Conquista

UOL
    
Selo lindo carinhosamente elaborado por Marina! Valeu lindona!
P/quem ainda não sabe, a proposta é a cada kg eliminado até dezembro, doar EM DOBRO alimentos p/ uma família ou instituição carente.Vamos eliminando o que não nos faz falta e transformando em algo vital p/ tantos irmãos necessitados!
E a gente se motiva em dobro tb não é?
Iniciativa inspirada pela bonita atitude da
Ana, que comemorou desta forma os primeiros 5kg emagrecidos.

O POST DESTE SÁBADO ESTÁ AQUI EMBAIXO....vai lá ler, vai...rsss



 Escrito por Beth ?s 22h03
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   A VIDA E O BARCO ... (Autor desconhecido)

”A vida é como um Barco, que navega sempre ao gosto do Mar.
Cai nas cachoeiras, bate nas pedras e vai seguindo para onde, ninguém  sabe...
A Chave é abrir os olhos e verificar que neste Barco existe um Leme!”

Desde pequena, sempre gostei de estar no controle de tudo na minha vida, ter e exercer o poder de decisão, escolher os rumos a tomar ou a evitar, o que fazer ou não fazer, enfim... Os familiares diziam que eu tinha cabelinho nas ventas. Porém, já na fase adulta, deixei algumas vezes de me apropriar disto que é meu direito e, mais ainda, meu dever naquilo que me diz respeito, me deixei levar pela maré, vi meu barquinho perdidão, me sentia vítima, não via saída.Cedo ou tarde eu despertava, saía da acomodação, reencontrava e as rédeas da minha vida e mudava tudo.
Há situações nas quais eu não posso ter o controle total, dá aquela sensação de impotência mas, na verdade, não é uma incapacidade minha e sim algo maior que precisa de mais do que minha vontade. Aprender que posso muito, mas não posso tudo é duro e, ao mesmo tempo, libertador, já que tira de mim um peso maior do que eu devo carregar. Ensina que eu tenho limites, posso ampliá-los, mas há situações em que não cabe mais segurar sozinha a onda. E aí, em vez de me sentir pequena e fraca, tenho que admitir minhas limitações, entender que tb é forte aquele que reflete, para de dar murro em ponta de faca e busca meios eficazes e seguros p/ enfrentar a batalha de um jeito melhor e vencer. Mas é p/ que pegar firme a responsabilidade, agir!  Ou ficar no mesmo lugar, mas sem choro nem vela, sem me achar coitadinha pois, se tenho condição de fazer a coisa acontecer e entro numa de ‘não consigo, não posso...’ então quero mais é ficar ali, sem evoluir.

Vejo neste processo de emagrecimento muita gente se colocando em situação de inferioridade diante das dificuldades, tentações, velhos hábitos. Eu tb escorrego às vezes diante disto, mas não por me achar menor que eles e sim por bobeira, concessão ou até artimanhas do inconsciente. Mas 90% das falhas acontece c/ consciência, uma vez ou outra, por descuido ou num momento de mais fragilidade a gente vacila sim, mas,se depois continua deixando rolar, não é por força do que vem de fora e sim pq está faltando força no próprio QUERER.

Comparando situações:  Qtas vezes alguém quis um chocolate, uma vontade danada, chegou a sentir o gosto só de pensar e aí fez de tudo p/ obtê-lo, de repente até mudou o seu caminho só p/ passar num lugar e comprar, se deliciar,matar a vontade pensando: Eu mereço! E merece mesmo! Este processo não é penitência e sim reeducação, onde não há proibição e sim controle e se VEZ OU OUTRA sente vontade de comer algo, ela deve ser saciada. Desde que não seja uma vontade diária, senão complica e aí tem que parar e ver qual vontade é mais forte: comer sem regras ou ficar magra, linda e as coisas que isto traz?
Eu queria pq queria uma sandália verde, cismei c/ isto há um tempão. Via uma, não gostava... via outra, estava muito cara...Não tirei aquilo da cabeça até que um dia rodei daqui e dali, comprei, estreei. Fiquei feliz da vida por ter satisfeito uma vontade que não foi demovida por cansaço, preguiça e nem pela consciência de que devia deixar p/ depois, economizando a grana. Meu querer foi tanto, que acabei chegando ao meu objetivo, encontrando algo que queria e num preço que podia pagar.
E todos vcs, certamente, podem lembrar rapidamente de coisas assim que desejaram muito e se viraram ao avesso p/ realizar, não é? Aquela roupa, aquele show, aquele sapato, aquele doce, aquele móvel, aquele brinco....
Agora, qdo se trata do emagrecimento, que é tb um objetivo bacana, já notaram como muita gente já faz diferente? Por qquer coisinha sai do rumo? Qquer evento, chateação, cheirinho bom já faz esquecer a sua vontade, o seu objetivo e esmorecer? E depois ‘sentar’ em cima disso e ficar ali parado, se sentindo culpado e não fazendo o que deve p/ conquistar sua meta?

