Conquista

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   HOJE TEM MARMELADA? “TEM NÃO SENHOR”

A Cacauzinha diz, c/ muita propriedade, que nós (eu, ela e muitas de vcs) a síndrome da Mulher Maravilha. A gente acha que pode tudo, consegue tudo e ai de nós se não conseguirmos, somos as 1as a meter o malho, não é? Eu sou assim, não posso negar. Reclamo toda vida das sobrecargas às quais eu mesma me submeto, qdo já não vêm por conta própria..rs Mas as tire de mim, e eu ficou doida. Facilita a minha vida sem que eu peça, e eu já me agonio. Vá entender!
A frase título deste post faz justamente menção a algo que eu pensei, imediatamente, qdo o médico me avisou sobre a mudança da meta. Pensei: “Ué, isto é marmelada! Só pq Maomé não está conseguindo chegar na Montanha estão trazendo ela p/ ele!”.
Se isto, imediatamente, parecia um presente, do tipo “Eba, trouxeram p/ mim a montanha, não preciso mais ir até lá”, eu inicialmente me senti perdedora e não vencedora. Mas calma, foi só INICIALMENTE. Qdo digo que paro e penso, é pq faço isto, nem que demore um pouco...rs
Como disse a algumas pessoas com quem conversei e tb escrevi a uma das amigas deste blog que me deu a maior força por e-mail, quem tem complexo de Mulher Maravilha não quer que o bandido se renda, que ir lá e pegar o cabra na unha...rs Se ele se entrega perde a graça? Mas que absurdo...rs

O fato é que depois eu parei p/ pensar melhor, caramba, eu sou profissional há dezenas de anos nas área de sistemas, processos, qualidade, projetos e costumo trazer a vivência pessoal p/ as atividades de trabalho e vice-versa. E de repente, eu que vivo fazendo tantas analogias inclusive através deste blog p/ que possamos refletir melhor, esqueci por um tempo de aplicar isto que me ajuda muito mesmo a rever conceitos, entender melhor minhas circunstâncias e absorver sem sofrimento algo que é simples. Pelo menos, p/ mim deveria ser. E agora, começa mesmo a ser, ufa! A ficha demora, mas cai...rs

Qdo avaliamos a qualidade de um processo, o fazemos através de indicadores.Temos meta, indicadores, fórmulas p/ medição etc.Não vou entrar em detalhe, pois não estamos fazendo um tratado...rs  Mas vamos brincar: digamos que eu seja dona de uma lojinha de doces light e uma das formas de avaliar a qualidade do que eu vendo é qtde de saída de cada docinho e defini, c/ base em histórico, que o doce X tem que vender entre180 e 200 unidades/mês. Todo mês e verifico se estou vendendo esta média, se estou ok. Se não estou, tenho que avaliar os motivos e ver se preciso fazer ajustes. Será que meu docinho não é mais tão bom qto antes? Será que o preço cobrado é que está alto? E muitas outras coisas que eu defino que são importantes p/ serem avaliadas. Outra coisa é avaliar tendências. Posso estar vendendo dentro da média, mas assim: no 1º mês vendi 200, no 2º mês 190, no 3º mês 180. Fico na média mas está tendendo a cair, tenho que ver o motivo. Nem sempre a qualidade está caindo, tenho que ver que fatores estão contribuindo p/ a diferença. E posso até descobrir que meu doce continua maravilhoso, mas abriu na outra esquina uma lojinha ótima tb e agora minha clientela está dividida. Então, posso por enquanto mudar minha meta, trazendo-a para o real e batalhar p/ que o povo volte p/ minha loja, fazendo outras coisas (quem sabe uma promoção, um cartão fidelidade que dê direito a 1 doce depois de 10 comprados, algo assim).
Bom, foi um exemplo simples e nem fiz muito direitinho, foi só p/ dar idéia. Então, no processo de emagrecimento é assim tb. Eu emagreci mais de 50kg. Sei que platôs são normais, eu mesma tive um de mais de 5 meses em 2005. Sei como se quebra as barreiras, como se vence o platô e sei que nem sempre é fácil. Qdo o médico falou em mexer na meta, eu achei que seria passar um atestado de incompetência p/ mim, um “ah, vc não chega lá, então a gente diz que já chegou, que a meta é esta aqui”. Foi o que senti, ué! A Mulher Maravilha que em vez de laçar o vilão cansou de correr atrás dele e ele, c/ com pena, resolveu se entregar a ela. Hoje sei, depois de muito refletir e até de ler os comentários e e-mails recebidos, conversar bastante c/ muita gente, que isto não procede, vi o qto bobinha estava sendo.
No meu processo, os parâmetros mudaram, meus indicadores precisam levar em conta circunstâncias novas (como a lojinha da esquina no ex. acima) e a meta, se for mexida c/ critério e responsabilidade, mostra uma gestão adequada do processo e não uma “abertura de pernas” como eu antes encarei. E assim, ri de mim mesma e para mim mesma!
Vou batalhar p/ eliminar os kg que eu subi nos últimos tempos, eles não me pertencem mais e isto é decidido. E conforme os resultados de exames etc., se tiver que decidir que a meta foi atingida num peso acima do que antes estava definido, sendo assim, eu topo. E ergo a taça sim. Com orgulho e alegria, claro! Não tem marmelada não, tá? Hahahah

Fui ao angiologista, adorei. Ele é muito especial. Além de profissional de responsa, uma figura humana incrível, Deus é mesmo muito bom, bota cada criatura incrível no meu caminho. A consulta foi ótima,  detalhada, regada por alegria e positividade. Minhas pernas requerem bastante trato, como eu já sabia. Além da cirurgia (tentarei operar em 1 mês, no máximo), aplicações, meias especiais e tb uma composição que já encomendei na farmácia de manipulação, voltada p/ a circulação, além de 2 cremes tb manipulados que tb encomendei. Só não comprarei as meias agora, além de caras podem esperar um pouco (é bom usar, mas não é essencial se eu não puder agora).
Depois de conversarmos muito e ele me elogiar pelo emagrecimento, dando tb sua opinião e dicas ótimas, ao nos despedirmos ele me abraçou e beijou, falando: “Beth, o melhor remédio p/ sua vida vc já tem. É este seu sorriso.”
Fiquei comovida e feliz, ele completou dizendo uma frase que um amigo dele disse: “O sorriso é a porta do caminho que leva a felicidade à alma.” Este amigo dele sabe mesmo das coisas! Que bonito! Nem preciso dizer que saí de lá rindo mais ainda.
É isso, gente! Estou ótima, estou tranquila, me renovando aos poucos mas efetivamente, garanto. Contente por ter dado mais um passo importante nos cuidados comigo mesma. Amanhã farei os exames que o endocrinologista pediu e na próxima semana os exames pedidos pelo angiologista.
Finalizando: ontem fui ao cinema e vi o excelente filme CLICK. Recomendo, é excelente. Ri muito, ao mesmo tempo me permitindo absorver a verdadeira mensagem do filme, que é especial demais. Vão ver.E se aplica tb ao processo, ok? É só olhar c/ olhos de ver.
Depois falo sobre ele. Beijos mil e obrigada pela força, carinho, mãos e braços e principalmente corações que me dedicaram numa hora em que eu realmente precisava muito. Valeuuuuuuuu!



