Conquista

UOL
  

Estou ansiosa em função de algo que acontecerá esta semana e que vou contar tão logo se concretize. Como digo sempre, sou igualzinha a todo mundo, então deu aquela "afliceta" e se não prestasse atenção, vacilaria e faria o que estou careca de saber que não resolve nada e só atrapalha: comeria a ansiedade. Aliás, devoraria!
Na  2a feira cheguei do trabalho e fui logo p/ a bicicl. ergométrica extravasar através da ativ. física a euforia e expectativa. Já havia pedalado bastante pela manhã mas sobrava disposição e eu sabia que enqto estava ali queimando calorias e conversando c/ o filho evitava abusos, até pq nem havia fome ainda.
É,
 estas coisas acontecem comigo tb! Mas uma das coisas que aprendi nestes mais de 2 anos é que sou RESPONSÁVEL pelo que faço/deixo de fazer e naquilo que eu tenho o controle, devo exercê-lo. Sempre há um jeitinho de segurar a onda, se achar que vale a pena e como eu não só acho, eu SEI que vale e muito a pena ficar esperta, faço o que posso.
Ia pedalando, aumentando o nível de esforço e sentindo o sangue ferver, pensando em como a vida dá voltas ou melhor, como nós somos capazes de gerar estas voltas ou pelo menos, fazê-las de um jeito melhor. E lembrei que já fui exemplo de "como não fazer", na questão de peso / alimentação / corpo. Já houve quem me usasse como modelo negativo p/ alguém que estivesse afrouxando e começando a engordar, dizendo: "vai ficar que nem a Beth se cuida!".  Fui dada como 'sem força de vontade', 'sem persistência', muita gente acreditava que jamais eu faria algo efetivo e emagreceria de verdade, sem fazer nada radical, contando somente c/  força de vontade,  entusiasmo, disciplina. Mas está acontecendo e é definitivo. Caminho sem volta, como digo sempre c/ total convicção.
Abandonei a culpa anterior por não fazer nada p/ isto acontecer, troquei pela responsabilidade c/ minha saúde, bem-estar, beleza, auto-estima cada vez maior, tudo enfim. Abracei isto c/ força, carinho acima de tudo. Havia tomado uma decisão, arcaria c/ ela, iria até o fim, não por teimosia ou orgulho, mas por querer de verdade me livrar da obesidade e de algumas dificuldades da vida prática que ela me causava. Eu disse CHEGA!
Até acho que contornei muito bem as dificuldades, adquirindo e aprimorando o jogo de cintura. P/ muitas coisas me adaptei fisicamente, p/ outras emocionalmente. 
Mas não há dúvida, cada barreira vencida é uma felicidade  indescritível que eu não consigo e nem quero mesmo disfarçar. Pudesse, saía saltitando pelas ruas c/ um cartaz escrito: EBA, venci mais uma! Alguns me achariam louca, outros não. Há por aí muita alegria represada, esperando p/ ser percebida / extravasada. Alegria que está muitas vezes  em pequenas coisas. Mas tem gente que se priva disto, que pena! Valoriza só suas falhas, nem repara que tem tanto p/ curtir, comemorar! Presa a uma futura conquista maior, deixa de viver intensamente as aparentemente pequenas vítórias que, somadas umas às outras, constituirão a tal grande conquista. E eu faço questão absoluta de aproveitar cada coisinha mínima que seja e que signifique evolução, passo dado à frente na direção dos meus objetivos.
Outro dia, sentei no meio da minha cama p/ vasculhar uma cx de bijuteria, procurando algo. De repente, notei que eu estava de pernas totalmente cruzadas. Há qtos anos não fazia isso? Nem sei. Parece tão simples, mas quem não cruza ou já não cruzou as pernas, em função da gordura, sabe o que estou dizendo. Aquela constatação me deixou como criança que acaba de fazer uma descoberta. Corri p/ a sala, onde meu marido via tv. Sentei no sofá, cruzei as pernas daquele mesmo jeito e disse a ele: Olha! Ele olhou e sorriu. Eu disse: Viu? Já consigo! Comemoramos.
Pq perder esta chance de ser mais feliz ainda? Pq não associar este feito, que parece tão bobo, a sucesso? Pq não viver intensamente isto e melhor ainda, aproveitar como mais um recurso motivacional, mais um registro que, na hora de fazer uma besteira, comer algo sem vontade/fome, afundar os pés numa jaca, pode ser o cutucão que vai fazer recuar,  segurar a onda, evitar o estrago?
E se der bobeira e o estrago for mesmo feito, estes mesmos registros podem ser o que vai fazer c/ que a gente pare, assuma o que fez e siga em frente, ajuste o passo, afinal "fez, está feito" e a hora agora é de assumir a RESPONSABILIDADE do que já fez, REASSUMIR A RESPONSABILIDADE do que fará dali em diante, e REJEITAR A CULPA, pq se culpa solucionasse alguma coisa, seria moleza, a gente fazia a m... e depois ficava se culpando, sofrendo e tudo ficaria lindo e maravilhoso.
 E tudo isto ia pensando ontem enqto pedavala e a fome já chegava, agora sim, fome de comida, era hora de fazer uma refeição. O mais gostoso, antes de parar o exercício, foi concluir a reflexão c/ a constatação de que agora, passei a ser exemplo de mudança positiva de hábitos, de persistência, de determinação. E de resultados favoráveis.
Hoje, qdo dou alguma dica a alguém sobre alimentação, emagrecimento etc. sou ouvida c/ atenção, respeito. Mesmo quem não está disposto a praticar aquilo quer ao menos ouvir, entender, pensar.
Hoje quem dizia "vai ficar igual à Beth", já diz: "Olha a Beth, faz como ela!".
E isto me dá alegria, é gratificante. Nada a ver c/ ego, é realmente importante saber que não é só o fato de estar bem mais magra mas estar c/ outra visão, outros hábitos, outra maneira de pensar e agir, e isto eu consigo propagar, p/ que outras pessoas possam tb se aprimorar, obter seus resultados, sentirem-se felizes como eu  me sinto cada dia mais, então se antes valia a pena, agora vale em dobro. E as coisas vão acontecendo, tudo me empurra naturalmente p/ novas constatações, novas aprendizagens, tudo me prepara p/ ainda mais aprimoramento, através das novidades eu vou reagindo de novas maneiras e aprendendo c/ elas a me conhecer melhor, me habilitar a novas conquistas.
E é em função disto tudo, destas mudanças legais que venho implementando na vida, que na próxima 6ª feira estarei sendo presenteada c/ um momento interessante, novo, inusitado mas que estou curtindo muito a espera. A língua está coçando p/ contar, mas só na 6ª mesmo, antes não falo, não falo e não falo... hahaha Mas quem quiser arriscar um palpite... brincar de adivinhação...pode tentar né?