Será que estamos dando valor, de verdade, em forma de pensamento e atitude a este objetivo, do mesmo jeito que muitas vezes damos às outras coisas que queremos?
Pq não nos sentimos vencidos qdo na 1ª loja que entramos não tem o calçado no nosso nº e continuamos procurando, seja indo em outra loja ou até comprando nº diferente, apertando os pés ou usando palmilha p/ poder saciar a vontade? (já fiz isso!)
Então pq então se dar por fraco e  vencido qdo o assunto é comida? Somos vítimas dela? Não! Ela não tem vontade própria e não pula dentro da nossa boca espontaneamente!  E se um dia a gente exagerar, paciência,o que está feito, feito está! É sair consertando, uai!
Tem gente que diz: A dieta está perdida por aí. E eu digo: Ela não tem perninhas p/ sair passeando, ir embora sozinha! Quem a solta é você, que se esquece de renovar /fortalecer sua vontade!
ATENÇÃO! ISTO É UMA CRÍTICA CONSTRUTIVA E, CASO EU PRECISE, AGRADEÇO SE VCS ME LEMBRAREM DELA OK?
Eu penso assim: p/ muitos, falta foco e fortalecimento diário do seu QUERER. Falta a mesma determinação que existe p/ alcançar outros objetivos. P/ outros, falta atenção e atitude, mesmo que haja uma situação mais complexa, que requeira um auxílio especializado.
Realmente, não temos controle sobre tudo e por trás de um “não consigo”  tanto pode uma acomodação, como uma dificuldade real que necessite de apoio médico/psicológico etc. Mas então tem que ir atrás disso e não deixar o barco sem rumo, cada vez mais perdido.
O barco tem leme, como disse o poeta. Assumir o controle, pegar este leme, é obrigação nossa. Pegar o leme é deixar de ser vítima da própria acomodação ou mesmo da dificuldade real, tomar atitude.  Se apropriar do controle daquilo que se é capaz e, naquilo que não se consegue sozinho, buscar auxílio.  Sempre c/ a mão no leme, mas permitindo neste caso que pessoas/profissionais capazes orientem, ajudem a achar o rumo e a seguir até ele.
Acho que é assim que deve ser. Mesmo que distraia um pouquinho, mude o rumo sem querer, é ABRIR OS OLHOS, pegar novamente a direção, ajustar o rumo e seguir.
É o que estou fazendo. E o barquinho vai...
Tenham um lindo fim de semana! O meu começou muito bem, gastei uma infinidade de calorias dançando/sambando na Fundição Progresso, nesta 6ª até a madrugada de sábado, onde rolaram alguns shows e o principal, lindo e delicioso, do meu querido Zeca Pagodinho.
Beijos



 Escrito por Beth ?s 09h40
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   OI GENTE AMIGA E QUERIDA!!!!

 


Meu amor e eu, Adri c/ a filhota Ariadne e o maridão Osni

Ainda estava inebriada pela alegria do encontro c/ a Adri e sua linda família (foto acima) no sábado e já tive outro presentão. Nesta 3a feira fui ao shopping almoçar, adivinhem quem estava lá? A Gaby, esta gauchinha sapeca que depois que veio morar no RJ ficou dificílima, só foi a um encontro, não tem tempo p/ mais nada, o bloguinho está lá c/ teinha de aranha e tudo! P/ quem é novo na blogosfera: Gaby é da "velha guarda blogosférica light", não pela idade - é novinha, mas por antiguidade mesmo. Foi um dos 1ºs blogs que li, foi uma das primeiras amigas e virou uma queridona mesmo. Ela emagreceu, chegou à sua meta com o VP, é vitalícia e está muito bonita. Vejam a foto que tiramos p/ registrar nosso reencontro!


Gaby e eu, depois de almoçarmos e batermos muito papo

Podem dizer o que quiserem, que feriado atrasa o progresso do país etc. e tal, querem saber? Eu adoro um feriado. Por mim, teria um a cada 15 dias. E nem ligo tanto se for no meio da semana, não dando p/ emendar tudo, é sempre muito gostoso ter um diazinho a mais p/ curtir a família, o sossego, sair da pressão, fazer um passeio ou simplesmente não fazer rigorosamente nada. Ah, eu mereço! Ainda mais com sol, eu hem...nem preciso dizer p/ onde eu corri tão logo acordei não é? Difícil imaginar não é?  Hoje ia lhes apresentar meus bacons abdominais, em fase de 'queima' interna e extena, já que agora eu os exponho novamente ao sol, ainda
 estão branquinhos mas logo estarão pretinhos. Meu marido tirou algumas fotos com o meu celular, mas não acertou muito no ângulo, ficou uma coisa esquisita, do jeito que ele tirou parecia que eu não tinha cabeça hhahahha então eu apaguei tudo, no sábado vou lá e tiro de novo!  Aí conhecerão tb meu tão falado sunkini, que logo vai ganhar irmãozinhos, já que eu e o maridão estamos de olho nas vitrines, quero mais, quero coloridos, quero outros modelos, quero sem alça, quero  lindos!

A praia estava deliciosa, o sol escaldante, a água na temperatura ideal, um pouco forte mas totalmente convidativa, dei bons mergulhos e mais uma vez, me reenergizei. Duas queridas amigas foram ao nosso encontro e rimos tanto, mas tanto, que foi uma terapia mesmo.

Depois do almoço (que aconteceu às 18h), demos uma voltinha c/ nosso cachorrinho, que delícia, adoro passear assim, com meu amor e com o nosso 'caçulinha', é tão bom!

A alimentação está bem controladinha, apenas fiz uma concessão, nem precisava dizer qual foi, mas eu digo, eu simplesmente abri mão hoje, excepcionalmente, da minha porção de batata ou arroz (ou massa) do almoço p/ poder comer meu querido, amado, idolatraso salve salve biscoito Globo (polvilho). É um prazer que vcs não tem noção, eu pareço criança, cada "CREC" no biscoito é quase um orgasmo haha

Estou estudando ainda qual será minha atividade física complementar. As caminhadas diárias estão temporariamente escassas por causa de horário de trabalho do meu marido, vcs sabem que eu caminhava 5:30 da manhã e mesmo assim, há dias em que ele tem que estar muito cedo em alguns lugares distantes, p/ dar aula. E eu  realmente não estou a fim de atravessar o túnel que liga a Copacabana sozinha tão cedo, seria imprudência demais. Faço a bicicleta ergométrica diariamente, é raríssimo falhar, mas a nutricionista me orientou a fazer algo mais, que movimente o corpo todo. Pensei em voltar para a hidro, estou dependendo apenas de conseguir falar c/ o professor, ver se ele continua naquele horário. Há algo que estou querendo muito fazer, mas preciso de uma avaliação, para ver se é bom p/ mim, além disso quero fazer uma aula demonstrativa p/ ver se gosto e se sinto que é algo que pode realmente me ajudar. E se conseguirei horário que não atrapalhe minha rotina de trabalho etc. Não posso fazer musculação, tenho restrições médicas por causa de problema de varizes. No fundo não me queixo disto, pois não gosto mesmo. Mas, não fosse o problema das minhas veias (que se rompem c/a musculação) eu talvez até tentasse. Afinal, tudo tem seu preço. Mas não pago o preço da saúde p/ ficar mais magra. Este processo visa muitas coisas além da estética, embora ela esteja em foco também, claro!

