| |

Como vai a sua auto-estima? A minha vai muito bem, obrigada. Sempre gostei muito de mim. Nem sempre me cuidei coerentemente com este amor, eu sei. Mas isto mudou, faz tempo. Foi uma fase longa, mas que acabou. Faz tempo. E não voltará. Ah, não nego que às vezes dou umas bobeiras, me olho e não gosto muito, mas é coisa rápida, dá e passa. Não deixo isto se perpetuar, de jeito nenhum. Geralmente quando a TPM (sim, eu ainda tenho isto, já que ainda tenho a M e elas, pelo visto, se gostam) é que acontece de eu me olhar e me sentir um cocô. A tal da lente de aumento que nestes períodos hormonais só serve para a gente procurar E VER defeitos em nós mesmos. Que coisa!
Aí nestas épocas eu cismo com o cabelo, com a cara, com tudo. E se algo realmente está precisando de uma ajeitada, aí que o bicho pega. Mas, quando passa a TPM tudo melhora. Mas... e se a gente continua se olhando e só vendo coisas que não agradam, o negócio é avaliar duas coisas: 1ª- Será que eu estou com o olhar duro demais, crítico demais? 2ª- Como posso e o que posso fazer para melhorar isto que está me desagradando tanto? E aí, é meter a mão na massa. E não é na massa da pizza, no macarrão, no pão ou algo assim haha É meter bronca mesmo, é agir A FAVOR do que a gente quer melhorar. Melhorar a forma como a gente se avalia e, claro, melhorar o jeito como a gente se trata. O cabelo está esquisito? Pode nem estar, então é preciso avaliar com calma, porque senão a gente vai lá no cabelereiro e, intempestivamente, muda algo de um jeito que depois dá arrependimento. Há cabelereiros que, conscientemente, não entram nessa. Se conhecem a cliente e percebem que ela está ‘atacada’, não inventam moda. Alguns até recomendam que a gente volte outro dia. O meu, por exemplo, me conhece bem. Sabe que se eu chego lá e digo “Plástica!!!” é porque ele está com passe livre para fazer o que bem entender. Como não é bobo nem nada, ele vai à luta, mas não arrisca nada que possa ser o tiro que sai pela culatra. E sempre dá certinho. Sempre saio satisfeita e me achando bem mais bonitinha, jovial etc. de lá. E o corpo, quando ele está mais roliço do que deveria? Ok, a gente xinga, reclama etc. Mas se ele estiver mesmo precisando de um trato melhor, só se a gente se determinar e mudar a atitude é que vai conseguir melhorar a situação. Não há outro jeito, vamos que vamos né? E a auto-estima melhora muito, antes mesmo de o resultado aparecer. Só de a gente se resolver a mudar as coisas, já dá uma sensação gostosa, não é? E dá um ânimo, logo vêm à mente os planos, a criatividade aflora, a gente vai pensando no que pode fazer a curto, médio e longo prazo. Sim, médio e até longo prazo. Porque o povo tem mania de só pensar e querer tudo para curto prazo. Para ontem, de preferência. Mas, não rola. Para ontem, nem com reza forte. Para logo, só se for com loucuras. E loucura nenhuma dá resultado que valha a pena. Os riscos são maiores que os benefícios, no final a gente só tem frustração. Eu, quando firmo o passo, fico numa alegria tremenda. Gosto de me ver determinada, engajada. Gosto de sentir que ‘agora estou mais firme do que estava antes’, mesmo quando sei que antes eu não estava tão bamba assim. Mas é bom.
