Conquista

UOL
  

Quando me amei de verdade, pude compreender que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa. Então pude relaxar.
Quando me amei de verdade, pude perceber que o sofrimento emocional é um sinal de que estou indo contra a minha verdade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que aconteceu contribuiu para o meu crescimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma coisa ou alguém que ainda não está preparado - inclusive eu mesma.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável.

Isso quer dizer: pessoas, tarefas, crenças e qualquer coisa que me pusesse pra baixo.
Minha razão chamou isso de egoísmo. Mas hoje eu sei que é amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer planos.
Hoje faço o que acho certo e no meu próprio ritmo. Como isso é bom!
Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão, e com isso errei muito menos vezes.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro.
Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar.
Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração ela se
torna uma grande e valiosa aliada. 

 Kim McMillen & Alison McMillen

Vocês encheram a minha bola com seus comentários tão amáveis e incentivadores, que bom terem gostado das fotos, eu não nego que as mostrei cheia de orgulho mesmo, afinal eu sou a primeira a curtir muito minha evolução! Mas as palavras carinhosas, os estímulos, isto tudo ajuda muito e eu agradeço de coração, afinal digo sempre, com sinceridade, que vocês são parte importante do sucesso deste meu processo. De tudo que me impulsiona, este carinho todo é uma parcela significativa!

Sempre fui mulher “de viradas”. Na vida afetiva, na vida profissional, na vida em geral. Sempre fui batalhadora, corajosa, sempre fui de grandes passadas... faltava esta, que estou dando agora. 
Há muito que caminhar, aprender, compartilhar, crescer. Muito a aprimorar, tanto nas minhas atitudes focadas no emagrecimento como na vida como um todo, mas vou caminhando, vou vencendo.

Este sorriso da foto, que vcs tanto elogiaram, vem da alma, do coração, do amor imenso que sinto por mim mesma, pelo meu marido, meus filhos, meus bichinhos, minha família, meus amigos (incluindo vocês), tudo que faz parte da minha vida.  E da felicidade por estar assim, cada vez mais em contato comigo mesma e fazendo o melhor por mim.

E é isto que lhes desejo, de coração. Façam o melhor por si mesmos.
Amem-se acima de tudo. E conseguirão dar todas as viradas que desejam, que necessitam.
Beijos com amor.



 Escrito por Beth ?s 21h36
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ATENÇÃO PARA ESTE COMUNICADO, GALERA DO RJ !!!
TRATA-SE DO NOSSO ENCONTRO!!!
(DÚVIDAS, FALEM COMIGO OU COM VALERIA - VALDIET,
DO BLOG DA MINHA DIETA, ESTÁ LINKADA!)
E VEJAM, ABAIXO, O POST ANTERIOR (TEM FOTO MINHA ATUAL).
BEIJOCAS, ATÉ AMANHÃ!!!



 Escrito por Beth ?s 20h18
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FOTO DA FESTA DE ONTEM!!! COM EXATOS 100 KG...

Sábado de preguiça, eita vidinha boa!  Acordei feliz da vida, descansada e me sentindo super bem. Depois de uma noite e parte da madrugada na gandaia, comemorando o niver de uma super e querida amiga num barzinho ótimo, c/música ao vivo, onde dancei muiiiiiiiiiito (meu retorno às pistas depois da cirurgia), não podia ser diferente.

Ah, fiz sucesso, gente! Chegando lá (usando a linda blusinha nova, preta,transparentezinha que comprei na hora do almoço), pessoas que não me viam há tempos fizeram o maior escândalo! Teve uma que até me rodopiava, gritando: "Você está linda! Você está linda!" haha Que delícia! E maridão orgulhoso, só "marcando território" (lá, cheio de gatinhos e gatões...rs) não parava de me beijar muiiiiiiiito Eita... coisa boa!

Em outros tempos, teríamos mergulhado de cabeça nos petiscos tentadores, mas pedimos apenas 2 porções durante todo o tempo que estivemos lá, mesmo assim amigos que estavam conosco compartilharam, assim não houve nenhum absurdo a contabilizar e chorar as pitangas, felizmente!
E a dança, certamente, ajudou a queimar o que foi consumido a mais! Música dos anos 60,70, 80 e 90 e atuais, duas bandas ótimas e um DJ excelente (nos intervalos) garantiram uma aeróbica e tanto! Não senti dor nenhuma, só um repuxo que passou logo (não dei bola) haha

Sentir-se feliz é importante para tudo e neste processo tem uma função mais que especial. E eu me sinto assim. Feliz por estar me cuidando, feliz por estar alcançando resultados bons, mesmo com este "empacamento" temporário, feliz por ter uma outra maneira de pensar e agir neste contexto, feliz pelas novas amizades que venho conquistando, feliz pelo bem-estar, pela saúde cada vez melhor, enfim... isto tudo, além de fazer um bem danado, é mais um empurrão na direção do sucesso desta empreitada.

Tenho observado algumas pessoas (no convívio pessoal) que parecem estar ido p/ o paredão qdo começam um processo de emagrecimento. É uma tristeza, uma coisa pesada, como se não estivessem tratando de sua própria saúde, qualidade de vida e bem-estar geral! Caramba, então é assim? Uma vizinha outro dia, me olhando como se estivesse sentando na cadeira elétrica, olhos fundos, jeito magoado de falar, ao saber por mim que estou emagrecendo com o VP, respondeu, voz amarga: Eu também. Eu me sinto tão feliz por estar fazendo algo de bom por mim, no VP não há proibição, não há fome, não há sacrifício, é só ter controle (não é totalmente fácil, mas não é o fim do mundo). Pq tem gente que gosta de ver as coisas só pelo lado ruim? Eu hem...

O massoterapeuta que cuida de mim e do meu marido (nele faz tb acupuntura), pesquisando o histórico e alguns sintomas do meu marido pediu a ele que evite comer alimentos gordurosos e derivados de leite, por enquanto. Meu Deus, o homem aceitou mas se vocês vissem a cara dele nos primeiros dias, na mesa, como se estivesse privado de tudo! Aí eu alertei, mostrei que ele tem que ficar é feliz por estar tendo uma boa orientação, poder se cuidar direitinho, fazer não só o tratamento médico como a terapia alternativa de qualidade, e ele não estava proibido de comer e sim reduzindo alguns itens que causam a enxaqueca dele e outras coisas chatas! Agora ele melhorou, parou de fazer cara de pobre-coitado....rs

Eu realmente acho que é fundamental encarar esta história toda com ânimo, se estamos fazendo isto pelo nosso bem, então não há pq ficar emburrado nem se achar um sofredor! Não é uma cruz a carregar, ao contrário, é soltar o peso dela, é largar algo que não nos faz bem ao corpo nem à nossa cabeça! Ah... fácil? Digo sempre, não é, mas impossível muito menos. Eu encaro com alegria sim, com felicidade.

Como o que quero, planejo eu mesma meu cardápio c/ base nos ptos do VP, se eu derrapo eu recupero, se eu caio eu levanto, vejo os resultados no meu dia-a-dia, então pq haveria de encarar isto como uma dor? 
E a felicidade que senti ontem, ao comprar um cinto preto, estreitinho, lindo, tamanho 100 (antes tinha que mandar fazer por encomenda, cheguei a medir 150 cm de cintura sabiam?) não conta? E a alegria de comprar ontem tb uma blusa preta bonita, entrar na loja e a vendedora não me reconhecer, dizer um boa tarde seco e, ao ver que era eu, dar 'pitis' de satisfação, comprei a blusa e GANHEI uma camisetinha linda preta dela, de presente, disse que eu merecia este mimo por estar fazendo esta transformação em mim! Vale a pena sim...e isto só pode causar felicidade e não tristeza. 
É olhar a foto abaixo e comparar com a de cima e pensar se é para chorar ou rir... eu não tenho dúvida de que tenho mais é que sorrir! Olhem como estava antes...