Beijocas, até 6ª feira!!!



 Escrito por Beth ?s 22h31
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   "ESTOU MUITO ORGULHOSO DE VOCÊ E FELIZ POR PODER PARTICIPAR DESTA VITÓRIA! " (Autor: Meu amor, Vicente)

Esta foi a frase que ouvi hoje diversas vezes. Meu marido, meu parceiro de vida, meu incentivador sempre, foi quem a disse, c/ carinho e emoção na voz. E eu gostei de ouvir.

Estávamos na praia, um domingo lindo, ensolarado, o RJ c/ a sua cara, c/ o jeito que o carioca gosta. E lá fui eu, estreando meu sunkini. Vesti, olhei no espelho, gostei mais uma vez. Achei que ficou melhor ainda do que qdo comprei, há 2 semanas. Muito calor, não achei nenhuma das minhas kangas, sei lá onde minha fiel escudeira as escondeu, epa...guardou! rs
Enfiei uma bermudinha de cotton e fui cavucar as gavetas do marido, cismei que ia botar uma camisetinha dele por cima, bem cavadinha. Tenho um monte, mas queria a dele, é mole? Peguei uma que antes não passava nos meus peitos. Ficou linda, está compridinha, quase um vestidinho e ele ficou bobo de ver!

Chegando lá fui logo tirando tudo, não sou do tipo que fica dando um tempo p/ se descobrir. Sentei em minha cadeira e confessei ao marido: "Estou me sentindo estranha, tanto tempo depois, novamente de 2 peças". Ele disse: Mas está ótima! Então na mesma hora eu disse a mim mesma, mas em volta alta: "Elizabeth, você já venceu muita coisa na sua vida, não vai se intimidar agora por algo tão simples". Dito isto me levantei imediatamente, olhei p/ meu marido - ele me fitando, desconfiado. E passos firmes, fui p/ o mar, confiante, na base do dane-se quem olhar minha barriga branca e mole, lixe-se quem se impressionar c/ a cicatriz tão grande, estou feliz, larguei o maiô inteiro, emagreci e mereço isto! Entrei no mar, feliz! Mergulhei e não sei explicar a vocês, me senti como se naquele momento estivesse abraçando a mim mesma, num reencontro depois de anos. Que só sei sentir, não consigo expressar.
Voltei p/ a barraca e foi aí que a frase acima foi dita pela 1a vez neste dia. A voz dele estava embargada. E eu pude então entrar em contato de novo c/ algo importante que expliquei a ele e tentarei explicar a vcs agora.

 

  Refiz as contas e constatei que a última vez que usei biquini foi em fev/79 (muitos de vcs nem tinha nascido!).E tenho a foto daquela praia, no carnaval, foto que me fez ver o qto eu estava muito fora de forma e que me fez usar o 1º maiô pouco depois. Até então, usava biquinis bem pequenos.

Acontece que eu sempre dizia, antes disso acontecer, que jamais usaria um maiô, mesmo que engordasse. Tinha a teoria de que, como o biquini geralmente acusa rapidinho qquer gordurinha a mais, ele era uma forma de ficar atenta e não deixar a coisa sair de controle. Não estava funcionando mais comigo, mas era como eu pensava.
Então, usar o maiô foi p/ mim um marco, uma espécie de "me rendo". Achei que seria temporário, mas no fundo era a concessão que eu mesma me fazia, intimamente, p/ não emagrecer. O maiô disfarçava. Só que a partir daí, por motivos diversos, eu fui só perdendo o controle cada vez mais. Cada vez mais minha tolerância p/ o peso máximo aumentava. Teve época em que eu não admitia passar de 60, depois não me permitia passar de 65 e depois 70... até chegar onde cheguei.

Assim foi c/ o nº do maiô, tb! Até que não achava mais nenhum que me coubesse nas lojas normais, tinha que mandar fazer ou comprar nas especializadas em roupas de gordinhos. Sempre tendo que fazer alguma modificação, pois a maioria das pessoas gordinhas queria maiô fechado, justamente p/ esconder as protuberâncias e eu, mesmo obesa mórbida, brigava que queria um decote maior, costas menos fechadas etc. E a dona da loja onde comprei 90% deles dava um jeito p/ mim (que saco de filó minha amiga! rs). Nada de só usar preto, nada de usar só liso, sempre usei e abusei das cores e modelos da moda, mesmo tendo um pretinho básico tb na gaveta.

A passagem do biquini p/ maiô simbolizou uma etapa. Uma concessão. Um "daqui p/ a frente, só Deus sabe". Hoje, depois de 26 anos e meio, usar o sunkini simboliza outra etapa: a da "desconcessão" (credo, existe isto? ah... mas vcs entenderam, né?). Desta vez, é um "daqui p/ a frente EU sei, EU garanto". (sempre com Deus a me guiar).
Passar p/ um 2 peças ainda faltando tantos kg a emagrecer é uma forma de registrar em meu cérebro, minha alma, minha vontade, minha determinação, em tudo meu, que daqui p/ a frente, é deste corpo em que estou p/ melhor. Não há mais concessão p/ ganho de peso significativo, mudança de manequim p/ maior.
Perda de controle: Isto não me pertence mais!


