escolha.
Eu não vou mentir, dizendo que não como bastante nestas festas. O que posso afirmar é que geralmente como muito menos do que faria em outros tempos, mas tenho consciência também de que poderia fazer melhor, sem dúvida nenhuma. Mas eu me preparo para elas, sempre, não com a intenção de guardar espaço p/ me entupir de salgados e doces, mas p/ ter mesmo uma brechinha, já que com certeza vai ser um lanche maior e mais calórico do que o dia-a-dia.
 A Cris tb comentou que pretende se organizar p/ ter um comportamento mais legal nestas festinhas. Dou a maior força, assim como eu mesma estou sempre procurando fazer melhor (embora nem sempre faça). Uma dica que dou a ela (e a todos), que aprendi no VP é: não fique rodeando a mesa. Depois de se servir de algo, se afaste da mesa. Vá conversar, rir, confraternizar com a galera. Depois de um tempo, se quiser, volte à mesa p/ pegar outra coisa e se afaste de novo.
Se ficar com o umbigo encostadinho na mesa, por mais auto-controle que tenha, acaba se excedendo. A outra dica é manter as mãos ocupadas, em uma delas um copo (pode até ser vazio) e na outra um guardanapo de papel. Isto atrapalha a ficar pegando outras coisas.
Mais uma dica: olhe primeiro p/ tudo que há disponível e, previamente, programe mentalmente quais daqueles itens você acha que vale a pena, mesmo, comer. Se há algo que gosta muito mesmo, entra na lista do ‘sim’ e se há algo que não gosta tanto assim, não há porque comer, ué! Já sabe o gosto e já sabe que não é nada especial! E se há algo novo que você não sabe se vai gostar, procure antes saber o que é, veja se alguém que já comeu aprovou, não teste primeiro com a boca e sim com as informações. Depois, se achar que quer mesmo provar, aí sim pegue.
E mais: se acha que há algo tão bom assim que queira repetir (sempre há), veja do que vai abrir mão para poder repetir sem neuras. O principal: não precisa ficar dando explicações a ninguém sobre o porquê de estar comendo menos, ou não estar aceitando determinado item, porque o mesmo povo que prega o “ah, só hoje não tem problema” e o “ah, isto não engorda” etc. é o que depois tem sempre uma gracinha p/ dizer a respeito do seu corpo, piadinhas etc. E mesmo que isto não aconteça (o que é ótimo), para que passar atestado de “to de dieta’?
Seu processo lhe pertence. A Taty Carioca outro dia mencionou isto no post dela com total propriedade, a gente não precisa ficar expondo ao mundo o que está fazendo, por diversos motivos. Eu acho que o principal é não nos submetermos a avaliações e comentários nem sempre pertinentes, muitas vezes ditos por quem não entende nada, só quer dar palpite e acaba dando palpite errado. A gente fala quando acha que aquilo agrega, a alguém ou a nós ta?
E nada de passar a idéia de que somos uns pobres coitados que não podemos nem comer um pouco mais por causa do peso etc., porque nem é isso, pelo menos não é como temos que pensar. Nada de angariar peninha dos outros. Não precisamos disto, estamos nos cuidando porque nos queremos bem, porque temos objetivos, e isto não é digno de pena e sim de admiração e apoio. Mas nem sempre o outro tem esta percepção, e a gente não precisa ficar se sujeitando a nada que não nos ajude, né? Quanto mais ao que pode atrapalhar.
No mesmo post, a Drica comentou que tem uma resposta muito especial para as pessoas que questionam a recusa dela p/algum alimento com a frase “está de dieta?”. Ela responde: “Não, estou me amando”. Que resposta bonita e ‘tudo a ver’ não acham? Adorei. E é isso mesmo! Quando nos cuidamos melhor, estamos simplesmente declarando o amor que temos por nós mesmos. Quem se ama, se cuida.
E quem acha que não está se amando, pode começar a vasculhar aí em si mesmo que vai descobrir que se ama sim, só deixou este amor cochilar, então acorda ele, hoje mesmo e começa a fazer alguma coisa, por mais simples que seja! Um batonzinho, um jeitinho no cabelo, aquele sorrisão em frente ao espelho seguido de um “eu te amo”, hem? E, naturalmente, um jeito melhor de pensar e agir com relação a comida, claro! E tantas outras coisas, muitas vezes tão comuns, mas que nos fazem bem!
A Rogéria comentou que andou se excedendo e disse que vai ter que dar um empurrão com a ponta do pé nos seus maus hábitos, que são teimosos, desobedientes e sem educação. Pois é, queridona Rô, eles são isto tudo e muito mais. Porém, se a gente pensar bem, eles não têm vontade própria! Quem é teimoso, desobediente e muitas vezes sem educação p/ comer somos nós mesmo, sabe? Os hábitos nada mais são do que comportamentos que vamos repetindo, repetindo, repetindo e acaba se tornando um jeito natural de agirmos. Só repetindo um novo jeito, melhorado, é que de tanto fazermos diferente ele vai virar hábito. Então, dá chutão mesmo nos hábitos ruins amiga, comece a substituir por outros melhores, você é quem manda no pedaço ta?
Agora, vejam só, eu estava hoje andando pela rua e passei, como sempre, por um monte de carrocinhas de lanches. É um tal de 1 salgado + 1 refresco por apenas R$ 1,00! Os salgados nem são feios e atá parecem gostosos. Mas eu sou cismada e, independentemente de RA, desconfio muito de algo tão baratinho assim. Sei lá com que água aquele refresco é feito, sei lá com que higiene é preparado o salgado e, para ‘ajudar’, a carrocinha nem parece tão limpa. Bom, o povo está trabalhando e isto é louvável, é um jeito honesto de ganhar o pão de cada dia. Mas eu olho torto p/ eles (os alimentos).
Vejo pessoas saboreando com cara de ‘que delícia’, muitas vezes são pessoas acima do peso, já reparei também.Geralmente tem frituras, mas tem muito salgado tipo ‘joelho’. Um joelho, na tabela do VP, vale 9 pontos. O equivalente, em termos de pontuação a, por exemplo, 9 (NOVE) bananas pratas médias. Muita coisa pra pouco salgado, considerando que não é algo nutritivo. E eu gosto de joelho, mas penso 10 vezes antes de ele ser minha opção.