FOTO DE 2003, ESTAVA COM 135,3 KG

Hoje à tarde fizemos uma deliciosa caminhada até a Praia Vermelha (Urca), onde tirei algumas fotos e qdo revelar mostrarei a vcs, ok?

Bom, fico por aqui, amanhã (domingo) eu volto! Desculpem-me pela demora nas visitas, é que são muitos blogs linkados, faço questão de ir a todos e sigo a lista, aos pouquinhos vou conseguindo visitar todas as casinhas, do jeito que gosto, lendo tudo e comentando c/carinho. Tem gente que esperneia (né, Rebequinha? rs) mas não tem outro jeito, o importante é que amo vocês e estarei sempre juntinho combinado? 
Ah, tem gente nova na lista, vamos dar força às novas amigas? Obs.: Drika, não consigo acessar seu blog, dá msg de segurança pedindo senha...

Mais uma fotinho alegre minha para vocês!!! Eu e minhas amigas queridas, irmãs de coração!

Até amanhã galerinha! Beijoca!




 Escrito por Beth ?s 09h59
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Dia de VP, eliminei 500g na semana, menos do que aumentei na anterior, mas já foi melhor que apanhar. Hoje trago p/ cá uma carta que escrevi há bastante tempo p/ alguém...

Amiga, assim quero tê-la daqui por diante. Quero que saiba que é muito bom voltar a me relacionar c/ vc.  
Há muitos anos atrás, nos dávamos bem.  Víamo-nos c/ frequência e nos entendíamos.  Eu gostava muito dos nossos encontros algumas vezes casuais, e em outras, provocados por mim mesma.
Sua opinião era importante p/ mim e, geralmente eu gostava do que vc me dizia e me mostrava.   E tinha vezes em que eu ia vê-la somente p/ ter um feed-back.  Usava vc p/ me sentir bem, bonita, “nos eixos”. 
Naquela época eu era bem cuidadosa comigo mesma e quando vc me mostrava que eu estava saindo da linha, do meu controle, precisando prestar mais atenção a mim mesma, eu parava, pensava a respeito e procurava observar meu comportamento e fazer os ajustes necessários.  No encontro seguinte, vc já demonstrava o resultado do meu cuidado.  E assim, nossa amizade seguia, de forma harmoniosa.
Mas eu fui passando por diversas fases, problemas foram surgindo e nem sempre eu conseguia administrá-los da melhor maneira.  E vc começou a me alertar.
No início, eu prestava atenção ao que vc me mostrava mas muitas vezes não conseguia fazer nada a respeito. Qdo conseguia, ia vê-la p/ mostrar o meu progresso, mas à medida em que fui tendo mais dificuldade, a me enrolar cada vez mais no emaranhado das minhas emoções e desilusões, fui perdendo o controle sobre mim mesma, comecei a me encher de vc e de suas opiniões, a me zangar e culpá-la por minha infelicidade. E resolvi que vc não era mais boa companhia.  Vez ou outra, procurava-a tentando reatar nosso relacionamento, mas infelizmente isto não durava muito.
Algumas vezes eu a achei muito má comigo, pq eu sabia que estava me esforçando, tentando me reencontrar mas vc parecia não notar.  Saía dos nossos encontros arrasada, me sentindo mal e mais infeliz ainda.
Foi assim que comecei a me distanciar cada vez mais .  Qdo nos encontrávamos por acaso, até tinha vontade de chegar perto, mas disfarçava e ia embora.  Depois comecei a fingir que não a via, passei a desprezá-la e ignorar sua existência.
Qdo eu estava acompanhada e a outra pessoa resolvia ir ter c/ vc, eu ficava esperando, afastada, como se nunca tivéssemos antes nos visto, como se fôssemos estranhas uma para a outra.  Assim, eu ficava livre da sua opinião, me poupava de seu olhar crítico e principalmente do mal-estar que se instalava em mim.
Cheguei ao ponto de me vangloriar em não me dar c/ vc e apregoava isso aos 4 cantos, quando seu nome vinha à baila.  O que eu não percebia, ou fingia não perceber, é que eu não estava fugindo de vc e sim de mim mesma, tentava fechar meus olhos p/ a realidade. Houve ocasião em que tive, obrigatoriamente, de encarar vc.
Certa vez, nos vimos em um consultório médico e o tal doutorzinho cismou que deveríamos nos falar, me forçou a este contato.  Foi péssimo. A forma dura como vc me tratou me doeu muito fundo. Tive vontade de lhe dar um soco, pq estava novamente ali, impávida, me agredindo c/ sua honestidade, c/ sua verdade.  Verdade esta que eu não queria saber.
O pior foi ter que aturar aquela cara preocupada e preocupante do médico, me criticando como se eu fosse a errada na história toda.
E assim, mais algum tempo se passou.
Só que, felizmente, um belo dia, comecei a repensar isso tudo.  E resolvi que estava na hora de tomar uma atitude. Tudo que ocorreu durante anos na minha vida, a maturidade, o auto-conhecimento, a vontade de melhorar a mim mesma, os progressos obtidos, o amor reencontrado, a auto-estima novamente em alta, tudo isto me fez querer vê-la de novo.
Vc me recebeu c/ carinho, sem ressentimentos.  Ainda assim, não se furtou de carinhosamente me dizer a verdade.  Mas desta vez eu estava receptiva.  Até que vc não tinha sido tão dura quanto eu temia.
Comecei a vê-la semanalmente, mas diversos problemas voltaram a ocorrer e precisei me afastar temporariamente.  Mas desta vez, não estava c/ raiva de vc.  Era questão de tempo, somente.  De ajustar algumas coisas que poderiam atrapalhar tudo novamente.
Assim, depois de poucos meses, voltei a procurá-la e agora, ouço tudo que vc me diz, presto atenção ao que me mostra e gosto.
Pq vc tem me dito a verdade, por outro lado, eu também tenho feito por onde ouvir coisas melhores, mais positivas.  Está sendo uma troca agradável.
Percebi que a culpa nunca foi sua.  Vc apenas mostrava a verdade, mas como a verdade não era agradável, eu brigava c/ vc.
As coisas estão fluindo muito bem entre nós. Hoje eu estou escrevendo p/ que vc saiba que estou feliz por sermos novamente amigas.  Faço de tudo p/ agradá-la e vc reconhece isto (quase sempre).  E eu estou determinada a fazer c/ que seja sempre assim.  Para sempre, amigas.  Parceiras.  Juntas, tenho certeza de que comemoraremos o meu sucesso, BALANÇA QUERIDA.

 

Este texto eu escrevi em 09/10/2003, estava feliz c/ os progressos e percebi que havia quebrado o bloqueio de tantos anos c/ a balança, subindo nela c/ tranqüilidade mesmo nas semanas em que sabia não ter feito as coisas tão direitinho. Faz parte dos meus achados, que prometi trazer a vocês.   E vocês, no seus respectivos processos? Será que não tem alguma cartinha a escrever? Beijocas!



