Conquista

UOL
   NÃO POSSO VIVER SEM O QUE? AMO O QUE? VAMOS PENSAR...

Uma diz Amo batata-frita!”, a outra arregala os olhinhos e complementa “Já comeu a do Outback, c/ queijo? Humm” O outro fala “gosto, mas não fico mesmo é sem aquele Brownie divino”. E o assunto vai rolando até sai um  Não vivo sem chocolate!”  e a maioria respalda: “Sim, chocolate é TUDO”. 
Como vcs sabem, detesto chocolate e chego a ganhá-lo nas brincadeiras de Inimigo Oculto no fim do ano, mas gosto de muitas outras coisas que tb são calóricas e se eu não segurar a onda, me derrubam tb. Eu dizia "Não vivo sem queijo, sou uma ratinha, sou queijólatra!"
 Mas já resolvi melhor esta questão e não me refiro mais a mim como ‘queijólatra’, pois não sinto mais aquela fissura de antes, embora continue gostando muito. wink.gif (65846 bytes)Aquele Ementhal imenso que piscava o olho p/ mim logo que eu botava o pé dentro do restaurante já não me seduz.
Gosto e como se tenho vontade, mas não é como antes, que era uma coisa quase obrigatória. O mesmo c/ outros queijos, é comum me servir de um e outro, mas não de todos como fazia antes e a qtde que ponho no prato é muito menor. Será só consciência de que o excesso me atrapalhará? Será só o medinho de engordar? Pode até ser numa ou outra vez, principalmente qdo venho de um resultado negativo na pesagem. Algo que incomoda, sem dúvida, afinal estou trabalhando p/ seguir na direção certa, p/ evoluir!
Venho melhorando muito o meu jeito de encarar muitas coisas, muitos alimentos e numa reavaliação recente vi que hoje valorizo tanto, mas tanto, comer vegetais que mesmo nos restaurantes em que há uma diversidade boa de queijos já acho inadequado botar muito no prato, pois faltará lugar p/ as saladas. E não as como por obrigação, eu me habituei, aprendi a gostar e sinto falta delas, qdo não como! É uma coisa já enraizada que raramente eu abro mão! E os queijos passaram a ocupar uma área menor, são ainda algo que aprecio e apreciarei sempre mas já não são os reis do pedaço. Pelo menos, no cotidiano, pq eventualmente é claro que pode ser diferente,  isto será uma exceção e não mais a regra. Gosto desta constatação. Me faz bem, me faz sentir um gosto delicioso de ‘sou mais eu’. Queijólatra? Não mais! Sou uma pessoa que gosta muiiiito de queijo, mas que não precisa ceder aos apelos dele, ele não manda em mim só pq é gostoso.E gostosa eu tb sou né? Rs

Há 2 semanas atrás, na hora do almoço, estava no Barra Shopping c/ 2 amigas, já c/ o prato na mão p/ me servir das opções a kg do Viena, qdo vimos que os pratos executivos, além de terem bom preço pareciam bem apetitosos. Nisso, passou uma garçonete c/ o prato de um cliente e eu quase caí dentro do prato. Vi um grelhado bonito c/ um arroz a piemontese lindo e cheiroso, batatas fritas c/ cara de ‘me come’. Era tudo muito “lindo e cheiroso” e na mesma hora saímos da fila e sentamos p/ pedir uma destas opções executivas. Ao abrir o cardápio fiquei babando, havia muita coisa gostosa e a única mais light era um frango grelhado c/ salada ceasar, que gosto muito.