 Escrito por Beth ?s 15h01
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   POST DESABAFO EM TRÊS LONGAS PARTES! VÃO ENCARAR? É GRANDE MESMO HEM!

No sábado acordei feliz, era cedo e aproveitei p/ publicar o post c/ o balanço da semana, antes de sair p/ o VP. O dia estava bonito e quente, escolhi um vestido levinho que adoro, amarrado nas costas e que dispensa sutiã, uma sandalinha rasteira, um brinco bonito e leve e o indefectível batonzinho na boca, lá fui eu até o metrô, reavaliando a semana, confirmando que dei o melhor de mim dentro do possível e já na Tijuca, ao subir a escadaria que dá acesso à rua, registrei de novo que levo o mesmo (ou até menos) que alguém que sobe de escada e me senti feliz, principalmente por chegar lá em cima inteirinha, c/ a língua dentro da boca (antes os bofes estariam p/ fora).
Já na filial, cumprimentei a queridíssima Bernadete, ela  me elogiou, disse que eu estava bonita. Eu me sentia assim mesmo! Entrei, a reunião já tinha começado. Cíntia me cumprimentou c/ sua alegria habitual. Sentei lá atrás (sala lotadaça, como acontece sempre nas reuniões dela) e a ouvi passar sua experiência, suas dicas, ri c/ ela e o pessoal todo por conta das situações pensadas/relatadas. Depois fiquei p/ a pesagem, já que não cheguei a tempo de pesar antes da reunião. Aguardei minha vez tranqüila. Ah, mentira, não estava tão tranqüila não, deu uma pressãozinha por dentro, confesso. Havia passado por 2 resultados negativos e o da semana passada, embora apontasse peso a mais, tinha sido ‘quase positivo’ pois refletia já um trabalho de retomada importante. E agora era a hora de voltar a ver um nº menor, qquer coisinha seria motivo de alegria, 100g eu comemoraria muito.

Chegou minha vez, tirei a sandália e subi. O coração quase parou. O nó na garganta apertou, os olhos quase saltaram p/ fora, eu não conseguia acreditar no que via. Olhei p/ a Cíntia atônita, notei o olhar preocupado dela. Desci, subi de novo, incrédula. Eu havia aumentado 1,2 kg!
 
Como? Por que? A respiração foi voltando devagarinho e eu balançava a cabeça, perguntando à Cíntia, a Deus, a mim mesma: ‘O que está acontecendo comigo?’ Ela me confortou, novamente se propôs a avaliar meu cardápio, disse coisas que eu já sei mas que não diminuíam a angústia. Explicou que já passou por isso qdo estava em processo, que vou reverter etc. Tb sei disso e ela estava fazendo exatamente o que cabia a ela, mas a pergunta me sufocava: “O que está acontecendo comigo?”. Uma coisa é ter consciência de falhas, descontroles etc. que contribuem p/ resultados ruins mesmo mais de uma semana depois de cometidos. Outra coisa é depois de mais de 50 kg eliminados aumentar o peso gradativamente, como se não estivesse no controle, como se não fizesse minha parte, como se o meu corpo resolvesse ignorar solenemente qquer ação minha e decidisse tomar o poder e recriar toda a gordura, ou sei lá o que. Não, isto eu não poderia receber c/ tranqüilidade, calma aí que eu sou forte, sou guerreira, mas não sou Madre Tereza e nem estou postulando a vaga dela.
Na saída, não contive as lágrimas ao me despedir da Bernadete, que disse: “Beth, fica firme que tudo vai ficar bem. Você nos dá força, por favor não desanime.” Respondi: ‘Bernadete, eu vou ficar firme e não vou desanimar de jeito nenhum, mas eu sou gente, não dá p/ evitar isto que estou sentindo. Não dá p/ ser fortaleza o tempo todo!’ Enfiei os óculos de sol na cara ali mesmo e saí magoada, chegava a doer, sabem qdo parece que uma barra de ferro está atravessada no pescoço e não entra nem sai? Fui pelas escadas (6 andares mais alguns de garagem), minhas lágrimas lavando a alma e tudo mais. Já na rua, fui soluçando discretamente e me perguntando sem parar: ‘Por que?’
Entrei na lanchonete, comi um salgado c/ uma coca light. Não foi vingança, o salgado estava planejado há dias e eu o quis mais do que nunca, mas devia ter deixado p/ outra hora, pois o tal nó na garganta fez o salgado descer quadrado.
Dei uma volta na feira de artesanato p/ distrair, depois voltei p/ casa, onde entrei feito um furacão, reclamando de tudo. Uma fera ferida. Ainda bem que tinha ligado pro Vi avisando que estava azeda, mas sem contar nada.
Um banho, uma roupinha mais arrumada, o conj. de colar e brincos lindos que ganhei de uma amiga querida no aniversário, perfume etc. e saímos. Fui ao salão onde fiz pé e mão e cortei os cabelos. Pretendia só dar uma picotadinha, mas ao ver uma outra cliente do salão c/ um corte que me agradou, sugeri fazer algo parecido no meu. Uma surpresa, pois jamais o uso mais curto e desta vez, pedi. Ficou lindo! À medida que o cabelereiro escovava e dava forma ao corte, fui me reencontrando no espelho. Olhava e me reconhecia, me confortava através de um olhar agora menos duro, menos sentido. Um olhar de “eu te amo, estou c/ vc, fique bem” que eu mesma me enviei e aceitei receber.

Qdo saí do salão, sorria de novo me sentindo bonita e pasmem, mais leve. Parece loucura, mas saí de casa c/ um cinto novo, de metal, colocado por cima da corsário jeans, bem moderninho e durante todo o trajeto até o salão ficou ali, presinho numa boa na altura do quadril, como é o jeito de usar c/ aquela roupa. Ao me ver c/ o novo lay out e sorrir p/ mim já me renovando, levantei e fui até a cadeira onde o Vi me esperava sentadinho e...o cinto escorregou pelas pernas! Como se tivesse alargado, o que é impossível pois  é todo de metal, não há elástico, não há tecido, não há nada além de peças largas e pesadinhas de metal ligadas umas às outras. Tive que rir, o Vi tb riu. Pés apresentáveis, unhas das mãos bonitas na cor café e cabelos novos, fui ao shopping rapidinho comprar um cartão p/ meu amigo. Lá entrei no banheiro e me maquiei. E fui renovada p/ uma comemoração de aniversário muito especial, onde me diverti, ri, cantei, dancei, conversei e comi sem muita neura, deixando de lado os meus ‘porques’ que naturalmente, só ficaram guardadinhos p/ uma reflexão posterior.
CONTINUO NO POST ABAIXO



 Escrito por Beth ?s 21h23
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   2ª PARTE DO POST (EU AVISEI QUE ERA GRANDE!)

