Conquista

UOL
   E A VIDA CONTINUA, GRAÇAS A DEUS! ENTÃO VAMOS EM FRENTE, NÉ?

Uma nova semana começou, eu ainda tonta de felicidade, ainda recebendo muitas manifestações de carinho, presentes e tudo mais, olhem que fico mais mimada, metida e insuportável e aí, quem me atura? rs
Bom, já estava na hora de cair na real, retomar o processo que andou  largadaço nos últimos dias. Filizola daria ataques se tivesse recebido minha visita e poupei-a (e a mim) deste dissabor, já que faltei ao VP no último sábado. É que passei a noite anterior praticamente em claro e sábado cedo fui ao hotel ver a mãe da Luana, lembram? Não consigo estar em mais de um lugar ao mesmo tempo! Me saí bem c/ o argumento? Vixe...rs
As reuniões do VP sempre foram prioridade p/ mim e continuarão sendo, se atualmente tenho faltado um pouco, na maior parte das vezes foi por total impossibilidade ou, como contei recentemente, sugestão médica que, não nego, foi providencial p/ eu não neurotizar a esta altura do campeonato. Neste sábado, não dava. Mas no próximo, não há o que me impeça.

Bom, uma coisa é certa: já retomei o controle, tudo direitinho de novo. Sei que aumentei o peso novamente (sem pesar, mas eu me conheço né e lhes digo, estou calculando uns 3 kg a mais, é mole?) e cabe agora a mim mesma tratar de reverter. Seja qual for o tempo p/ ajustar tudo, eu estou na arena e mais pronta que nunca p/ a luta.
Falando nisto: muitos mencionam a 'luta contra a balança'. Mais uma vez digo que p/ mim esta luta não é contra a balança, não é contra nada e sim a favor. Toda vez que olhamos a balança como inimiga, deixamos de valorizar uma aliada que nos incomoda muitas vezes c/ sua absoluta franqueza, tem a mania de dizer a verdade mesmo que doa, mas sem saber e sem encarar a realidade ninguém parte p/ ação do jeito certo. Salvo situações especiais em que demonstra resultados que não são coerentes c/ nossa atitude (podendo ser variação hormonal, retenção de líquidos etc.), ela só diz o que precisamos saber. É chato? Sim, mas qtas vezes nós precisamos ser chatos, dizer a alguém o que é preciso? Escutar também, ora bolas!
A luta é a favor da balança p/ que ela possa nos mostrar o que queremos ver! Eu tb a xingo muito de vez em qdo (outro dia tive vontade de parti-la ao meio), mas depois que acalmo vejo que é bobagem. Ela só mostra o que sente!
Assim, já estou c/ as rédeas firmes nas mãos. Cardápio da semana planejado, comprinhas feitas, fazendo tudo p/ garantir cumprir a programação. Ativ. física regular, retomada em pleno domingo, atenção total e uma alegria imensa pq é bom, dá uma serenidade danada a gente sentir que voltou ao comando e que está fazendo a coisa certa.
Os resultados não aparecerão tão rapidamente qdo as consequências dos desmandos, mas isto não é novidade e já estou preparada tb p/ eles. Esta retomada requer uma atenção danada, é impressionante como a gente se reacostuma rápido c/ erros bobos que nos prejudicam. Na 2a feira mesmo eu estava já feito formiga buscando algo qdo parei e disse a mim mesma: ‘Qual é, Beth?’ E isto bastou, felizmente. Eu me ouvi... eba! (Lisa, obrigada pela dica, já comecei a me reorganizar p/ seguir).

Não sou do tipo que quase morre se cometer um deslize, não chamo qquer coisinha de jaca e nem comi absurdamente durante os dias de indisciplina, exceto no jantar do dia 10. Mas não houve houve tanta preocupação c/ as escolhas e sendo meu limiar hoje tão baixo, o efeito é tão ruim qto jacadas fenomenais feitas por outras pessoas.  E como sei disso, não posso nem reclamar, é como disse o Leo outro dia: "não me venha c/ chorumelas". Agora tudo normal de novo.

 Refeições regulares c/ alimentos variados, nutritivos, tudo bem bonito e controlado e acreditem, até couve-flor roxa eu descobri p/ o prato de salada ficar ainda mais atraente!

Mudando de assunto: Estava no micro de casa e na bancada há um porta-retrato em forma de coração c/ uma foto minha que eu detesto. O meu marido, como é um fofo, gosta de tudo que é foto minha, até as mais horrorosas, então a bendita foto fica aqui do ladinho, olhando p/ cara dele enqto tecla. Pouco olho p/ ela, até que na 2ª feira resolvi observaá-la melhor. Ela é de 1996, pouco depois do meu aniversário de 40 anos. Comparei a foto c/ a deste aniversário e apesar dos 10 anos que passaram, constatei mais uma vez que estou melhor na foto atual. Mais velha? Sim, são 10 anos a mais. Mais feliz? Sem dúvida. Mais bonita? Eu acho! Mais plena? Totalmente. Mais sensual? Com certeza! Mais mulher? Claro, mais do que nunca!