Caramba, muitas vezes eu almoço comida de verdade, em restaurante a peso, comendo hortaliças, fruta, cereal, proteína animal e consumo 9 pontos, às vezes até menos, às vezes um pouco mais! Aí, vejam só, um prato destes não custa 1,00 mesmo! Muito longe disto! Mas o que dá de saúde, energia, saciedade de verdade e contribui p/ a gente emagrecer ou manter o peso, hem? Tem economias que não valem a pena. Está duro p/ comer melhor na rua? Leva de casa. Ou tenta achar algo baratinho, mas que alimente direito.
Comigo está tudo direitinho. Já estou menos chateadinha com algumas coisas, eu não sou do tipo que se apega a baixo astral não. Levanto e sacudo a poeira, dou a volta, estou na vida pra viver. Hoje tive almoço especial de aniversário, em Santa Tereza, fui de bondinho, que delícia. O almoço não foi dos mais lights não, mas comi pouco, até porque não gosto de certas coisas tipo feijão de corda, batata doce etc. E o bolo era de chocolate, não comi, claro.
Update: mas roubei a cereja haha
Mas comprei uma cocada. Belisquei uma pontinha dela e já enjoei, que bom, não aguento mais comer uma cocada daquele tamnho sozinha, que coisa boa hem! Logo mais tenho um happy-hour, outro aniversário. Estou tranquila, programadinha. Se houver música pra dançar, vou ficar mais tempo dançando do que pensando em comer.
E está chegando outro final de semana. Os dias têm estado lindos, espero que continuem assim, pois quero praia. E domingo, quero ir ao Maracanã ajudar o meu Mengão a dar a volta por cima, que está precisando...rs
Beijo grande!
Escrito por Beth ?s 13h27
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Update: Este blog entrou na lista de 'Blogs mais legais do UOL' para o período de 30/07 a 06/08. Fiquei muito feliz!
Gosto de observar as pessoas, os comportamentos. E a mim mesma, sem dúvida, senão vou achar que sou uma gracinha e, naturalmente, não vou enxergar coisas que preciso e posso melhorar em mim e perco a chance de me ajustar. Tudo pode nos ajudar a pensar, tudo nos dá exemplo do que é legal fazer, do que não é legal fazer.
Um exemplo legal: na semana passada, eu estava em uma pequena reunião de trabalho e a minha colega abriu um saco de pipoca doce (aquela do saco vermelho) p/ comer. Não me ofereceu, pois já sabe que eu não gosto daquilo, chamo de “isopor com açúcar”, ô coisinha ruim! Então ela ofereceu ao outro participante da reunião, um rapaz que representava um outro Órgão da empresa.
Ele recusou, educadamente e ela perguntou se ele não gostava (como eu) e a resposta dele foi: “Não, eu até gosto, mas não quero mesmo, pois estou evitando comer certas coisas e fora de hora”. Ela perguntou o motivo e ele disse “Nada especial, estou apenas procurando melhorar os meus hábitos alimentares”. Eu fiquei quieta, observando aquele rapaz, que eu estava vendo pela 1ª vez. Um jovem com seus 28 a 30 anos, no máximo. E magro (corpo bem legal).
O que o fez pensar em se reeducar, eu não sei, pois não perguntei. Será que já foi gordo ou estava ficando e se segurou, emagreceu e está mantendo? Terá sido alguma orientação médica por algum motivo? Não importa. Seja qual for o motivo e até mesmo não havendo nada extra, pois pode ser simplesmente o interesse em realmente ter um hábito legal (e isto é especial!), o que vale é que ele foi firme, coerente com algo a que se propôs, em seu benefício.
Achei legal e aquele rapaz, sem saber, me deu uma fortalecida e tanto, de certa forma ele foi mais um instrumento no meu dia, foi uma forma a mais de eu receber o recado “quem quer algo, age de forma compatível para alcançar”.
Hoje é 4ª feira, faço minha avaliação de meio de semana. Eu estou bem, apesar de bastante triste por causa de umas coisas familiares, que não estou mesmo a fim de expor em detalhes (relacionadas, de novo, à minha mãe). Esta é uma questão complexa demais, que está se agravando, mas Papai do Céu está no comando, Ele nos fortalece e ilumina e, também, ajuda a ela, vamos ver no que dá. Bom, então eu estou me alimentando direitinho, bem concentrada, sem problema algum neste setor.
Aliás, com um ajuste importante a fazer, que é reduzir de novo o refri light, coisa que eu volta e meia me proponho e cumpro, depois relaxo de novo e não é legal. Uma coisa é consumir vez ou outra e outra coisa é tomar todos os dias, mesmo que seja uma só latinha e mesmo sendo zero ponto, não é por aí.
Ontem eu e o Vi nos propusemos a dar uma segurada, juntos, evitando consumir tão rotineiramente como voltamos a fazer. Quem alertou foi ele mesmo e achei legal, já estamos atentos. Há tanta opção melhor, mais saudável, gostosa etc. e a gente, por puro hábito, acaba ficando no refri, nada a ver. Topei a parada com ele, mas furei hoje, por distração, já vou contar lá embaixo. 
Hoje houve simulado de emergência no prédio onde eu trabalho, com evacuação total do edifício. Detalhe: eu trabalho no 28º andar. Fui incluída no grupo de pessoas especiais, que desceram excepcionalmente em um elevador de carga (gestantes, cadeirantes, portadoras de algum problema etc.) porque aquele meu linfedema na perna esquerda está atacado, a perna está inflamada e dolorida, não teria sentido um esforço destes, sendo uma simulação, me colocando em um risco real.
Enquanto ficamos na rua, cumprindo o esquema planejado, aguardando o esvaziamento do prédio (quase 5.000 pessoas saindo dele, de escada), um colega começou a atiçar para almoçarmos mais cedo. E eu dizia a ele: "Calma, garoto, ainda não são nem 11 horas!" E ele dizia que estava ficando com fome. Eu mostrei a ele que ele não estava com fome real, estava atiçado pelo fato de estarmos em frente a 3 restaurantes, nada mais. E assim, fomos papeando, até que uma outra colega nos convidou a ir numa lanchonete na esquina, pois ela queria um café.
Eu fui junto, só p/ acompanhar. Eles compraram porções de pão de queijo, eu acabei comprando uma lata de guaraná zero (epa, me distraí, fui na força do hábito, olha só). Comi uma unidade do pãozinho de queijo (pequeno) da porção que o meu colega comprou e pronto. que um deles comprou e me ofereceu e pronto, foi o meu lanche da manhã. Ele perguntou o porquê de eu não queria mais e eu disse, tranquilamente: "Já estou satisfeita e daqui a não muito tempo, vou almoçar."