Assim como passei do biquini p/ o maiô cada vez maior, hoje eu faço o inverso. Passo do maiô p/ um sunkini cuja calça é larga sim, p/ segurar uma parte da barriga mas que daí em diante,  é duas peças sim, o mínimo é este que estou usando e o máximo é  um biquini futuro que eu vier a vestir e achar que ficou bom e que eu  me sentir bem.  Não digo que jamais usarei um maiô novamente, mas garanto, não será por peso excessivo, por voltar a engordar, nada assim. Pode ser que use por um tempo no futuro, qdo eu puder fazer a plástica definitiva no abdomen e, seguramente, por um tempo não poderei pegar sol direto no local. Mas é diferente. A tolerância p/ retroceder é zero. Desta vez, não permitirei mais disfarces, nada de máscaras. Faço agora o que deixei de fazer um dia, lá atrás, cujo preço já paguei c/ juros e correção. Agora, é progresso, resgate, conquista.
Ganhei do marido uma linda kanga, lá mesmo na praia, presente pela vitória. Estiquei-a na areia e deitei ao sol. Estou feliz p/ caramba. Tudo eu uso como recurso e não há dúvida, isto vai me motivar ainda mais.Desejo a vcs uma semana cheia de motivação, alegria, garra, luz. Que enxerguem em tudo o "vale a pena" p/ ficarem firmes na direção do que desejam conquistar.
Um beijo carinhoso e imensamente feliz! 



 Escrito por Beth ?s 20h34
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   VOCÊ É UM GULOSO DA NOITE? EU JÁ FUI...NÃO SOU MAIS! UFA!

Excessos cometidos à noite: Parece que é a pior hora do dia p/ muita gente. Andei avaliando, gosto de pensar e me enxergar no contexto, isto é importante p/ meu processo, auto-conhecimento e evolução.
De maneira geral, não percebo em mim uma gula tão maior à noite, mas é claro que às vezes dá sim mais vontade de beliscar, não por fome maior que a do dia e sim pela própria facilidade, pelo acesso que tenho, estou na minha casa! Fico atenta.

Muitas vezes esta fome que as pessoas dizem sentir, qdo é mesmo de comida, é devida a uma alimentação fraca durante o dia. Comem menos do que precisam, fazem escolhas ruins, cardápios nada equilibrados, no fim do dia o organismo reclama, pede comida, quer mais! Neste caso a solução é avaliar e ajustar o cardápio, garantir uma nutrição melhor de dia p/ à noite jantar e até fazer uma ceia leve, sem dormir c/ fome e sem correr o risco de assaltar a geladeira na calada da madrugada.

 Gde parte destes ataques vêm muito mais por fome emocional do que fome mesmo. À noite muitas coisas vêm à tona na nossa mente, principalmente se o dia foi estressante. E mesmo que tenha sido calmo é à noite que alguns sentimentos/sensações se apresentam mais declaradamente: solidão, mágoa, saudade, ócio...e aí, sem segurar a onda, vamos querer compensar, “tapar o buraco”. Mas este buraco não tapa c/ comida, vc come e continua c/ “fome”. Aí engorda, fica triste pq comeu e engordou,  come mais...se sente um dragão na hora do ataque e depois se sente um dragão em cima da balança!

Já passei por isso, antigamente acordava p/ beliscar, faz muito tempo, já quase morri entalada c/ um doce certa vez!

Veja se a comida está ocupando mais espaço nos seus pensamentos do que deve, se vc está comendo sentimentos, misturando tudo. Qto mais vc conseguir entender o que motiva a gula noturna, mais facilmente se livrará dela. Se a gente compreende a questão, trabalha-a melhor. 
Li que as principais vítimas da comilança noturna são mulheres perfeccionistas, ansiosas, inseguras, depressivas e muito preocupadas c/o corpo. São 8 ou 80 em tudo, do tipo que ou come o pacote inteiro de biscoito ou nenhum. Não se vê capaz de comer 1 ou 2 e ficar saciada. Interessante!

Prefiro me conter a abrir mão inteiramente do que gosto.Comer 1 fatia do pudim se der vontade, a abrir mão por medo de exagerar, pq eu já consigo não exagerar QUASE sempre. Isto faz me sentir no controle, gosto desta sensação. Mesmo que não me controle e depois tenha que arcar c/ as conseqüências, quero ser a responsável. Não comer e ficar pensando em como devia estar bom é que não se parece comigo. Mas nem todo mundo é assim. Há gente que é como o alcoólatra, basta o 1º gole, no caso a 1ª dentada. E à noite, qdo todos os gatos são pardos fica mais fácil dar o bote, infelizmente um bote que só prejudica. Geralmente quem faz isso garante que faz dieta, durante o dia se controla, mas à noite vai à forra. Sabe o que está fazendo, mas não se sente apto a parar. O problema pior é que come qquer coisa, não seleciona. Este vazio que tenta encobrir c/ comida, qdo não é mesmo de falta de uma boa nutrição, leva a estes ataques e geram depois queda de auto-confiança. Vem a culpa, sensação de “eu não tenho jeito”, não sou confiável.
Há muitas coisas que nos trazem prazer, além da comida. PARE DE CRER que só comida sacia, alegra, satisfaz.  Há muita coisa onde descarregar tensões, preocupações, aliviar a alma, distrair a atenção da comida. Uma boa caminhada é terapia das boas. Dançar é maravilhoso. Até em casa, sozinho, ponha um CD alegre e dance, sem medo de ser feliz, se solte, grite, cante junto, pule! Chore se der vontade, descarregue! Ligue p/ alguém que vc gosta, ponha o papo em dia, como é bom! Leia/releia um livro, veja um filme! Mas por favor, sem a pipoca do lado né? Rs Ou então c/ pipoca light, na medida. Sente-se só? Procure uma boa companhia! Visite um amigo ou convide-o! Não é possível hoje? Então, aprenda uma coisa que eu aprendi: Vc não está nunca sozinho! Além de Deus, vc tem a sua própria companhia. Qdo estou sozinha em casa e alguém liga e diz "- está sozinha?" respondo: Não, estou comigo. E estou, ué! E eu não sou alguém?
Tenho prazer na minha própria companhia. Converso comigo, entro em contato c/ minhas emoções e lembranças, rio/choro sozinha. Venho blogar, ler,  ouvir música, brinco c/ meu cachorro, ligo p/ alguém ou vou dormir se percebo que meu mal é sono. Tem horas que o tédio dá vontade de comer, mas eu já consigo muitas vezes vencer, e
stá sendo possível pq encaro, entendo que pode levar a insucesso, tô fora!
A gula noturna não existe por si só, não é causa e sim conseqüência e se não vc não está conseguindo superá-la, pode ser legal procurar ajuda, terapia, pq tudo que leva vc para a frente, que lhe ajuda a se conhecer e se aprimorar, é bacana.