frogfly.gif (16719 bytes)Mas eu estava enlouquecida pelo tal prato que o outro cliente comia e fiquei dividida. Era o dia do niver do meu marido e eu já sabia que à noite faria a surpresa p/ ele, teria salgadinhos etc., a consciência me dizia que não era o dia ideal p/ abusar no almoço. Como vcs sabem, não me privo de nada, mas procuro usar o bom senso. Olhei p/ as amigas pedindo palpites. Confesso que queria um 'mau conselho'...rs, pedia uma desculpa p/ abusar, é mole?  Mas uma delas olhou nos meus olhos e disse: “Se vai comer algo deste cardápio, então que seja o frango grelhado c/ a salada, senão vá pegar as opções a Kg, que acho que vc vai GOSTAR mais”.
Eu entendi o que era o GOSTAR que ela mencionava naquela hora. E ela continuou: “Vc já vai comer salgadinhos à noite, já sabe que vai comer um pouco mais...” E eu concordei totalmente, me senti aliviada, era o que eu precisava ouvir! Entendi totalmente o que a minha amiga querida me mostrava. Ela falava de uma coisa diferente de “gosto na boca”, ela se referia a algo mais profundo e mais importante e foi o que me sacodiu, me trouxe à razão. Ela me disse o que eu diria a qualquer um que me perguntasse o mesmo, estando na minha situação. Imediatamente, levantei-me da mesa e voltei à fila dos alimentos a kg.
Meu prato foi super bem montado, c/ coisas leves e gostosas, fiquei feliz, comi c/ prazer e orgulho (e gratidão ao toque da amiga). Eu ia me atrapalhar ainda mais, à toa! Almoço diariamente na rua, posso ir naquele lugar sempre que quiser. O prato que eu escolheria indevidamente continuará existindo e como não é nada fenomenal, raro etc., em qquer outro dia da minha vida eu poderei saboreá-lo, então pq não deixar p/ uma ocasião mais favorável? Agradeci muito à minha amiga depois por ter-me mostrado que estava quase jacando sem a mínima necessidade e que realmente GOSTEI mais, de forma mais ampla, do que acabei consumindo.
E volto à questão do “AMO ISTO” e “AMO AQUILO” ou “NÃO VIVO SEM AQUILO OUTRO” que move tanta gente na direção das jacas da vida... Como assim “não vivo sem comer X ou Y”? A vida da gente nos ensina, até mesmo nos obriga a viver sem tanta coisa que gostaríamos, que realmente até nos seriam essenciais! Abrimos mão de tanta coisa mesmo sem querer! Vivemos até sem pessoas tão queridas que partem seja de que forma for! Por que não viveríamos sem comer num dia ou outro determinado alimento? Por que nos colocarmos em posição de inferioridade perante comida?
Pensando e decidindo melhor! Vamos comer sim, nada de ‘nunca mais comerei isso ou aquilo’, se não for algo que sua saúde realmente impeça, mas vamos entender que podemos sim escolher melhor hora, melhor dia, melhor refeição, podemos definir quanto e quando, onde e porque vamos comer ou não comer isto e aquilo. Nem sempre usaremos tanto bom senso, nem sempre ouviremos a voz da razão que vem da própria cabeça ou da boca da amiga ao lado. Mas podemos, ao menos, ter como regra aquilo que é uma verdade incontestável: temos o domínio, usá-lo é opção nossa. E se é para amar e não viver sem alguma coisa, vamos então vamos dizer: Eu me amo e não vivo sem os cuidados que posso e devo me dar.
E por isso, sigo esta semana caprichando muito na alimentação, no comportamento, dando o meu melhor dentro do possível p/ progredir, aprender mais, dar o troco p/ a Filizola e principalmente ir adiante e concluir este processo tão valioso p/ mim. É por aí. Beijos.



 Escrito por Beth ?s 06h15
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   CAINDO E LEVANTANDO! APRENDENDO SEMPRE!

Você sabe por que o mar é tão grande? Tão imenso? Tão poderoso?
É pq teve a humildade de colocar-se alguns cm abaixo de todos os rios. Sabendo receber, tornou-se grande.
Se quisesse ser o primeiro, centímetros acima de todos os rios, não seria mar, mas uma ilha.Toda sua água iria p/ os outros e estaria isolado.
A perda faz parte, a queda faz parte, a morte faz parte.
É impossível vivermos satisfatoriamente sem aceitar a perda, a queda, o erro e a morte.
Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer. Impossível ganhar sem saber perder.
Impossível andar sem saber cair. Impossível acertar sem saber errar. Impossível viver sem saber morrer.
Se aprenderes a perder, a cair, a errar, ninguém mais o controlará. Pq o máximo que poderá acontecer a você é cair, é errar, e perder e isto você já sabe!
Bem aventurado aquele que já consegue receber c/ a mesma naturalidade o ganho e a perda, o acerto e o erro, o triunfo e a queda, a vida e a morte.
(desconheço o autor)

Ter ciência das coisas sem fazer uso delas de forma positiva é desperdício. Eu uso tudo que vou aprendendo, porém andei desperdiçando conhecimento e experiência qdo me fiz de boba. No último post falei que voltei à faixa que ‘ACHEI que jamais voltaria na vida’. E o que o “achismo” tem com isso?  Achar que algo vai ou não vai acontecer é suficiente? Claro que não! Não tenho que achar, eu tenho é que GARANTIR através de atitudes que aconteça aquilo que almejo!  O “desastre” do sábado (como o Léo batizou brincando) veio p/ abrir os olhos e dizer " criatura, qual é?” E eu respondo: “Qual é o que ‘mermão’, tô na área, valeu o aviso, deixa comigo que a volta é minha!”.
Antigamente, o descontrole e a indisciplina eram meu jeito normal de agir. Já há muito tempo é o contrário, os descontroles são eventuais, resultam de distração, equívocos e até um pouco de prepotência (a gente acaba ‘se achando’ e escorrega...rs). E a atenção, os cuidados etc. estão tão agregados que se não os exerço sinto falta, independentemente de ser ou não penalizada pela balança. Então, por mais que isto pareça esquisito a quem está de fora, o fato é que eu estou muito mais satisfeita agora, c/ uma gana danada, é um desafio dos bons esta nova virada que quero e vou dar.
O domingo ensolarado e lindo me convidou à praia, que estava uma delícia! Mal cheguei fui dar um mergulho, matar a saudade do mar, sei lá pq fiquei 1 mês sem ir, não posso não, sinto falta! Com o cardápio do dia previamente programado foi fácil ficar na linha e abrir mão de coisas que me atiçaram, pois a vontade de dar o troco p/ balança foi maior que a gula. E até do picolé Itália (1 pt) que havia planejado eu tb abri mão, troquei por 1 fruta a mais em casa. E saí da praia feliz comigo mesma.