Eu não tinha que comer mais, só porque estavam me oferecendo. Eu não tinha que comer mais, se não demoraria tanto assim a almoçar. E foi bem natural a minha recusa. Coisa que nos velhos tempos nao aconteceria, pois eu teria sido a primeira a comprar uma porção e, sabe Deus, o que mais... E depois não almoçaria, mais tarde comeria mais bobagens e assim levaria o dia todo. Era assim comigo, antigamente. E aí, foi bom para mim?
Imagem: galileu.globo.com/edic/101/saude1.htm
Volta e meia alguém me pergunta, aqui mesmo na blogosfera, como faço para evitar atacar a comida. Não vou dizer que jamais a ataque, não sou santa. Mas já faz tempo que, graças a Deus, o simples fato de existir um alimento que eu goste na minha frente não é suficiente p/ que eu o trace. Se fosse assim, eu teria que comer o dia inteirinho, já que em todo canto há todo tipo de apelos e eu gosto de muitas das coisas que vejo pelas ruas e até mesmo no local onde trabalho, em casa etc. E eu sou uma pessoa que no passado comia o dia todo bobagens pela rua, como eu contei no último encontro (e aqui, várias vezes), eu saberia dizer em cada bairro por onde eu andava muito, onde o que era melhor (aqui a pizza, ali o risolis, ali a empada, ali o pão de queijo, acolá o folhado..etc), porque eu sabia mesmo.
Não deixei de gostar de nada disto e como sim, só que não é todo dia, nem toda hora, não é mais a base da minha alimentação, como já foi por tantos anos. Mas aquilo só fez com que eu ficasse obesa mórbida, se me deu prazer momentâneo (por diversos momentos no dia), me deu também muito problema. Eu sempre digo que quem sabe o que quer, tem que agir para chegar ao que quer. Mas a gente tem que saber também o que não quer, para evitar, para identificar o quanto aquilo é ou não é oportuno e saber dizer “sim” ou “não” de forma certa, pelo menos na maioria das vezes.
Ainda digo alguns “sim” e “não” indevidos, mas sei fazer isto do jeito certo e, concentrada, faço mesmo. Fiz hoje, farei outras vezes, falharei outras tantas, mas na média, quero e vou fazer o melhor para mim. E é o que eu estou sempre incentivando aqui. Ninguém está postulando a vaga de santo né? Apenas se reeducando. E isto envolve poder estar no mesmo ambiente que algo gostoso sem me achar na obrigação de comer. O mundo, que eu saiba, não vai acabar hoje e mesmo que acabe, será que eu tenho mesmo que me escafeder de barriga muito cheia? Rs
Não há mágica, não há uma fada madrinha que fará PLIM e a gente vai mudar os hábitos. É pensando antes de agir, é refletindo direitinho sobre o quanto aquilo vale mesmo a pena ou não, é exercitando todos os dias e em todas as oportunidades o nosso comando frente aos apelos dos velhos hábitos que a gente vai mudando, melhorando aqui e ali, tá? Os hábitos não vão embora sozinhos, nõs é que os substituímos, quem manda é a gente.
Beijos no coração.
Escrito por Beth ?s 12h00
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O final de semana foi bem legalzinho. No sábado tivemos o 36º Encontro Light do RJ, que de novo foi bacaninha. A Nathália foi a nossa anfitriã pela 2ª vez este ano, nos recebendo com carinho no salão do prédio onde mora. Desta vez éramos 11 participantes: Nathy, Maura "Geninha", Janice, Janaína "Carmem", Isabelle, Regina, Marcinha, Lucilia, Carol, a estreante Nicky e eu! A nossa querida Marília "Vitória", que ainda está na Alemanha, foi representada pelo marido dela, o Marcelo. Eu não levei máquina, então vou esperar que as meninas que fotografaram disponibilizem as fotos p/ eu poder mostrar aqui também, ok?
Muita gente não pôde comparecer, uma pena, quem não foi perdeu, fica para outra vez. Mas logo teremos outro, saibam que o encontro de agosto já tem dia e local marcados. Até o fim desta semana já vou divulgar, vai ser com bastante antecedência p/ a galera possa se organizar previamente.
Depois do encontro eu e o Vi fomos direto para a comemoração do aniversário de uma amiga. Estava tudo ótimo, foi uma noite super agradável. Vejam abaixo uma foto de nós dois na festa.

O domingo para mim foi dia de muita preguiça, passei a manhã todinha na cama, mesmo fazendo um dia lindíssimo e eu ter programado ir à praia. Mas fiz o que senti vontade, e era ficar ali, largadinha. Fiquei e valeu a pena. No meio da tarde, almocei fora com o meu marido e o meu filho, depois vimos um filminho em casa (O Gângster, sinceramente não gostei tanto) e já à noite eu e o Vi demos uma voltinha com o nosso cachorro, nada mais. Estou descansada, tranquila, pronta para mais uma semana.
Comecei a semana com o pé direito, programada p/ caprichar. Felizmente, algumas coisas extras que "ajudaram a atrapalhar" nas últimas semanas já não estão mais influenciando. Ainda há um certo stress, mas isto faz parte, querendo ou não, eu que tenho que lidar melhor, afinal a vida normal nos desafia, todos os dias. Não dá p/ esperar que tudo fique sempre lindinho em todos os setores para só então fazer o que tem que ser feito. Ainda mais quando eu sei fazer né?
Hoje vou mostrar mais um exemplo de pensamento magro: Tenho uma colega de trabalho que tem o corpo super legal, tudo no lugar, é magrinha, super bonitinha. Até falei sobre ela no encontro de sábado. Ela me contou que foi criança obesa, emagreceu bastante naturalmente na adolescência mas, na fase adulta, chegou a um sobrepesao de 12 kg que ganhou em menos de 1 ano. Aí ela fez reeducação e levou 2 anos p/ chegar ao seu peso ideal.
Agora ela se mantém magra numa boa, consegue isto porque não se aproveita do fato de ser magra e usar manequim pequenininho etc. Todas as roupas lhe caem super bem, ninguém imagina que um dia tenha pesado muito mais. Vive normalmente, se diverte, gosta de comer sim, bebe cerveja quando vai a festas, Happy Hours e nos eventos familiares que acontecem sempre etc. Não se priva de nada, apenas é disciplinada. Não é paranóica, apenas atenta. Como ela adora churros e no Centro, onde trabalhamos, em toda esquina tem uma carrocinha vendendo, ela instituiu o seu "Dia do Churros". Uma vez por mês há um dia, pré-determinado, no qual ela compra e saboreia numa boa o seu churros. Isto lhe basta. Assim, não precisa se privar de tantas outras coisas de também gosta, é o seu jeito de aproveitar de tudo um pouco, na medida. Ela encontrou o jeitinho dela. E cada de um de nós pode achar o seu jeitinho especial de lidar com cada coisa, não é? Usando a imaginação, o discernimento, a nossa memória etc. como recursos p/ ajudar na concentração!