O resultado vai chegando, mesmo que bem devagarzinho, mesmo que ninguém perceba, mas eu sei. Sei que estou no caminho certo e fazendo a minha parte, sei por experiência própria que sem dúvida isto vai trazer o que eu quero, então, vou em frente e vou contentinha pra valer. Aí, olho aquela foto em que eu não saí tão bem assim, mas já sei que a próxima que eu tirar vai ficar melhor, porque eu estarei melhor. Só eu sei, vendo aquela foto, que aquela calça já esteve mais apertadinha e agora, com boa vontade, nota-se até um papinho discreto aqui e ali...rs Ninguém sabe que o terninho amarelo (quase mostarda) estava impraticável de ser usado, de novo a calça tinha ficado tão justinha que para fechar eu corria o risco de ter que escolher entre vesti-la ou respirar. Aí, nesta semana fui eu trabalhar com ele, a calça bonitinha fechada, sem sequer me apertar. E a alegria, quando o povo disse “que roupa bonita, é nova?” e eu pude dizer: “não, é que eu não usava há tempos, estava muito justa”. Ai, que delícia.
E assim, vou em frente. Curtindo como se fosse a primeira vez cada passinho dado, cada acertinho, cada coisa bacaninha que apliquei como fazia antigamente. E sempre aprendendo, humildemente, com as falhas que naturalmente existem, mesmo depois de tanto tempo de estrada, aprendendo principalmente a jamais deixar de me respeitar e me amar só porque sou humana e humanos erram, dão bobeira, escorregam e até caem. Levantar é uma arte, é para quem não gosta de ficar na lama. E eu, definitivamente, não tenho nenhuma atração pela lama...rs O que foi este post hem? Sei lá. Deu vontade, escrevi. Beijos, vamos que vamos né? Com muita auto-estima, ta? Não é preciso esperar chegar no ponto X, no peso Y, no manequim Z para se amar. É hoje mesmo que a gente tem que se amar muito, para impulsionar tudo que nos leva ao que queremos.
Sem amor próprio, quem se dá o melhor? Hoje ainda é 5a feira, dá tempo de melhorar a semana se você não estiver muito nos eixos. E se estiver, parabéns, continue assim. Vamos que vamos. Beijos

Escrito por Beth ?s 18h36
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
NOTÍCIAS FRESQUINHAS
Fala aí, povo amigo! Espero que esteja tudo bem com cada um de vocês. A semana passada foi legalzinha para mim, mas bem corrida. Muito trabalho, muitas coisas p/ resolver, alguns problemas chatinhos para pensar e 'ver o que dá para fazer com cada um deles', além do mais viajei a serviço e, mesmo sendo uma viagem curta envolveu muitas coisas e foi cansativa etc. Também foi semana de ‘fim de embromação’, pois finalmente fiz aqueles exames laboratoriais que a médica pediu em junho. Até que parei de postergar e fui lá pedir a revaliadção do pedido, os exames foram feitos, venci esta etapa (até que enfim). Agora estou esperando os resultados saírem (alguns demoram bastante), mas já deixei a consulta marcadinha. Por conta de tantas coisinhas, algumas imprevistas, a cabecinha a mil por hora, eu cometi uma falha muito chata, que não gostei de cometer e pela qual quero pedir desculpas publicamente.
Então, a nossa blogueirinha 'baianarioca' Clara , que já havia sido nossa anfitriã em fevereiro deste ano, tomou a iniciativa e organizou o encontro, enviou e-mail para a lista que ela possuía, abriu a casinha dela para nos receber, fez um selinho bacana etc.
E eu, totalmente envolvida com outras coisas, sequer colei o selinho aqui no blog para ajudar a divulgar, como sempre fiz antes. Fui me dar conta disto praticamente no dia do encontro. Já me desculpei pessoalmente com ela, pois pode ter parecido falta de adesão e interesse e não foi isso, de jeito nenhum.