Estou bem mais tranquila, menos preocupada, me cobrando menos e fazendo mais, pq não é cobrança nem aflição que me levarão ao meu resultado e sim a paciência que sempre prego aqui (e procuro praticar) e a persistência (esta ninguém me tira). Mas principalmente a serenidade que andou tentando fugir de mim mas já resgatei, está aqui, segura que só ela, não adianta espernear que não a soltarei mais...

Já publiquei vários posts em que mencionei o qto as dificuldades, conforme a maneira de encararmos e de as superarmos/contornarmos, nos enriquecem, nos trazem aprimoramento.  E eu realmente acredito nisso. E na minha história pessoal, tenho diversas provas de que é assim mesmo.
Na última 6a feira, no salão onde fui cortar cabelo etc., achei a seguinte frase numa revista e pedi ao Vi p/ anotar, queria trazer p/ vcs e hoje ela está aqui embaixo, p/ pensarmos bastante. 
Afinal, qdo enxergamos os tropeços, as barreiras como oportunidade de superação, de crescimento, vamos à luta c/ mais garra e vontade, c/ mais consciência e procurando fazer o melhor, o que é mais correto. Aí, aumentamos nossa chance de vencer e vencendo, nos tornamos mais livres, sem dúvida alguma.

VENCER UMA DIFICULDADE SEMPRE NOS DÁ UMA ALEGRIA SECRETA
POIS SIGNIFICA SUPERAR UM LIMITE E
AUMENTAR NOSSA LIBERDADE
(AUTOR: HENRI FREDERIC ANIEL - POETA ALEMÃO)

 Fiquem com Deus, na 6a feira eu volto ok? Beijocas mil!



 Escrito por Beth ?s 21h18
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   FIM DE SEMANA, AI COMO FOI BOM!

UM AVISO RÁPIDO: O PROG. NA TV NÃO SERÁ EXIBIDO AMANHÃ COMO EU HAVIA DITO E SIM NO DIA 27/10, DEPOIS AVISO!!!


O final de semana foi gostoso. Sábado fez um dia lindo, fui à praia c/ meu gatão e lá fiquei até o pôr do sol. Depois do banho e do 'almoço' (já era noite...) nos arrumamos p/ irmos ao encontro da querida Adri!  


Eu pouco antes de sair de casa p/ encontrar a Adri.

Se eu já amava aquela criaturinha linda sem conhecê-la pessoalmente, agora então mais ainda, ela é um doce, lindinha, amável, queridíssima.

 

O maridão dela é gente boa tb, uma simpatia, eles formam um casal muito bacana. E a filhota então? É linda mesmo e tb ficamos encantados c/ sua inteligência, expressividade e carisma. Como diz a garotada, foi D+ ! Meu marido adorou eles tb, comentou muito o qto os achou legais, ficou entusiasmado c/ os novos amigos!
Sentamos na Pizza Park da COBAL Humaitá, sob os braços abertos e gentis do Cristo Redentor e um céu estrelado e ali papeamos muito, muiiiito mesmo!


Com o maridão dela trabalhando no RJ em breve, já sabemos que muitas vezes nos reencontraremos, sem contar que em novembro está previsto um encontro unindo blogosfera paulista e carioca (e acho que vem mais gente de outros lugares), uau isto vai ser bom!

Domingo o Rio amanheceu enevoado, mas não demorou a ficar ensolarado e lá fomos nós novamente p/ a praia, não adianta, é minha recarga mesmo de energia, de VIDA. Pena que a Marcinha não pôde ir como planejara, mas querida, não faltará oportunidade e se Deus quiser semana que vem o sol nos brindará de novo ok? Curtimos bastante, mas voltamos mais cedo que o normal, o tempo voltou a fechar e embora a gente não ligue muito p/ isto, aproveitamos p/ descansar em casa, curtir um pouquinho nosso cafofo. Só quase não vi o filhão, que trabalhou o findi inteirinho, por conta do estágio que começou semana passada (ele se formará no ano que vem em Publicidade e Propaganda e, modéstia à parte, é um talento!)

E assim, de uma forma simples e tranquila, passei um fim de semana gostoso, leve, cheio de carinho e paz.

 A semana começou bem, estou cheia de energia, estou revitalizada. E como teremos um feriadinho bacana no meio da semana, melhor ainda né? Estou cumprindo direitinho as orientações da nutri p/ as próximas 2 semanas, o outro blog (cardápio) foi atualizado, sinto-me ótima, fiz meus exercícios e estou muito confiante e feliz.
Desejo que a semana seja maravilhosa p/ todos! Despeço-me ao som de Blue Moon, meu marido está ouvindo lá no quarto e gritando: Morzãooo estou dedicando esta música a vocêêêÊ! Eba, vou lá! Beijão!



 Escrito por Beth ?s 09h10
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   PARTE 1: MEU MOMENTO, EM DOIS ESPAÇOS. OS SINAIS...

Um longo post, em 2 partes, peço sua paciência ok?  Esta 1a parte escrevi há 2 semanas. A outra, no espaço abaixo, é atual e conclusiva.