Hoje foi dia de VP, fui rapidinho, nem fiquei p/ reunião, falta de tempo. Mas emagreci! Peso oficial, semana que vem, o da nutri. Senão fico doidinha...rs Beijão



 Escrito por Beth ?s 12h29
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   SAÚDE, TRANQUILIDADE, APRENDIZAGEM CONSTANTE

E à medida em que o tempo passa, vou contabilizando meus ganhos e aprendendo c/ os tropeços. E tropeçando menos, embora não haja a ilusão de que nunca mais darei topadas, afinal, sou humana e longe de mim virar uma chata_neurótica_cricri_de_plantão, se às vezes eu fico meio assim, podem ter certeza, 'tô' de olho, bem mais que ser vigilante do meu peso, faço questão de ser normal...
Mas o normal vai mudando né? O que antes era normal, hoje é uma exceção, em alguns segmentos da vida e, na questão da alimentação, as mudanças são bárbaras. E positivas, claro.

Domingo comi um pouco mais que o meu normal. Não por fome, o olho é que cresceu. Nada absurdo: uma colherada a mais de nhoque que não me pesou em nada na consciência, me preparei p/ comê-lo, foi minha opção tê-lo à mesa. Mas pesou no estômago, que já não quer mesmo nada mais do que o suficiente p/ saciar a fome real. A salada, um pedaço de carne e uma colher do nhoque bastavam já haviam me satisfeito, mas insisti, repeti e passei o resto do dia 'dando notícias' da massa. Já à noite, lanchei (só p/ constar, pois fome não havia) e foi mais uma teimosia que custou caro. Agora, passei a dar notícias do nhoque e do empadão, aliás quem está empanturrada e opta por um pedaço de empadão à noite, quer mais é sofrer mesmo né? haha

Exagero...só p/ rirmos um pouco...
Mas já passou, estou ótima, já voltei ao controle normal, cada vez é mais natural isso, já que a cabeça não está totalmente magra mas está infinitamente menos gorda e como é ela que comanda o resto...
Chego no shopping e dentre as opções, cada vez menos me passa pela cabeça pegar empanado c/ arroz e fritas, por exemplo. Continuo gostando muito disto, mas no dia-a-dia prefiro sinceramente uma saladinha ou prato mais leve, coisas mais adequadas. Mesmo que complemente  c/ um item um pouco menos light, o que é raro. Deixo isto p/ outra  ocasião em que eu realmente queira aquilo. Aí sim, valerá a pena.

Noto que meus hábitos mudaram ainda mais. Qdo fazia alguma comida que gostasse, provava o tempo todo. C/a reeducação, diminuí isto e hoje em dia, nas poucas vezes em que cozinho, já quase não fico experimentando. No domingo fiz uma farofinha básica p/ meu filho. Antes, ao ficar pronta, enfiaria uma colherada na boca, queimaria a língua, o céu da boca e o esôfago rs... beberia um copão de água ou coca-cola gelada p/ aliviar e ficaria c/ um bolo no estômago me lembrando da minha "arte".
Isto não acontece mais e não é só por consciência, é natural. Reparei isto qdo fiquei na dúvida sobre o sal da farofa e tive que provar, pus um tiquinho de nada na mão e provei, feito 'gente grande', não havia ali nem 1/3 de colher de chá, só mesmo o suficiente p/ sentir o sal. Estava ótima e quem disse que eu senti o ímpeto de pegar mais? Que nada! Ainda fiquei olhando a panela, enqto a tampava e avaliando meu novo jeito de agir, fiquei orgulhosa sim!

E se a vontade fosse imensa, a boca enchesse de água, o que eu faria? Bom, teria 2 alternativas:
- uma, seria inteligentemente procurar o que fazer, desviar a atenção, esperar p/ comer a farofa, se fosse o caso, na hora mesmo da refeição, se ainda desejasse (no meu caso, nem lembrei dela depois). Uma boa maneira de não se deixar envolver pela sedução de uma comida que, cá entre nós, não pode e NÃO É mais forte que nossa vontade.
- a segunda alternativa seria ceder sim, conscientemente, enfiar a(s) colherada(s) na boca e contar os ptos, compensar de alguma forma no resto do dia. Mas vejam bem, valeria a pena? Pq naquele momento, estaria simplesmente cedendo a um hábito- bem mais que a um desejo, estaria desperdiçando a oportunidade de comer depois, c/ calma, saboreando, sem preocupação, sem ansiedade nem culpa, já que em reed. alimentar não há proibição, só controle! Então, comeria ali, sem nem sentir direito o gosto, sem guardar o prazer do alimento...será que valeria a pena? Pode ser que sim... pode ser que não. Mas fica aí algo p/ pensarem. Qtas vezes nos atrapalhamos no nosso processo só pelo fato de não avaliarmos direitinho o "vale a pena x não vale" na hora de ceder ou não a um impulso.

Não falo de ficar babando algo, desejando e se privando, isto não tem nada a ver. Mas muitas vezes, não se come por desejo, fome, vontade real e sim por ansiedade, impulso, compulsão. Se conseguir segurar a onda na hora H, muita coisa há de melhorar. Principalmente, a auto-confiança, a segurança de que pode, sim, aguentar firme, esperar um pouco p/ comer direito.
Afinal de contas, quem manda em quem? Quem é que tem mente, consciência, vontade, capacidade de pensar e decidir? Nós ou a comida?