 Escrito por Beth ?s 12h04
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AQUI OS CARDÁPIOS DE 5a E 6a FEIRAS (27 E 28 DE JANEIRO)



 Escrito por Beth ?s 06h27
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Cama quentinha, eu mimindo c/meu amor, lá fora chovia p/ caramba, ainda assim levantei cedinho e fui me exercitar. Na piscina, das 7h às 8h da matina, água morninha do pescoço p/ baixo e, na cabeça, água fria que Deus mandava com vontade!  Cá entre nós, eu efetivamente MEREÇO ficar linda e maravilhosa, não é?

Hoje quero falar sobre nosso jeito de dizer as coisas. Comento sempre que o jeito como falamos influencia o jeito como agimos. Acredito nisso. Tudo que se pensa e fala é energia. E mais: tudo que dizemos, ouvimos! Se ouvimos, gravamos! Se gravamos, nos programamos, de alguma maneira, para agir coerentemente com aquilo! Então, já que vamos nos programar, que seja p/ agirmos do melhor jeito, em nosso benefício é ou não é? Vale o mesmo p/ a escrita, somos os primeiros a ler o que escrevemos.

Ouço/leio volta e meio frases como: “Espero conseguir alcançar meu objetivo”. E logo retruco: Não fale assim, diga “Vou alcançar meu objetivo”.
Aí vem outro e diz/escreve: “Acho que nunca serei como quero...”. Reclamo de novo: “Diga: farei tudo p/ ser... ou melhor, SEREI.,.. E por aí vai.

Naquilo que depende de mim, eu tenho que ser a primeira a acreditar na minha possibilidade de realizar e é preciso DIZER isto c/ positividade,p/ eu mesma ouvir/renovar a crença e tb a quem me cerca. Senão, com base em que vou começar a fazer algo?
Que motivação tem um nadador de pular na piscina, numa prova, se ele próprio não se considerar apto?E o que ele deve pensar/dizer antes: "Espero conseguir" ou "Vou conseguir"? 

Cada vez que digo: Farei! Conseguirei! Superarei! Vencerei! etc.. estou me convencendo mais e mais de que eu posso e vou chegar onde eu quero! Conquistar realmente o objetivo dependerá, claro, da minha ação. Mas a ação dependerá sempre da fé que eu tiver em mim mesma e da programação que eu fizer em mim. Leiam este artigo:

O QUE VOCÊ DIZ É O QUE VOCÊ É (Deborah Epelman e Ma. Olívia de Almeida)

Olhe bem o que você diz...  
As palavras influem na sua realidade muito mais do que você imagina.
Veja como trabalhar com elas e aproveitar ao máximo sua força.
Algumas expressões condicionam especialmente o cérebro e influenciam as ações.
Veja qual você deve usar e quais evitar, segundo as especialistas de neurolingüística.
Por exemplo, na frase "não tenho namorado ainda".
Está  implícita a idéia que posso não ter alguém neste momento,
mas que isso só é questão de tempo.
Mas atenção: evite dizer frases como "com tantos assaltos por aí, nunca fui assaltado ainda".
"Tentar" é um verbo de má vontade.
Ex.: "Não sei, vou tentar"...
É quase uma frase declarada de que é possível tentar, mas é difícil conseguir.
"Experimentar".  Ótimo verbo. "Experimentar" inclui ação, curiosidade.
Substitua a frase "vou tentar" por "vou experimentar".
A segunda é muito mais dinâmica.
Evite "É difícil".  Expressão bloqueadora, paralisante.
Ela retira a energia necessária para a ação.
Troque pela expressão "é desafiante" ou "é um desafio".
Essa simples troca pode abrir uma maior possibilidade de sucesso.
"Gostaria", "queria".
Usar esses verbos no futuro do pretérito distancia ainda o objetivo.
Eles devem ser empregados sempre no presente:
"Eu quero" ou "eu gosto".
"Mas"  A gente só conhece o que uma pessoa realmente pensa da outras
depois do "mas", diz um ditado americano.
O "mas" suaviza o que foi dito até aquele momento e
enfatiza o que vem depois.
O ideal é dizer antes o que desaprovamos.
Por exemplo: Ela é superficial, "mas" é inteligente e capaz.
"Nunca"e "jamais", sempre são expressões que restringem a realidade.
Ninguém pode dizer que nunca fará ou será tal coisa,
pois não controlamos a vida a esse ponto.
"Não". O cérebro não registra o não quando acompanhado de uma imagem.
Por exemplo, quando se diz “não pense num gatinho”, a primeira coisa que
se pensa é justamente num gatinho, pois o não é simplesmente ignorado.
Por exemplo, pessoas que dizem "não quero gritar igual minha mãe." 
Cada vez que dizem isso têm um flash de milésimos de segundo da imagem da mãe gritando.
O que está sendo reforçado é essa imagem, e não o contrário.
O "não" só é registrado no cérebro quando é uma negativa simples o
"não quero" ou o "não posso", por exemplo;  e quando vem desacompanhado de uma imagem.

É por 'essas e outras' que eu insisto em dizer sempre: VOU CHEGAR ONDE QUERO. E VOCÊS TAMBÉM! 



 Escrito por Beth ?s 11h57
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   FALANDO HONESTAMENTE !

Honestidade, p/mim, é premissa p/ tudo na vida. No processo de emagrecimento ela tem um peso também grande.
Registro minha alimentação diária c/ os respectivos ptos do VP. Não só pq é orientação do programa, mas pq tenho consciência da importância p/a programação diária e ajuda tb a entender meus resultados semanais, as respostas do meu organismo e até mesmo minha atitude, avaliar o qto estou mais ou menos atenta aos fatores de sucesso e aos de risco, enfim...incorporei este hábito e sei que ele é bom.

E a honestidade, onde entra nisto? Eu anoto rigorosamente tudo que como, nas qtdes consumidas. A menos que eu esqueça de algo, tudo está ali, mesmo que seja p/ demonstrar que houve falta de controle/firmeza.

Trazer o cardápio p/ o blog é uma maneira a mais de me comprometer comigo mesma. Pq se eu já quero fazer o melhor p/ ter bons resultados, como gosto de mostrar coisas boas, o fato de mostrar a alguém meu comportamento me estimula a me comportar melhor. Porém, mesmo qdo me comporto ‘mal’ eu mostro.
Então, estou sendo honestíssima. Será...?
Com vocês, tenho sido sim, mas e comigo? Seráá? Vejamos este exemplo:

Acordo, tomo café da manhã nota 10, anoto tudo direitinho,vou ao supermercado.
Chego lá, barriguinha cheia “como manda o figurino”, estou fazendo minhas compras qdo uma demonstradora c/ aquela bandeja na mão, sorriso à mostra, oferece uma amostra qqer.
Vocês dizem: “não, obrigada”?
Pois eu só recuso aquilo que não gosto. Provo o suquinho, a torradinha, o queijinho, o iogurtinho, tudo “inho” pq as porções oferecidas são mesmo mínimas. Mas se a coisa for boa p/ valer repito, sabiam? Aí, continuo c/ as compras. Comprando queijo minas “a corte”, provo uma tirinha da marca Y, da marca X etc, só p/ ver qual tem menos sal, qual não é sem graça, qual é molhadinho...

Na delicatessen do condomínio, já é padrão o funcionário cortar a 1a fatia de cada coisa que compro e trazer p/ eu ver se está fina como gosto. Até consigo algumas vezes não provar. Aprovo a espessura e pronto. Mas não é sempre. É “quase nunca”.