Mas o que a foto de 1996 tem de ruim? Só hoje olhei c/ olhos de ver e saquei o pq da implicância. Não é só o fato de eu estar mais gorda. Na época, pedi a um amigo (é fotógrafo profissional, inclusive c/ livros publicados) que me fotografasse. Agendamos, eu me arrumei c/ carinho e posei p/ ele numa felicidade danada, como se estivesse preparando meu book. Foram vários 'cliks' e eu aguardei ansiosa pelo resultado. Qdo ele deixou lá em casa o envelope c/ várias fotos, meu coração saltava de ansiedade porém, ao me ver retratada, quase tive um treco. Descobri que apesar dos espelhos em casa e de estar numa fase interessante na vida, eu não me enxergava exatamente como era. Eu tinha na minha cabeça uma imagem muito mais aprimorada do que aquela que a lente do meu amigo captou. A forma como eu me via não era como a foto mostrava. Aquilo me chocou, algumas eu até rasguei. Várias pessoas qdo viram uma ou outra acharam lindas, eu me arrepiava e sentia raiva. Não era raiva de mim! Senti raiva do fotógrafo amigo, como se ele que tivesse sido incapaz de me retratar como eu achava que era! Senti raiva daquela câmera c/a qual ele ganhou até prêmio mas que 'não tinha feito jus ao que eu era'.
Hoje sei que a máquina era ótima, o fotógrafo amigo foi, é e sempre será um artista e eu é que era generosa demais p/ com minha imagem. Ok, sempre digo que precisamos ser generosos, nos olhar c/ amor. Mas daí a fingirmos que somos diferentes, nada a ver. Vejam a comparação das fotos, abaixo.

Hoje eu me vejo c/ amor e generosidade, mas sempre c/ olhos de ver. Me aceito, mas sabendo que posso melhorar e sabendo até onde quero e vou realmente conseguir melhorar meu físico e até onde a coisa vai ficar assim ou assado. Mas qdo me vejo fotografada, a menos que o ângulo não seja o melhor (há um em que eu fico uma hipopótama, não tem jeito...rs) ou algo assim, o que vejo é o que esperava mesmo ver. Fotógrafos melhores? Máquinas mais aprimoradas? Não. Uma Beth que se olha melhor. Sem medo. Com compreensão, mas com realismo tb.
Beijocas, a gente vai se falando ok?
Para vcs!



 Escrito por Beth ?s 20h22
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Como as fotos que publiquei no post abaixo não abriram, parte delas poderá ser vista no novo Fotoblog da CONQUISTA ==> AQUI

Beijocas!



 Escrito por Beth ?s 19h53
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   ALEGRIA POUCA É BOBAGEM!

UpDate: Fotos (algumas) do niver no novo Fotoblog da CONQUISTA ==> AQUI


Antes de qquer coisa, recebam um abraço bem apertado e um beijo bem carinhoso, recheado de gratidão por todo carinho, atenção, mimos e afagos que deixaram p/ mim por conta do meu aniversário. Gente, eu quase desidratei, chorei tanto! rs Mas foram lágrimas de satisfação, alegria, felicidade por ter tanta gente boa à minha volta. Que isso gente, mais de 100 visitas! Caramba! Valeu, tá? Valeu. Não há palavras que expressem adequadamente, eu que sou de falar e escrever muito não sei nem como retribuir tudo isto que recebi de vcs. Deus há de se encarregar disto, podem ter certeza.

Demorei a postar por falta de tempo, fiz uma coisa atrás da outra! Agora vou contar como foi tudo!
Na 5ª (dia 10) o dia amanheceu lindo, ensolarado, céu azul turqueza, já começou bem! Muito carinho e amor do maridão e do filhão, mil lambidinhas do cachorrinho, eu me sentindo ótima e feliz e, impressionantemente, sem toda aquela chatice que me acompanhou nos últimos dias. Ai, que bom!
Ganhei do meu maridão 2 bolsas lindas, na verdade desta vez não foi surpresa, pois eu as escolhi junto dele. Uma é toda preta de couro, muito bonita, que eu estava querendo p/ trabalhar e a outra, fofíssima, é pequenina, própria p/ saidinhas à noite. Meu filhão me deu o DVD do 1º filme da trilogia Sissi. 
Vi os filmes pela 1ª vez ainda bem menina e até hoje sou encantada pela história da Sissi (foi imperatriz da Áustria), é um conto de fadas lindo e, sabendo disso, meu filiho há tempos procurava p/ me dar, sem encontrar e agora conseguiu! Da filhota, ganhei um vestido lindo. O maridão proporcionou tb a noitada do dia seguinte, mais alguns mimos...
Me arrumei p/ trabalhar c/ capricho, estreei uma blusa muito linda que o maridão me deu há 2 semanas atrás e recebi muitos elogios, quase todos envolvendo o termo ‘Poderosa’, é mole? Amei, né? Ainda na frente do meu prédio, ao entrar no transporte que leva a mim e alguns colegas à empresa, já fui recebida c/ cantoria, eles cantaram o Parabéns, uma farra!  Durante toda a manhã recebi inúmeros telefonemas, recados via celular, e-mails e cartões virtuais, além de muitos abraços e beijos. E a cada manifestação de carinho, mais emoção à medida em que conseguia dar uma espiadinha no blog e ler mais um comentário amável, eu chorava que só vendo!
O almoço de aniversário foi num restaurante c/ boliche ao lado da empresa, que é muito legal, ótima comida c/ direito a uma partida de boliche depois (adoro). Não levei máquina, que pena! Foi tb almoço de “bota-fora” do Leo, pois foi o último dia dele na empresa, nosso amigo querido começa nesta 2ª feira uma nova etapa em outra empresa onde tenho certeza de que todo o seu potencial como GENTE e como profissional há de ser tb muito reconhecido e valorizado, não há como ser diferente! Ainda bem que trabalharemos no mesmo bairro, assim poderemos almoçar juntos de vez em qdo, senão eu morreria de saudade (já vai ser duro levantar a cabeça e não vê-lo ali pertinho)! O almoço foi super agradável e gostoso e teve a presença do meu amor, que se despencou até a Barra pois fez questão de participar. E a tarde foi novamente de muita emoção, carinho, abraços e beijos, bom demais. À noite saí p/ jantar fora c/ o Vi e meu filho, tb foi delicioso (embora um jacacídio dos bons...rs).