Nada acontece sem a sua permissão, dizia sempre um amigo meu. E é verdade. Não adianta dizer: ah, eu não queria mas na hora fui lá e comi. Se comeu, é pq queria. Não queria comer, mas tb não quis segurar a onda, não quis evitar, não quis tentar desviar a atenção p/ outra coisa. Falta pouco para o almoço, logo vc vai sentar e saborear a refeição, por que então não esperar ao invés de atacar antes da hora e depois comer de novo ou ficar sentindo vontade mas pela lembrança de ter feito antes já não come direito e, assim, transformar uma hora sagrada e agradável num martírio?
Qdo faço, assumo: fiz.
Cada vez mais eu quero ceder sim, mas apenas qdo assim eu resolver, mas pela vontade, pelo desejo, não simplesmente pelo hábito. Não assim, quase sem sentir e, consequentemente, sem curtir do jeito que mereço, algo gostoso.
Vou comer sim o doce, o salgado, o que realmente me der vontade, porém QUANDO e SE tiver realmente vontade e sempre avaliando, previamente, se vale a pena, não só pelo emagrecimento, mas pelo bem-estar em geral. Bem-estar não só físico, mas emocional. Que ninguém merece e muito menos eu mereço ficar pra baixo por causa de comida...

Sim, vou contabilizando ganhos bacanas. Aprendendo a comer novas coisas. Outro dia o brócolis, agora a couve mineira. Sem hipocrisia, não vou dizer que passei a amá-los. Mas já os aceito como forma de me nutrir bem, garantir mais colorido e saúde ao meu prato, abrir meu leque de opções e tb minhas possibilidades futuras, pois embora ainda falte bastante, já penso na minha manutenção sim. Enqto batalho para encerrar este ciclo, planejo o próximo, assim cada vez mais impregno na minha mente, na minha alma a crença positiva de que vou chegar onde quero e de que me

Que tal? 7 de Setembro, Independência do Brasil. Aproveitar p/ pensar na nossa independência emocional de comida em excesso, que tal isso hem?

Beijos e ótimo feriado!



 Escrito por Beth ?s 08h34
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   EU VALHO O ESFORÇO!

Esta frase ficou na minha cabeça. Eu a ouvi neste sábado, nos únicos 5 min finais que assisti, do programa da Oprah (GNT), que ontem era sobre Gordos. Oprah, que eu soube que viveu o efeito sanfona me 'pegou de jeito' qdo, falando de si mesma, mencionou o qto antes era totalmente dedicada aos outros, sempre pronta p/ se doar e fazer o melhor por alguém. Mas qdo chegava a vez dela, qdo o esforço era por si mesma, esmorecia. Achava, talvez, que não valesse o esforço. Agora, diz ela, sabe o qto estava errada. O qto tem sim que se cuidar, se amar, se dar o melhor. E disse a bendita frase que me encantou: "Eu valho o esforço".

Na mesma hora, pensei em mim mesma e tb em muitas amigas antigas e novas, do convívio pessoal e da blogosfera. Coisas que vejo claramente ou impressões que tenho, outras que estão disfarçadinhas (como gato escondido c/ rabo de fora). E tb claramente expressas em conversas, posts, comentários, e-mails e até no silêncio. 
Não posso generalizar, mas é fato que c/ muita gente é assim, sim! Capaz de qquer coisa p/ ver a pessoa amada feliz, seja o marido, namorado, filho, pais, um amigo especial. Nenhum esforço é medido, qtas vezes, p/ ajudar alguém. Palavras amigas, incentivo, ajuda de todo tipo, qto vc é capaz de empurrar alguém p/ frente, estimulando este alguém a crescer, amadurecer, alcançar aquilo que quer, que precisa, que merece? Qtos sacrifícios vc é capaz de fazer p/ ser o agente de força a alguém que precisa? Qto vc é capaz de se doar até p/ um desconhecido necessitado, num ato de amor ao próximo?
Volta e meia até nós mesmos nos surpreendemos c/ o qto somos fortes diante de tanta coisa! Qto de dificuldade superamos, qtas barreiras sobrepomos qdo é p/ ajudar alguém? E por que? Pq sabemos o qto é importante, é bom, fazemos por amor, amizade, carinho, solidariedade, compaixão!
Então por que, qdo chega a sua vez, faria tudo diferente? Por que esmorecer, não se esforçar tanto qdo é p/ seu próprio benefício? Vc não merece? Não vale a pena? É sacrifício demais?
E eu concordo c/ a Oprah! Sempre achei que eu valia a pena mas demorei a ver que empreendia todo o esforço em prol de mim mesma p/ tudo, menos p/ dar um jeito na questão do obesidade que acabou se instalando por tanto tempo.
E qdo resolvi que eu valho o esforço tb p/ isso, foi que entrei de corpo e alma nesta história e hoje venho colhendo os frutos desta mudança de pensamento/atitude.
Digo sempre que tudo tem o tamanho que atribuímos. Dificuldades existem e existirão sempre, p/ tudo na vida aparece obstáculo, dúvida. E encaramos c/ coragem qdo entendemos que vale o esforço. Aí, pode ser o que for, a gente sofre, a gente sua, mas batalha e dá a volta por cima.
Então, conclui-se que o tamanho da dificuldade é a gente quem dá e ele é inversamente proporcional ao tamanho como vemos nosso potencial, garra, capacidade. Qto mais nos vemos poderosos, mais enxergaremos os problemas como coisas que podemos vencer.

E mais: qto mais achamos que valemos a pena, que merecemos beneficiar a nós próprios, nos esforçarmos por nós mesmos, mais cresce nossa determinação e persistência e diminui o tamanho da dificuldade.
Enxergamos algo como sacrifício na medida INVERSA de como enxergamos nosso valor.