Maus hábitos, são de todo tipo. Dos mais básicos aos mais exdrúxulos. Os absorvemos c/ o tempo, aprendemos sozinhos ou aderindo ao mau hábito alheio: família, namorado, amigos... Os impactos não são os mesmos p/ todo mundo. Até podem ser, mas não aparecem ao mesmo tempo. Tem coisa que a gente até entende, outras não. Os hábitos são assim tb. Um dos maus hábitos do passado distante, que eu achava ter sido erradicado, se manifestou outro dia, o famigerado. Estava é fingindo de morto, ao menor descuido se apresentou, mas dei-lhe uma paulada na moleira. Peguei-o no ato! Vou contar (as meninas que foram ao encontro carioca já sabem):
Eu adoro maçã, é minha fruta predileta, desde sempre. O sabor dela, por si só, é um prazer imenso p/ mim. Não precisaria de nada extra, claro. Mas no auge do meu descontrole, no passado, muitas vezes eu queria algo mais. Pegava a maçã e mesmo que estivesse doce e suculenta algo me cutucava, instigando a incrementá-la.
E o que seria este incremento? Engana-se quem pensa que eu fazia um doce c/ou algo assim, isto seria comum. Eu passava requeijão na maçã. Não combina? Claro que não e quem disse que pensava nisso? Depois comecei a passar maionese. Não, por favor não pare de ler p/ vomitar, deu enjôo né? Pois é, mas a mim dava prazer, um prazer esquisito. É diferente de uma boa salada que leve maionese e maçã, onde geralmente há uma harmonia que faz c/ que fique bom. Eu passava maionese na maçã como se passa manteiga no pão. Agora, preparem-se p/nausear de vez: eu tb passava maionese na goiabada! O gosto acentuado de um sobre o açucarado do outro me fascinava. Agora me arrepia mas antes era o máximo. Gosto de algumas coisas exóticas, mas não assim, gosto de saladas que misturam sabores diferentes, mas existe como eu disse antes, uma harmonia. O que eu fazia, assim sem mais nem menos e muitas vezes na madrugada, era insano.

 

Passou, felizmente. Até pq eu quis que passasse. Primeiro, parei de comer de madrugada há muitos anos, bem antes de iniciar o processo de emagrecimento. Parei até de comer muito à noite, pois houve época em que acordava de madrugada sentindo um troço esquisito que logo associei à alimentação noturna. Hoje não sinto mais nada disso. Aí, estava no micro papeando c/ amigas da blogosfera, qdo fui à cozinha buscar água. Resolvi pegar uma maçã. Abri a geladeira, peguei a última maçã que havia e, ao mordê-la, comentei c/ meu marido: “hum, está sem graça!”. Estava mesmo, era de uma leva que compramos que não estava tão boa. Continuei mordendo-a enqto a minha garrafinha enchia e qdo dei por mim, estava na pia c/ a cx do catupiry aberta, a faca já passando o requeijão na maçã mordida! “Eita que merda é essa...? pensei!” E na hora lembrei deste passado, me toquei que o safadinho do velho hábito estava ali, despertando, fechei rapidamente a cx, guardei na geladeira, lavei a faca, a maçã enfiada ainda na boca, igual uma leitoazinha pronta p/ ir ao forno. Continuei comendo, joguei o miolo fora e vim pensando p/ o quarto, que coisa estranha esta constatação de que a gente não mata facilmente estas coisas, a gente precisa realmente estar sempre atenta! Há anos não fazia isso! Parei p/ pensar no que poderia ter motivado esta atitude tão esquecida...saudade certamente não foi...Aí lembrei da maionese no doce, foi qdo associei isto a uma possível necessidade de dar mais sabor...que talvez algum psicólogo identifique como mais ênfase, um “algo mais” que transcende a questão do paladar. E lembrei que durante a semana eu busquei sempre, mesmo qdo me alimentei mais corretamente, garantir um sabor mais ativo. A salada levou sempre um ingrediente mais forte, mesmo que não calórico. Por algum motivo ainda não identificado, senti vontade/necessidade de EFETIVIDADE, intensidade, algo assim. O que me leva a crer que em algum segmento da minha vida possa estar carente disto sem notar e assim, através da alimentação estivesse inconscientemente tentando compensar.

Perdoem-me os profissionais da área, estou invadindo vossa praia, mas é que sou uma grande curiosa e apreciadora dos estudos da mente, dos meandros do nosso inconsciente e é pena que atentei p/ esta paixão e interesse já na idade madura e em circunstâncias que não me permitem largar tudo e começar de novo, ter uma nova profissão, até eu me capacitar demoraria e eu dependo da grana que ganho c/ minha atividade, graças a Deus p/ a qual sou bem habilitada. Brinco sempre dizendo que estou me preparando p/ seguir este novo rumo na próxima existência.
A vida sentimental felizmente está ótima, aliás desde que conheci meu marido, meu parceiro de vida, companheirão amado. Não falta intensidade e efetividade neste segmento. Família ótima, filhão só me dá orgulho, filhotinha c/ saúde, crescendo, no trabalho tudo indo relativamente bem...
Não sei onde estaria precisando de um sabor mais especial. Nem vou grilar demais, encucar esquenta a mufa e os anos de praia me ensinaram que cabeça quente demais só serve p/ fazer fumaça e fumaça embota o pensamento, atrapalha a visão maior que precisamos ter. O importante no final das contas é: percebi que estava fazendo algo indevido a tempo de parar. E em vez de ficar analisando, tratei de cortar logo o mal pela raiz e procurar entender o que o gerou. Primeiro a ação preventiva: tirar o lance da reta. Depois a corretiva: identificar/cortar as causas, evitar que volte a acontecer.

 Certamente alguém há de lembrar-se de algum mau hábito que já venceu ou está batalhando p/ vencer. Eu tenho muitos, vencidos ou ainda não, como estou encarando de frente estas cutucadas do mau e velho hábito, acho importante mostrar e mim mesma, pois me reforça a lembrança da atenção, do cuidado que preciso ter. E acho a vcs mostro mais uma vez o qto sou como todos e como reajo  bem ou mal a situações que se apresentam, seja pq for.    Continuo abaixo.....



 Escrito por Beth ?s 11h20
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   PARTE 2: MEU MOMENTO, EM DOIS ESPAÇOS. A CONCLUSÃO!