Na 6ª feira não trabalhei, tirei o dia p/ descansar, ter minhas horas livres p/ fazer o que bem entendesse e como ultimamente nem os finais de semana nem as noites estavam sendo poupadas, ou eu fazia isto ou pifava e fiz c/ aprovação do meu ger. regional, claro. Porém, o celular (que é funcional) não parou de tocar c/ pepinos do projeto, acabei me envolvendo em algumas coisas, mas mesmo assim deu p/ espairecer. Passei a manhã e parte da tarde batendo perna c/ o Vi, comemos pela rua, já em casa dormi um pouco e à noite, a comemoração c/ amigos no Estrela da Lapa, uma casa noturna linda, charmosa e aconchegante onde há atrações ao vivo.
Muitos amigos não puderam ir, compreendi totalmente e quem foi adorou e foi p/ mim uma alegria especial tê-los comigo naquela noite tão feliz. Dançamos ao som do grupo Garrafieira Carioca (tudo de bom) e depois do show , ao som de DJ.

O sábado foi tb ótimo. Tive o prazer de conhecer a simpaticíssima e linda mãe da nossa querida amiga blogueira Luana (que é de Uberlândia-MG). Ela veio ao RJ p/ um congresso e foi portadora de um presente que a Luana me enviou (adorei) e uma carta linda que me derreteu toda! Depois, curti uma praia deliciosa. Dei uma descansadinha de leve e à noite fui ao teatro assistir à maravilhosa peça Intimidade Indecente, na companhia do meu maridinho e do casal amigo Marsele e Vinícius. Após a peça nos despedimos e eu e o Vi resolvemos tentar a sorte no Bingo Arpoador, não ganhamos nada mas valeu a brincadeira. Depois, fomos pra casa né? Só love, só love!
Domingão lindo novamente, sol quentíssimo e conforme combinado, levantamos cedo p/ aproveitar o dia. Fomos andando até a Praia Vermelha e, como levamos nosso cachorrinho, alternamos: enqto o Vi passeava c/ ele, fiz uma caminhada caprichada na fantástica Pista Cláudio Coutinho e qdo retornei, foi minha vez de ficar c/ nosso bichinho enqto o Vi fez caminhadas na beira d´água e deu uns mergulhos. Foi bom demais. À tarde fomos almoçar na casa do meu irmão, festejando c/ a família o Dia dos Pais e de lambuja, ainda, o meu niver...rs E mais mimo, mais presentes, eita beleza!

E assim, foram 4 dias muito bons, muito especiais, em que o principal foi sentir-me abençoada por cada amigo / familiar, cada pessoa linda que me cerca seja no convívio pessoal ou virtual. Tudo que ganhei eu adorei, aos pouquinhos vou mostrar a vcs em fotos, durante a semana. Mas o que jamais me sairá da lembrança e do coração foi o carinho sincero que senti em cada abraço, cada beijo, cada palavra dita, escrita, cada olhar, enfim...não sei mesmo como expressar tudo que senti e estou sentindo. Apenas reforço meu compromisso que vem do coração: Contem comigo. Minha mão está apertando a de cada um de vcs, ok? Vcs são preciosos demais. Presentes de Deus. Fiquem agora com algumas fotos, durante a semana virei postar, falar do processo, de tanta coisa! E vou trazer mais fotos do niver, podem deixar!
Beijos no coração de todos! Tenham uma semana L-I-N-D-A!



 Escrito por Beth ?s 20h11
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   NASCI EM 10/08/1956 ÀS 6h, COM O SOL (SÓ PODIA SER) E EM COPACABANA, PERTO DO MAR (CLARO!) E SOB O SIGNO DE LEÃO... ENTÃO, TINHA QUE DAR CERTO...RS