 Na hora de dormir, caí de novo na real, mas já estava bem melhor, acho que o impacto inicial é o pior. Duro seria constatar que tinha contribuído p/ aquele resultado terrível. E eu sei que fiz o meu melhor, mesmo depois de reavaliar mil vezes, sei que caprichei. O check-list refeito não mentia, pois eu fui honesta, sempre, na checagem. Deu tb um medinho, uma pulga atrás da orelha: Estarei c/ algum problema de saúde? Ou será a menopausa chegando e causando algum efeito esquisito? Senti umas fisgadinhas nos ovários esta semana e uma outra coisa esquisita que me fez pensar num risco que já me assustou e depois desencanei e encanei agora de novo. Será meu organismo lutando novamente como fez no 1º sem/2005 e só reagiu depois que precisei da ajuda médica?

Bom, sozinha não consigo as respostas todas e ficar de cara feia não ajuda. Se ao olhar no espelho der de cara c/ uma mulher emburrada, ressentida eu vou detestar e ficar mal. Claro que o humor não ficou um espetáculo, mas me deixando quieta no meu canto e não me cobrando nada, eu sou a mulher mais docinha do planeta.

Domingo acordei e fiquei na cama um tempão pensando, até o Vi despertar. Namoramos,fizemos preguiça, depois do café da manhã  vim p/ o micro ler os comentários e escrever. O tempo maluco ficou feio, ventou, chuviscou, abriu de novo e eu optei por ficar quieta. Uma caminhada na praia me faria bem, um megulho melhor ainda. Mas eu queria ficar quietinha e fiquei.  E ao ler os comentários p/ o post anterior, ao correr a alguns cantinhos p/ socorrer algumas pessoas que estavam abatidas tb por causa dos seus resultados, eu fui me fortalecendo.
Garanto a vcs, eu não fico aplicando injeções de ânimo por aí sem que elas sejam absolutamente sinceras, correspondendo ao que realmente penso e sinto e principalmente ao que aplico em mim mesma. E garanto, é quase uma transfusão o que faço, então, vejam só que responsabilidade: se eu estiver impregnada de ressentimento, de mágoa, de chateação e de desânimo, ao fazer esta transfusão o que estaria passando a vocês? A mesma coisa, certo? E é isto que eu quero p/ vcs? E p/ mim?
Qdo vcs vem aqui me visitar e deixam palavras carinhosas, gentis, de uma generosidade estonteante, me alegram muito, me gratificam de uma forma que não têm noção. Qdo compartilham suas alegrias eu fico numa felicidade tal que comemoro. Não raro, o Vicente pergunta: O que é isso, mulher? É que ele ouve lá do quarto ou da sala os meus ataques aqui, eu grito “VIVA!”, “EBA!”, falo um “É isso aí garota” etc. à medida em que percebo os avanços de cada um, seja no peso a menos, seja numa reflexão que fizeram, seja numa constatação importante, eu fico feliz mesmo. E qdo pedem socorro, qdo falam do qto estão tristes ou decepcionados etc., eu vou lá correndo, seja por e-mail, seja por comentário e até por telefone, dar minha injeçãozinha de força, mesmo que ela siga junto de um puxão de orelhas. E isto só é possível e válido se eu estiver apta. Assim como o doador de sangue precisa estar bem de saúde e cumprir alguns pré-requisitos p/ doar, quem quer passar força, positividade, coisas boas ao próximo tem que antes de tudo passar isto p/ si mesmo.

Por isso, eu digo e repito que este blog é antes de tudo uma ferramenta maravilhosa, fantástica, essencial no meu processo e na minha vida. Através dele eu tenho mais uma fonte de fortalecimento, de renovação, de capacitação p/ seguir minha caminhada e p/ incentivar cada um que está nela comigo. Como eu poderia segurar a mão de alguém que está caindo (ou nem está, mas pensa que está) se eu mesma não me tornasse forte o suficiente? Como empurrar alguém p/ a frente se eu não for capaz de dar o meu próprio passo? Por isso digo e repito também que VOCÊS SÃO MOLAS PROPULSORAS no meu processo, sim!

Qdo confiam em mim, acreditam que posso passar algo positivo e me dão a chance de transmitir isto, estão me oferecendo a oportunidade de me revigorar, de fortalecer minhas crenças positivas, de refletir c/ honestidade e antes de dizer a quem quer que seja, dizer a mim mesma o qto é preciso ter força, paciência, perseverança, honestidade, atenção, cuidado e responsabilidade p/ seguir em frente e SEGUIR É ALGO QUE NÃO SÓ PRECISO, MAS QUERO E SOU CAPAZ. E assim, torno-me uma doadora mais competente e que vai transmitir aquilo que vale a pena ser transmitido.

Eu poderia esconder de vocês o que senti neste sábado pela manhã, eu poderia fingir que sou tão superior que o resultado não fez nem cosquinha no meu estado de espírito. Mas eu não estou aqui p/ parecer nada diferente do que sou e tenho grande atenção com isto. Qdo sinto que alguém me vê e enxerga algo diferente ou maior do que eu realmente sou, dou um jeitinho de alertar. Sou normal, sou igualzinha a todo mundo. Eu rio e choro, eu xingo e brinco, eu canto e danço mas tb dou ataques de pelanca, eu faço palhaçada mas tb tenho mau-humor (e dos bons), eu tb erro e muito, mas faço tudo p/ acertar e sigo.

Ontem mesmo estava pensando: Nos meus primeiros 50 anos de vida (pq se Deus permitir quero outros 50...rs) qtos tombos levei? Desde que comecei a andar, devem ser uns 49 anos de tropeços, topadas e quedas, literalmente falando. Já quebrei perna, pé, braço, dedos do pé e da mão algumas vezes, sabiam? Não tenho fragilidade óssea não, eu sou é estabanada e agitada. Já fui atropelada 2 vezes, a 1ª vez por um Gordini (os mais novos nem sabem que este carro existiu) e a 2ª por um táxi cuja marca do carro nem imagino, era noite e o cachorrão sumiu na avenida). E desde que comecei a amar o mar, ou seja, desde pequenina, já peguei muita onda mas tb levei muito ‘caixote’ e até me afoguei tb 2 vezes, o que me rendeu na 1ª vez ser salva pelo garoto que eu paquerava (quase o matei ao segurar FIRME no seu pescoço...rs). Nem por isso deixei de andar, nem por isso deixei de entrar no mar. Aprendi c/ tudo que atenção, respeito, responsabilidade etc. são necessários p/ que a gente siga e evolua, mas c/ segurança e felicidade. Então, iria agora resolver dar as costas ao meu objetivo? Não, não mesmo. Se há algo acontecendo, vou descobrir.
CONCLUO NO POST ABAIXO
...


 Escrito por Beth ?s 21h23
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   3ª PARTE (CONCLUSÃO) DO SUPER POST DESABAFO!