Na madrugada de domingo p/ segunda menstruei depois de 5 dias de atraso. Alívio! Como é bom me sentir menos inchada, meus peitos mais murchinhos de novo, não aguentava mais o peso e a dor que sentia neles, e a variação de humor etc., ninguém merece!
E é isso, eu estou totalmente firme, muito tranquila, fazendo realmente o meu melhor, valorizando toda oportunidade de caprichar e desprezando as desculpas p/ derrapar. E isto me dá muito, mas muito prazer mesmo. Gosto de me sentir instigada, desafiada.
 Estou fazendo a
lguns ajustes visando GARANTIR alcançar o que quero: voltar à faixa dos 80 e concluir o processo:
1) No meu outro blog (CARDÁPIO), passei a registrar desde domingo o ‘esforcinho a mais’ do dia, ou seja, aquele ‘pouquinho mais’ que mencionei no penúltimo post e que pode fazer a diferença;
2) Qdo o UOL solucionar o probl. que há 2 meses me impede de fazer mudanças que desejo no layout e até atualizar a tab. de pesagens, terá um link p/ as fotos (álbum) á direita (perfil), mostrando meu ANTES e ATUAL, p/ motivar a mim e a quem me visitar;
3) Todos sabem que amo coca light e tomo todo dia, até mais de uma vez. Ela é rica em sódio, então mesmo sendo zero pt o ideal é não abusar tanto. Eu vou me esforçar p/ reduzir o consumo, não digo que vou abolir pq não vou mesmo, mas vou tomar menos, c/ bom senso. Há muitas coisas gotosas e mais saudáveis p/ beber no dia-a-dia.
4) Toda vez que eu deixar de comprar um item desnecessário p/ comer, mesmo algo light/diet, o valor dele será guardado e convertido no final da semana (ou do mês) em um presentinho (prêmio) p/ mim. Já tenho R$ 5,00 poupados (1 sucolé do Claudinho = 3,00 e 1 picolé Itália = 2,00 * preço da praia).

Este processo é uma escola mas não adianta passar de ano e esquecer as lições das séries anteriores, o conhecimento adquirido é cumulativo e a prática dele tb tem que ser. E vamos em frente! P/ animar, uma foto minha ANTES e outra recente. Beijão!

ANTES - JULHO/03 (cerca de 132 kg)
 

ATUAL (JUN/06): mostrando meu sapatinho novo, lindo...rs
 

 Escrito por Beth ?s 10h37
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Semana corrida, quase não a vi passar. Muito trabalho, muita torcida pela seleção, uma TPM absurda em que meu humor varia, meus seios estão super doloridos e imensos, saltando rebeldemente do sutiã. Sinto-me inchada, pesada, c/ micro-espinhas no nariz e a menstruação está atrasada há 3 dias!
 Minha alimentação estava ótima, mas 5ª feira dei uma vacilada horrorosa, até hoje estou impressionada c/ a voracidade c/ que ataquei o coffe break que promovemos no trab. Nem náufrago teria sido tão esganado. Mas qdo um colega de outro setor, que me conheceu qdo estava obesa mórbida veio me elogiar, dizendo o qto estou ótima, impressionado c/ o tanto que emagreci e comentou que “o bacana é que eu estou MANTENDO” minha ficha caiu. Alô, alô! Não estou em manutenção, não concluí o emagrecimento! E assim, tratei de me afastar da comilança, lavei as mãos e fui p/ minha mesa. É interessante como hoje, mesmo nas horas (felizmente raras) de grandes vacilos e descontrole é ainda fácil eu levar o “choquinho”, qquer coisa me dá o “click” que me faz voltar ao normal. Só que eu tinha que não ter saído do normal!E no fim do dia voltei a vacilar, não tão descontroladamente, mas foi um abuso desnecessário. Qdo a cabeça não pensa (ou finge não pensar) o corpo padece, é ditado antigo, correto e sabido.
Mas na 6ª tudo no controle, até pq meu organismo já habituado à alimentação mais balanceada reclamou a noite toda dos excessos que cometi, fiquei tendo “notícias” do que comi o tempo inteiro...nada agradável!rs