Já comecei diferente: minha mãe, ao invés dos sintomas normais de gravidez, sentiu-se mal e teve febre. Foi ao médico apavorada, achava que era doença. O Dr. anunciou: ‘não está doente, está grávida’.  Nove meses depois, em vez de contrações ela sentia vontade de fazer cocô (?) e já c/ alguma dilatação, passou a noite toda chamando a enfermeira pq queria fazer o bendito, e não fazia. Numa destas, quase nasci dentro de uma comadre, ainda bem que a enfermeira viu minha cabeça coroando, ou eu já ia começar mal, muito mal... Haha
 Cabeluda, robusta e c/ olhos muito puxadinhos, a médica que fez o parto perguntou se meu pai era japonês (não era, as bochechas é que os imprensava) Depois ficaram bem redondinhos, eram tão escuros que valeram o apelido de ‘olhinhos de jabuticaba’ e tb de Diacuí (nome de uma índia que se casou c/ um sertanista aqui no RJ e foi manchete de jornais, revistas etc. poucos anos antes).  
E fui crescendo, me desenvolvendo...esperta, malcriada, aguerrida sempre mas muito engraçada e alegre, rueira que só eu!
Qdo menina sonhava em fazer 16 anos. Não sei pq, achava uma idade mágica e dizia que aos 16 eu me casaria e teria 4 filhos. Que nada! Aos 16 eu era uma linda adolescente espivitada e namoradeira que nem pensava em casar tão cedo, qto mais ter tanto filho assim, de repente...rs  Imaginava como seria chegar aos 18, pensando numa independência que depois descobri que já tinha e uma mudança de nº que faria a diferença. Bom, até fez pq pude além de tantas coisas que fazia, começar a trabalhar ‘de verdade’, pq assim decidi, como tudo em minha vida. E chegar à faculdade.  E já não pensava tanto em idade, mas tinha curiosidade sobre com qtos anos me formaria, me casaria, teria filhos, me formaria e uma curiosidade tremenda em como eu estaria qdo chegasse o ano 2000. Estaria viva? Como eu seria? Passavam coisas assim pela cabeça. Nas conversas c/ amigos elocubrava sobre meus 30,  40, 50 etc. anos, a gente ria imaginando como cada um seria fisicamente etc.  Jamais, desta época até hoje, me preocupei efetivamente c/ a questão da idade. Sempre valorizei o SENTIR.
Aos 25 era jovem e sentia-me infeliz, estava tudo ruim em todos os segmentos da vida e eu largadona, engordando cada vez mais, recorrendo a tudo que era método p/ emagrecer e só piorando a situação no todo. 
Aos 27 fui mãe, realizando meu maior sonho na vida e dei início tb a algumas viradas importantes. Aos 29 terminei de vez o casamento ruim, segui a vida c/ leveza e recobrei uma alegria e jovialidade interior e de alma que estivera sufocada por 6 anos e que me fez ficar muito mal. Mas os tempos eram outros.
  Aos 30 estava feliz da vida, tudo andava novamente p/ a frente e comemorei o niver numa gafieira no Horto Florestal, dançando até 5h da manhã c/ muitos amigos, cheguei em casa só o pó (de felicidade).  E fui indo em frente, só me desenvolvendo, graças a Deus, em todos os sentidos, só que cada um no seu ritmo. Tinha unzinho que não  evoluía muito ainda (a questão do peso) mas tudo bem, chegaria a hora.
A
os 40 estava feliz da vida tb, comemorei numa festa que fiz e que terminou c/ o raiar do dia apesar da polícia chamada por uma vizinha que não suportava barulho (música alta) de festa (este, o detalhe!). A polícia foi embora indignada (c/ a vizinha, eu recebi os parabéns) e a festa continuou.  
Aos 40 conheci meu grande amor, o meu maridão Vicente, que há quase 10 anos me faz sentir, desde o 1º momento até hoje a mulher mais linda, gostosa, sensual e espetacular do planeta. E se eu já era metidinha, mesmo obesa, imaginem depois disso né? Rs Um anjo que Deus me mandou de presente, o amor gostoso, sólido e sempre ardente que veio na maturidade.

Hoje faço 50 anos. E continuo sem crise de idade, esta crise que tanta gente tão mais jovem vive apregoando e me mata de rir. Vejo meninas tendo chiliques pq farão 20 anos, outras pq os 30 se aproximam, há quem quase corte os pulsos pelos 40 rondando e eu? Eu curto adoidado!
Começo c/ a máxima: ‘Só não fica mais velho quem vai antes’. Velho é trapo...rs

Não ligo a mínima pra idade, a não ser como um marco, uma questão mesmo de ‘X tempo em atividade’. Gosto disso. Encho a boca p/ apregoar a todos meu cinquentenário, do qual me orgulho pra caramba. Sou uma garotona de 50, é como me vejo. Me sinto com tão menos. 

Olho p/dentro de mim e vejo uma mulher com  maiúsculo, batalhadora, que venceu um monte de coisas, vencerá outras tantas. E não vou eu dar uma de modesta não, eu tenho muita satisfação pelo que sou, embora possa e deva melhorar muito em tudo, rigorosamente tudo. Tenho milhões de defeitos, uns não fazem mal a ninguém, outros incomodam sim e há os que principalmente enchem meu próprio saco. Vou aprendendo e ajeitando aqui e ali.
 
Olho meu filho de 22 anos e me orgulho como mãe, sei que aquilo tudo ali (sim, ele é TUDO de bom) tem ‘dedo meu’ tb. Vejo-o se preparando cada vez mais p/ voar mais alto e sei que aquelas asinhas ali foram cuidadinhas por mim, desde sempre. É bom demais! 
Olho minha vida profissional e vejo que evoluí muito, estudei sempre desde que comecei no Jardim de Infância até o ano passado, pretendo estudar mais ainda. Tem gente pendurando as chuteiras, eu quero é chuteira nova, quero jogo, não me tira de campo não, tenho gol pra fazer. 
Olho minha conta bancária que está no vermelho quase roxo e acho graça, será que eu imaginaria fazer 50 anos tão dura? Mas e daí? A gente se vira!
Me olho no espelho e me vejo 50 kg a menos, mais bonita, mais plena, olhar mais seguro mesmo qdo estou esquisita, mesmo qdo a TPM, a pré-menopausa, as ziqueziras da vida incomodam. Amo e sou amada. Detalhe principal: Me amo.
 