Então fui hoje ao médico (endocrinologista), conversamos muito (eu estava mesmo em observação) e tudo que ouvi atentamente, pois ele me explicou c/ uma calma e um detalhamento tremendo (até c/ desenhos, gráficos) me fez mudar o jeito de encarar a coisa. Alguns exames já pedidos, algumas ações complementares decididas (inclusive retornar à nutricionista que tb me ajudou no platô de 2005) e o principal: compreensão de algo que é importantíssimo e explicarei a vocês agora.
- Isto é sim um platô, embora esteja diferente do que foi em 2005 p/ mim.
- Em todo emagrecimento grande como foi o meu (desenhou a curva) há depois uma adaptação do organismo, que se ajusta fazendo uma pequena elevação que é normal (mesmo que indesejada), em torno de 5% do peso.
- Estou c/ retenção de líquido, c/ inchaços etc. por conta não só do meu período hormonal específico da época do mês, mas porque estou em pré-menopausa!
- Cada pessoa tem uma composição corporal e ela varia, mesmo que tenhamos a mesma altura, mesmo peso etc. cada um é um. Eu tenho 1,68 e já pesei 140kg, fui obesa mórbida e convivi c/ excesso considerável de peso por mais de 25 anos. Tenho um histórico significativo, envolvendo muitas coisas c/ a obesidade que lutei p/ mandar embora. Teoricamente, dentro do meu quadro específico, meu peso meta deveria ser entre 77,78 kg, que ele arredondou p/ 80, p/ facilitar o raciocínio. A diferença entre meu peso máximo (140) e esta ‘meta’ é 60kg. E destes 60kg que eu me propus a emagrecer, cheguei a eliminar 53kg, na raça, na reeducação, o que é difícil e louvável. A diferença: 7 kg. E aí ele me olhou e disse: você conseguiu alcançar mais de 88% de resultado positivo, o que até muita gente que faz redução de estômago etc. nem sempre consegue. Raramente se alcança, mesmo operando, 100% e menos ainda há quem supere os 100%, quando supera é / doença e não c/ saúde.
E aí, olhou serenamente mas firmemente dentro dos meus olhos e perguntou: “Você ainda acha que está perdendo a parada? Você já a ganhou, Beth! Você já faturou!Já está c/ praticamente 90% de sucesso”.
E eu fui refletindo, mastigando e engolindo calmamente as palavras, refazendo as contas e mais que isso, passando um filme na minha cabeça de como eu era, como fiquei, todas as conquistas até aqui etc. Mas ficou ainda aquele ‘porque’ e ele continuou: ‘Beth, vc está na pré-menopausa e isto muda tudo, inclusive sua composição corporal e não é você e nem eu quem escolhe esta composição, é o seu próprio corpo. E pode ser que ele esteja avisando que na sua fase atual (idade, período hormonal, condições ideais de saúde etc.) o seu peso meta tenha que ser outro e não o que havia sido definido antes, qdo o quadro era outro. Pode ser que sua meta seja mesmo em torno de 88kg, adequada à sua particularidade!”.
E mais: relembrou que do que falta p/ os 77,78 kg, boa parte é gordura não metabolizável, ou seja, que sairá c/ o bisturi qdo eu fizer a plástica que desejo e tenciono fazer. E lembrou ainda que tenho hoje uma qtde bem grande de pele que pesa tb. Ou seja, talvez eu esteja lutando p/ conquistar algo que simplesmente já conquistei.
Então eu disse: Ok, mas se for isso, então eu tenho que saber e não ficar imaginando. Tenho que ter certeza de que, pelos motivos A, B, C....Z eu já cheguei onde deveria chegar e não ficar mais c/ esta sensação de “que estou devendo”. Para me sentir na meta, tenho que ter convicção de que realmente cheguei, ela tem que ser ajustada por quem tem conhecimento e poder p/ isso.

O médico disse que está praticamente convicto de que minha batalha agora é a manutenção e não mais o emagrecimento. Mas eu deixei claro tb que entrarei em manutenção abaixo dos 90kg e jamais dentro desta faixa, ele concordou.
Farei os exames esta semana, com base neles será feita nova avaliação. Consensamos tb que obviamente todo trabalho voltado p/ que não engorde mais, ele disse que eu estou muito descompensada emocionalmente até mesmo por conta dos hormônios em fase muito especial, alertou p/ a possibilidade de em breve eu tb ter o suporte psicológico p/ lidar melhor c/ a nova situação (ter concluído o emagrecimento e entrar em manutenção etc.), deixou claro que por mais que eu seja vitoriosa é normal eu me sentir assim, disse que eu estou “em curto circuito” por conta da misturada de coisas ao mesmo tempo: pré-menopausa bem no momento do final do processo do emagrecimento, que é mais difícil mesmo, junto de tantas outras situações que eu tb estou vivendo ao mesmo tempo.

Confio plenamente neste médico, já o conheço bem e fiquei mais tranqüila depois da conversa. Almocei c/ o Leozinho que me deu uma força tremenda e uns toques importantes que eu tb preciso receber de vez em qdo, conversei c/ meu maridão parceiraço que tem sofrido bastante c/ minhas variações de humor e minhas chatices, conversei muito comigo tb.

Dividir c/ vcs este momento é importante p/ mim, por todos os motivos. O principal é sermos parceiros, companheiros de jornada. Sei que vcs entendem o que sinto, sei que estou falando c/ quem vive as mesmas coisas. E sei que suas mãos estão apertando a minha de uma forma muito especial e carinhosa. E agora, gente amiga?
Sintam esta força imensa que possuem dentro de si aflorar, ficar ainda maior, ainda mais poderosa (pois ela é isto tudo e mais ainda) e se capacitarem a revigorarem a si mesmos e estenderem estas mãos amigas p/ mim, pois eu estou precisando. Prometo voltar contando tudo a vocês. Como sempre digo, estamos na mesma escola e eu talvez esteja só numa série mais adiantada que muitos de vcs. E tendo que aprender mais uma lição importante, que é compreender e aceitar limitações.
Agora entendi que não foi tb por acaso que ontem encontrei e amei esta frase, hoje ela se adaptou totalmente a mim:

É PRECISO SABER ACEITAR NOSSOS LIMITES PARA PODERMOS IR LONGE. (BARTE)
Beijocas pra lá de carinhosas. E obrigada pela paciência! E pela companhia sempre tão preciosa!



 Escrito por Beth ?s 21h22
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   BALANÇO:O QUE FIZ DE BOM POR MIM NESTA SEMANA?