E no Horti-Fruti? Ah, é festa! Enqto vou escolhendo, vou provando! Lá tb tem degustação! De queijinho, de Shitake grelhado (isto é bom!), tudo “de pouquinho”. Vou comprar as uvas - sei que gosto e comprarei as rosadas e as chilenas, mas provo TODAS - uma, ao menos, de cada tipo. Provo a ameixa fresca, a melancia p/ ver se está doce. Se tiver tangerina aberta, pego um gomo. Morango? Na certa! Outro dia, o bendito estava disponível p/ degustação c/doce de leite “light”. Bandeja c/ morangos e doce de leite, espetava-se um c/ palito, molhava-se no doce. E eu vou mentir dizendo que não provei? Provei e repeti. “Tava bãoooooo”

Ei! Estão me “olhando” por que? EU SOU NORMAL !!!

Não, nada disto é pecado nem desonestidade.   A falta de honestidade que estou focando hoje é a seguinte: ALGUÉM AÍ ACHA QUE EU ANOTO E CONTABILIZO ESTAS PROVINHAS TODAS p/ efeito da pontuação diária?  Em 99% das vezes a resposta é NÃO!  E isto, minha gente, conta sim, muito mesmo, no final!

Estive refletindo sobre isto nos últimos dias. Como vcs sabem, estou parecendo um serrote ultimamente, um VAI-E-VEM chatíssimo na balança. E quero sair disto. Quero voltar para o VAI e VAI e VAI...

Assim, foi preciso uma análise profunda e, sobretudo, HONESTA das minhas ações, do meu comportamento, dos meus hábitos. Percebi que, embora tenha promovido melhoras fantásticas nos meus hábitos alimentares, na forma de pensar e agir e isto reflita no que já consegui emagrecer, ainda há muito que aprender, controlar,  atentar.
Não estou com esta bola toda, digo a mim mesma, não por rigidez e falta de reconhecimento, mas pq é preciso botar o pé no chão e, de forma bem racional, compreender onde está faltando ajustar.
Estou aqui, c/ a chave de fenda e o torquês, tirando e ponto parafusos e roscas, apertando aqui e soltando ali, pois estou em fase de reformas. Mas não é obra de igreja né, como diz o povo! Um dia tem que acabar!  Esta obra vai ser concluída, no tempo possível, mas sem lenga-lenga e o resultado há de ser o melhor possível.

A honestidade passa por aí. 
Preciso ser honesta comigo mesma o suficiente p/ não “fingir” que não provei a azeitona, a uva.  Pq meu organismo não finge que não recebeu, eu posso não anotar, mas ele grava direitinho!
Mas...como contabilizar estes ‘belisquinhos’? Qtos pontos tem 1 uva, meu Deus?
Bom, há coisas que são fáceis e outras não. Mas p/ tudo há jeito.

Penso assim: Se provei 6 uvas,  tipos diversos, na feira, imagino-as soltas numa xícara. Se 1 x de uvas (qqer tipo) vale 2 pts, faço a proporção e chego à pontuação. Ah, foi só 1 uvinha? Ok, eu  TENHO QUE ANOTAR, a princípio, sem atribuir ptos. Deixo lá “guardado”. Mas aí, peguei 1 azeitona. Sei que 6 azeitonas valem 1 pto. 1 azeitona seria zero.  ANOTAREI a azeitona, então, inicialmente s/pto tb. Peguei um pequeníssimo cubo da amostra do queijo. ANOTO, sem pto. Mas, no finial do dia, ao contabilizar, vou ver tudo isto que ficou ali, guardado, sem pto atribuído. E verei que, nesta brincadeira,  posso ter 1 ou vários pts a somar no meu dia, compreendem? Por ex,: 1 azeitona, 2 uvinhas, 1 morango molhado no doce de leite light, 1 provinha mínima de suco (30 ml).  Brincando, brincando, tenho aí “miseravelmente”  1 pontinho. Que, somado aos que eu consumi durante o dia, nas refeições “normais”, tanto pode não atrapalhar em nada, mas tb ser justamente o excesso do dia.  Interfere nos ptos da semana, nos poupados, em tudo!

Não é nem preciso deixar de comer, mas anotar é fundamental. Acho, sinceramente, que este meu “empacamento” atual vem daí, destas coisinhas não contabilizadas. Pelo menos, em parte.

Abro a geladeira p/pegar água, belisco uma uva. Abro de novo p/guardar a garrafa, pego outra. Isto não conta? Conta sim! Mas... peraí, se estou em reed. alimentar, vamos honestamente pensar algo: Isto envolve esta beliscação toda?
Eita... vixe... tchau gente, beijinhos, vou lá pensar mais um pouco hehe



 Escrito por Beth ?s 08h38
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   ESCREVA!!!

Sempre gostei de escrever. Na infância, pegava pedacinhos de papel e escrevia as palavrinhas que já sabia e mandava p/ as amigas mais queridas da escolinha e p/ os paquerinhas (eu tinha pouca idade mas já paquerava que só...eita...). Assim, um dia minha mãe descobriu um destes picotes onde estava escrito: José. Nossa, foi um quiprocó em casa. Eu só tinha 6 aninhos e o mundo desabou na minha cabeça, ela dizia que contaria ao meu pai que eu estava NAMORANDO hahaha    E eu apavorada, já pensando desolada em como ‘terminaria tudo’ c/o lindo garoto!

O tempo passou e continuei a transformar em escritos tudo que sentia, que vivenciava.  Algumas coisas guardava, outras jogava fora em mil pedacinhos, p/que ninguém pudesse ler. Eram intimidades, confidências. Cresci, fiquei uma longa fase sem tempo de escrever, c/ várias atividades ao mesmo tempo e, logicamente, o que sobrava eu dedicava à praia e aos namorados, namoradeira demais eu fui.

Adulta, qdo a primeira dor e decepção de verdade aconteceu, voltei a escrever e muito. Decidira que não compartilharia com ninguém a frustração, a revolta, o ‘não entender o que estava havendo em minha vida’ e, assim, a única maneira de não me afogar nas próprias mágoas era botar p´ra fora no papel. Em qquer lugar, ao sentir que estava querendo ‘vomitar’ minha dor, pegava o papel e escrevia,freneticamente, desabafava.
Depois picotava o papel e jogava fora, aquilo pertencia só a mim. Mas o papel não foi suficiente p/ que a desilusão, tantos ressentimentos e minha própria teimosia em continuar na situação não me maltratassem tanto. E foi assim que fui engordando, cada grama em excesso era uma lágrima contida, um desabafo não feito, uma atitude correta deixara ‘p/depois’.

Mas a  vida continuou em frente, graças a Deus fui ME despertando, aprendendo a entender e superar aquilo e a perceber que era hora de sair da tempestade, havia sol à minha volta e eu insistia em ficar debaixo da nuvenzinha escura. Saí, dei a virada. E, reencontrada, continuei escrevendo. Do papel, passei para os editores de texto no computador. Agora escrevia sobre minha virada, sobre a alegria de estar no sol, de me sentir mais forte, preparada p/o que der e vier. Registrava os sonhos, os planos e até relatava coisasque ainda não estavam acontecendo, como se já estivessem, numa forma muito minha de energizar meus sonhos e planos. Muito disso se realizou, com a ajuda de Deus e pq eu fiz acontecer. À medida em que ia escrevendo o que sentia, o que queria sentir e até antecipava o tal sentir primeiramente só no papel, eu ia acreditando cada vez mais nas possibilidades e, assim, remava na direção daquilo.
Faltava o emagrecimento, este demorou mas chegou. Mas lembro que nos relatos ‘prévios’ antigos, eu já me dizia magra. Os textos mencionavam algo como: “Eu estou ótima,muito feliz, emagreci 50 kg, estou com um corpo maravilhoso, a saúde perfeita e vivendo tudo que sempre sonhei....”.  Ainda não era verdade,como neste momento tb não é,  mas eu escrevia pq já sabia que era uma meta que dependia só de mim atingir. Brinco pensando que estava "ensaiando" para qdo o momento chegar...certa de que o farei chegar.