E assim, comemoro hoje estes 50 anos c/ muita alegria, sejam eles inspiração p/ tudo que ainda viverei, até qdo Deus permitir e tenho um trato c/ Ele, da minha parte sei que vou cumprir: VIVER muito, c/ alegria e garra crescentes, c/ FÉ incondicional cada dia mais consolidada e prourando sempre SER mais do que TER. 
Agradeço por tudo que Ele me proporcionou até aqui e por tudo que há de vir, agradeço previamente tb. 
E a vcs por terem chegado na minha vida e terem se tornado parte das flores deste jardim que venho cultivando há 50 anos. Beijos no coração.



 Escrito por Beth ?s 06h55
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   QUEM É DO MAR NÃO ENJOA!

De novo me comovi muito c/ os comentários de vcs p/ os últimos posts. Obrigada. É bom transmitir força e incentivo. Estamos na mesma escola, onde não sou mestra (como alguns generosamente falam) e sim aluna, só que talvez numa outra série.  

Continuo hoje a mostrar minhas últimas reflexões. Ás vezes digo p/ não serem tão rigorosos consigo, acho mesmo que não podemos nem devemos ser tão duros e exigentes, afinal se já soubéssemos tudo não estaríamos nesta batalha, não é? Mas ainda assim, eu me cobro e bastante e identifiquei isto agora, mais fortemente. Andei pensando e conversei c/ o Léo sobre isto outro dia:  Sou prepotente comigo mesma, acima de tudo.
Avaliei até onde esta relutância em admitir alguns erros não é uma arrogância disfarçada que custo a assumir, algo como questionar a mim mesma: “Pô, Beth, vc não é a fodona? Então como está c/ esta dificuldade?” ou “Então, pq não faz direito o que sabe fazer, o que já fez tão bem, o que compartilha tão direitinho?”.
A resposta vem, já c/ mais generosidade, tb de dentro de mim: “Que fodona que nada, vc é humana, Beth! Pq mesmo tendo aprendido muito, vc tem anos e anos de hábitos enraizados, eles estão sendo substituídos paulatinamente, alguns sequer ousam se reaproximar, outros são mais ousados, mais resistentes! Cabe a vc ser mais persistente que eles. Cabe a vc se ver maior que eles. Se vc ceder agora, eles podem achar que estão se superando e aí...”

Na semana passada não caprichei tanto, não dei o meu melhor. É duro admitir, mas foi mesmo 'meia-boca' e ainda ando apreensiva c/ algumas coisas, meio chatinha, talvez seja o tal do inferno astral que antecede o niver...rs  O fato é que a auto-avaliação me fez concluir que estou pisando na bola onde não preciso, não quero e já achava que tinha domínio total e, ao mesmo tempo, vi que estou sendo muito intransigente comigo mesma. Ei, Dr. Freud! Socorro!

Há alguns dias, lembrei uma amiga de algo que de vez em qdo a gente esquece (e eu tb): p/ tudo na vida, há o ÔNUS e o BÔNUS. E a gente tem a mania de querer moleza, só quer o bônus.

Neste processo, o bônus é um peso menor, de forma segura, sem riscos, a saúde agradecendo, as medidas reduzindo e garantindo um man. menor nas roupinhas tb mais bonitas, modernas e sensuais, um bem-estar geral, uma auto-aceitação maior ao se ver em espelhos, recebendo elogios, nossa...são tantas coisas! Isto tem preço e no caso da reeducação alimentar (o caminhoEFETIVO) o preço é mantermos o controle, a atenção.
É termos firmeza p/ dizer “sim” e “não” nas horas devidas e, principalmente, qdo errarmos, é a avaliação honesta seguida de atitudes corretas p/ ajustes. É perseverança apesar dos tropeços, de possíveis desilusões pontuais c/ resultados (justos ou injustos). É a paciência, esta companhia que tentamos desprezar mas que sem ela não somos tão bons, é preciso aceitar isso! É a vontade de fazer sempre o melhor, mas c/ humildade p/ reconhecer que falhamos sim, seja por bobeira ou até por consentimento nosso mesmo, seja por circunstâncias p/ as quais não estávamos preparados ou o que for. E que isto não nos faz piores do que ninguém, não nos faz incapazes, não nos torna fracassados. Falhamos pq estamos fazendo algo por nós, caso estivéssemos parados deixando a vida passar, não estaríamos correndo risco de errar. Mas o erro estaria ali, configurado na inércia, o pior de todos os erros.
Digo isto a vcs e a mim tb, puxando minhas orelhinhas  dizendo a  mim mesma: “Sai do pedestal, Beth, que vc é igualzinha a todo mundo, se sabe muito bem o que é p/ ser feito e já fez, repita e se errar, se perdoe e siga’.

Não sei qto estou pesando, não deu p/ ir ao VP (o celular funcional apitou o envio de SMS´s no meu ouvido a madrugada toda, avisando cada passo do projeto em que estou trabalhando e um sono absurdo que não me permitiu levantar a cabeça do travesseiro nem p/ ir ao banheiro, quase fiz xixi na cama). A balança de casa, que não é digital e costuma mentir muito, diz que estou na mesma, sei lá. As roupas dizem que estou bem, o espelho idem.

Comprei uma blusa muito linda esta semana, na Ágata (mais uma loja onde até pouco tempo só entrava p/ ajudar amigas a escolherem peças p/ elas), mais um troféu. Estreei algumas peças tb durante a semana p/ trabalhar, ouvi elogios e até um delicioso “Es-pe-tá-cu-lo” foi dito numa frase que fez meu ego dar cambalhotas! Tenho sido gratificada tb c/ menções generosas de pessoas importantíssimas no meu processo e elas não têm noção do qto me elevaram e aajudaram a refletir ainda mais e a me propor a dar braçadas mais competentes p/ vencer as ondas que faltam.
E eu vou sim. Há músicas que dizem: ‘Quem é do mar não enjoa’; ‘Camarão que dorme, a onda leva’ e a que eu mais gosto: “Nas quebradas do Rio de Janeiro, pega onda quem sabe nadar”. Eu sei.