Após 2 semanas de atenção, observação e reflexão, entendi o que estava havendo comigo.  A “pimenta” que faltava era nada mais, nada menos, do que a insatisfação em não me ver evoluindo no meu processo.
Depois de 45 kg eliminados “na raça”, o consciente conseguia compreender o momento do organismo, conseguia me manter totalmente firme, determinada, alegre e confiante. Mas o inconsciente guardava uma grande frustração que eu insistia em não encarar de frente. Mania de ser super-poderosa, de não querer me mostrar frágil, de não querer me VER frágil acima de tudo. Mania de ser auto-suficiente demais.
A consulta com a nutri já rendera um papo muito importante e a conversa c/ o endocrinologista na última 4ª feira foi fundamental e sacramentou aquilo que eu TIVE QUE VER e ADMITIR: Não tenho controle sobre tudo. Neste processo (e em tudo na vida), eu vivo dizendo, há coisas que estão na nossa mão, é pegar as rédeas, assumir e seguir. Mas há coisas que não estão.
Está no meu controle mudar meus hábitos gradativamente, o que já venho fazendo, manter-me disposta, determinada, fortalecer minha vontade e minha paciência, persistir e isto é garantido, eu faço e farei. Não abro mão de cada conquista já obtida e tb não abro mão das que virão. Mas... há coisas que não dependem só de mim. Meu organismo pediu socorro. Meu emocional, ao seu jeito, tb pediu.
Desde 5ª feira, além do programa de reed. do VP (minha luz, sempre), das orientações da querida nutricionista Dra Renata e do excelente endocrinologista Dr Roberto, estou conscientemente fazendo uso de um medicamento p/ auxiliar meu metabolismo, fazê-lo desagarrar-se desesperadamente da gordura que ainda precisa sair e não é pouca.
Imaginem que depois de ter passado de 140 kg para 95,5kg e de IMC 49 p/ 33,8, ainda possuo 44% do meu peso em GORDURA. Ainda sou obesa. E já vinha apresentando, embora tentasse não ver, sintomas de que a ansiedade estava se reinstalando, ela que consegui manter meio distante por tanto tempo, vinha crescendo, manifestando-se discretamente em atitudes, pensamentos, coisas que há muito tempo eu não fazia. Quase não percebi, mas estava há um passo da neurose.


Digo sempre e continuarei dizendo: temos que ter FOCO, atenção redobrada o tempo máximo possível. Mas eu estava exacerbando isto. Estava inconscientemente refletindo, embora quase nunca através da comida, mas de diversas outras maneiras, a profunda insatisfação c/ meus resultados. Me sentindo traída, injustiçada. E uma pessoa que se sente assim e sabe-se fazendo sua parte do jeito que deve ser, acaba minando de alguma maneira seu emocional, perdendo-se um pouco.
Vejo assim: se vc anda, anda, anda e progride, ok. Se vc anda, anda, anda e não progride, avalia e vê que pode andar melhor, que está fazendo tudo errado, ok, vc ajusta e segue. Mas se vc anda direito, se vc sabe que está no caminho certo e não progride, faz ajustes daqui e dali e não progride, acaba se sentindo fraca.

Mas conscientemente, só me sinto forte. O inconsciente é que estava começando a pensar o contrário. Assim, já estava tremendo novamente nervosamente a perna direita por baixo das mesas, como fazia sempre antigamente e agora era algo muito eventual. E muitos outros sintomas.
Me cobrando muito, exigindo de mim uma superação acima das possibilidades do ser humano, por mais valente e competente, esforçado que ele seja.  Admitir isso para mim era como escrever “incapaz” na minha testa.

Hoje vejo de forma diferente e o Dr. Roberto me ajudou. Precisava entender que agora é questão clínica. E que o fato de meu organismo ter criado defesas especiais, através de uma disfunção que desacelerou meu metabolismo, não me faz menos vitoriosa. E me deu um grande alívio baixar a bola, não é fácil a gente fazer isso não, mas qdo consegue, é bom.

Me sinto como o talentoso jogador que faz mil embaixadinhas e quer fazer o dobro por achar/saber que pode, mas o músculo da perna já não obedece mais. E aí, p/ continuar no jogo, tem que baixar a bola, cuidar do músculo, continuar jogando, mas ciente de que o tratamento é p/ que o músculo não pife e o leve à desclassificação – muita coisa pode acontecer se o músculo pifar. Mas principalmente ciente de que sua habilidade, sua vontade, sua força, sua persistência é que o trouxeram até aqui e o levarão até a taça.
É assim que me sinto.
Queria dividir isto com vocês, parceiros de jornada. E me sinto muito bem com isso.
Um beijo carinhoso e obrigada pela mão de cada um, que sinto neste momento apertando a minha. E agora com licença, é sábado, um sol maravilhoso, eu vou à praia! Logo mais conhecerei a Adri, que maravilha!!! Depois conto tudo a vcs!

Bye!!!!!

 



 Escrito por Beth ?s 11h12
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   TANTA COISA P/ CONTAR... NÃO DÁ TUDO! RESUMO DAS NOTÍCIAS DE TERÇA, QUARTA E QUINTA-FEIRA!

Na terça-feira uma TPM fortíssima provocava em mim todas as variações de humor possíveis em espaços curtíssimos de tempo. Como diria aquele robô do antigo seriado Perdidos no Espaço: Perigo! Perigo!  Após almoçar uma comidinha simples, leve e deliciosa num rest. a kg, fui na Líder Magazine dar uma espiada. Uma vontade danada de comprar algo p/ mim. Logo na entrada da loja há uma Casa do Pão de Queijo. Satisfeita c/ meu almoço e c/ a sobremesa (uma barrinha de  banana passa s/ açúcar), ainda assim meus olhinhos brilharam, o capetinha da gula me cutucou dizendo: e aí, bonitona, que tal um tira-gosto hem?

Dei-lhe um peteleco e apressei o passo. Fui direto ao setor feminino, logo estava distraída entre as araras, cada blusinha linda! Uma em especial me chamou a atenção, fiquei encantada. Simples e fofa, de paninho leve e transparente, bem verãozinho, pretinha c/ frisos prateados fininhos, só que a achei pequena (o tam. 48 parecia bem estreito). Não demorou muito estava na cabine experimentando 6 peças. Uma ficou ruim, outras ficaram boas, outra fiquei na dúvida. Mas a tal pretinha coube e ficou linda, eu parecia criança me olhando encantada no espelho e resolvi comprar. Não vejo a hora de estrear, junto da calça e sandália verdes que comprei outro dia, tb ainda não inauguradas. Observei que meu olhar ainda me trai um pouco. Há coisas pequenas que acho grandes e peças grandes que acho pequenas. Na dúvida, é melhor provar mesmo, sem medo. O que couber, será comemorado. E o que ainda não der ou não ficar bem, passa a ser um estímulo a mais p/ a gente ficar firme! Ah, e o 'tira-gosto' que seria uma guloseima desnecessária, virou algo  bem melhor, um presentinho que me dei e que adorei, fez bem ao ego me ver naquela blusa que até algum tempo atrás seria impensável, não só pelo tamanho, mas pelo modelo.