Sábado fui ao VP. Não esperava um ótimo resultado, por causa do momento hormonal e tb pela jacada da 5ª feira, mas achava que ficaria no mesmo peso anterior (que já era um aumento de 1kg) ou reduziria um pouquinho só (e seria lucro). Mas que nada, tomei uma bordoada e tanto!Lamentavelmente, p/ meu aprendizado, voltei à casa dos 90 kg, da qual saí há tempos e p/ onde achei que jamais voltaria na vida.
 O novo peso: 90,3 kg, dos quais assumo minha parte na responsabilidade, não vou atribuir tudo à TPM não, eu sei tudo que fiz de muito legal e sei tb tudo que fiz de muito errado. E depois de 3 anos de processo e tantos kg eliminados e coisas aprendidas, não vou me fazer de bobinha, já sou mocinha né?
Há coisas que dependem do nosso controle e outras não. A forma como ajo depende de mim, da minha determinação, eu estou no comando e qdo deixo a rédea frouxa estou permitindo que o risco de me dar mal se consolide, vire um fato. Não exerci este controle do jeito certo, embora tenha sido só 1 dia, no meu caso em especial foi suficiente p/ meu organismo, que vive na espreita, se aproveitar. Já não tenho como controlar os hormônios em ebulição, mas posso administrar melhor o momento. 
Sabendo que retenho líquidos, além de beber muita água (é o meu normal, pois adoro água) posso ajudar c/ chás, o que fazia muito e não tenho feito. Sei que fico mais ansiosa, posso contornar de diversas formas, conheço meus gatilhos e sei como evitá-los mesmo descompensada pela TPM. Não fiz a coisa certa. Postei durante a semana sobre “Fazer as coisas mais ou menos” e “Um esforcinho a mais” e de repente, fiz um dia “menos” e “um esforcinho a menos”.
E agora? Vou ficar estirada no chão choramingando cheia de culpa e remorso, me açoitando emocionalmente? Que nada! Fiquei P da vida novamente, mas é dando a volta por cima que eu reverto isso. Claro que é chato ter 2 resultados ruins assim, seguidamente. Porém garanto, não estou triste e sim c/ aquela sensação de “que tola que fui”.  Mas confiante e animada como sempre, novamente me planejando p/ dar a virada.

Saindo do VP comprei uma corsário jeans que estava hiper-barata, não foi um prêmio por mau comportamento e sim um presente de incentivo, pois o modelo dela, no tam. G sem strech antes não me dava e ela entrou e ficou ótima. Isto me gratificou muito e na cabine mesmo eu disse a mim, olhando dentro dos meus olhos no espelho: Vamos lá, vc conseguiu isso, vai conseguir mais!  E em vez de comprar mais algumas pecinhas que tb estavam c/ bons preços, saí dali c/ passos firmes e fui direto ao Hortifruti,onde comprei mais legumes, verduras e frutas p/ que esta nova semana seja inteirinha caprichada. E será!  Deixo-os c/ um texto que gostei muito, achei ótimo p/ refletirmos, espero que gostem!


A Lagartinha Comilona
(Traduzido do original de Eric Carle, The Very Hungry Caterpillar)


À luz da lua, um pequeno ovo estava depositado sobre uma folha. Num domingo de manhã, o sol quentinho despertou e POP! Lá saiu do ovo uma pequenina e esfomeada lagartinha. Aí a lagartinha começou imediatamente à procura de comida.
Na 2ª feira, fez um buraquinho numa maçã e devorou-a, mas ainda sentia fome.
Na 3ª feira, fez buraquinhos em 2 peras e devorou-as, mas ainda sentia fome.
Na 4ª feira, fez buraquinhos em 3 ameixas e devorou-as, mas ainda sentia fome.
Na 5ª feira, fez buraquinhos em 4 morangos e devorou-os, mas ainda sentia fome.
Na 6ª feira, fez buraquinhos numa fatia de bolo de chocolate, num sorvete, num pastel, numa fatia de queijo suíço, numa fatia de salame, numa fatia de torta, numa salsicha, num pão-doce e numa fatia de melancia e devorou tudo. Nessa noite sentiu uma dor de estômago!
 O dia seguinte era domingo novamente. A lagartinha fez um buraquinho numa linda folha verde e depois disso sentiu-se muito melhor. Agora já não tinha fome – e também já não era uma lagartinha. Era uma lagarta grande e gorda. Construiu uma casinha, chamada casulo e meteu-se lá dentro durante mais de 2 semanas. Depois, mordiscou o casulo até fazer um buraco, saiu e...
Eis uma linda borboleta!
Beijão!



 Escrito por Beth ?s 20h45
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   SÓ UM POUQUINHO MAIS!!!