Fim de semana calmo, entre trabalho, família, domingo c/ praia e teatro. A semana que começa é especial, meu aniversário 5a feira, estou feliz. Até lá! Beijocas!



 Escrito por Beth ?s 10h53
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   CONTINUANDO....


Deus sempre acha um jeitinho diferente de nos cutucar. É criativo que só Ele! E eu, como adoro os Seus cutucões, agradeço feliz e faço bom uso, claro! Muitos grilos podem ser evitados qdo a gente para e pensa melhor. Muitas neuras podem nem vir a existir ou vão embora, se a gente reflete, compreende melhor o que sente. E não radicaliza. Separa o joio do trigo, em tudo. Principalmente, nas avaliações que faz de si mesmo e do que passa.
 Depois que postei o texto anterior, fui ao meu quarto e vi algo no chão, próximo à cômoda. Era uma foto minha, de 2000. Nem lembrava dela e não entendi pq estava ali, mas logo notei que tinha caído de um pequeno álbum que tb despencava do móvel. Acho que o Vi, procurando cuidadosamente alguma coisa, deve tê-lo achado em uma das gavetas e esquecido ali. Me vi na foto e disse a mim mesma: “É, Beth! Vc está outra.”. E comecei a rir, lembrando que acabara de postar sobre esta questão da referência ao passado. Mas é impossível não comparar.

Aí, abri o tal álbum, onde revi fotos de uns dias bem gostosos que passei e ficaram registrados. Numa das fotos, eu saindo de uma piscina, nem vi que estava sendo tirada, tanto que saí de cabeça baixa, acho que ia passar o filtro solar, não sei bem.
 Meu marido tem destas coisas, com uma câmera na mão ele fica fotografando tudo, parece aquela mulher da antiga novela, "cada mergulho é um flash", terrível isso...rs
Estávamos em Piracicaba-SP, terra dele. Era Natal e resolvemos passar a data c/ um casal de amigos e seus familiares, numa chácara. Chegamos cedinho no dia 24 e ficamos até a noite de 25/12/2000. Um local amplo, delicioso, pessoal alegre, muita farra. Dia ensolarado e eu tratei logo de vestir o maiô p/ aproveitar o sol e a piscina.
Sempre fui muito desencanada, mesmo c/ 140kg e, se eu não me privava de curtir a praia em Ipanema, no RJ, não ia me intimidar numa piscina em Piracicaba, logo eu! E como todos estavam bem à vontade, os homens já de sunga ou short, as mulheres mais jovens de biquíni e as mais senhoras ou mais gordinhas de maiô, porém estas já encobertas por blusões etc. E eu, tratei de ficar sem nada, aliás, só c/ o maiô, não me preocupei em usar um short ou algo assim, para que? P/ mim, era como estar na praia.
Lembrei de alguns olhares que me foram dados qdo desfilei minhas banhas a caminho do sol, passando pela área onde o povo batia papo. Não eram olhares de reprovação e sim de admiração. Eles me achavam muito simpática, bonita, alegre, falavam muito bem do meu  jeito carioca de ser, de falar etc. E naturalmente, estranharam aquele descolamento todo, eu imensa, num maiô que só não era menor pq não encontrei no meu tamanho, pois sempre gostei de ficar mais peladinha...rs
Tb lembrei que após bater muito papo à beira da piscina, mencionei que iria mergulhar e a mãe do meu amigo perguntou ao meu marido: “Vicente, a Beth nada?” Ele respondeu c/ naturalidade, porém orgulho: “Claro, a Beth foi criada na água”. E ela então, disse: “Ah é, é carioca”. E eu sorri e mergulhei, dei umas voltinhas na piscina nadando serenamente. Depois, fui brincar c/ as crianças e aquilo virou uma farra, apareceu uma bola imensa e passamos horas jogando e rindo,inventando brincadeiras na água. Coisa que se repetiu no dia seguinte.

Existem mais fotos destes dias, que não estão neste álbum, mas preciso encontrar, então trago esta que está na montagem aí embaixo e fico devendo outra, futuramente. Notem que meu maiô era preto mas não pq eu tivesse esta preocupação, já que sempre tive maiôs e roupas de todas as cores, inclusive estampados. Qdo comprei este, foi uma lenha p/ achar. Na loja onde estava (no RJ, especializada em tam. enormes), os maiôs eram bonitos porém fechadíssimos. Mania que este povo tem de achar que gordo tem que ficar coberto. E eu reclamava, vestia e tirava os maiôs resmungando, achando tudo c/ cara de vovó. Até que a vendedora achou este, que ao menos tinha alça fina e o peito ficava mais à mostra. Comprei p/ não ficar sem opção, na época, já que os meus estavam muito feios.
Olhar a foto me fez bem. Bom lembrar dos momentos alegres que passamos naquela chácara, melhor ainda poder olhar e ver que não sou mais daquele jeito, meu corpo mudou e, mesmo não estando ainda no peso/forma que desejo, não há semelhança entre este antes e depois. Aliás, há sim. Eu me amava naquela época, me respeitava e me fazia respeitar apesar do peso elevado. Não me cuidava como devia, mas não me escondia, não me sentia indigna de viver, amar, ser amada etc. E isto acontece hoje tb e acontecerá sempre. Não há questão corporal que possa tirar de mim algo muito especial, que é o amor por mim mesma. Posso ficar zangadinha com minhas próprias ações, muitas vezes, o que é normal. Mas virar as costas a mim mesma, não. Nem em pensamento, muito menos em atitudes. Só se eu me distrair. Mas aí, conto c/ ajuda p/ voltar à atenção. Cutucões amigos são sempre bem-vindos. Inclusive os meus. E sobretudo, os de Deus.
E tome foto antes e depois, porém ficamos combinados assim: as fotos de antes só servem para incentivar. Sei que aquilo passou. Eu sou a da foto de hoje. Por enquanto. Ficarei ainda melhor. Tenham um fim de semana maravilhoso. O meu há de ser, tb. Só que vou ter que trabalhar buá buá...rs Beijocas!