Vamos pensar? Vamos ver o que nós ainda estamos insistindo em fazer e que podemos mudar um pouquinho, em nosso benefício? Será que tem algo que estamos comendo com muita frequência e que podemos perfeitamente deixar para de vez em quando? Que tal exercitar o comando?
Então vamos lá! Boa semana para todo mundo. Recado: Francielle e Cintia, obrigada pela indicação para as brincadeiras, no próximo post eu vou responder tá? Beijos!

Escrito por Beth ?s 21h18
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FOI BOM PRA VOCÊ? MESMO???
E aí, semaninha legal? A minha vai indo bem. Estou me alimentando direitinho, como sempre podendo dar uma melhoradinha em detalhes. Os detalhes fazem diferença, sim. Estou atenta. Ainda sem me exercitar, não por falta de vontade, mas outros detalhes estão interferindo, já estou tratando deles.
Achei legal a receptividade geral para o post anterior, realmente esta questão das etapas é importante sim. Hoje proponho outra reflexão.
Estava pensando aqui em quantas coisas, mesmo muito simples, dão um prazer tremendo. Um prazer associado a conforto, alívio, saciedade etc. Fala sério, tirar o pé daquele sapato que está espremendo os dedos da gente, por exemplo, é uma loucura! Isto dá um prazer danado, eu chego a perceber a circulação voltando a cada dedo, pedacinho por pedacinho...rs
E aquele xixi que a gente segurou um tempão, às vezes pq estava atarefado ou com preguiça e foi retardando, deixando p/ a última hora (um perigo, mas que a gente acaba fazendo) hem? Quando a gente finalmente libera, meu Deus,é uma sensação única! E nas coisas básicas do dia-a-dia a gente há mil situações em que sentimos muito prazer. Fazer rapidamente um simples rabo de cavalo num dia muito quente, liberando a nuca p/ pegar um arzinho, não é uma delícia?
Aquela pelezinha que endurece no canto da unha e às vezes dói p/ ser retirada, quando sai dá quase um orgasmo! Rs E aquela massagem relaxante depois de um dia tenso... a gente quer que aquele momento dure para sempre, não é? Sem pressa nenhuma...
Aquele banhozinho morno, de preferência de banheira, que nos faz esquecer do cansaço...aquele copo de água quando a gente está com sede...aquele telefonema tão esperado e do outro lado a voz que queríamos ouvir, dizendo coisas boas...deitar o corpo na cama com lençol limpinho e cheiroso, depois de um dia cansativo ou mesmo depois de um dia super prazeroso... receber (e dar) aquele sorriso vindo da alma...e mais um monte de coisas, todo mundo pode listar uma porção de situações muitas vezes simplíssimas em que sentiu/sente muito prazer.
Estava pensando nisso e comparando com atos relacionados ao comer: planejar, comprar (envolvendo ir ao mercado, feira etc., escolher, pesar etc.), preparar, comer (sentindo o sabor, a textura, mastigando devagar, engolindo, curtindo mesmo). Ou, se for comer fora, a escolha do local, pensando em diversos fatores relacionados e não só em "comer e pronto". Nem sempre as pessoas curtem estas etapas da forma como muitas vezes se entregam, até antecipadamente, a outros prazeres simples do dia-a-dia. Esperam felizes a hora da massagem, planejam a ida ao cinema, aguardam ansiosamente o momento em que poderão tirar o pé do sapato apertado, etc. Mas quando se trata de comida, será que é assim? Todo mundo (ou quase todo mundo) associa comer a prazer, mas será que se entregam de uma forma realmente legal a este prazer? Ou simplesmente vão e comem?
Uma amiga minha adora chocolate e come regularmente. É magra desde sempre, veste 38/40 hoje em dia, aos 46 anos de idade e já sendo até avó, não tem preocupação com o peso, que bom para ela! Então, ela adora BIS. Sempre tem em casa. Quando ela me contou como é o seu ritual p/ comer o BIS, prazerosamente, eu tive um acesso de riso e disse que qualquer dia vou levá-la a um encontro light p/ que ela ensine a galera a sua ‘técnica’, que vou contar para vocês a seguir.
É assim: ela coloca a caixa inteira de BIS no congelador. Aí, está vendo TV e sente aquela vontadezinha de comer o BIS. Vai até a cozinha, abre o congelador e pega na caixa 3 (TRÊS) unidades do BIS. Isto mesmo, só 3 . Fecha o congelador e volta p/a sala, senta-se no sofá e aí pega o 1º BIS. Calmamente, ela o desembala e parte 1/3 dele. Sim, apenas 1/3 e põe na boca. Ele ainda congeladinho, vai começando a dissolver calmamente na sua boca e ela vai curtindo, enquanto com a língua vai separando as camadinhas do BIS dentro da boca. Uma terapia, enquanto o prazer do chocolate vai sendo sentido e ela vendo a sua TV na boa.
Quando, finalmente, aquele pedaço é todo absorvido, engolido etc., ela serenamente segue p/ o 2º pedaço do 1º BIS e repete a operação, tranquilamente. Depois, faz o mesmo com o 3º e último pedaço do primeiro BIS. Aí, pega o 2º BIS, desembala e repete todo este fluxo calmamente, até o final. Aí pega o 3º BIS e faz a mesma coisa. Ou seja, leva um bom tempo curtindo aquele prazer, saboreando o seu chocolate, relaxando enquanto brinca de descamá-lo com a língua, sabe direitinho a textura de cada parte, e dá tempo ao seu cérebro de receber as informações de saciedade. E assim, fica nos 3 BIS!
Quanto tempo deve levar este ritual? Com toda a certeza, é mais tempo do que muita gente leva p/devorar uma caixa inteira de BIS, ficar empanturrado e até enjoado e ainda por cima sentir-se culpado. E o pior, muitas vezes sem nem ter sentido tanto prazer assim, por ter comido rapidamente, abrindo e comendo um atrás do outro, às vezes mais de um enfiado na boca de uma só vez, engolindo talvez sem nem mastigar direito. Tanto que ao final, a sensação de saciedade real não existe. O vazio continua, só o estômago está cheio.