É comum acharmos que já estamos dando o máximo que podemos, que já nos superamos muito e não temos mais no que melhorar, se formos nos esforçar ainda mais, não aguentaremos. Por mais que já tenhamos evoluído, será que não há mais nada que possamos fazer? Ou será que nós continuamos, de certa forma, querendo que nossos objetivos se sensibilizem c/ o que já ‘cedemos’ e venham de livre e espontânea vontade a nós?
Com tudo que já consegui nestes 3 anos de processo, sei que não terminei a caminhada, ainda falta um pouco (que não é fácil de ser eliminado) e se acreditar que não há mais nada a acrescentar na minha própria atitude, errarei feio.  Achar que já sei tudo e já fiz tudo que precisava p/ obter minha vitória é como sentar e esperar, equivocadamente, que agora meu corpo emagreça mesmo que eu não faça esforço. Ai, quem dera! rs
Vou contar uma história: Há muitos anos atrás, eu estava em desvio de função na empresa onde trabalhava e batalhava p/ entrar p/ a área certa, no cargo/salário ideais etc.  Abriram uma seleção interna e eu me inscrevi, passei nas 1as provas e entrevistas e cheguei à parte principal, que era a participação em cursos tb internos, todos c/ provas eliminatórias ao final de cada módulo. No 1º módulo eu estava auto-confiante demais, pois já era formada e achava aquela introdução moleza! Assim, assisti às aulas displicentemente, fui p/ a  prova tranquila e esperei o resultado certa de que passaria ao módulo seguinte. Quebrei a cara, pois o critério de correção do prof.  não era só a resposta estar certa mas tb completíssima, c/ o maior detalhamento possível. Mesmo acertando a questão, se um colega respondesse c/ um detalhezinho só a mais, ele ficava c/ o pto todo e os outros c/ menos um tiquinho de pto. E assim, uma prova em que teoricamente tiraria 10 respondendo tudo certo, podria-se tirar muito menos, por conta destes 'abatimentos'. Foi o que aconteceu e me ferrei. 
Fiquei revoltada, triste, chorei muito, mas depois procurei tirar proveito da frustração. Compreendi que se tivesse gasto mais energia e encarado o módulo como algo novo e desafiador, mesmo não sendo novidade e tivesse sido mais atenta ao que o prof. dizia, o resultado seria outro.  Faltou um pouco mais de atenção e dedicação, sobrou prepotência, talvez.

Algum tempo passou e outra oportunidade ainda melhor surgiu e desta vez eu fiz tudo diferente. Desde o 1º momento até o final (mais de 6 meses depois) me concentrei, me dediquei ao máximo e até nas matérias que já conhecia bem agi como se fosse a 1ª vez que via, prestei atenção aos mínimos detalhes, as considerações dos colegas, tudo (o prof. peidava eu registrava...rs)!
Estudava até de madrugada, pois queria me superar, precisava disso e somente me esforçando ‘um pouquinho mais' eu conseguiria. Este pouquinho mais a cada dia significou um muitão mais no total e à medida em que eu constatava que estes esforços me capacitavam mais, que eu ficava cada vez mais afiada, mais eu queria então dar “um esforcinho a mais” pois valia a pena, eu tinha um objetivo e iria conquistá-lo!
 O tempo passava, a coisa apertava, os colegas queixavam-se de cansaço e da pressão que sofríamos. Cada vez que alguém falava “estou desanimando” eu respirava fundo e dizia a mim mesma: “Pois eu estou cada dia mais animada” (mesmo estando cansada tb). M
e concentrava no meu próprio fortalecimento e se alguém falava “Beth, vou desistir” eu dizia à pessoa p/ ficar firme e intimamente renovava meu compromisso comigo mesma de PERSISTIR.
  Algumas vezes, notei que um colega tentava plantar em mim uma crença de que ‘aquilo era doideira demais, íamos ficar malucos, desgastados etc.’ e vi que ele queria era minar minha força, pois volta e meia dizia tb que se espantava em ver como eu não arredava pé, estava sempre como no 1º dia de aula, apesar de tudo. Sacando isto, aí mesmo que procurei me renovar diariamente. E assim, conquistei minha vaga, venci a parada e sei que foi este ‘esforço a mais’ que empreendi e aumentei a cada dia que fez a diferença e me fez chegar lá.

O esforço a mais não era só estudar muito, prestar mais atenção etc. Era um um conj. de coisas! Era aproveitar TUDO, renovar forças, ludibriar o cansaço (c/ responsabilidade, claro), me imunizar do vampirismo disfarçado de alguns, agüentar pressões, aceitar  MUDAR meu jeito de encarar, ser mais humilde, admitir que eu não era melhor do que ninguém a menos que me esforçasse mais  p/ superá-los nas notas, já que era uma concorrência etc. era tb esforço a mais e ele crescia em progressão geométrica, pois era necessário e tudo junto me deu a vitória.  E isto foi uma lição especial p/ tudo na minha vida, estou sempre lembrando desta passagem que já aconteceu há vinte e tantos anos.
Em tudo na vida este ‘mais um pouquinho de esforço e dedicação’ pode ser a diferença qdo temos algo a conquistar. No emagrecimento tb, claro! Aquela resistência ‘um pouquinho maior’ numa semana frente a certas coisas que podemos deixar p/ comer outro dia ou outra hora, pode ser o que vai melhorar um resultado na pesagem!
Aqueles 10 min. a mais na ativ. física, aquele apertinho no passo da caminhada, aquela mudancinha que parece tão desnecessária mas que a gente até pode fazer, de repente é o que vai dar um Up no nosso processo! Hoje sei que posso ainda dar mais do que já dei e estou dando, sem neuras nem rigor excessivo, sem cobrar de mim algo maior que posso dar, mas sabendo que sempre há uma atitude que pode ser melhorada, uma atençãozinha que pode ser aumentada, um esforcinho a mais, unzinho só... Estou encarando como se fosse minha 1a semana, como se estivesse começando. Senti que precisava disso. Um esforcinho a mais, que valerá a pena.
 E se nossa Seleção hoje jogar 'um pouquinho mais' a gente vai gostar muito né? rsss