 Escrito por Beth ?s 23h34
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   QUEM SOU EU? (REFLEXÃO BASEADA NA ÚLTIMA REUNIÃO DO VP)

Na última reunião do VP a orientadora mencionou algo que me tocou profundamente.  Falando de si mesma, na época do seu emagrecimento, contou que saindo dos 120kg p/ 70kg entrava em lojas e qdo a vendedora perguntava o nº que ela vestia, ela não sabia dizer e a resposta costumava ser algo como: ‘Não sei, eu era gorda, pesava 120 kg, emagreci 50kg, sou orientadora do VP...’ e tirava da bolsa a sua foto de antes. Até que um dia sacou que aquilo tinha que acabar, já era hora dela saber o próprio tamanho etc. Ou seja, tirar a imagem de gorda da cabeça e assimilar que estava magra.
  Mas ela usava como ‘senha’ esta sua situação de ex-obesa. Foi fazer terapia e qdo se apresentou à terapeuta foi assim tb, como a ex-120kg que emagreceu etc. mas a terapeuta não fez 'OHHH!' como todo mundo,  ela simplesmente achou ótimo o que a nova paciente contava que tinha feito por si mesma, mas QUERIA SABER DA PESSOA DE AGORA, não da outra, que já era coisa do passado.
Eu  compreendi o que ela (a orientadora) passou e saquei tb o que a terapeuta estabeleceu ali na abertura dos trabalhos e aquilo mexeu comigo.  Sem que ninguém notasse (a bendita rinite e a coceira alértica no olho direito ajudaram a disfarçar), chorei na reunião enqto ouvia e associava aquilo a mim mesma. O fato é que mesmo não tendo ainda concluído meu processo,  eu já tenho uma estrondosa diferença entre a minha imagem de antes e a atual e sei tb que a imagem futura, qdo atingir a meta, não será tão distante desta, já que eu não estou trabalhando p/ ficar macérrima e sim p/ ficar bem, manter-me longe da obesidade e numa forma física legal  p/ minha estrutura e idade, que combine comigo no todo e que me favoreça a saúde, claro! Sem dúvida, qdo fizer a plástica no abdômen, costas (sim, será preciso) e seios, aí a coisa vai ficar mais bacaninha ainda, mas isto é coisa p/ o ano que vem. E sosseguem, não vou passar o chapéu! (ai, desculpem, não resisti...rs)
Então, eu costumo andar tb c/ a impressão de uma foto minha, de antes. Até preciso renová-la, a danada esfarelou de tanto ser 'apresentada' como documento...vixe!  Mas eu sempre fiz isto c/ a idéia de usar como mais uma auto-motivação, pois cada vez que eu vejo minhas fotos anteriores me sinto tão feliz, cada vez mais longe daquilo e me sinto tão forte e vitoriosa que me animo e sigo, mesmo que tenha levado um cucuruco da balança, justo ou injusto.
Aliás, passei a AMAR tirar fotos...rs Como sempre conto, eu uso tudo como incentivo. Cada roupinha nova, por mais simples e barata que eu consiga comprar, cada olhada no espelho que mostre um corpo tão mais harmonioso, cada subida de escada em que eu não ponha os bofes p/ fora (menos a da estação Estácio, né Dani, aquela quase me matou haha), cada coisinha diferente é uma voz que vem de dentro de mim e diz: “Viu só, vc está vencendo”.  E a foto atua assim.