Aí pensa que vai engordar, pensa que não deveria ter feito aquilo, olha a caixa vazia e se sente uma besta quadrada, pode ser até que chore, pode ser que se xingue, pode ser até que, para se punir, resolva que agora mesmo é que vai comer e saia dali para fazer mais alguma bobagem, até sentir-se mais mal ainda. Que prazer é este hem? Credo...parece mais um auto-flagelo!
Não é que seja necessário fazer exatamente como a minha amiga faz, para ter todo o prazer de um chocolate. E este foi só um exemplo, podemos comparar com qualquer outro alimento que a gente goste muito. Onde quero chegar mesmo é: por que não aplicar, na hora de comer, a mesma atenção e procurar o prazer real, como a gente faz com outras coisas? Imaginem se esta maneira atropelada de comer fosse expandida para outros setores da vida, para outras situações.
Alguém consegue imaginar chegar no massagista e, em segundos levar umas amassadas rápidas, dadas sem carinho, sem interesse no seu bem-estar e, mesmo antes de sentirem-se verdadeiramente bem, já se verem lá fora, com a sensação de “nem senti”? E no sexo, imaginem que coisa estranha, um “vapt-vupt” em que um minutinho depois a gente ficaria com aquela cara de “tomara que tenha sido bom pra você, porque eu nem notei...” haha Então, para comida vale isto? Não, né?
Este processo me ensinou, entre outras coisas, a saborear mais os alimentos, a curtir ao máximo, dentro do possível, os momentos relacionados à alimentação, da mesma forma como sempre gostei de curtir outros tantos momentos na minha vida. E agora, enquanto escrevo, lembro que em outras épocas, antes de eu engordar como engordei, eu também era assim! Era comum estar comendo algo e sentir direitinho, tentar identificar algum ingrediente diferente, eu era boa nisso...
Depois perdi um pouco disto, pois comia de qualquer jeito, sempre com pressa, sempre com ansiedade, muitas vezes comendo um salgadinho já de olho no próximo que ia escolher na vitrine... Agora eu já sou novamente mais atenta. Geralmente como com mais calma, mastigo bem, curto o sabor, noto se determinado item está mais ou menos salgadinho, percebo o que pode haver naquele molho (caso não saiba previamente), muitas vezes descanso os talheres enquanto mastigo, justamente para comer mais devagar, sinto a textura e se não gosto tanto de algo fico pensando de que outra forma talvez eu apreciaria mais etc.
Procuro não devorar os alimentos sem ao menos percebê-los melhor. Não é 100% das vezes, mas é 90% delas. O processo, enfim, não me tirou o prazer de comer, como tanta gente ainda pensa que é um requisito para emagrecer. Ao contrário, me reensinou a me dar tempo e permissão para ter este prazer, mas um prazer verdadeiro, mais profundo. E que não é só na hora de comer, mas na hora de planejar, de programar o que vou comprar no horti-fruti e supermercado, na hora de buscar uma receitinha nova, ou escolher onde vou comer, se for na rua etc. É muito bom. Muito melhor que antes.
Mais uma coisa para pensarmos, vermos onde podemos nos ajustar né? Ihhh escrevi pra caramba de novo né? Ah.... mas esta sou eu né? Beijos. (Não suporto chocolate, mas sei que vocês gostam, então o beijinho de hoje é com sabor chocolate tá?rsss)
Escrito por Beth ?s 16h12
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Mundo perfeito é aquele em que nada nos atrapalha, nada nos tira do sério, nada nos tira o entusiasmo, nada nos engorda? Uma vida "lua-de-mel" o tempo todinho? ...Isso é até bom... mas é assim que rola????

No VP sempre ouvia a orientadora falar sobre as 3 fases do processo de reeducação alimentar/emagrecimento. 1ª fase : Lua de mel; 2ª fase: Ânimo arrefecido; 3ª fase: Não lembro exatamente a frase, mas é algo como : Retomada consciente, seguir em frente.
E é assim mesmo! Eu tive uma primeira fase de lua de mel muito comprida, no meu processo. Era entusiasmo total, até porque eu estava super engajada nele e, em função da minha situação, com dezenas de kg a mais, o peso ia baixando facilmente, passei muito tempo tendo só resultados positivos em todas as semanas! Claro, afinal onde tem muito para sair, sai mais fácil! Aí era ainda mais fácil manter-me em lua de mel!
E eu ficava pasma quando via algumas outras pessoas, nas reuniões, mostrando desânimo. Algumas vezes eu levantava o braço e falava, mostrando que tudo depende de como vemos as coisas etc. Eu achava mesmo que jamais sairia da lua de mel. Estava cada dia mais consciente, mais animada, mais confiante e, embora não me iludisse pensando que jamais tropeçaria ou teria uma dificuldade maior, acreditava mesmo que o meu estado de espírito relacionado àquilo não seria sequer arranhado.
Mas chegou um dia em que, já com resultados expressivos e ainda uma estrada considerável pela frente, as dificuldades aumentaram um bocado, eu mesma apesar de manter-me animada já errava um pouquinho mais aqui e ali, era uma relação gostosa com o processo, mas nem sempre tão estável. E eu sentia falta de algo, era o que?Ah, a tal lua de mel! Hum... Não havia desamor, não havia decepção, não havia nada que me tirasse da estrada, mas aquela sensação gostosa, a euforia inicial (no meu caso durou muito mesmo) não estava rolando!
Então eu vi que estava na segunda fase. Mas eu me recusei terminantemente a acreditar que o meu ânimo estivesse arrefecido. Porque eu associava ânimo arrefecido a desânimo e é coisa diferente. Desânimo jamais tive. Vontade de largar tudo, também não. O ânimo só estava mais morninho, alguns dias mais friozinho.
Esta fase é perigosa, requer atenção e SERENIDADE. Muita gente, ao se encontrar nela, já começa a achar que ‘pronto, já começou a degringolar tudo, lá vou eu fracassar de novo’.
Porque só vai degringolar mesmo se não se firmar, não procurar entender o momento, não só do processo mas o seu momento pessoal, avaliando tudo. A forma como está pensando/agindo, as coisas que está vivenciando em outros segmentos da vida, entendendo que não precisamos chutar o balde sempre que alguma coisa começa a ficar menos esfuziante.
Se a qualquer sintoma de esfriamento do entusiasmo, de leve, a gente terminasse namoros ou casamentos, amizades, largasse o trabalho ou os estudos, desistisse de um passeio, uma viagem, um programa etc. como seria a vida? A gente não faria rigorosamente nada. Só enquanto estivesse no auge, depois dava um chutão em tudo. Nada a ver.