Os textos que estou relendo, escritos desde que comecei o processo no VP, tem causado rebuliço em mim. Bacana demais avaliá-los, mesmo não sendo de tanto tempo atrás assim.
Hoje continuo escrevendo. Agora sento frente ao micro e digito, freneticamente, o que me vem da cabeça, do coração. São textos e mais textos. Raramente os apago, o momento é de cada vez mais contato com o que vivencio, sem fugir de nada.

Algumas coisas trago para o Blog.
Ele tem sido, sem dúvida, um veículo maravilhoso, a diferença é que aqui eu compartilho.
Conto a vocês o que se passa, recebo suas opiniões, seu carinho e apoio.
Aprendo muito, qdo vcs falam que eu ensino...que nada, é troca, digo sempre. Realimentação.
Coisas de quem está vivo e convencido de que é maravilhoso ter à sua volta gente de verdade, gente que sente, que ri e chora, que cai e levanta, que faz e não faz, que pensa e repensa, que dá a mão e segue junto, na chuva ou no sol.
Que recebe e transmite energia e que, sempre, tem muito a nos dizer, mesmo qdo caladinhos no seu canto.

Escrever é bom, escrevam! Mesmo que não mostrem, há coisas que realmente não queremos ou não devemos mostrar. Mas escrevam. Coloquem p/fora o que pensam, o que sentem e COMO pensam e sentem. Verão como é interessante, como ajuda no auto-conhecimento e nas decisões. Muitas vezes, ler o que se escreveu é como olhar-se no espelho, olhos nos olhos e finalmente reparar cada detalhe, cada pintinha, cada cílio. E ver como se é RICO por dentro. E esta riqueza toda, podem ter certeza, irá sair do bauzinho lá de dentro e se manifestar do lado de fora.

Beijão 



 Escrito por Beth ?s 21h28
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   O CORPO SONHADO

Amores, valeu o apoio de vcs, estou ótima, p/ cima, animada em dobro p/dar o troco na Filizola. Não há a menor possibilidade de desistir, isto está fora de cogitação, pode a balança me derrubar semanas a fio, este caminho p/ mim é sem volta, vou até o final sim, portanto não se preocupem:deste susto vcs não morrem!   Mas eu precisava de um consolo né, aí comprei uma blusinha de alcinha bem "tchutchuca" e é impressionante como fiquei mais alegre..rs

O comentário da Márcia no ultimo post sobre celulite, flacidez inspirou este post.  Eu, particularmente, não me grilo tanto.
Ok, preferia que isto não existisse, mas existe, ora! No meu caso, engordei quase 70kg. Celulite e flacidez? Aos montes. Emagreci metade disso e piorou, claro! Não dá p/fazer omelete s/ quebrar os ovos, lamento.

Não sou mais menininha, tenho um tecido maravilhoso p/ minha idade, mas só por milagre não cairia tudo. O avental abdominal, vcs acompanharam, foi retirado. Outro virá qdo eu concluir o emagrecimento. Ótimo! Sinal que terei conseguido minha meta! 
Coxas? Molezinhas que só! Eu ando e elas fazem Plaft, Plaft! Ainda bem, não fariam isto agora se eu continuasse c/ 140 kg. Antes era pior, elas assavam!
Eu gosto, acho bonito? Claro que não. Mas "peraí", vou ficar me derrubando, me martirizando? Este processo afinal é p/sentir-me melhor, mais bonita etc ou p/trocar de motivo p/ sofrer? Ah, to fora, gente, DEIXA CAIR!  Deus ajuda e eu trabalho muito, qdo chegar a hora, o que sobrar a gente tira... o que cair a gente levanta!

Mas e o corpo sonhado? Como é? P/ mim, é o meu próprio corpo só que mais magro, mais ajeitadinho.
Qdo projeto minha imagem futura, é a mim mesma que enxergo, c/a idade que terei, esta carinha que Deus me deu e este corpo, sem tanta gordura e, se possível, sem as pelanquinhas.  Não imagino um corpo lisinho, sem nenhuma marca de estria ou celulite, não tenho a tal vara de condão lembram? E mesmo que eu fosse milionária e louca, e pudesse fazer 17 cirurgias plásticas (como vi numa revista) não me submeteria a tanto risco p/ ter o que chamam de corpo perfeito. Conceito de corpo perfeito p/mim é saudável, bonito, adequado a mim, à minha estrutura, meu bem-estar e às roupinhas tamanho normal que gosto/quero usar. Farei se puder plástica p/retirar excesso de pele, quem sabe dar uma ajeitada no peito, o resto...serei eu renovada, livre da obesidade, feliz. Eu Elizabeth e não Gisele, Luma ou quem quer que seja. Elas são elas, eu sou eu.

A auto-aceitação é um problema p/muita gente. E a maneira dura como se olham no espelho (já falei disto) causa, muitas vezes, ações tresloucadas p/chegar ao que imaginam ser o corpo perfeito. Muita gente sonha c/ algo que jamais atingirá. Incompetência? Não! Todos podem emagrecer, chegar ao peso ideal, ficar muito bem. Mas nem todos serão Giseles, Luanas, Fernandas Keller da vida! Cada uma delas tem uma estrutura óssea, uma constituição e não adianta alguém diferente querer ficar como elas.
O bacana é querer ser você mesmo, só que você na sua melhor forma ou, pelo menos, na melhor possível. E, logicamente, chegar lá do jeito certo. Sem riscos desnecessários, seu botar a saúde na reta.

Qtos TA´s são derivados desta obssessão que alguns tem de se tornarem algo inatingível? Conheci uma moça que, qto mais emagrecia, mais queria emagrecer. Se olhava e se via gorda. Nunca estava bem, embora o peso cada vez menor e os ossos à mostra indicassem que já passava da hora de parar aquilo. Na verdade ela não sabia o que procurava e por isso não achava. Sei de outra que queria ficar igual a uma famosa modelo. Estruturas físicas totalmente diferentes, ela poderia ser tão bonita, sarada e gostosa como achava a modelo mas p/sempre, seria ela própria! E como olhava no espelho e se via (já magra e bonita) e não via a Gisele, o que fazia? Chorava. Se desesperava. Criou uma imagem que não era a dela p/se espelhar e então jamais poderia se contentar. E não comia, ou comia e vomitava, acabou doente e a última notícia que tive foi triste.

Eu falo sempre que sonhar é bom e necessário, eu sonho e digo: Sonhem! Mas caramba, sonhem consigo mesmos, melhores, mais bonitos, saudáveis, mas vocês! Qdo se arruma p/ uma festa e começa a imaginar-se chegando lá, olhando aquele gato lindo que está paquerando, imaginando-o sorrindo p/ vc embevecido com sua beleza, vc projeta neste sonho "acordada" sua própria imagem, bonita, feliz ou projeta a imagem de outra mulher, uma famosa qquer lindíssima? Certamente vc imagina a si mesma não é? Então, pq na hora de sonhar com seu futuro corpo vai imaginar outra mulher, outro corpo que não o seu próprio, sendo que mais bacaninha?

É p/sonhar, mas que seja possível realizar. Celulite hoje tem mil métodos p/minimizar, há de tudo e basta identificar o método melhor e que esteja ao seu alcance. Mas sumir totalmente? Só nos retoques dos magos da fotografia e computação. Ou alguém realmente acredita que a Luma de Oliveira, novamente na Playboy, realmente não tem um buraquinho sequer? Nem com toda aquela grana, gente!