É assim: Quanto mais me valorizo, mais acho que mereço meu próprio esforço e aí, já não acho que seja tanto sacrifício ter quem me controlar, prestar atenção no que faço e não faço, no que como e não como, no quanto como, na contagem dos pontos, na orientação da nutri, fazer a ativ. física, enfim, tudo que me leva ao que quero alcançar. Então isto tudo fica tão simples, fica tão pequeno diante do benefício, do valor que dou a mim!
Do mesmo jeito como a gente faz c/ quem ama, a gente se dedica, a gente não mede esforços, a gente acha que vale a pena.
O sorriso de uma criança, o olhar carinhoso do seu amado, a alegria dos seus pais, a parceria de um grande amigo, a sensação boa de ter ajudado alguém, contribuído de alguma forma p/ que outras pessoas se sintam aconchegadas, felizes, abrigadas pelo seu amor, pelo seu esforço e abnegação, muitas vezes, tudo isto é bom de sentir.
Mas por que não sentir isto tb com relação a si mesmo? Por que não se permitir dar a si mesmo o máximo tb, por que abster-se do prazer da sua própria realização? Você não vale o esforço?
Ah, eu valho sim! E foi isso que me encantou. Na hora que a Oprah disse esta frase, eu pensei: É isso. Eu valho o esforço e é por isso, por esta consciência tão forte que possuo disto, que eu estou vencendo mais esta!

Ao encerrar o programa, ela chamou um cara trazendo um embrulho coberto e, ao tirar o pano de cima, o que era? Um pacote c/ 11 kg de gordura! Ali, empacotado, aquele monte de banha me deu uma impressão tão ruim...eca!
Fiquei nauseada enqto ouvia a apresentadora falar sobre o qto aquilo dentro da gente faz mal e que todos podemos eliminar, tirar aquilo de dentro. E eu olhei bem o pacote de gordura na tela e mentalmente, multipliquei-o por 4, imaginando o tamanho dele se pesasse 45 kg, que é o que eu já eliminei até hoje, considerando meu peso máximo e o último apontado pela balança, na 4a feira passada.
Fiquei boba! Uma coisa,imaginar a banha, vê-la empacotada e saber que aquilo tudo já saiu de dentro de mim. Não saiu de repente, foi pouco a pouco.
Foi de kg em kg, de grama em grama. Saiu um pouco mais numa semana, um pouco menos na outra. Saiu e voltou, algumas vezes, um pouquinho. E saiu de novo. E só continua saindo pq eu não desisti. Pq eu insisto, eu persisto. Independentemente de dificuldades, problemas (sim, eu os tenho aos montes, sabiam?), platôs - todos vencidos e o último, vcs sabem, está ainda sendo devidamente chutado pro alto, eu continuei indo em frente. Acreditando em mim. Por amor a mim, acreditando principalmente que EU VALHO O ESFORÇO. E assim, já não é mais esforço. É prazer. É presente p/ mim mesma. Eu mereço.
E cada um de vcs também, podem ter certeza.
Pensem nisso cada vez que pensarem em sentar, deixar pra amanhã, pra semana que vem, as atitudes que lhes beneficiam. Sejam sim bacanas com as pessoas que as cercam, doem-se amorosamente sim, mas peraí, aos outros mas principalmente a si mesmos! Vocês valem o esforço!


Recado: Visitem Liane que acaba de chegar na blogosfera! Sou madrinha deste blog, que chique eu hem!
Beijos e uma semana iluminada para todos!



 Escrito por Beth ?s 20h05
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- Como nos tornamos sábios, mestre?
- Quando fazemos boas escolhas.
- E como fazemos boas escolhas?
- Através da experiência..., diz o mestre.
- E como adquirimos experiência?
- Fazendo más escolhas.

Isto é interessante, e serve p/ pensarmos um pouquinho e p/ não ficarmos nos abatendo a cada erro, a cada opção indevida. Claro que sempre irei incentivar boas escolhas, acertos, sucesso total em tudo que nós fizermos. Mas é claro que vou tb sempre ressaltar que podemos aprender c/ tudo e não tem erro que não ensine a acertar. Só se a gente não quiser ver. Aí, é questão de ficar escorregando sempre na casca da banana, em vez de evitá-la, não é?

Mas o fato é que se a cada deslize a gente se permitir desanimar, não sai do lugar, repito sempre e é por isso que não me dou chance de entrar nesta furada.
Com cada erro cometido, aprendi bastante, em tudo na vida, qto mais no processo de emagrecimento. Fiz ótimas escolhas muitas vezes e, algumas vezes, péssimas. Por isso, muito do que venho p/ cá conversar é bastante familiar a quase todos vcs, pois são coisas vividas, coisas muito comuns, a gente passa ou já passou ou ainda passará por muitas coisas bem semelhantes nesta jornada.
Então, galera, é assim: escorregou, segura p/ não cair. Caiu, levanta e segue.

Vejo muita gente parando de fazer o melhor possível pq errou ontem, anteontem, semana passada... aí só encomprida o trajeto, andando p/ trás. Como se fosse um castigo que impõe a si mesma: "Errei, então vou me castigar, fazendo tudo bem errado mesmo, assim eu me ferro de vez, acabo de engordar e fico ainda com mais raiva etc. e tal"... vixe... que isso minha gente?
Mas tem um lance que tb acontece e precisa de atenção. Noto muita gente que está indo bem, fazendo tudo muito direitinho, conseguindo bons resultados e aí, de repente, dá aquela bobeada básica, sem nem conseguir explicar o porquê. É um tal de “eu ia muito bem, estava ótima e tal, bla bla bla e de repente qdo vi já estava fazendo tudo errado e tal...”. Descuido.
Acontece c/ qquer um. Mas descuidou, torna a cuidar. E aprende que não pode mais descuidar tanto. E cada vez mais, descuidará menos.
E o caso de quem está fazendo tudo bacaninha, resultados ótimos, está feliz da vida, já percebe resultados na roupa, na balança, ouve elogios e tal e aí... de repente... dá aquela brochada meio “sem ter nem porque”, desanima, para no meio do caminho, não sabe se vai adiante, se volta, se fica ali...