1) Mantive o controle alimentar, planejei previamente meu cardápio e ajustei-o conforme as circunstâncias, garantindo nutrição adequada;
2) Mantive o blog auxiliar (Cardápio) atualizado,  registrando acertos e falhas, avaliações etc.;
3) Planejei/cumpri AF em 5 idas na semana;
4) Marquei angiologista p/ a próxima semana (avaliação das varizes e do linfedema p/ operar). Aguardava o emagrecimento conforme orientado e chegou a hora!5) Postei 3 vezes na semana, como programei;
6) Dei conta do recado no trabalho (é o meu normal e gosto disto
);
7) Almocei c/ o Leo na 4ª feira, o amigo querido c/ quem gosto tanto de conversar (sinto uma saudade tremenda agora que não trabalhamos mais juntos);
8) Na 5ª feira retoquei a pintura do cabelo (eu mesma, em casa);
9) Marquei p/ sábado: pé, mão e corte do cabelo (está horrível, sem jeito). Tudo “fiado” no salão, ainda bem que tenho crédito já que $ não há...rs (final de mês brabo!). Qdo a gente se olha no espelho e vê uma aparência caída, acaba sem querer ‘se adequando’ indevidamente. Se é p/ me adequar, que seja da forma certa, me ajeitando;
10) Retomei contato c/ um amigo queridaço de muitos anos atrás, que fez meu coração pular de alegria c/ sua mensagem carinhosa, como é bom ter/manter amigos!
11) Visitei, dentro do possível, uma parte dos blogs amigos linkados e li/respondi quase todos os e-mails (os que ainda não pude, serão respondidos no fim de semana). Os blogs que ainda não consegui visitar, é questão só de tempo, chegarei lá. Faço istoc/ imenso carinho e satisfação;
12) Mimei meu filhão de pezinho quebrado (pode-se chamar de ‘pezinho’ um pé que calça  48?) ;
13) Curti meu maridão que amo tanto, apesar de eu alguns dias estar mais impaciente e reclamona(não sei como ele me aguenta!);
14) Me deliciei nas caminhadas matinais. Sempre maravilhoso ver a cidade acordar e estar lá no calçadão na hora do sol nascer, participando deste acontecimento sempre tão lindo da natureza! Obs.: Aumentei o percurso e a velocidade, fazendo mais em menos tempo;
15)  Vou daqui a alguns min. na reunião do VP, encarar Filizola de frente, consciente que fiz minha parte direitinho. Se ela vai reconhecer, são outros 500. Mas eu vou em frente até ela se dobra! Eu não me dobro haha;
16) Resisti ao chamado do pão de queijo do Franz Café no meio da semana. Detalhe: não há nada contra pão de queijo, eu adoro e poderia ter comido se tivesse fome, se estivesse na hora do lanche, algo assim. Não quis foi ceder só pelo hábito antigo;
17) Levei almoço algumas vezes p/ o trabalho p/ garantir o plano alimentar que tracei p/ a semana e isto me ajudou muito;
18) Comemorei roupas que provei em lojas e que ficaram boas, mas não comprei, era só "tira-teima"...rs
19) Me comprometi comigo mesma, a cada dia, antes mesmo de sair da cama, que faria o meu melhor, dentro do possível, naquele dia. E a cada dia, dei o que pude, em tudo que fiz e qdo desviei um pouco, foi c/ consciência e controle;
20) Me olhei no espelho c/ atenção várias vezes, todos os dias e reafirmei sempre c/ muita sinceridade e carinho, meu amor por mim mesma. E me amando, me cuidei bem.
E tantas outras coisas que a gente não percebe sempre mas que no dia-a-dia fazem muita diferença, só que precisam ser valorizadas.N
ão faltam coisas positivas p/ comemorar.
Foi uma semana boa, na qual eu me saí bem, na média. Ainda não acabou, sábado ainda vai rolar mas eu sei vou caprichar. Desejo um resultado positivo na pesagem mas, por já conhecer os denguinhos do meu organismo e as exigências da Filizola, só mesmo chegando lá p/ saber. O melhor de tudo é a consciência tranquila, a serenidade que me propus a manter, mantive, manterei.
A vida é um dia de cada vez e se a gente faz cada diazinho de um jeito legal, mesmo que nem sempre possa fazer tudo tão direitinho assim, então já está contribuindo p/ que ao final de um período o avanço apareça. Foi assim qdo comecei o processo há 3 anos e foi assim que cheguei até aqui.

Que tal fazerem também uma lista do que fizeram de bom por si mesmos esta semana? Mas por favor, tenham atenção, não negligenciem coisas importantes que fizeram e que não consideram grande coisa (tudo é legal, tudo vale a pena) e não fiquem só se fixando nos erros. Até pq prestar atenção no que se fez de errado p/ compreender e acertar, já é um item na lista de coisas boas, percebem?
Neste sábado, 26/08, aniversário do queridíssimo Léo, este anjinho maravilhoso que eu tenho o privilégio de ter como amigo. Léozinho, Deus o abençoe, proteja, ilumine seu caminho e que este coração lindo e puro que você tem bata sempre forte e vibrante de felicidade. Beijos meu amigão!

Desejo a todos um final de semana muito feliz, muito gostoso, muito tudo de bom. Lembrem-se de que seu corpo não tem um calendariozinho dizendo "ah, hoje é sábado (ou domingo), hoje pode comer sem regra", está bem? Sem neuras, mas sem descontrole! Eu serei submetida a uma prova de fogo nesta tarde de sábado mas vou me comprometer comigo mesma a segurar a onda, depois conto a vocês.
Beijocas carinhosas!



 Escrito por Beth ?s 22h55
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   OU TAPE OS OUVIDOS, OU FALE MAIS ALTO!

 Ontem (3a feira), saindo do trabalho, passei na frente do Franz Café que temos lá na empresa (caminho obrigatório p/ sair e entrar). A voz dentro de mim falou: Come pão de queijo! 
Respondi: Não estou c/fome.
E ela: Mas deve estar quentinho.
E eu: Mas não estou c/ vontade, já lanchei.
E ela: Hum, mas vc pode! E gosta!
E eu: Posso e gosto sim, mas não quero, estou satisfeita, sem fome e não consta na minha programação comer pão de queijo agora.
E a voz: Grande coisa, abre mão do pão de queijo mas engordou em vez de emagrecer!
E eu: Cala a boca agora! Engordei pq vacilei e se vacilar novamente engordarei mais e EU ESTOU ANDANDO PRA FRENTE E NÃO PRA TRÁS!
E fui embora sem comer, afinal eu realmente não queria.

Temos que aprender a não dar ouvido às "vozes" interiores e exteriores que tentarem nos tirar do nosso rumo, se estivermos no caminho certo. Digo sempre: crítica construtiva é bem-vinda. Besteiras, nem pensar (mesmo as que nós mesmos nos dizemos)

  Às vezes nos sentimos como se estivéssemos jogando o Jogo da Velha c/ alguém que tb joga direitinho e aí não tem vencedor, dá empate, ou melhor, dá "a velha", não é? E o jogo fica chatinho! A gente ouve aquela voz lá dentro dizendo p/ desistirmos, p/ irmos brincar de outra coisa. Mas aí a hora é de pensar assim: "eu não quero brincar de outra coisa, quero continuar nesta brincadeira, só que vencendo!"  E a voz se calará.