Assim são as metas no nosso processo. Devem ser alcançáveis, definidas c/critério, bom senso. Não adianta eu querer pesar de novo 58 kg como pesei no auge da boa forma, ainda adolescente. Embora seja possível, isto p/mim não traria a imagem de antes. Pq não terei mais 18 anos. Mas posso ter 48, 49...60... do melhor jeito possível! A meta é ficar magra sim, porém BEM.
Qdo me vislumbro no peso ideal, é um peso adequado, fora da obesidade/sobrepeso. Qdo me vislumbro magra, vejo a mim mesma, na fase em que estou na vida, alegre e feliz, sem esta gordura toda, mas eu, eu e eu. Me gostar é essencial. Me amar é tudo de bom. Me respeitar e me aceitar é viver, grata a Deus por ter-me dado esta oportunidade linda de aprender, evoluir, ajudar e ser ajudada. Fazer o melhor por mim é direito e obrigação. É justo.

Então, vamos todos sonhar, sim, espelhar nosso corpo nas melhores condições possíveis para cada um de nós. Sem neuras com celulites, flacidez e estrias, logicamente procurando eliminar ou reduzir isto tudo, se houver como fazê-lo! Mas vamos amar nosso corpo hoje, enquanto ainda não chegamos lá e depois, qdo já estivermos na meta. Amá-lo p/ continuar cuidando dele e nos mantermos no peso, amá-lo p/que ele continue saudável, bonito, nos dando bem-estar, nos permitindo as roupinhas que gostamos. Amá-lo mesmo c/buraquinhos, pelanquinhas, risquinhos.

Este corpo, seja como for, é o instrumento através do qual estamos aqui. É uma roupa que usamos nesta existência. Precisamos dele sim, mas um dia o despiremos para seguirmos a uma nova etapa. Vamos cuidar dele, mas com amor. Sendo nós mesmos. Sempre. Cada vez melhores sim, porém nós mesmos.
Beijos!



 Escrito por Beth ?s 07h09
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Aqui, o cardápio deste domingo (23/01/05). O cardápio de ontem não está sendo mostrado porque, num rompante de rebeldia (tb tenho estas coisas, viram?) não anotei nada. Bobeira, criancice (fora de época rs...) mas não anotei.



 Escrito por Beth ?s 07h07
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Hoje D. Filizola me disse: “Querida, vc está em reed. alimentar, não é proibida de nada, pode comer de tudo c/ controle/disciplina. Mas numa mesma semana ir ao Rodízio de Pizza, Creperia e Churrascaria Rodízio (mesmo não se excedendo tanto) não é um pouco demais? " Tive que concordar. Ela está certa de novo, c/ razão acusou + 800g.    Antes de prosseguir, colo aqui um comentário deixado p/meu último post:

 Olá Beth,que bom ler as suas memórias de dieta,garanto que você serve de inspiração para muita gente.Afinal não é qualquer uma que perde peso como você perdeu. O que me encanta em você é que mesmo quando não perde peso nenhum,não desespera e acha sempre algum motivo para isso. Eu quando estou fazendo dieta e não perco peso fico desanimada demais. Continue com essa força,amiga,você é motivo de inspiração para nós,suas amigas. beijos

Lembrei destas palavras ao sentar p/assistir à reunião, após pesar. Avaliei o que estava sentindo  e,  sem dúvida, era frustração momentânea. Eu esperava ter eliminado um pouquinho ao menos. Não queria de jeito algum voltar aos 3 dígitos (pela 4a vez). 
A  associada ao lado resmungava por tb não ter obtido um bom resultado (ela já atingiu a meta, é vitalícia, está magra e linda, mas aumentou uns gramas e dizia: “definitivamente eu não posso abrir a boca!” repetidamente).
Sorri, disse a ela que é assim mesmo, o organismo nunca responde do mesmo jeito, cada dia é um dia etc. 
Na verdade, eu não a estava confortando e sim a mim mesma. Hoje eu precisava ser confortada.
E como ela, já magra, me vendo ainda gorda, certamente imaginou que eu estivesse no começo de tudo, disse: “Ah, mas vc verá que é muito complicado, se abrir a boca engorda sim etc.” eu respondi: “Eu sei disso, já eliminei mais de 30 kg entre muitos sucessos e insucessos, sei que uma semana pode-se ir muito bem e em outra muito mal, mas que se persistir chega-se lá” . Ela arregalou os olhos, me deu os parabéns, disse que eu vou chegar sim pq ela viu luz no meu olhar qdo eu disse aquilo, me chamou de bonitona (eba) e calou-se. E eu me senti melhor tb.
Aí pensei : Caramba, eu não desanimo! Levo cipoada da balança, depois vou lá e bato nela, depois apanho de novo e não me desespero mesmo. Por que? Afinal de contas, do que eu me alimento?
Não falo de comida, o que eu como todos sabem, está no cardápio que eu publico sempre. Falo do que alimenta esta determinação em prosseguir incansavelmente, semana após semana, haja o que houver, até chegar onde quero. E a resposta é que eu me alimento de várias maneiras:
1a) Efetivamente sabendo onde preciso e QUERO realmente chegar.
2a) Conhecendo a fundo os PORQUES de querer chegar. Desde o básico “ter saúde”, “ficar mais bonita” até os mais detalhados (ex,: “quero usar aquele biquini assim... assado...”) etc.
3a) DETERMINANDO-ME a esta realização, não adiantaria querer e saber os porques se não me determinasse a alcançar o objetivo.
4a) ACREDITANDO em mim mesma e na minha capacidade de conseguir nesta vida tudo que quiser, desde que me empenhe e dentro dos limites daquilo que depende só de mim.
5a) Entendendo que minha fada-madrinha, neste caso, sou eu mesma, não vai chegar um serzinho lindo e gentil c/ uma varinha de condão p / transformar-me na Cinderela. E que minha varinha chama-se trabalho, dedicação, atenção, paciência, persistência, foco, coragem, força de vontade, crença em Deus e em mim mesma.
6a) Encarando o processo c/leveza e alegria, mas c/ seriedade. Vendo-o como algo importante, um projeto a ser gerenciado c/responsabilidade, cujo produto será uma Beth mais bonita e saudável, ainda mais feliz e forte.
7a) Compreendendo que a 1a parte do corpo que precisa emagrecer é a CABEÇA. Tudo começa dentro dela. Enquanto a cabeça pensar GORDO o corpo será GORDO. Por isso eu trabalho a cabeça o tempo todo, antes de mudar a atitude eu mudo o pensamento, eu associo uma coisa com outra, brinco c/ as situações, comparo tudo, faço um instigante jogo onde depois de muitas ações certas e erradas,  no final de tudo, eu vencerei.
A 8a, 9a, 10a, 1000a...: Não tem fim.  Qdo se quer vencer, é preciso fortalecer diariamente tudo que já se sabe que é vital p/ ter sucesso e descobrir, dia após dia, novos fatores de motivação, maneiras de superar as dificuldades, jeitos novos tb de vivenciar e curtir as alegrias e, até mesmo, nova compreensão dos fracassos momentâneos e dos seus motivos, p/ fazer melhor da próxima vez (se for o caso) e não se deixar abater nem desanimar.
Não se trata de tapar o sol c/ a peneira,arrumar desculpas p/ insucessos, mas de compreender claramente o que leva a cada resultado e como reagir.
Sempre que um resultado negativo me pega eu imagino uma balança - aquela que tem os 2 pratos.
Num prato eu deposito a frustração que estou sentindo, a chateação de não estar c/ um peso menor que o da semana anterior. No outro, eu coloco tudo que este processo está me dando de bom desde que eu comecei.
E vejo que o prato dos sucessos fica lá embaixo, pesadão. O dos fracassos, por mais que tenham acontecido, está lá em cima, bem mais leve.
E é assim que eu respiro fundo, sorrio, me determino mais uma vez a fazer o melhor que puder e sigo em frente.  
Porque só há uma maneira de o outro prato ficar mais pesado e fazer com que o de sucessos suba, ficando leve: desistir.
Enquanto eu quiser vencer e me mantiver na estrada, o peso desta determinação e desta vontade sempre será maior. Enquanto eu quiser vencer, eu já serei vitoriosa.
Agradeço à Claudete por suas palavras que, especialmente hoje, me foram super valiosas. Dou valor imenso a todos os comentários e, garanto, não há uma palavrinha sequer que não me toque, que não tenha influência positiva no que sinto, penso e faço neste caminhar. Hoje, especialmente, foram as palavras da Clau que me ajudaram a levantar, sacodir a poeira e dar a volta por cima...e lá vou eu, como sempre, ninguém segura não...