 Escrito por Beth ?s 11h33
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   QUEM MERGULHA MAIS OU MENOS DE CABEÇA TEM RESULTADOS POBRES (Roberto Shinyashiki)

Li um artigo do sempre ótimo Roberto Shinyashiki e novamente me pus a pensar (o Roberto sempre faz isso comigo, desde a 1ª vez que li algo dele...rs) e tratei de trazer p/ cá esta reflexão.
Já notaram que qdo estamos firmes no nosso propósito e, mesmo c/ algumas falhas naturais (somos humanos) persistimos nas atitudes que levam ao sucesso do nosso projeto, nosso ânimo é uma maravilha?  Ficamos felizes, nos sentimos fortes, orgulhosos e c/ mais vontade ainda de fazer o melhor.
Mas qdo percebemos que estamos vacilando muito, que não estamos nos dando como deveríamos, ficamos chateados, é uma sensação ruim que pode até  mina um pouco a auto-confiança. Se não nos ajustarmos logo, ficamos insistindo no erro, fazendo a mesma coisa, como uma enceradeira que dá brilho no mesmo pedacinho de chão.  
Mas enceradeiras são conduzidas por pessoas. Quem define se ficarão rodando num mesmo ponto ou se irão dar brilho em todo o ambiente, é quem se determina a por as mãos no “guidon” (sei lá como se chama o local onde segura-se a enceradeira) e a empurrá-la. Ou a gente toma o poder e escolhe por onde passar ou a enceradeira fica ali, girando no mesmo lugar. Alguém aí já soltou uma enceradeira ligada? Fiz isto qdo criança e foi engraçado, ela parecia uma doida correndo pela casa sem direção certa, até que a tomada soltou da parede. Levei uma bronca e quase uns tapas tb, aprendi que pode ser perigoso soltar uma coisa daquelas...rs
Nosso processo de emagrecimento é assim tb, nós temos que administrá-lo, assumir o comando e qdo notamos que por desatenção ou seja lá o que for ele virou uma enceradeira, é hora de segurar firme ou então ele vai sair derrubando tudo e o pior: nos derrubando! Entrar numa história destas, desejando o emagrecimento seguro, saudável, verdadeiro e não só um murchamento rápido (e efêmero) requer um mergulho de cabeça, é acreditar em meter a cara. Aliás, o corpo inteiro. Não dá p/ molhar só a pontinha do pé. Não dá p/ botar meio corpo na água. Não dá para fazer mais ou menos. Uma vez ou outra, pode-se dar uma bobeadinha, fazer uma concessão c/ critério, sem largar o comando. Mas entrar numa de que fazendo sempre o “meia-boca” chegará onde quer, é furada.

Alguém duvida? Consuma alimentos nutritivos, de forma balanceada só alguns dias por semana e nos outros, deixe rolar! Faça exercícios físicos só uma vez ou outra! Anote o que come só de vez em qdo, se lembrar e não se fixe em detalhes como: qtde, tam. da porção, modo de preparo etc. Pese-se só qdo achar que se deu bem e fuja da balança qdo perceber que ela vai lhe dar uma rasteira (Ela não, né? Quem nos dá rasteira geralmente somos nós mesmos, mas há exceções, claro). Acredite só um tiquinho na sua capacidade, confie desconfiando de si mesmo! Ou seja, faça tudo “mais ou menos”. Nem com reza forte o  resultado será o que vc deseja! Ele será tb MAIS OU MENOS (e olhe lá!).
Ler o tal artigo me ajudou muito tb a entender meu  momento, como já mencionei  no post de 11/06 e reler me ajuda a seguir de um jeito melhor, já que sei direitinho o que e como fazer, já sentei na pedra, já descansei um pouquinho, já curti o “já ganhou” antes da hora, então é pé na estrada, é cabeça no lugar, é mergulho de corpo inteiro, p/ ter o resultado por inteiro que mereço, quero e vou conquistar. Papai do Céu que sempre dá um jeitinho de nos chamar à razão. Ao ler que "NADA TERMINA ATÉ O MOMENTO EM QUE SE DEIXA DE BATALHAR" tive mais uma vez um pontapé bacana no bumbum, daqueles que nos empurram p/ a frente. P/ a vitória.
 Quem começou a semana caprichando, fazendo acontecer, parabéns, siga em frente! Quem já deu umas derrapadas e/ou sabe que anda fazendo o “meia-boca”, comece HOJE e AGORA MESMO a se ajustar, não deixe p/ depois, use um JÁ_QUE positivo, um JÁ QUE MOLHEI O DEDÃO VOU LOGO MERGULHAR neste processo que só tem a me dar coisas boas, satisfação, saúde, bem-estar, alegria, beleza e tanta coisa legal!
Eu estou  nessa!
Beijocas carinhosas!