 Tita, Marsele, eu e Clara no 44 Encontro Light do RJ
E eu fui ao encontro. Tive que rebolar, desmarcar um compromisso, acabei cochilando sem querer depois do almoço e, por causa disso, cheguei atrasada. E ainda fui a primeira a sair porque tinha outro compromisso à noite, mas consegui ir. Poucas pessoas foram, mas foi gostoso estar lá, batendo papo com a Clara, a Marsele e a Tita, companheiras de estrada, cada uma com a sua história, a sua experiência neste processo, cada uma numa fase, isto é muito legal. Foi o 44º Encontro, lembrando que o primeiro foi em setembro de 2004. Valeu Clara! E outros virão, podem ter certeza! Continuo considerando muito importantes, agregadores e agradáveis os encontros, que nos aproximam ainda mais, que nos ajudam a entender mais de perto um aos outros, e ao que a gente mesmo vai vivendo. Na 6ª feira passada eu fui ao teatro, ganhei convite para a peça ‘Gorda – Quanto pesa o amor’. Não sei ainda se foi uma pré-estréia ou um ensaio aberto, mas lá estava eu. Muito boa, eu recomendo. Uma comédia romântica, mas que não pega nada leve ao abordar a crueldade que envolve o preconceito com as diferenças. E a diferença, neste caso, é a obesidade. Esta peça corre o mundo todo e aqui no Brasil a montagem conta com a Fabiana Karla, aquela gordinha do Zorra Total (aquela do poooooooooooooode). Mas a peça não tem aquele humor rasgadão do Zorra, é diferente. E não há maquiagem na questão do preconceito, de como muitas vezes a pessoa fora de forma é vista, discriminada, falada por quem não enxerga algo a mais que o seu corpo. Ou que até enxerga, gosta, mas nem sempre consegue superar a questão do ‘que os outros vão achar’ etc. A peça estreará na próxima 5ª feira (24/09) no Teatro das Artes, no Shopping da Gávea. Interessante: há um blog da peça, visitem, comentem, achei isto muito bacana! O endereço é http://gorda-a-peca.blogspot.com/ No sábado à noite eu fui novamente ao teatro (também ganhei convite), mas não gostei da peça, achei muito chatinha (Música – Segunda, no Maison de France), deu sono e eu não via a hora de acabar. Uma pena. Mas é questão de gosto. No domingo fui ao Maracanã DELIRAR de alegria com o meu Mengão, voltei toda quebrada por conta de um daqueles “amigos de estádio” que a gente faz na hora do jogo, na hora dos gols é um pula daqui e pula dali, o carinha resolveu pular abraçado com a criança que estava com ele, comigo e com o meu marido, tudo juntinho...rs Estou ficando velha, hoje o meu ombro direito está com ‘lembranças terríveis’ dos ossos do tal ‘colega’ hhhaha Dói que dói... ui! hahahaha No mais, vou indo em frente. Continuo bem atenta, concentradinha, me alimentando bem e me organizando para voltar a caminhar, já que aquele meu lance da perna está melhorando bastante. Comecei a tomar antes do almoço e da refeição da noite aquela dose de feijão branco moído da reportagem do Globo Repórter de algum tempo atrás. Quando vi aquilo, na época, achei interessante como coadjuvante, já que mal não faz. Comprei o feijão branco e esqueci no armário da cozinha. Até que na semana retrasada, de tanto ler em blogs amigos comentários sobre o feijão, pedi ao maridão para preparar para mim, pois eu não tenho o mínimo saco para o preparo. Ele fez e agora eu tenho em casa e no trabalho um vidrinho com a tal farinha do feijão branco e estou usando. Mas, gente, importante: não há milagre. Isto é algo auxiliar. O que emagrece é comer direito, é mudar (melhorando, claro) hábitos, é fazer as coisas certas. Feijão branco, chá disto ou daquilo, não sei lá mais o que que inventam não são ‘pó de pir-lim-pim-pim’, combinado? Ter consciência disto é essencial. Não é porque a tal da farinha do feijão reduz em 20% a absorção do carboidrato que a pessoa vai lá e come 20% a mais de macarrão, pão ou sei lá o que. O cardápio tem que ser bacaninha, com vegetais, cereais, proteína na medida, com as frutas tb nas porções adequadas para um dia, com tudo do jeito que dá saúde, energia e faz o pesinho descer, sem pressa, mas de um jeito bacana. Então, é isso. Desejo ótima semana para todo mundo. Vamos em frente! Beijoca.
Escrito por Beth ?s 12h20
[]
[envie esta mensagem]
|
|