Mas é claro que tb a uso p/ motivar outras pessoas. Não ando c/ ela pendurada no pescoço, não paro ao lado de gordinhos na rua dizendo ‘eu emagreci, vc pode emagrecer’, detesto isso, nada de assédio, isto é desagradável, não é educado e nem sempre a pessoa está no seu momento de receber o toque, a gente sabe disso na pele, na carne. 
Mas as oportunidades acabam surgindo naturalmente. Há uns 3 meses atrás, uma mulher numa loja me pediu palpite sobre uma aplicação que faria numa calça e eu ajudei-a a decidir. Aí ela fazendo menção ao tam. da calça (não era tão grande) disse que estava gorda, mas que ‘não adiantava, ela fazia e fazia dietas e não conseguia emagrecer’. Aí não teve jeito, eu tive que dar uma forcinha p/ ela, que realmente tinha sobrepeso evidente e sem ser indelicada, dei minha opinião. Sem chamá-la de gorda ou algo assim, simplesmente disse que ela poderia emagrecer se optasse por um caminho legal, se dedicando, acreditando em si mesma antes de tudo, falei do VP e da reeducação de forma geral e tudo que eu penso.  Ela me deu muita atenção mas primeiro olhou p/ mim, não viu uma magra saradona falando e p/ dar credibilidade ao que eu dizia, mostrei a foto na hora.  O fato é que tem gente que só acredita vendo e a foto mostra que eu realmente já tive muito mais peso que hoje e me capacita a falar e ser ouvida c/ interesse.
Qdo eu era obesa mórbida, tentava mostrar alguma coisa a colegas e amigos, que me olhavam c/ cara de “caramba, o que esta obesa está me dizendo?”. Qdo eu apontava que a pessoa estava querendo emagrecer do jeito errado, só a base de remédios etc. e eu sabia o que estava dizendo pq já tinha passado tantas vezes por aquilo, não era ouvida pq minha imagem não era de sucesso no emagrecimento e havia quem achasse que, estando obesa, eu não me interessava em vê-los conseguindo.  Eu apenas não queria era que eles se ferrassem como eu  me ferrei, não queria que eles ficassem se estragando c/ remédios e depois engordando o dobro, chegando ao ponto em que cheguei e partindo de onde parti, pois qdo comecei a tentar emagrecer c/ métodos errados eu estava longe da obesidade, tinha que emagrecer poucos kg e usava meu biquíni pequenino, roupinha normal etc. Mas estar gorda não me habilitava a ter crédito junto a estas pessoas.
Infelizmente muitas delas estão muito gordas hoje (mais que eram naquela época) ou  vivem às turras c/ o efeito sanfona e eu estou bem mais magra, não fiz mais bobagens e demorei, mas qdo entrei na estrada foi pra valer. e do jeito certo. Quem sabe agora me ouçam. A lembrança da minha ex-imagem na cabecinha deles me dá moral agora. E quem não me conheceu antes, vê pela foto amarrotada.
Mas há muita coisa a ser ainda trabalhada e o relato da Cíntia me ajudou a ver isso. Uma coisa é ter esta referência antiga como motivação e pto de atenção p/ nunca mais retornar àquela situação. Outra coisa é prender-me como se fosse uma senha, uma eterna associação a algo que já passou e cada vez mais será passado. Tenho que aprender a me ver cada vez mais como a Beth de hoje, cuidar p/ que a lembrança seja só o alerta de que aquilo não voltará se eu sempre me cuidar, mas não como um indefinido ‘sou a Beth ex-obesa mórbida etc.’
Não renego, sou sim, mas tenho um HOJE p/ trabalhar e amanhã será um novo HOJE. Andei pensando, então, se esta estagnação de peso não poderia ser algo mais que uma resistência do corpo físico, quem sabe não é o emocional, o subconsciente tentando se agarrar obstinadamente a algo que estou identificando, é um mergulho dentro de mim, estou agora aprofundando.
O mar é tão lindo por cima, por baixo é mais fascinante ainda. Vou nadando e contando a vcs ok?Ah, valeu Cíntia! E valeu tb Bernadette, vc é TUDO DE BOM, já falei isto esta semana né? Não custa repetir, já que é verdade. E beijão p/ todo mundo, vamos em frente!



 Escrito por Beth ?s 20h22
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Meu perfil
BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Livros, Praia, Dançar, Curtir a vida
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EU ERA ASSIM  

ESTOU ASSIM Meu nome ? Elizabeth, sou conhecida como Beth
Analista de Sistemas, especialista em Metodologia, Processos e Qualidade em TI, Ger?ncia de Projetos,An?lise de Neg?cios, Auditora ISO, sou leonina do dia 10/08, carioca da gema, moro na minha na cidade maravilhosa (RJ), adoro fazer amizades, sonhar, ler, escrever, sou casada c/ Vicente - meu grande amor, m?e do Alexandre, um filh?o maravilhoso, que ? universit?rio e "boadastra" da Mimi, minha enteadinha adolescente linda a quem chamo aqui de filhotinha.

Meu e-mail: beth.ebprs@gmail.com
Meu MSN: ebprs@hotmail.com



Objetivo deste Blog: Compartilhar meu processo de reeducação alimentar e mudança de hábitos que resultou no meu emagrecimento, me tirou da obesidade mórbida e me ensinou e ensina tanto!



Meu processo: Fui beb? 'cheinho',crian?a de peso normal, na adolesc?ncia tinha ?timo corpo. No in?cio da fase adulta comecei a engordar c/facilidade em fun??o de uma mudan?a p/ pior dos h?bitos alimentares e tb devido a dificuldade que tive em enfrentar alguns problemas pessoais, decep??es e m?goas que se transformaram em Kg a mais (eu as COMI). Durante anos optei por m?todos indevidos, tomei rem?dios, f?rmulas, inje??es, fiz dietas mirabolantes e isto tudo me ajudou a virar uma sanfona que cada vez abria mais e fechava menos. Cheguei ao auge da obesidade c/ 140 kg e dei o basta. Primeiro, fiz um pequeno controle que me ajudou a emagrecer quase 5 kg. Depois, entrei para o Vigilantes do Peso, onde emagreci 53kg c/equil?brio, seguran?a e muita alegria. Aprendi muito, o caminho foi t?o importante quanto os resultados. Eliminei 53 kg com o método do Vigilantes do Peso e atividade física. Aumentei depois alguns kg e agora prossigo, para reconquistar a minha meta e mantê-la para sempre.

Cr?ditos Imagens: Google
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