 Pode ser que esta voz chatinha volte dizendo que a balança é inimiga, que subir nela pode resultar em decepção e até pode nos dar vontade de ouvir a voz, principalmente se não tivermos nos comportado muito bem. A hora é de firmar o pensamento e responder c/ firmeza: "A balança é aliada, parceira e nos chama à real. Cabe a nós fazermos o melhor p/ que ela possa nos dizer "Sim, parabéns, vc emagreceu!", como queremos e gostamos. E a voz vai perturbar outro...
dieta_zona_8.gifPode ser que a voz venha perturbar de novo dizendo que o adversário é a comida, melhor não comer nada, fazer bobagem, estas coisas que há quem pratique (e só se ferra). Hora de pensar e falar bem alto: "Não! Comida alimenta! Se consumida de forma adequada ela nutre, garante saúde, dá bem-estar e prazer, comida só é inimiga se fizermos escolhas erradas." Assim como precisamos ter critérios ao escolher as amizades etc. temos que ter p/ escolher o que botar dentro da gente. Não somos lixeiras. O respeito por nós mesmos passa por tudo que nos permitimos fazer e que permitimos que os outros nos façam. E me respeito qdo como melhor, qdo me dou algo gostoso mas que não me faça mal e aí, fazer mal pode ser à digestão, à pele, ao peso, a tudo, inclusive à cuca que fica meio ruinzinha qdo a gente sabe que não agiu bem". Depois desta, a voz vai sumir...envergonhada! haha
Que voz é essa? É dos fantasminhas que ainda povoam o nosso subconsciente, os danadinhos se escondem, aproveitam a distração causada por muito trabalho, preocupação c/ mil coisas e até c/ a euforia por algumas coisas legais, como os presentinhos, os elogios etc. e vupt, tentam chegar de mansinho e nos levar ao auto-boicote.
Os fantasmas rondam. Quem disse que eu não os tenho? Sim, eu sou vitoriosa por ser persistente, aguerrida, por ter me determinado a vencer a obesidade e estar vencendo, mesmo que agora a batalha esteja sendo mais árdua. E eu gosto de uma batalha, ah se gosto!  E qdo vem o danado tentar me dizer bobagem, vendo se eu caio ainda na conversa dele, dou-lhe peteleco. Tem horas que até vacilo, mas qdo percebo, aiiiii eu fico furiosa e o fantasma vai voando p/ longe, eu hem!
Ele só existirá se eu deixar, só me falará se eu deixar, só me infuenciará se eu ouvir e der trela.Eu não deixo, vcs não deixarão.  Peteleco nele, combinado?

Tem voz que é bem real, é de gente que ou por não estar no problema (e aí fica mesmo difícil saber o que sentimos), ou por não ter mesmo muita sensibilidade e até conhecimento sobre como as coisas funcionam, fica tentando nos tirar do sério. Oferece insistentemente algo que não queremos consumir naquela hora (ou que não achamos conveniente), ou dando palpite errado, tipo "isto engorda" (e a gente sabendo o que está fazendo) ou "sem remédio não vai conseguir" (ai, ai, ai) e até falando que vamos engordar tudo de novo (pq não sabe diferenciar regime de emagrecimento e reeducação, que é p/ sempre se realmente investirmos na mudança de hábito). E tanta bobagem!
Se não pudermos calar a boca de quem fala, tapemos nossos próprios ouvidos. Nao precisamos ser mal-educados, basta abstrair, vai entrar por um ouvido (se entrar) e sair pelo outro, sem escala.
Não precisamos de "ajuda" para fazermos bobagem, isto nós já sabemos, senão não teríamos chegado no problema de peso. Mas estamos aprendendo, estamos nos esforçando, nos reeducando! Então, vamos ouvir só o que nos leva para a frente.No resto, peteleco.

Estou super na linha esta semana, de novo bem controlada, fazendo o melhor possível. Como digo sempre, o possível a cada dia é diferente do outro, pois naturalmente as circunstâncias mudam, a gente acorda cada dia de um jeito, c/ um humor, passa por tanta coisa diferente! Mas uma coisa não mudou em mim, eu continuo c/ uma vontade danada de vencer esta parada.Como digo sempre, o importante é saber que estou fazendo minha parte. O resultado virá, como foi até aqui. Questão de tempo e perseverança.

Beijos



 Escrito por Beth ?s 15h35
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   RESPOSTA À QUERIDA LUCIANA, DA ALEMANHA (POST DELA DE 18/08) - SOBRE OS PRESENTINHOS QUE ME DOU

Lu, sempre gostei muito de roupas, calçados e acessórios, desde menina era vaidosa. Qdo adolescente, adorava coisas da moda e usava muita coisa legal. Sempre um biquíni novo, cada vez menor, a calça cintura baixa chamava-se Saint Tropez e fui a 1ª da turma a usar, era azul turquesa, linda! Os tops eram chamados frente única e eu adorava, era abusada (e podia, o corpo favorecia) e era comum tb usar echarpes de seda da minha mãe amarradinhos na frente, como se fossem blusa. Roupa de lojas caras não dava,  só uma ou outra, mas mamãe garantia meu visual ‘na onda’c/ revistas Figurino (c/ os moldes costurava réplicas p/ mim à noite qdo chegava do trabalho). Teve uma época que eu estava tão cri-cri que não repetia roupa c/ namorado. A sorte da mamãe é que eu trocava de namorado toda hora, era namoradeira!rs

Sempre gostei de ser independente e c/ 13 anos comecei a ter meu $ como auxiliar da minha profª de piano. Depois dei aulas de piano e fui tb alfabetizadora do Mobral e isto tudo junto rendia um valor mensal bacaninha p/ uma garota e a grana era só minha. Fazia tudo isto sem largar meus estudos, minha praia, namoros, vôlei, ginástica...eu não era moleza. Aliás, eu não sou moleza rs
E já na época, qdo recebia o dinheirinho ia me presentear c/ algo. Já no final da adolescência
comecei a usar meu $ tb p/ comer bobagens na rua, que pena! Era fascinante gastar no que quisesse e comia empadinha aqui, docinho ali, mesmo fora de hora. Maus hábitos chegando e eu nem aí, pois não engordava e se engordava, emagrecia rapidamente. Mal sabia eu!
Na fase adulta, qdo comecei mesmo a engordar muito, na fase muito ruim que já contei, já não me vestia como queria, as roupas mais modernas e sensuais que eu gostava não me cabiam de jeito nenhum. O biquini virou maiô, a frente única virou camisão. Comecei a investir em calçados, batom, era o jeito. Mas como já estava num desgosto tremendo comigo mesma e c/ a vida que estava levando (pq não enxergava que eu podia dar a virada), comecei até a deixar de lado muitas outras coisas, larguei mão do cabelo, unhas, ficava entre altos e baixos e até minhas peças íntimas eram feias, velhas, um horror.
No meu aniversário de 24 anos usei uma roupa que detestei, mas foi a única que encontrei, numa loja que tinha peças tam. especial mas tudo era caretão, p/ senhoras de mais idade e eu era tão jovem! Depois descobri outras lojas  (na época ainda eram raras) especializadas em tam. grandes e c/ peças mais transadas, mas os preços eram altos, raramente podia ir lá, era uma nota preta p/ comprar um ou dois conj. bonitinhos e nem assim me caíam bem, e ainda ouvia em casa que eu estava horrível, que tinha comprado roupa de velha etc.
Fui perdendo mesmo o gosto por comprar, pela dificuldade e passei a usar muito camisetão de malha unisex (só pq era fácil de achar em lojas de roupas esportivas) e calça jeans. Detalhe: p/ usar jeans normal, tinha que ser do setor masculino de algumas lojas de depto, era dureza. Ou então tinha que ser jeans das lojas especiais, custando o olho da cara. Então, eu tinha 2 calças jeans, em média. Uma começava a apertar muito, ou ficar gasta (entre as coxas) eu dava um jeito de comprar outra. Isto qdo eu ainda tinha menos de 30 anos. Depois, só mesmo em lojas especiais, já contei que cheguei a usar jeans manequim 64! Então era difícil me presentear, pois não achava!