 Escrito por Beth ?s 14h05
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AQUI OS CARDÁPIOS DE 5a E 6a FEIRAS (20 E 21/01/2005)
OBSERVEM QUE HOJE, PELO VISTO, EU CHUTEI O BALDE.....



 Escrito por Beth ?s 13h44
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Hoje reencontrei o arquivo onde escrevia sobre meu processo antes de criar o blog.
Foi maravilhoso reler coisas que escrevi há 1,5 ano atrás, perceber que este tempo passou correndo e que eu hoje estou aqui dando continuidade a tudo, colhendo resultados e plantando as próximas vitórias, constatar que eu persisti, não me impressionei c o tamanho da estrada a percorrer, c/o tempo que isto levaria, pela 1a vez na vida (neste assunto) eu venci a acomodação, a impaciência, a falta de força de vontade e estou aqui seguindo em frente.
Agradeci muito a Deus e a mim mesma. Teria sido triste ler isto hoje, se eu tivesse parado lá atrás! Qto arrependimento e frustração eu sentiria!  Valeu a pena sim.
Lendo os registros das 1as semanas me deparei c/ um grande entusiasmo mas tb c/ muito pé no chão e hoje vejo que um dos fatores de sucesso deste projeto foi ter iniciado c/ fé em mim mesma, uma vontade muito grande de dar cabo desta missão de regatar a mim mesma.  

Não sei se todos sabem, mas eu cheguei a pesar 140 kg. Com uma dietazinha aqui, outra ali...informais, diminuí um pouco. Entrei no VP pela 1a vez no final de fev/03 (com 135,3 kg), comecei a emagrecer e pouco depois interrompi, em função de acontecimentos que me abalaram muito e eu não conseguia fazer nada direito, vi que precisava parar e me organizar. Em ago/03 recomecei, certa de que era aquele mesmo o caminho e, daí em diante, até hoje, estou na estrada. Trago hoje o que escrevi no dia em que retornei ao VP, dando reinício a isto que está resultando nesta alegria toda, deste processo que compartilho tão carinhosamente com vcs. 

29/08/03  (sexta-feira) :  retorno ao programa dos Vigilantes do Peso.  Fui à 1a reunião, c/ o espírito de quem está começando do zero.  Esqueci os livrinhos e anotações feitas na 1a tentativa de alguns meses atrás. Tenho consciência de que naquela ocasião, tive um bom começo mas logo comecei a me decepcionar c/ os resultados, acabei deixando de fazer coisas importantes e especialmente de efetivamente ficar no controle. Na época fui surpreendida pela grande reviravolta funcional, a desativação da minha área na empresa e demissão de toda a equipe, além da própria insegurança ante a possibilidade de eu mesma ser tb demitida.  A desilusão, a tristeza, a ansiedade e uma série de outras sensações e sentimentos ruins me impediram de prosseguir c/ determinação.
Tudo isto foi acrescido do problema de saúde da mamãe, que me desarvorou completamente e um dia eu percebi que estava me enganando, pois estava em um programa e não o cumpria, não adiantava continuar daquela maneira.
Parei c/ tudo, mas sabia que gostaria de voltar.  Só não sabia qdo.  Tive a impressão de que seria logo, pois gostei e acreditei no programa, então dependia de mim, só de mim,  reiniciar tudo, assim que me sentisse preparada.
Alguns meses se passaram até que eu tive certeza de que estava em um bom momento para retomar o programa.  Embora ainda não  muito feliz com a trajetória profissional, tudo estava mais calmo, mais sereno.  Minha mãe c/a saúde sob controle, morando c/meu irmão e todos nós mais aliviados sabendo que ela estava agora melhor assistida e, o melhor de tudo, lúcida, recuperada do quadro depressivo.  Em casa, graças a Deus, como sempre, tudo bem, apesar dos apertos financeiros, mas um lar onde o amor é o que há de mais forte,  resultando em parceria, solidariedade, respeito, tudo fica muito mais fácil.  Estava chegando a hora de cuidar melhor de mim, mas eu ainda não tinha aquela coragem de recomeçar. Começava a dar uma melhorada na forma de me alimentar, mas ainda fora do que deveria ser.  Ainda cedia com facilidade a impulsos.
Ao começar as sessões de massoterapia eu já estava decidida a retornar ao VP, mas aguardava o final do mês, pois precisaria de dinheiro p/ pagar a 1a reunião.  Como o pagamento saiu justamente no dia 29/08,  já comecei a semana certa de que na sexta-feira lá estaria eu, prontinha p/ voltar à estrada.   Não posso negar que os avisos e recomendações do massoterapeuta, feitas de forma bem grave e assustadora, contribuiram muito p/ que eu não adiasse mais esta volta.  Ele falou de uma forma bem forte sobre os riscos p/ minha saúde e eu sabia daquilo tudo, mas ouvir de novo realmente deu uma sacudida. 
Muito bem, novamente estava eu no Vigilantes,  de peito aberto e cabeça erguida, senti prazer em me ver lá dentro, foi c/ muita alegria que me reapresentei p/ fazer a nova inscrição e c/ orgulho de mim mesma que cumprimentei a orientadora, que me reconheceu.  Avisei a ela que agora eu estou em um momento mais propício, mais calma, pronta p/ fazer o programa direito.   Fui recebida c/ carinho e ao me pesar, felizmente, não me assustei tanto.  Pesando agora 131,8kg , um peso horroroso, mas eu tinha receio de estar c/ muito mais, após a parada que havia dado.  Na verdade, eu quase que mantive o peso enquanto estive afastada (aumentei só 500g) , então era uma questão de recomeçar,  mas não era do zero.  Melhor assim.
 

Assim foi  o recomeço do que compartilho hoje c/ tanta alegria c/ vocês.  Foi ótimo anotar tudo, ter registros tão valiosos, fazer comparações, é 'revisitar' a mim mesma, numa outra ocasião. Outro dia trago mais coisas ok?Beijos!



 Escrito por Beth ?s 14h43
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 Escrito por Beth ?s 14h27
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   ACORDA, GENTE !!!

Respondam:
1) Numa sapataria, qual os seus critérios p/ escolher um calçado? Imagino que sejam, no mínimo estes: a) adequado à ocasião onde o usará; b) bonito; c) confortável; d) preço compatível c/suas possibilidades. Podem haver outros, mas estes certamente vc adota, não é? Mas me diga: Vc leva p/ casa um sapato que lhe aperta e dói os dedos já na hora de experimentar ou que fica feio no seu pé?