Esta fase deve ser para a gente refletir, compreender o que está pensando, sentindo, fazendo, as influências que estamos recebendo, filtrando o que deve e o que não deve ser considerado, jogando fora o que não agrega positivamente, aprendendo sempre. E, se temos um objetivo e queremos mesmo alcançá-lo, é mais do que nunca a hora de fortalecermos este nosso querer, dizendo a nós mesmos que vamos dar a volta por cima, ajustar o passo e seguir, para sair daquela fase para uma outra melhor e não para voltar atrás, com a sensação horrorosa da frustração que o abandono causa.
Assim, a fase seguinte é justamente a tal da retomada consciente, em que a gente se sente de novo mais fortalecida, mais pronta ainda para vencer a parada. Porque agora estaremos mais capacitados, tanto pela alegria, entusiasmo etc. da lua-de-mel que vivemos antes, pelo que aprendemos e aprimoramos na segunda fase e pela força que fizemos para virar o jogo a nosso favor. E aí, seguiremos em frente numa relação mais serena que terá picos de alegria, de ânimo, afinal quem disse que lua de mel é uma só? Que poderá ter novos arrefecimentos de ânimo, mas que a gente já conhece e pode de novo lidar com isto, e passar de novo para a próxima... e por aí vai. Ciclos, minha gente! Ciclos!
O problema de muitas relações, em todos os segmentos da vida, é a mania que o povo tem de achar que as coisas só valem a pena se a gente estiver o tempo todo lá no auge, nos píncaros da emoção, da glória...rs E em que vida é assim o tempo todo hem? Aí a gente fala isto e a pessoa vai e concorda, diz “é isso mesmo, claro”. Mas quando o assunto é o processo de reeducação, emagrecimento, manutenção de peso, aí radicaliza, aí já não aceita que as coisas de vez em quando possam sair um pouco dos eixos.
E querem que tudo seja sempre 100%! Querem sentir-se todos os dias animadíssimas, querem acordar todo dia ‘loucas de vontade de comer um pé de alface’ e sem a mínima intenção de dar uma jacadinha, aí se não sentem isto já começam a duvidar que possam seguir adiante. Querem que uma varinha tenha transformado-as repentinamente em seres acima de tudo, superiores a qualquer problema, vontade, fragilidade, dificuldade, qualquer coisa. Não aceitam sequer que o seu organismo, de vez em quando, não reaja exatamente como gostariam.
O pobre-coitado não pode nem pedir um tempinho maior, eventualmente, para processar o que recebeu de comida, de influências, emoções etc Se cismam que no dia X e na hora H ele tem que responder exatamente o que queriam, qualquer coisa diferente da expectativa já é sinal ruim e acaba resultando, não raro, em atitudes que só as colocam de costas para seus objetivos. Vamos pensar nisso?
Já passeei várias vezes pelas 3 fases do processo, e já aprendi que continuarei passando indefinidamente por todas elas. Porque estou em movimento constante, não sou água parada. E para sempre poderei acertar aqui, errar ali, me ajustar de novo e seguir, porque parar eu não paro. Se me virem parada demais, sem nem uma borbulha, me sacudam, por favor...rs Água parada dá mosquito. Eu também não gosto quando as coisas não vão bem, não sou diferente de ninguém. Mas procuro ser produtiva, se eu ficar choramingando pelos cantos e me afundar mais, onde vou parar? E se eu chutar o balde, o que vou ganhar com isso? Em que time eu jogo, afinal? No meu, sempre! Posso até jogar mal, algumas vezes, mas visto a camisa do meu time!
Minhas notícias: O final de semana foi legal. Na noite de 6ª feira fui ao cinema, ver Batman – O Cavalheiro das Trevas e adorei. Na minha opinião, este superou todos os anteriores. Fiquei resfriada, mas não é nada demais. No sábado e no domingo descansei, curti a família e, claro, a minha paixão: muitas horas de praia, nos dois dias! O sol estava (e continua) maravilhoso, quente, uma delícia. O mar estava fortão, não deu p/ entrar. Mas valeu muito. Me reabasteci.
 A alimentação foi sendo ajustada e já estou com tudo direitinho, cardápio da semana toda planejado, vou levar almoço p/ o trabalho todos os dias por economia e p/ garantir ficar dentro da programação. Não há dúvidas de que o descompasso das últimas semanas fez efeito no corpo, mas é isso aí, mais um motivo p/ eu ficar firme e dar outra virada. E eu dou mesmo. Mas sempre entendendo e ACEITANDO que não sou de ferro, nem de plástico. Tem coisas que me abalam sim, tem dias que fico esquisitona sim, tem épocas que eu erro pra caramba sim e ponto. E que tudo isto passa.
Desejo a todos uma ótima semana. E seja em que fase do processo estiverem, lembrem-se de que a fase seguinte vai depender unicamente de vocês, de como vão enfrentar a atual
Update: Nesta 3a feira, a nossa amiga blogueira Valentina estará recebendo um novo rim, entrando numa nova fase na sua vida, com muita saúde, com as bênçãos de Deus. Vamos nos unir a ela em oração?
Beijos
Escrito por Beth ?s 11h11
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"O caminho mais curto para o sucesso é sempre tentar mais uma vez, de uma forma diferente." (www.pensamentopositivo.com.br) E euzinha aqui complemento: de uma forma diferente, porém MELHOR né?
Oi gente boa! Vim dar notícias. No outro post nem falei de mim, exceto pelas brincadeirinhas para as quais havia sido indicada. Mas eu queria muito mostrar aquele texto do coco, tão importante p/lembrar a todos nós que temos que ser os primeiros a nos valorizarmos, a nos querermos bem né?
Bom, então sobre mim: estou indo. Isto mesmo, indo. Como diria aquela personagem humorística, a Lady Kate: “...tá bom, tá bom, tá bom... bom bom bom não ta não, mas ta bom!”. 