A vaidade dormia, eu não sabia mais aplicá-la, então me presenteava c/ outro tipo de coisas, eu sabia como queria estar mas não conseguia dar a virada e não entendia o que aprendi depois: não precisava estar magra e feliz da vida p/ me cuidar, eu tinha que me cuidar apesar de tudo, eu tinha que manter meu amor e meu respeito por mim mesma, me acariciar acima de tudo. Felizmente, aprendi.
Depois voltei a praticar mais a vaidade, mesmo já bem gorda, aí dependia de grana, de bom gosto, de tempo e de encontrar as coisas, enfim...ia me virando, foram diversas fases diferentes.  Já tive que comprar muita roupa em depto de gestante sem estar grávida, em depto masculino sem ser homem e de estilo maduro/clássico sendo ainda jovem e isto era complicado. Eu ia dando meu jeitinho, tb mandava fazer as peças qdo tinha uma costureira legal. Depois descobri lugares onde encontrava coisas legais no meu tam., aí dependia da fase financeira e mesmo assim, eu queria aproveitar liquidações, queria me dar livremente coisas e não achava. Sonhava acordada e dormindo c/ as compras que voltaria a usar. E hoje, eu uso muitas delas!
Estou c/ a vaidade acentuada, mas na verdade ela está é viabilizada. Com o que antes eu pagava apenas 1 parcela de uma roupa de loja espec. em gordinhas, hoje compro diversas peças em lojas normais e isto é bom. É claro que estando tão mais magra, c/ a fisionomia mais remoçada e mais fininha, as coisas caem melhor, aí eu quero é mais!
 Este ‘boom’ de me presentear que vc perguntou, Luciana, sempre existiu, mas andou guardado em algumas épocas, por motivos diversos. Hoje,  ele tb cresce c/ a auto-estima.  E o que antes eu gastava c/ salgadinhos gordurosos pela rua, hoje converto em outras coisas que me dã mais alegria. Comemoro um resultado bacana c/ algo que me deixa mais bonita e não algo que me engordará e me deixará chateada. E um resultado ruim eu conforto c/ algo que melhore a situação e não que piore, entende?
Mas atenção: 
me dar presente não é só me dar algo material. O maior presente que me dou é estar de bem comigo mesma, é me auto-conhecer melhor e continuar buscando meu aprimoramento. É ter revertido a obesidade mórbida e saber que jamais retornarei a ela, pois quem está no comando sou eu. É me permitir, todos os dias, o exercício da felicidade, mesmo que haja mau-humor pontual, chateação, vontade de mandar meia dúzia à merda, mesmo c/ a conta virada, pois tenho saúde, amor, filhos maravilhosos, família, amigos de verdade, garra de sobra p/ levar a vida c/ positividade e acima de tudo, Deus a me guiar e proteger. Aí eu celebro tb, me dando uns mimos aqui e ali, qdo possível.

Os presentes são prêmios que merecemos e digo mais: Não há grana p/ comprar um brinco, um sapato? Me olho no espelho c/ carinho, digo que me amo, é um presente e tanto! O presente pode ser um jeito diferente de se pentear, pode ser um capricho maior na hora de vestir p/ trabalhar, pode ser até a vasilhinha nova de 1,99 p/ levar saladinha pro trabalho. O que vale é que seja algo que a gente se dê c/ amor. Aquela piscadinha na frente do espelho, por exemplo, dizendo a mim mesma: gostosa! Valeu? Beijos à amiga Luciana e a todos vocês!



 Escrito por Beth ?s 20h59
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   FECHANDO A SEMANA E COMEÇANDO OUTRA NOVINHA EM FOLHA! RENOVANDO O ÂNIMO, A VONTADE, A GARRA! QUEM TOPA?

A semana passou voando, comemorei qdo chegou a 6ª feira, dia que simplesmente a-do-ro, mesmo sabendo que estaria de sobreaviso durante todo o fim de semana,por conta do trabalho. Sempre é bom demais não ter hora certa p/ nada, ser dona do meu tempo.
No processo de emagrecimento, fiz uma semana redondinha, conforme planejado. Concentrei-me, fiquei firme, não fui nota 10 todos os dias, mas certamente fui novamente a Beth que eu sei e gosto de ser: focada, procurando aplicar ao máximo aquilo que aprendo no VP e c/ a própria estrada.
 Uma coisa que me impulsionou muito nesta retomada do controle mais efetivo e da disciplina, além do óbvio desejo de voltar a emagrecer já que há 2 pesagens eu subi o peso em vez de descer, foi a lembrança maior de algo que sei, mas é sempre bom repensar, martelar na cabecinha:
- se é de passo em passo dado p/ a frente, mesmo que seja um passinho mínimo de cada vez, que chegamos ao nosso objetivo qdo perseveramos nas atitudes corretas etc., também é de passo em passo p/ trás, qdo ficamos de bobeira, sem foco, sem atenção, sem disciplina etc. que podemos jogar fora a vitória.
E eu não estou aqui p/ jogar fora o que já conquistei e muito menos p/ dizer tchauzinho p/ uma meta que está tão pertinho de mim, depois de 3 anos de trabalho carinhoso.   Uma coisa é não ter neura, é compreender que tropeços e tombos são comuns, nos ensinam muito e que seguindo em frente, ajustando o passo e procurando melhorar sempre, chegamos lá. Outra coisa é desleixar, é achar que agora o corpo já sabe o caminho e seguirá mesmo que a gente não cuide tão bem...isto é besteira e não pode dar certo mesmo.

Pensar isto me ajudou. Já sabia que as pisadas das 2 últimas semanas trariam prejuízo, mas desde o final de semana passado fui me reorganizando e isto me fez um bem danado p/ corpo, mente e até a alma! Mesmo ciente de que leva tempo p/ eliminar os kg que peguei de volta nestas bobeadas, em vez de desanimar (verbo que não costumo conjugar na minha vida) eu me fortaleci e fui em frente e todas as noites, ao chegar em casa, contabilizava feliz o que tinha feito de legal. A motivação, sempre digo, tem que vir antes de tudo de dentro da gente. Saber que vacilei e dei uns passinhos p/ trás, apesar de ter me chateado, foi algo que usei como estímulo p/ respirar fundo, levantar e partir p/ a caminhada.
Sábado acordei cedo p/ ir ao VP e obviamente sabia que o peso estaria ainda maior que a última vez, mas tinha certeza de que o estrago já seria menor, em função do capricho da semana. E foi mesmo, apesar da balança acusar + 900g, se tivesse pesado na 2ª ou 3ª feira seria mais, bem mais!  Assim, foi c/ muita serenidade que encarei o resultado, é c/ mais serenidade ainda que prossigo. O que dá esta serenidade toda que nem parece de verdade (mas é), é saber que eu já estou novamente no comando há 7 dias, é sentir este bem-estar tão grande que a gente sente qdo sabe que está atenta e forte.
Claro que não é gostosa a constatação de que no total, estou c/ 4 kg a mais que o menor peso que já conquistei no processo, devagarinho eu consegui esta proeza. Mas é gostosíssima a sensação desta renovação tão maravilhosa que somos capazes de promover no nosso ânimo, na nossa vontade, na nossa determinação e saber que ela é possível qdo escolhemos que a queremos. E eu escolhi desde o 1º momento do processo e a cada dia renovo esta escolha, de novo. E isto dá serenidade, sim.