Nesta 4a feira fui trabalhar c/ uma blusa nova que havia comprado em SP e novamente me senti muito gratificada. Me caiu muito bem e talvez pelo modelo e cor, me deixou mais fina. Como já lhes contei, hoje consigo roupas a bons preços, muitas vezes várias peças pelo preço que antes pagava por uma. Por isso, de vez em qdo estou estreando algo, aproveito liquidações, promoções, bancas, nem que seja uma coisinha aqui e outra ali, já dá p/ curtir. Assim, cada estréia tem um sabor especial. Se mulher já gosta de usar algo novo, nesta situação então é melhor ainda, tem gostinho de vitória. E gosto de vitória é bom sempre, qto mais nas horas em que a gente está c/ maior dificuldade de avançar no processo. É verdadeiramente estimulante.
Foi niver do filhão querido, ele foi comemorar com amigos, tanto da faculdade como outros e combinamos jantarmos juntos 5a feira(hoje, já rolou e foi ótimo!). 

Então ontem fui ao cinema c/ meu amor e umas amigas, vimos "A feiticeira", filminho leve, bom p/ relaxar e rir e eu que fui telespectadora assídua do seriado antigo na TV,  gostei muito. Pena que na vida real eu mexo o nariz pra lá e pra cá e nada acontece...rs  Outro dia postei sobre meus sonhos de princesa, qdo menina. E ontem, saindo do cinema, me deliciei lembrando que em tempos seguintes, em função do tal seriado, passei a sonhar em ser uma bruxinha  tal qual Samantha. Sonho dourado estalar os dedos e a casa estar linda, brilhando, tudo no lugar. Lembrei que já adulta e caminhando p/ a obesidade, não foram poucas as vezes em que imaginei como seria gostoso estalar os dedos, mexer o nariz ou o que fosse p/ imediatamente ficar c/ o peso ideal, o corpo lindíssimo etc. Nada mal hem? Mas é ficção. Na realidade a gente tem mesmo que fazer acontecer, o estalo não é nos dedos e sim na cabeça, e funciona. Não é passe de mágica, mas provoca mudanças fantásticas. Gradativas, muitas vezes mais lentas do que gostaríamos, porém nos trazem oportunidades que vara de condão nenhuma proporciona, de crescimento e aperfeiçoamento. Afinal, não adianta muito ficar mais magrinha e bonita e não estar aprimorada p/ manter isto e p/ aproveitar do melhor jeito. 
Antes do filme, um jantarzinho leve, ambos comemos cesar salad e quiche de camarão. Depois do filme, fomos na Líder do shopping, pois eu havia comentado c/ meu marido sobre uma das blusas que havia provado no dia anterior e ele, muito fofo, tinha ido ver antes de eu chegar p/ encontrá-lo mas não sabia qual era. Então fiz 'o sacrifício' de mostrar a ele, depois fui provar e ele ao me ver c/ ela aprovou muito e assim eu ganhei a blusinha, ele pegou e foi logo p/ o caixa pagar yupiiiii. Ela é rosa, de malha, tipo camiseta de alça, sendo que tem um sutianzinho embutido (só na frente), então o seio fica muito bonitinho. Como o meu, devido ao emagrecimento, está molinho, c/ a blusa ficou 'outra coisa'... O detalhe: a GG ficou frouxa. A G ficou ótima, mas meu marido sugeriu que eu vestisse a M, p/ ver se não ficava mais justinha. E ficou perfeita! Não que eu já vista M normalmente, longe disso, mas aquela blusa em especial ficou certinha e fez um bem tremendo p/ o ego levá-la p/ casa.

EBA! Neste fim de semana euzinha vou conhecer quem? Adivinhem! A queridíssima Adri! Ela estará no RJ por motivos pessoais e já nos falamos por telefone e trocamos e-mails, vamos nos encontrar, fazer um programinha legal, não vejo a hora de abraçar esta amiga tão querida, ela tb é uma das 1as amigas de qdo cheguei na blogosfera light.

Sobre meu processo: entrei em uma nova fase, após a consulta e conversa seríssima que o endocrinologista teve comigo. Logo contarei direitinho, não é suspense não, é que o UOL tem limite p/ o post e não quero ultrapassar mais de um espaço, senão encho o saco de vcs...rs
Beijocas, amanhã estou de volta!



 Escrito por Beth ?s 21h31
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   COMER É VÍCIO?

Tenho um colega de trabalho que é figuraça, p/ tudo tem uma piada ou comentário diferente.  Se  falamos em almoçar, lanchar etc. ele retruca logo, dizendo: “comer é vício”. Sempre acho graça. 
Qdo eu era criança minha avó materna cuidava de nós p/ minha mãe trabalhar e ela, que já não muito c/ minha cara (e vice-versa) sempre achava um jeito de me cortar o barato, inclusive na questão da comida. Às vezes eu dizia, numa hora qquer: “To c/ fome”. E ela implicava, dizendo: Não pode ser, vc almoçou agora há pouco. Isto não é fome, é vício. E eu ficava P da vida, fazia malcriação, só vendo!
Hoje pensando nisso, chego a concordar c/ ela. Muitas vezes, comer é sim um vício. Não falo das refeições normais, do lanchinho, até de uma coisinha extra, c/ controle e equilíbrio. Falo daquela coisa do olho grande, que me acompanhou por toda a vida, mesmo qdo eu não tinha o menor problema c/ peso. À medida em que fui cedendo ao cheirinho que saía da padaria, à aparência bonita de um salgado, independentemente da hora, de estar ou não alimentada, c/ ou sem fome, fui adquirindo e repetindo um hábito ruim, achando que não podia deixar de prestigiar aquilo que me chamava. Sim, tem doce que faz psiu, tem salgado que chama a gente pelo nome. Assédio sim e dos bons.