Em casa está tudo bem, filhão na boa, filhota no RJ passando uma semaninha de férias conosco, maridão trabalhando/estudando muito e, como sempre, apaixonado pela máquina de lavar roupas nova, que é mesmo muito boa, mas eu estou prevendo que ela vai pedir arrego antes de acabarmos de pagar as prestações! Como trabalha a pobre coitada, meu Deus! Eu a chamo de “a outra”, pois ela tem merecido tanta atenção quanto eu em casa, ele vive lá na área com ela... olhem a situação! Haha Em compensação, a montanha de roupas p/ passar só cresce, porque o homem lava, lava e lava, e a passadeira só virá daqui a 5 dias...rs
O nosso cachorrinho amado está cada dia melhor, mais alegre e sapeca. Mas continua em tratamento, tomando remédios, injeção e a gente de olho nele. O apetite dele desta vez não voltou com tudo, a gente tem precisado usar de criatividade. Imaginem que tem dias que ele só aceita comer se for sopinha Nestlé (onde misturamos a ração dele, moída no liquidificador) com colherzinha! (descartável, claro). Daqui a pouco vai querer comer de garfo e faca e ter lugar à mesa, quem agüenta este ‘menino mimado’? rs Mas ele já está começando a aceitar outros alimentos, conforme orientação da veterinária, já que para a ração especial, que estava adorando, ele agora está fazendo cara de nojo...rs Mas fazemos tudo por ele com carinho, não tem preço vê-lo com saúde, cada dia mais forte e alegrinho.
A mamãe já voltou para a casa dela na 6ª passada, eu levei dias p/ me recuperar do desgaste com algumas coisas relacionadas a ela, desta vez a coisa foi mais complexa. As dores musculares, de tensão, me incomodaram por dias e dias nas pernas, nas costas, nos quadris e nos braços. A cabeça também andou latejando. Muitas vezes me flagrei contraindo de novo a mandíbula, tanto que à noite mais de uma vez eu me machuquei, sem sentir, tinha sangue no travesseiro (ah, eu até babei? Eca!).
E nestes dias, precisei sempre tomar um remedinho a base de planta (Valeriana Officinalis) p/ dar uma baixada de bola para dormir, para um sono menos tenso. Fisicamente, ia dormir cansada como se tivesse puxado um trem nas costas e acordava como se tivesse sido atropelada por ele. Claro que não caminhei em nenhum dia, embora tenha diariamente acordado no fim da madrugada e testado meu corpo, para ver se dava p/ tentar andar. Não dava, mesmo. Seria ótimo para a mente e para a alma, uma terapia. Mas o corpo não estava aguentando. Forçar seria me estrepar ainda mais.
A alimentação esta semana foi ‘nem lá, nem cá’, porque eu não posso dizer que foi totalmente ruim, mas não posso também dizer que foi ótima. Houve oscilação. Teve dia 80% legal, teve dia 50% ruim (preponderou o legal, claro). O interessante é que todas as falhas foram muito conscientes. Não houve uma beliscada sequer que eu possa dizer “ih, comi sem nem notar”. Qualquer excesso, por mais simples e “quase inofensivo” (este buraco é bem mais embaixo) que fosse, era sempre cometido com total consciência, eu ia fazendo e dizendo a mim mesma “isto é inadequado neste momento, mas vou fazer”.
Mas também, diversas vezes, eu disse “não vou pegar isto, não quero, não é hora” etc. com total bom senso. Ou seja, houve um certo equilíbrio entre os momentos mais firmes e os mais soltinhos, pelo menos. Mas não era assim que eu tinha planejado, não era assim que eu queria levar a semana, mas foi como levei. Acho mesmo que eu não quis tanto assim ser disciplinada, porque quando eu quero mesmo, eu me determino, eu me comprometo, eu faço.
Quando fico de lero-lero, não vou negar, é porque resolvi encostar no muro, me fazer de besta mesmo. Um ‘resolvi’ meio disfarçado, mas vou eu fingir que não sei o que faço? Eu hem... a esta altura do campeonato, nem tinha graça. Fiz e está feito. De novo, eu sei. E quem perde com isto? Euzinha aqui, ninguém mais! Joguei com duas camisas, contra e a favor do meu time. Fazia um golaço pro meu time, aí dava uma corridinha para o outro lado do campo e fazia um gol contra. Na média, acertei bem mais do que errei. Mas não é assim que se ganha campeonato né? Então, de novo me puxo as orelhinhas e dou a mim mesma o alerta: “Acorda Beth!”.
Influenciou bastante (mas não é desculpa) o fato de meus hormônios terem enlouquecido, está mesmo na época de começarem a fazer das suas, afinal estou quase na prorrogação dos meus 51 anos...rs Simplesmente, um atraso de 16 dias na menstruação, sendo que só comecei ter os sintomas de TPM já com atraso de mais de 1 semana. Ainda ontem eu parecia uma vaca leiteira (sem leite, claro), aliás eu era a própria vaca mesmo, toda inchada, imensa, me olhava no espelho e questionava: estou inchada ou engordei 10 kg nos últimos dias? E o medinho de ela não descer? E a preocupação em de repente estar grávida a esta altura do campeonato? 
Bom, então na madrugada passada (de 5a p/ 6a feira) a bendita desceu e eu faltei dar umas piruetas no banheiro! Já acordei hoje menos inchada, os seios menos doloridos e algumas partes do corpo onde ontem eu passava a mão e achava maiores do que deveriam estar, já senti hoje mais normais. Ufa! Vesti p/ trabalhar uma roupa que costuma ser sinalizadora, por ser uma calça mais justa e uma blusa tipo bata que é amarradinha na cintura, sendo que o nozinho por baixo do laço está lá desde a primeira vez que a usei, há meses, ela é lavada e passada sempre com tudo amarrado, bem firme. Se eu aumentar, ela grita. Não gritou, ainda bem haha E eu não vou ficar testando até a hora dela reclamar né? Ainda não fiquei doida de vez!
Bom, hoje é sexta-feira, final de tarde, ainda com muito sol e céu azul. À noite vou com o Vi e a filhota ao cinema, vamos ver Batman, que estreou hoje. No final de semana vamos nos curtir muito, aproveitando que será o único da Mimi conosco nestas férias curtinhas dela. E se o tempo continuar bonitão assim, vai rolar prainha, claro!
Desejo a todos um ótimo final de semana, com muita alegria e paz. E que a nova semana, que vai começar, seja também muito feliz. Já viram o selinho lá em cima né? Teremos encontro light no outro sábado, dia 26! Vamos lá, galera do RJ e simpatizantes, animem-se hem? Eu vou! Beijos na testa!
Escrito por Beth ?s 16h59
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Ganhei da Miss Blueberry este selinho lindo. Obrigada!

Tambémfui indicada pela Danielle Balata (valeu, Dani) para uma brincadeira com as seguintes regras: 1) Escolher uma banda/artista; 2) Responder SOMENTE com TÍTULOS de canções da banda; 3) Escolher 5 pessoas para que façam o meme.
Escolhi o Tim Maia, que sempre adorei (ele e as músicas) e de quem sinto a maior saudade. E quem quiser aderir, faça também, é legalzinha!