 Escrito por Beth ?s 09h36
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   NÃO COLECIONE FRUSTRAÇÕES E SIM, GRATIFICAÇÕES! MAS FAÇA POR ONDE, NÉ?

A semana foi corrida mas muito boa! Na 3ª feira saí do trab. mais cedo p/ ver o jogo do Brasil em casa. Torci muito, gritei, xinguei, pulei! Adoro futebol e gosto de técnica aliada a velocidade, criatividade, raça em campo. Não vi isso, mas acho que neste domingo será melhor.
 
Família que torce unida! Até o cachorrinho de boné verde-amarelo!Eu de corneta na mão!

Na 4ª , niver do meu amor, ele chegou do trab. tarde da noite, tudo apagado na sala, foi entrando e...SURPRESA! Amigos que estavam escondidos apareceram cantando parabéns, tinha bolas penduradas, mesa c/ bolo e salgadinhos, foi gostoso! 
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O feriado foi de descanso físico/mental, eu precisava desesperadamente disso. Na 6ª trabalhei remotamente de casa e alternei as ativ. c/ descanso. Fui c/ o Vi ao cinema (Código DaVinci, adorei) e tb compramos uma estante p/ nossa sala, que substituirá 2 móveis que vão embora. Detesto minha sala como está e vou fazê-la ficar mais c/ a minha cara. A grana é curta, senão fazia tudo de uma só vez, mas devagar se vai ao longe. Não sou nada dedicada às coisas de casa, gosto de ver tudo direitinho desde que eu não tenha que fazer e de preferência não quero estar em casa qdo alguém está fazendo. Na 6ª feira, por ex., estava agoniada de escutar a empregada limpando aqui e ali e tratei de sair. Como digo sempre, de Fly eu só tenho o “voar p/ longe” rs

Estava pensando: é tão comum reclamar das coisas, colecionar frustrações por situações que não mudam... Mas na verdade, muitas vezes não mudam pq não nos propomos a mudar! Vivo dando chilique pq detesto sala atravancada de móveis e, caramba, quem mais poderia dar jeito nisto a não ser eu mesma? Quem não se propunha a dispor de R$ e tempo p/ mudar as coisas era eu! Reclamar era tão mais simples! O meu lar, onde sou a rainha, tem que ser o lugar onde eu mais me sinta bem, mas eu dizia: ah isto vai custar uma grana, não quero gastar c/ casa e sim comigo! Sim, vai custar, mas não preciso fazer tudo de uma vez, posso ir devagarinho, fazendo o que é possível e planejando os passos seguintes, sem deixar de destinar verba/atenção a mim mesma. E assim é c/ tanta coisa!
Vivemos nos sentindo mal c/ situações que podemos mudar! Olho p/ os lados e vejo como eu já estaria gostando mais deste e daquele ambiente em casa se tivesse feito logo o que sei que tem que ser feito em vez de adiar e arrumar desculpar p/ adiar novamente.
 Com o emagrecimento não era assim, antigamente? Não sabia que precisava E QUERIA mudar a situação e mesmo assim deixava rolar? Não colecionava frustrações pelas tentativas anteriores (erradas) ineficazes? Não adiei tanto até que resolvi e entrei na estrada há 3 anos percorro-a c/ alegria que, por sinal, só aumenta a cada passo dado? Não tinha idéias erradas que só mesmo encarando-as p/ valer pude ver que eram infundadas (o VP por ex., que eu rejeitava e foi/é o caminho perfeito p/ mim)? E aí? Não valeu a pena mudar? Não valeu a pena FAZER ACONTECER em vez de continuar vendo a coisa degringolar e eu indo junto, sabe Deus onde chegaria? Leiam este texto:

Muitas pessoas passam pela vida colecionando frustrações e sofrimentos sem perceber que, na verdade, existem muitas possibilidades de mudar. Todos nós temos duas escolhas: tomar uma decisão do tipo tudo ou nada e mudar radicalmente as situações que nos incomodam ou continuar nos enganando. Quem opta por continuar se enganando, vive fazendo promessas que jamais irá cumprir:
– Qdo meus filhos crescerem, vou me separar... ; – Qdo eu ganhar na loteria, vou fazer o que gosto;  – Qdo eu encontrar uma empresa legal, sairei deste emprego...
Assim, situações insatisfatórias se arrastam por muito tempo sem jamais serem enfrentadas. Está na hora de parar de usar óculos cor-de-rosa e de fazer promessas vazias a si próprio! Acredite: a vida pode ser muito melhor do que é agora! (Roberto Shinyashiki)