Fiquei pensando no fator psicológico que nos leva a cair tão facilmente nestas armadilhas, a nos envolvermos pelas “cantadas” que estes alimentos nos passam tão discaradamente. Fiquei pensando se não cedemos a isto p/ compensar a falta de outras cantadas, de outros assédios. Nem sempre é possível se entregar a um outro tipo de chamado, mas comer um salgadinho, mais um docinho, mais uma coisinha aqui e ali, p/ muitas de nós, é relativamente fácil.
Penso se não é como o cigarro p/ muita gente que conheço. Uma amiga fica dura, sem um puto na bolsa, sem poder fazer absolutamente nada extra, de ficar babando p/ comer um salgadinho mas não come, por falta de dinheiro naquele dia. Mas o maço de cigarro, este não falta, é verba garantida. Questão de valores, de prioridade. Uma pena!
Muitas vezes abri mão de atender a estes “fiu-fiu” das lanchonetes por tb estar desprovida de grana, neste caso p/ não me privar de algo essencial. Mas era algo dolorido, como se estivesse deixando ‘alguém’ em falta c/ aquilo. Não era fome, geralmente estava alimentada, era mesmo a questão do hábito de achar que se estava ali, disponível, fosse bonito, cheiroso e eu gostasse, então teria que aproveitar.

 Hoje passo c/ bem mais tranquilidade pelas lojinhas onde acho estas tentações e, sinceramente, poucas vezes sinto real vontade de parar e comer. Se estiver alimentada, então, a coisa nem passa pela cabeça. Há momentos em que olho e penso; humm deve estar bom. Mas me habituei a pensar antes e perguntar a mim mesma: “Quero mesmo? Vai me fazer tão bem assim?” E  graças a Deus, geralmente a resposta é: “não, nem quero tanto assim” ou até um “não, eu não quero mesmo”, até pq se eu realmente quiser e achar que vale a pena, vou comer sim. Outro dia ao entrar no rest. onde almocei, havia um pudim de leite inteirinho, muito bonito, ao lado das frutas e foi impossível não notá-lo, ao me servir. Comentei c/ minha amiga: Este pudim está bonito que só ele! Ela concordou. E eu, naturalmente, continuei me servindo, não senti vontade, não fiquei achando que precisava comê-lo. Sentisse vontade de fato, talvez pegasse uma fatia. Mas não senti. Antes, eu o comeria sim. Com ou sem vontade.
O vício não era de comer, era de consumir. Entrar, comprar, “aproveitar”. Continuo gostando e muito de alguns salgados e doces, mas não me sinto na obrigação de consumir. O que pode ter mudado, além da conscientização, além do resultado de um trabalho de cabeça, de atenção?
Mudaram os valores. Dou mais valor hoje a me sentir no controle do que como/deixo de comer, do quando e quanto como, do que escolho do que simplesmente a ir lá e pegar algo.
Percebo que assim como antes as roupas me escolhiam, por eu estar fora dos padrões de numeração normal, eu tb era escolhida pelas guloseimas. Simplesmente pq eu era suscetível a elas. Me colocava em situação de inferioridade ante o poder de persuasão... mais que isso, de sedução delas! Acho até que os salgadinhos/docinhos se cutucavam ao me ver passar e diziam: Ih, olha lá ela, vamos chamar? Aí disputavam: não, hoje é você Empada, que vai assoviar. Aí o Folhado de ameixa c/ bacon dizia: Não, deixa comigo, a boba vai cair mole no meu papo...
hahaha
Hoje eu os escolho. Olho bem, se realmente quiser vou comer, mas seleciono. É preciso ser mais que bonito, cheiroso. É preciso que eu realmente o queira.
Muitas vezes, qdo pego algo assim, como e avalio que ele não é tão bom, tão perfeito como eu achava antes. Minha análise tb melhorou. Muitas vezes eu digo: não é este ó do borogodó todo, nem vale tanto a pena. E assim, na próxima vez escolherei melhor ou até irei preferir esperar mais um pouquinho p/ lanchar outra coisa gostosa de verdade e que, se possível, não comprometa tanto meu processo. Sem neura, mas c/ atenção.

Acho que isto acontece c/ os chocolates, p/ quem gosta (eu felizmente detesto), p/ doces em geral, enfim. Não acho que ninguém deva deixar de gostar. Mas que dá p/ olhar c/ menos paixão, se colocar na posição de “caçador” e não de “caça” dos alimentos, acredito que sim.
Na verdade, é preciso avaliar o que está por trás desta posição inferior diante da comida que muita gente se coloca.
Minha amiga outro dia falou: “não posso ter os mil pares de sapato que queria, não posso casar c/ o Gianechini, não posso largar o trabalho p/ ir pro meu Iate, então me deixa comer”. Rimos muito. É uma brincadeira, mas a coisa passa por aí mesmo.
Carências afetivas, saudades, dores, mágoas, solidão, vontades outras insatisfeitas,  até mesmo de um assédio... um monte de coisas faz c/ que a pessoa se atire nos braços do primeiro docinho que lhe lançar um olhar 43. Eu sinceramente tenho preferido olhar p/ muitos destes safadinhos c/ um olhar 86... fazer pouco caso muitas das vezes e, no alto dos meus progressos, dizer cheia de moral: Ei... sai de mim, carinha, mira mas erra! ... Gostosa sou eu!!!


Nesta 4a feira (05/10) é aniversário de alguém que eu amo imensamente, meu maior presente de Deus: meu filhoAlexandre, que completa 22 anos, quero deixar registrada aqui minha imensa alegria, a felicidade por vê-lo hoje um homem, lindo, inteligente, culto, sabido, malcriadinho que só ele (puxou a quem, meu Deus?hahaha), só me dá orgulho. Deus abençoe você meu filho, e lhe proporcione tudo aquilo que vc deseja e vem batalhando muito p/ conquistar,  e lhe dê toda a felicidade deste mundo.
Tchau galera, fiquem com Deus, até amanhã!!! E obrigada pelo carinho e apoio! Beijo



 Escrito por Beth ?s 10h18
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   FELICIDADE EXIGE CORAGEM!