2) Numa loja de roupas vc experimenta várias peças. Quais vc escolhe? Acredito que sejam as que lhe caem bem no corpo, ressaltam o que há de bom na sua silhueta e disfarçam aquilo que lhe incomoda, são bonitas, adequadas ao clima/ocasião/estilo de vida, pelo menos!  Alguém aí leva p/casa roupas que ficam horríveis no seu corpo, que visivelmente se nota serem de má qualidade, logo desbotarão ou ficarão ‘esbeiçadas’ ?

3) Num salão de beleza vc por acaso escolhe “a dedo” aquele cabelereiro que ‘nunca acerta o corte e que vc sai sempre de lá se sentindo pior do que entrou’? Gosta de repetir o erro só p/ sofrer depois e ter vontade de deixar a cabeça em casa qdo sair?  E a manicure? Insiste naquela que sempre lhe tira bons bifes e que deixa suas unhas mal-feitas?

4) Ao comprar artigos de higiene pessoal e beleza:
- Compra shampoo p/ cabelos diferente dos seus? - Escolhe uma tintura cuja cor já sabe que não gosta e que vai odiar depois do cabelo pintado? - Compra aquele filtro solar cujo FPS é inadequado ao seu tom de pele, justamente p/ que ele não cumpra o objetivo e você vire um pimentão e sinta arder seu corpo a noite toda e depois descasque bastante?  - Escolhe aquela maquiagem que lhe dá alergia, borra toda etc?

5) Na farmácia, compra remédio diferente do prescrito pelo médico, por sua conta, mesmo sabendo que não lhe fará bem, não irá curar seu problema e ainda poderá lhe colocar em risco de vida? 

A menos que você realmente SE ODEIE muito sua resposta deve ter sido Não, estou certa?
Aquilo que compramos p/ nosso consumo, geralmente, obedece critérios que estão ligados ao bem-estar que queremos sentir, ao prazer verdadeiro que queremos usufruir, ao carinho, amor e respeito que temos por nós mesmos.
Então, pq não adotamos a mesma sabedoria e atenção, carinho e respeito por nós mesmos qdo estamos no supermercado, na lanchonete/restaurante, à mesa?  Esta incoerência é algo que vale uma análise.
Pq encher o carrinho c/ itens calóricos, gordurosos que embora gostosos sabemos que vão comprometer nossa saúde, o processo de emagrecimento ou manutenção adequada do peso e, consequentemente, nossa satisfação p/ com nossa própria atitude, depois?
Pq levar p/casa um monte de coisas que são incompatíveis com o que queremos alcançar, sem parar e pensar do mesmo jeito que fazemos c/ o shampoo, o batom,  o sapato? E qtos outros Porques podemos ainda listar aqui e procurar respostas hem?

Acho que é pq não nos lembramos sempre de associar nosso processo de emagrecimento ao amor e respeito que sentimos por nós mesmos.  Aprendemos a nos dar o melhor possível em praticamente todos os segmentos da nossa vida, mas no plano alimentar nos tratamos como se nos detestássemos.
Avaliamos as coisas do jeito torto. Encaramos como prazer um sabor que some assim que engolimos o alimento, ao invés da sensação prazerosa que há em saber ter-se alimentado de forma balanceada, nutritiva e, pq não, gostosa -mas sem descontroles, exageros!  Nos tratamos muitas vezes como lixeira, como a Mari mencionou no seu blog, conforme uma reunião da qual participou: “aproveitamos” o restinho do doce, do danoninho, do biscoito dos filhos, p/ não jogar fora... epa, estamos poupando a lixeira? 
Numa reunião do VP, uma colega associada comentou certa vez que come tudo que sobra do jantar e do almoço em sua casa, pq é pouquinho e dá pena jogar fora, “com tanta gente passando fome”. Então, o que acontece? Ela come mais do que precisa e até quer. E quem está passando fome, continua c/ fome, não é? Pq só a boa intenção dela efetivamente não resolve a fome de ninguém, senão certamente não haveria mais famintos neste planeta.

Qdo encararmos todas as ações a nosso favor como provas de amor por nós mesmos, vamos fazer tudo melhor, c/ mais atenção e carinho e teremos melhores resultados.
Do mesmo jeito que não vamos provocar calos nos pés por teimosia, assim como vamos evitar irritar a pele por insistir num produto que já sabemos não ser bom,  do mesmo jeito que vamos fugir da manicure que nos arranca bifes, que tal agirmos c/o mesmo respeito no que se refere aos alimentos que levamos p/ casa, p/a mesa, p/ dentro de nós?
É só dosar, equilibrar e fazer isto c/ a mesma alegria que sentimos qdo chegamos em casa rodopiando a sacolinha e depois, tirando dela aquela roupinha nova- manequim menor que ficou lindinha no nosso corpo hem?  Isto é tb um jeito de regar o amor que temos por nós!
Viram? Continuamos falando de amor! Agora vamos praticar! Bjos!

 



 Escrito por Beth ?s 15h11
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 Escrito por Beth ?s 12h51
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Meu perfil
BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Livros, Praia, Dançar, Curtir a vida
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EU ERA ASSIM  

ESTOU ASSIM Meu nome ? Elizabeth, sou conhecida como Beth
Analista de Sistemas, especialista em Metodologia, Processos e Qualidade em TI, Ger?ncia de Projetos,An?lise de Neg?cios, Auditora ISO, sou leonina do dia 10/08, carioca da gema, moro na minha na cidade maravilhosa (RJ), adoro fazer amizades, sonhar, ler, escrever, sou casada c/ Vicente - meu grande amor, m?e do Alexandre, um filh?o maravilhoso, que ? universit?rio e "boadastra" da Mimi, minha enteadinha adolescente linda a quem chamo aqui de filhotinha.

Meu e-mail: beth.ebprs@gmail.com
Meu MSN: ebprs@hotmail.com



Objetivo deste Blog: Compartilhar meu processo de reeducação alimentar e mudança de hábitos que resultou no meu emagrecimento, me tirou da obesidade mórbida e me ensinou e ensina tanto!



Meu processo: Fui beb? 'cheinho',crian?a de peso normal, na adolesc?ncia tinha ?timo corpo. No in?cio da fase adulta comecei a engordar c/facilidade em fun??o de uma mudan?a p/ pior dos h?bitos alimentares e tb devido a dificuldade que tive em enfrentar alguns problemas pessoais, decep??es e m?goas que se transformaram em Kg a mais (eu as COMI). Durante anos optei por m?todos indevidos, tomei rem?dios, f?rmulas, inje??es, fiz dietas mirabolantes e isto tudo me ajudou a virar uma sanfona que cada vez abria mais e fechava menos. Cheguei ao auge da obesidade c/ 140 kg e dei o basta. Primeiro, fiz um pequeno controle que me ajudou a emagrecer quase 5 kg. Depois, entrei para o Vigilantes do Peso, onde emagreci 53kg c/equil?brio, seguran?a e muita alegria. Aprendi muito, o caminho foi t?o importante quanto os resultados. Eliminei 53 kg com o método do Vigilantes do Peso e atividade física. Aumentei depois alguns kg e agora prossigo, para reconquistar a minha meta e mantê-la para sempre.

Cr?ditos Imagens: Google
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Comunidade Orkut: Eu sou f? da Beth - A Conquista! criado com carinho pela amiga Lili (obrigada, lindinha!)
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