Nesta hora, é importante refletir muito. Muito mesmo. Pensar no que pode estar levando a pessoa a botar o pé no freio justamente qdo está indo numa boa na direção certa. Auto-sabotagem? Talvez, mas porque/? Identificar que está se boicotando não é tão fácil, nem tão difícil, mas descobrir os porques é que é a questão. 
Sei de caso em que a pessoa desanimou pq estava fazendo tudo pensando em agradar a outro e não a si mesma, em 1º lugar. Aí a outra pessoa pisou na bola, fazendo c/ que a motivação desta fosse pro brejo. Sei de caso em que a pessoa se desencantou pq esperava um determinado resultado em X tempo e como o resultado, embora positivo, não fosse exatamente o que queria, se ressentiu e parou. Sei de tudo que é tipo de situação, até pq no passado, muitas delas eu vivi. Embora estivesse na estrada errada, tendo até sido bom eu interromper o trajeto naquela época (remédios, tratamentos ineficazes e perigosos etc), pelo menos eu tenho hoje certeza de vários fatores que me desanimaram naquelas ocasiões. Fora a insegurança do método adotado, que por si só já me atemorizava e fez muitas vezes eu parar tudo, puxando o freio de mão, muitas vezes foi pq meus critérios, meus parâmetros p/ avaliação, meus ‘motivos’ e meus medos fossem outros e fossem muito ruins.

 Já mencionei isto várias vezes, mas hoje quis retomar, talvez em função de coisas que venho ouvindo, lendo, percebendo acima de tudo. E que são coisas normais, quem sente isto não é nenhum ET de Varginha, é gente, ser humano, passível de erros, equívocos!
E como vejo em rigorosamente todo mundo o potencial p/ dar a virada, então está aqui a sacodida amiga.
Se perceber o desânimo se aproximando, dê um peteleco nele logo, não permita que se instale. Substitua a ameaça de sensação ruim por pensamentos firmes e positivos, por imagens na sua mente daquilo que vc quer conquistar, que vc vai poder fazer, vestir, apegue-se ao seu sonho c/ tanta força que a ameaça vai ficar pequenininha, sair c/ o rabinho entre as pernas.
Mas se vc se distrair e a ameaça virar fato, se o desânimo chegar e se instalar, lute bravamente, pois vc é mais forte que tudo isso. Lute apegando-se ao que quer, mas lute tb do jeito mais bacana, que é conhecendo o inimigo, descobrindo o motivo dele estar ali assombrando vc, tentando lhe tirar do caminho. Pare e pense, sem medo, mesmo que doa um pouco: do que estou fugindo? Pq estou evitando me dar algo que quero tanto? Pode ser tanta coisa! Mas descobrir vai ser bom! Pq descobrir vai livrar vc do medo. Qdo a gente sabe direitinho do que está fugindo, fica mais fácil, muitas vezes verá que em vez de fugir, pode enfrentar e aí, ninguém mais te segura.

Enqto isto e até mesmo depois disso, a gente vai errar sim. Mais ou menos vezes, erros mais sérios ou mais simples. Pq somos aprendizes. As más escolhas nos levam tb ao crescimento, embora pelo caminho torto. O importante é realmente aprender p/ não ficar repetindo-as. Senão, “ai meu Deus, outra casca de banana, vou cair de novo” hahaha

Recados: 1) Galera de SP, a Sandra (vejam no comentário no meu post anterior) é uma nova amiga light que está querendo se corresponder com blogueiras light de Sampa!  2) Tem gente nova na blogosfera light e tem a amigona Cátia retornando, vamos dar uma força? Tem blog novo na lista, confiram!

Beijos e ótimo fim de semana!


 Escrito por Beth ?s 09h20
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   MAIS UMA VITÓRIA!

A 4a feira começou muito bem. Consulta c/ a nutri às 9h. Como sempre, foi ótimo o papo c/ ela. Cada dia gosto mais da Dra. Renata, pela atenção, compreensão e acerto nas orientações. E principalmente por ela respeitar/gostar do VP, assim consigo conciliar direitinho, sem dificuldades, o programa do VP e suas orientações, que são totalmente compatíveis. Uma coisa me ajuda a levar da melhor maneira a outra. Então, subi na balança e ela, novamente, me presenteou c/ lindos 94,9 kg. Status atual:

Do meu peso máximo (140 kg): - 45,1 kg
Do meu peso de início no VP (135,4 kg):
40,5 kg
Para a meta VP (77 kg) faltam agora: 17,9 kg 

A tabelinha aí ao lado está atualizada. Tive vontade de dar beijinhos na Filizola e confesso, não resisti e fiz um carinho nela haha!  P/ quem ficou de mal c/ a balança tantos anos, é muito bom agora tê-la como amiga. As medidas tiveram redução considerável tb. Depois dessa, trabalhei c/ o dobro da disposição, né?
Na hora do almoço, encontrei meu marido, ele me convidou e almoçamos juntos e ele me esperou no shopping c/ um presentinho, prêmio pelo ótimo resultado, uma carteira de dinheiro muito fofa, é que ele ficou estarrecido ao ver o estado da minha na bolsa, qdo foi lá pegar algo p/ mim...rs Vou começar a deixar outras coisas bem caidinhas que eu tenho, bem à vista, p/ ele ir repondo, o que acham? haha Não posso me queixar, o que falta p/ meu amor é grana, pois ele dentro das possibilidades está sempre me mimando. E por onde passa, dá uma espiadinha p/ depois me dar dicas: "Gatinha, no bairro X tem uma lojinha c/ umas blusinhas bonitas na vitrine, acho que vc ia gostar"..."Morzão, vi sunkini lá perto de onde dou aula, a gente pode ir lá dar uma olhada". Assim como sempre contei c/ a solidariedade dele nos momentos de platô. Isto chama-se interesse, parceria. E é um ingrediente fundamental na receita de sucesso do meu processo.