"Posso ter  defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que
minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar
que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os  desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser  feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria  história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de
encontrar um oásis  no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si  mesmo. É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma  crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo... "      (Fernando  Pessoa)

 Qdo eu era menina adorava desenhar. E uma das coisas preferidas era desenhar castelos. Desenhava-os no papel, na terra c/ um palito de sorvete ou de fósforo. Construía-os tb na areia da praia, na beira da água. Deixava a areia molhada escorrer pelos dedos e cair aos montinhos, uns sobre os outros, até ficar um lindo castelo que a espuma da onda encobria e desmanchava. Era bom. Fiz isto depois c/ sobrinhos, c/ o filho, a filhotinha...
Eu acreditava que era uma princesa, faltava só descobrirem e virem me contar, me chamar p/ assumir meu reino. Dali em diante, tudo seriam sempre flores, tudo sairia sempre bem, não haveria dificuldade, problema, dor...afinal além de uma princesa eu era poderosíssima, vcs não tem noção do que eu imaginava. E era bom.
Mas fui crescendo, encarando a vida de frente, não bateu nenhum mensageiro na porta avisando nada e aí, a plebéia aqui foi à luta. E a cada dia, c/mais garra, mais disposição. P/ algumas coisas, fui aguerrida desde sempre. P/ outras nem tanto, foi preciso aprender muito, ralar o joelho e a alma.
E aprendi muita coisa, inclusive que do céu, além das bênçãos de Deus, cai é chuva... E que a gente tem que batalhar, ser forte, estar preparada p/tudo. E que o que é conquistado através de esforço, persistência, tem valor especial, pq traz junto da própria conquista um baita orgulho, uma força ainda maior, um conjunto de sensações que valem a pena.
Reencontrar este texto foi maravilhoso. Me fez dar piruetas c/ o pensamento, recordar tantas coisas!
E descobrir que sou superpoderosa sim, princesa sem sangue azul. O sangue é vermelho vivo, corre p/ valer nas veias, esquenta, ferve qdo me emociono, qdo zango, qdo me entrego de verdade a algo, a alguém. Princesa da minha casa, do meu marido - príncipe encantado.
Princesa que rala, resmunga, chora e ri, perde e ganha, tropeça e segue, cai e levanta, mas está sempre na luta. Feliz, feliz, feliz!
Pronta, sempre, p/ mais um passo, mais uma lição. Seja p/ transmitir, seja p/ absorver.
Viva, vivinha.
Meu castelo? É meu corpo, é meu lar, é minha mente, é minha alma. É minha vontade. É minha fé. É tudo.
E o que é este post? Sei lá! É algo que me veio e que eu deixei escorrer pelos dedos, é um misto de emoções, sensações...
Coisas interessantes e boas, que me empurram p/ a frente.
Vamos lá galera, a semana está começando, temos muito que viver, muito que batalhar, muito que aprender. Muito a conquistar.
Vamos plantar nossas sementes, cuidar delas, fazer nossas flores desabrocharem, nossos frutos amadurecerem e vamos colhê-los! Vamos em frente! Vamos falar, vamos ouvir. Vamos sonhar, vamos realizar. Vamos querer, vamos conquistar.
Vamos construir nosso castelo, tal qual o poeta ensinou. Com as pedras sim, que surgirem no caminho, que nos ensinarão muito. Mas vamos enfeitar o castelo com as flores que plantarmos. E vamos habitá-lo alegremente!
Tenham uma semana plena de alegria, de força, de garra, luz, coragem e felicidade! Eu estou nessa.
Beijos carinhosos...


 Escrito por Beth ?s 20h18
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Meu perfil
BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Livros, Praia, Dançar, Curtir a vida
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EU ERA ASSIM  

ESTOU ASSIM Meu nome ? Elizabeth, sou conhecida como Beth
Analista de Sistemas, especialista em Metodologia, Processos e Qualidade em TI, Ger?ncia de Projetos,An?lise de Neg?cios, Auditora ISO, sou leonina do dia 10/08, carioca da gema, moro na minha na cidade maravilhosa (RJ), adoro fazer amizades, sonhar, ler, escrever, sou casada c/ Vicente - meu grande amor, m?e do Alexandre, um filh?o maravilhoso, que ? universit?rio e "boadastra" da Mimi, minha enteadinha adolescente linda a quem chamo aqui de filhotinha.

Meu e-mail: beth.ebprs@gmail.com
Meu MSN: ebprs@hotmail.com



Objetivo deste Blog: Compartilhar meu processo de reeducação alimentar e mudança de hábitos que resultou no meu emagrecimento, me tirou da obesidade mórbida e me ensinou e ensina tanto!



Meu processo: Fui beb? 'cheinho',crian?a de peso normal, na adolesc?ncia tinha ?timo corpo. No in?cio da fase adulta comecei a engordar c/facilidade em fun??o de uma mudan?a p/ pior dos h?bitos alimentares e tb devido a dificuldade que tive em enfrentar alguns problemas pessoais, decep??es e m?goas que se transformaram em Kg a mais (eu as COMI). Durante anos optei por m?todos indevidos, tomei rem?dios, f?rmulas, inje??es, fiz dietas mirabolantes e isto tudo me ajudou a virar uma sanfona que cada vez abria mais e fechava menos. Cheguei ao auge da obesidade c/ 140 kg e dei o basta. Primeiro, fiz um pequeno controle que me ajudou a emagrecer quase 5 kg. Depois, entrei para o Vigilantes do Peso, onde emagreci 53kg c/equil?brio, seguran?a e muita alegria. Aprendi muito, o caminho foi t?o importante quanto os resultados. Eliminei 53 kg com o método do Vigilantes do Peso e atividade física. Aumentei depois alguns kg e agora prossigo, para reconquistar a minha meta e mantê-la para sempre.

Cr?ditos Imagens: Google
Comunidade no Orkut!


Comunidade Orkut: Eu sou f? da Beth - A Conquista! criado com carinho pela amiga Lili (obrigada, lindinha!)
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=2052374


 
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