1 - Descreva-se: Vou com gás 2 - O que as pessoas acham de você: Amigo verdadeiro (no caso, amiga...rs) 3 - Como descreveria seu último relacionamento amoroso: Se eu soubesse 4 - Descreva sua atual relação com seu namorado ou seu pretendente: Eu amo você 5 - Onde queria estar agora: Do Leme ao Pontal 6 - O que pensa a respeito do amor: O caminho do bem 7 - Como é a sua vida: Que beleza 8 - O que pediria se pudesse ter apenas um desejo: Paz interior 9 - Escreva uma frase sábia: Me dê motivo 10 - Deixe um recado para os próximos que farão o memê: Já era tempo de você
E também fui indicada para esta outra brincadeira pela Malu. Valeu! Devo indicar 11 comidas que a maioria das pessoas gosta, mas que para mim não fazem nenhuma diferença e indicar 11 blogueiras p/ fazerem o mesmo. Deixo em aberto as indicações, quem desejar aderir, fique à vontade ok?
Minha lista de 11 comidas que não gosto, mas a maioria gosta:
1 -Amendoim (não suporto, de jeito nenhum) 2 - Chocolate (não suporto, de jeito nenhum) 3 - Milho (não gosto, exceto pipoca, embora coma eventualmente, não faço questão) 4 - Fubá (não gosto, de jeito nenhum) 5 - Café (nunca gostei e não tomava nem quando fumava) 6 - Feijão (não gosto de nenhum, e nem como feijoada) 7 - Ovo frito, cozido ou pochê (não gosto) 8 - Jaca (a fruta, acho feia e fedorenta, nem o doce dela eu gosto) 9 - Lula e polvo (nem as origens espanholas me fizeram gostar) 10 - Ervilha (um dos poucos vegetais que não aprendi a gostar, este não deu mesmo) 11 - Acarajé (não gosto)
POST DE HOJE: Um texto que eu li e adorei, espero que gostem, reflitam e aproveitem!
AUTOBIOGRAFIA DE UM COCO Fonte: catequese.wordpress.com
Nasci na copa de uma árvore robusta, que nascera num solo arenoso, numa longa faixa da costa. Lá do alto, como de uma atalaia, desfrutava de uma vista fantástica de tudo aquilo que me rodeava. Era muito feliz e sentia-me orgulhoso de ser coco. Pensava que meu pai era maravilhoso, até que, ouvi alguns transeuntes dizerem mal dele e de toda a família. Se bem me recordo, um deles disse: '- Que calor este. Se ao menos este maldito coqueiro nos desse alguma sombra. Não posso, com os coqueiros. Tão rugosos, tão feios e disformes! Sem folhas nem flores e sem qualquer cheiro!'
Isso fez com que me sentisse tão desgraçado que algo mudou bem dentro de mim. Como é que não tudo isto antes? Realmente eu era feio, quase disforme. Sentia-me envergonhado. Eu decidi que nunca mais deixaria fosse quem fosse ver a minha fealdade interior... Comecei a construir ao redor de mim uma casca muito densa, dura e peluda, para proteger o meu interior dos olhares indiscretos. Além disso, nem dentro de mim havia algo de bom. Se alguém me tivesse visto por dentro, desprezar-me-ia e recusar-me-ia ainda mais. Por isso teci ao redor de mim uma capa de matéria áspera, peluda de cor parda, desagradável ao tato, para que ninguém se atrevesse a tocar-me. Mesmo não gostava que me tocassem nem acariciassem.
Ao cabo de algumas semanas, em que estive deprimido, meditando sobre minha desgraça e quase sem falar com meus irmãos e irmãs, fui, de repente, surpreendido por um impetuoso temporal. Todos éramos sacudidos violentamente. Horrorizado, agarrei-me ao meu pai, pois temia ser arrancado da árvore. Tudo inútil, porém. Perdi o controle e senti que era atirado com veemência lá para baixo, caindo no escuro e no vazio. Fiquei aturdido ao bater no chão, magoado e dolorido com a pancada. Só e cheio de medo, pensei que a única coisa que me esperava era aguardar a morte. Sem dúvida que soara a minha hora... pensei quando um grupo daqueles odiosos transeuntes se aproximou de mim.
Mas que agradável surpresa foi para mim ouvir um deles dizer: '- Olha que coco tão bonito! Realmente tivemos sorte!' Não queria crer no que ouvira. Senti que pegavam em mim e me agitavam junto ao ouvido de um jovem. O nariz dele começou a cheirar-me e os seus lábios murmuravam, dirigindo-se diretamente a mim: ' - Que coco tão fresco, doce e saboroso tu deves ser! Alegro-me deveras ter te encontrado.' O que?! Eu, fresco e doce?! Tinha de haver algum erro. Certamente que eu não passava de uma coisa estúpida, disforme, feia e insípida, que se contentava que a deixassem em paz.
O rapaz começou a tirar, com cuidado, os pelos ásperos e pardos, que eu fizera crescer à volta de mim para me proteger. Fê-lo com grande delicadeza como se não quisesse magoar-me. Pela primeira vez em muitos meses voltei-me a sentir feliz. E nem me dei conta de que o rapaz pegava numa grande pedra e começava a bater-me com muita força. Ia-me golpeando cada vez com mais força e energia. Gritando de dor, quis perguntar-lhe que procurava e pedir que parasse. Ela devia saber que dentro de mim apenas há fealdade. Que esperava encontrar debaixo da minha casca insensível e dura?
Uns segundos mais tarde, ouviu-se um forte estalido. Senti que me partiam em dois. Das minhas feridas começou a ressumar um suco. E, com surpresa minha, o rapaz e os amigos iam-no bebendo. Com os seus gestos de satisfação queria dizer que lhe estava a saber bem. Todos falavam da frescura e da doçura do meu suco. A minha maior surpresa foi quando, depois de separarem as duas partes de minha casca, arrancaram algo do meu interior. Algo de imaculado. O meu interior era belo. E era evidente que o comiam com gosto.
' - Afinal, as pessoas gostam de mim!', exclamei comovido. ' - Não sou feio nem inútil. Rogo-lhes, por favor: comam-me! Comam-me todos! Que satisfação dar tanto prazer a pessoas que fizeram com que, finalmente, acreditasse em mim mesmo!'
Mensagem da parábola: - descobrir as nossas riquezas interiores; - ter estima por si mesmo; - por que razão temos de nós uma imagem negativa;
Idéias e aplicações:
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