É isso! Em vez de perdermos tempo rejeitando mudanças, buscando argumentos p/ o marasmo e assim colecionarmos chateações/frustrações, principalmente insatisfação com nossa própria forma de agir, sentindo até pena de nós mesmos, o grande barato é tratar de fazer HOJE MESMO aquilo que é possível, mesmo que seja aparentemente muito pouco. De pouco em pouco a gente faz o muito. Uma viagem do RJ a SP de carro leva 5h a 100km/h mas pode levar 10h, a 50km/h. Mas a gente chega!  
002.gif 
Assim na transformação da aparência da minha casa p/ sentir-me bem nela, assim na forma de encarar alguma situação/dificuldade que volta e meia surge, assim no emagrecimento – seja no prosseguimento ou na retomada (p/ quem andou retrocedendo ou estacionando).
Eu mesma constatei há 1 sem. atrás algo importante que estava acontecendo comigo, como contei aqui! E estou me reajustando, tb pouco a pouco, pq não serei eu a me imprensar na parede e aplicar um “dá ou desce” que só iria atrapalhar algo que há 3 anos vem me ensinando e gratificando tanto em todos os sentidos.
Então, me comprometi (ao invés de prometer) agora a encarar outras coisas que tb me aborrecem e dependem só de mim. Maridão sempre parceiro topa tudo, só espera mesmo minha ação. Decidi que aquele bendito quarto de empregada-guarda-tudo que espera há mais de 1 ano por uma transformação (jogar coisas fora, arrumação geral) será atacado semana que vem e mesmo que não seja possível fazer num único dia, começar é preciso. Decidi que do mesmo jeito que aplico na vida, em outros aspectos, a teoria do “o ótimo é inimigo do bom”, posso e devo aplicar p/ ajeitar minha casa.
Do mesmo jeito que venho investindo carinhosamente no meu castelo que é o meu corpo, que abriga minha alma, vou agora cuidar melhor do lugar onde vivo c/ meus amores. Não, espanador nem pensar, amigas fly, podem largar este sorrisinho maroto, aqui não rola mesmo!
Estou falando em substituir coisas, mudar cor de parede, dar outro jeitinho...Já falei, se chegarem aqui e eu estiver c/ vassoura na mão, me segurem e fechem a janela, pois estarei tentando é voar...rs
Desejo a vcs uma semana cheia de RENOVAÇÃO. Que se movam e, em vez de colecionarem frustrações, colecionem gratificação pelas mudanças p/ melhor que fizerem em suas vidas. Mesmo que aos pouquinhos, chega-se lá! Beijos e luz!



 Escrito por Beth ?s 20h41
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BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Livros, Praia, Dançar, Curtir a vida
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EU ERA ASSIM  

ESTOU ASSIM Meu nome ? Elizabeth, sou conhecida como Beth
Analista de Sistemas, especialista em Metodologia, Processos e Qualidade em TI, Ger?ncia de Projetos,An?lise de Neg?cios, Auditora ISO, sou leonina do dia 10/08, carioca da gema, moro na minha na cidade maravilhosa (RJ), adoro fazer amizades, sonhar, ler, escrever, sou casada c/ Vicente - meu grande amor, m?e do Alexandre, um filh?o maravilhoso, que ? universit?rio e "boadastra" da Mimi, minha enteadinha adolescente linda a quem chamo aqui de filhotinha.

Meu e-mail: beth.ebprs@gmail.com
Meu MSN: ebprs@hotmail.com



Objetivo deste Blog: Compartilhar meu processo de reeducação alimentar e mudança de hábitos que resultou no meu emagrecimento, me tirou da obesidade mórbida e me ensinou e ensina tanto!



Meu processo: Fui beb? 'cheinho',crian?a de peso normal, na adolesc?ncia tinha ?timo corpo. No in?cio da fase adulta comecei a engordar c/facilidade em fun??o de uma mudan?a p/ pior dos h?bitos alimentares e tb devido a dificuldade que tive em enfrentar alguns problemas pessoais, decep??es e m?goas que se transformaram em Kg a mais (eu as COMI). Durante anos optei por m?todos indevidos, tomei rem?dios, f?rmulas, inje??es, fiz dietas mirabolantes e isto tudo me ajudou a virar uma sanfona que cada vez abria mais e fechava menos. Cheguei ao auge da obesidade c/ 140 kg e dei o basta. Primeiro, fiz um pequeno controle que me ajudou a emagrecer quase 5 kg. Depois, entrei para o Vigilantes do Peso, onde emagreci 53kg c/equil?brio, seguran?a e muita alegria. Aprendi muito, o caminho foi t?o importante quanto os resultados. Eliminei 53 kg com o método do Vigilantes do Peso e atividade física. Aumentei depois alguns kg e agora prossigo, para reconquistar a minha meta e mantê-la para sempre.

Cr?ditos Imagens: Google
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