Estava avaliando hoje meu comportamento atual, até comentei com a Déia no msn, eu continuo c/ pouco apetite, o que é ótimo. Mesmo assim, me alimento direitinho, mesmo em pouca qtde de cada vez, procurando não deixar faltar nenhum nutriente. Posso comer de tudo, mas muitas coisas que me fissuravam não estão me atraindo tanto, os velhos hábitos estão realmente virando exceção. Não consigo pensar em comer sem fome, não consigo imaginar comer p/ compensar nada. Andei me chateando sim, tive uns aborrecimentos, uns stress e em nenhum momento senti o impulso de recorrer à comida, e não foi como antes, um exercício de conscientização, foi natural. Isto é confortante. É indicador de mudança profunda. A sombra da antiga Beth fica cada vez mais p/ trás.

Vão ficando p/ trás crenças negativas do passado, hábitos ruins, má administração de sensações/sentimentos, acomodação etc. Tudo isto dá lugar a uma consciÊncia cada vez maior, uma natural tendência a fazer sempre o melhor POSSÍVEL, desde a escolha dos alimentos à conduta em geral. E sem dor. Sem sacrifícios maiores, sem achar que sou uma sofredora pq preciso/precisarei me cuidar sempre. Está sendo um prazer me cuidar. É uma prova de amor a mim mesma. Isto reflete na maneira como encaro muitas situações adversas, aturo pessoas nem sempre tão agradáveis, contorno momentos que antes me irritariam em dobro. Não, não virei a Madre Teresa, apenas melhorei um bocado.
Me valorizo cada vez mais e assim, não fico deixando que qualquer coisinha me tire do sério, pelo menos não mais do que a conta. Até uns "cutucões" sem graça que vêm de gente amiga e que antes me irritaria, hoje me fazem rir, sentir um tantinho de pena de a pessoa estar perdendo seu tempo procurando desestabilizar o que é estável, firme, verdadeiro. E vou seguindo, aprendendo, sempre me vendo como aprendiz que sou e serei sempre. É o grande barato da vida!

Me desculpem se em alguns posts eu dou uma massageada bacana no meu próprio ego, mas faz parte da minha auto-avaliação e motivação e não teria graça eu me sentir vitoriosa, feliz por um avanço importante e ficar cheia de dedos p/ vir aqui compartilhar! Até pq a intenção sempre, além de compartilhar a alegria, é mostrar que todos podemos ter estas vitórias! Eu comecei esta caminhada com mais de 60kg a serem eliminados, eu só sabia que eu tinha que seguir, p/ um dia chegar lá.
Eu ainda não cheguei mas a cada dia estou mais convicta do quanto vale a pena e de que chegarei sim. E insisto nisso. Pq me entristece ver gente se lamuriando, em vez de batalhar c/ garra, garra que possui, que só precisa despertar. Mas isto é assunto p/ o post de amanhã, que já está pronto mas eu deixei p/ depois, eu não ia perder a chance de vir contar sobre meu peso novo ah não ia mesmo rs 
Preparem-se, pois virei p/ dar uma sacudida no povo que escorrega e fica no chão tá? Mais uma né...mas eu adoro puxar orelhinhas... rsssss Mas é por uma boa causa, é para que todo mundo possa sentir-se assim, feliz como estou me sentindo. E porque vcs merecem o melhor. São companhia "das boas" para mim, me apoiam sempre que preciso, vibram com meu sucesso e enxugaram várias vezes minhas lágrimas, então eu faço questão de tb estar por perto para o que der e vier, dizendo: Presente!

 

Atenção blogueiras cariocas e simpatizantes (rs), vem aí o 8º encontro, olhem o selinho lindo (obra de Marselinha e seu amor Vi):



 Escrito por Beth ?s 08h30
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Meu perfil
BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Livros, Praia, Dançar, Curtir a vida
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EU ERA ASSIM  

ESTOU ASSIM Meu nome ? Elizabeth, sou conhecida como Beth
Analista de Sistemas, especialista em Metodologia, Processos e Qualidade em TI, Ger?ncia de Projetos,An?lise de Neg?cios, Auditora ISO, sou leonina do dia 10/08, carioca da gema, moro na minha na cidade maravilhosa (RJ), adoro fazer amizades, sonhar, ler, escrever, sou casada c/ Vicente - meu grande amor, m?e do Alexandre, um filh?o maravilhoso, que ? universit?rio e "boadastra" da Mimi, minha enteadinha adolescente linda a quem chamo aqui de filhotinha.

Meu e-mail: beth.ebprs@gmail.com
Meu MSN: ebprs@hotmail.com



Objetivo deste Blog: Compartilhar meu processo de reeducação alimentar e mudança de hábitos que resultou no meu emagrecimento, me tirou da obesidade mórbida e me ensinou e ensina tanto!



Meu processo: Fui beb? 'cheinho',crian?a de peso normal, na adolesc?ncia tinha ?timo corpo. No in?cio da fase adulta comecei a engordar c/facilidade em fun??o de uma mudan?a p/ pior dos h?bitos alimentares e tb devido a dificuldade que tive em enfrentar alguns problemas pessoais, decep??es e m?goas que se transformaram em Kg a mais (eu as COMI). Durante anos optei por m?todos indevidos, tomei rem?dios, f?rmulas, inje??es, fiz dietas mirabolantes e isto tudo me ajudou a virar uma sanfona que cada vez abria mais e fechava menos. Cheguei ao auge da obesidade c/ 140 kg e dei o basta. Primeiro, fiz um pequeno controle que me ajudou a emagrecer quase 5 kg. Depois, entrei para o Vigilantes do Peso, onde emagreci 53kg c/equil?brio, seguran?a e muita alegria. Aprendi muito, o caminho foi t?o importante quanto os resultados. Eliminei 53 kg com o método do Vigilantes do Peso e atividade física. Aumentei depois alguns kg e agora prossigo, para reconquistar a minha meta e mantê-la para sempre.

Cr?ditos Imagens: Google
Comunidade no Orkut!


Comunidade Orkut: Eu sou f? da Beth - A Conquista! criado com carinho pela amiga Lili (obrigada, lindinha!)
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=2052374


 
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