Saindo do VP pensei: ‘queria tanto me dar algo’. Sim, costumo me presentear por bons resultados (por merecimento e como motivação adicional) e costumo me presentear tb por maus resultados (por consolação...rs e tb como motivação extra), mas não posso, até o fim do mês, fazer gasto extra nenhum. Passando numa lojinha do tipo “tem tudo”, dei-me então uma vasilha de R$ 1,99 de presente. Ué, isto é presente que a gente se dê e comemore? É sim, galera! Uma vasilha plástica básica que vai ao forno e microondas, c/ tampinha vermelha. Continuam achando uma bobagem? Mas não é. Ela é a vasilhinha nova na qual levarei durante a semana meu almoço p/ o trabalho, como medida de economia e tb garantia de que comerei exatamente o que vou programar previamente p/ a semana! Uma vasilha novinha, que tem divisão por dentro p/ separar a salada de um outro alimento, uma vasilha que eu olho p/ ela e ela me diz: ‘eu vou te ajudar’! Curti muito, muito mesmo este meu presentinho básico e super-útil.
Depois, passei no horti-fruti p/ garantir legumes, verduras e frutas. Tinha couve chinesa a R$ 0 ,39 / kg, imperdível. Quem não provou, prove! Eu faço lasagna de couve-chinesa, em vez de massa uso as folhas da couve, ao levar ao forno fica nota dez. Pode-se comer tb crua em saladas e eu vou é bolar uns Wraps bem transados usando a folha da couve em vez do pão árabe p/ cada embrulho, depois conto a vcs! Planejamento é essencial neste processo e criatividade ajuda pra caramba!

Depois de uma semana de inverno c/ cara de verão (do jeito que eu gosto) o tempo no RJ está mudando, tem até a previsão de um ciclone, é mole? Mas eu nem ia poder curtir paraia, pois meu filho quebrou o pé na noite de ontem (6ª feira) e está de molho, sem poder pisar de jeito nenhum,  p/ a fratura não desalinhar e não ser necessária uma cirurgia.
  Eu e o Vi viramos enfermeiros, acompanhantes, criados, é um tal de leva bandejinha c/ o lanche, traz bandejinha c/ almoço, pega isto no armário, pega aquilo naquela gaveta ai ai...rs

Estou devendo muitas visitas, me perdoem. Vou me esforçar p/ ficar em dia. Podem ter certeza de que estou sempre por perto e se alguém precisar de um help, uma mãozinha amiga, mande e-mail que eu respondo está bem? Obrigada pela companhia gostosa que me fizeram de novo esta semana, pela força que me passaram, como sempre.
Tem gente voltando à blogosfera, tem gente nova chegando, vamos lá abraçar, dar um alô p/ a galera, está bem? Uma nova semana inicia, seja ela todinha feliz! 
RENOVAÇÃO é a palavra da semana! Renovando o ânimo, a garra, a vontade, a força, a determinação, a convicção de que a gente vai chegar lá! É uma escolha nossa! Beijos
Fui!
UpDate especial: Amiga querida Déia, Deus a conforte neste momento tão triste e saiba que ele cuidará dela com muito carinho tá? Beijo.



 Escrito por Beth ?s 16h02
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   CELEBRANDO CADA PEDACINHO DE ESTRADA VENCIDO!

Adoro  expandir a listinha de “não tem preço”, eis mais alguns itens:
   1) Fazer aniversário e, depois de muitos anos, 90% dos presentes serem roupitchas lindas, TODAS compradas em lojas normais, TODAS em tamanho normal, sendo que algumas delas no tamanho M (embora o meu manequim normal seja G). UFA! Não ganhei NENHUM camisetão grandalhão unisex, que beleza! Haha
2) Entrar na Mercatto p/ ver as peças em liquidação, gostar de um vestido longo (daqueles que se a gente calçar uma rasteira pode ir à padaria e se usar um salto e jogar uma bijuteria transada etc. pode ir à festa), de costas nuas (amarrado no pescoço), uma graça e não ter tamanho G na cor que mais gostei. Antes de dar meia-volta p/ ir embora, a voz da vendedora atenciosa que diz: “Mas o M dá em você!”. Virei rapidamente, olhos arregalados e boquinha aberta e disse: Menina, repete isso” E o Vi, dando risadas, complementou:”Ih! Não repete senão ela leva a loja toda”. Resultado: Experimentei, ficou ótimo e ganhei o vestido, ficou como presente da filhotinha!
 3) Na última 3a feira entrei na Líder só p/ fazer hora e fiquei vasculhando a arara de “Super Ofertas”. Vi uma calça jeans clara bem bonita, o preço era tão baixo que verifiquei-a todinha, procurando algum defeito e não tinha nenhum! Corri pro vestiário (era tam. 48) p/ provar, não dá p/ dispensar uma calça de R$ 10,90 numa qualidade boa como era!  Vesti e ela ficou muito frouxinha por ter strech e fez até um papinho no gancho, como se eu tivesse saco...rs Uma pena, não tinha a 46. Naquele preço talvez valesse a pena levar assim mesmo? Não, isto eu faria antes, qdo qquer chance tinha que ser aproveitada, pq sabia-se lá qdo e onde eu encontraria novamente algo bom, no meu tam. por um preço inimaginável? Não é mais o caso. Olhei bem, procurei a menor de novo, não tinha. Nisto, reparei de novo na etiqueta interna da calça, vi que era da linha T-Plus. Estava explicado.  E aí, nem que custasse 1,00 eu levaria, já disse, T-Plus não levo, é questão de lavagem cerebral mesmo haha
4) Na 2a feira fui almoçar c/ meu filho e o pai dele (ex-marido) e eles foram me buscar na empresa. Qdo meu filho abriu a porta do carro, perguntou: “Mãe, quer ir na frente ou prefere ir atrás?”. Antes que eu respondesse ele já disse: “É melhor vc ir atrás, pois é estreitinho e vc é mais fininha”. Uau!Como eu amo meu garoto! Rs
5) Estava quieta trabalhando e a secretária passou por mim suspirando, bufando, resmungando e soltou a seguinte frase: “Não é mole hem, Beth! N
em assim a gente consegue emagrecer”. Não sei do que ela falava, mas pulei na hora: “A GENTE QUEM, CARA PÁLIDA?”. Ela arregalou os olhos e consertou: “Está bem, EU não consigo, pelo menos EU não consigo”. E eu rebati, claro: “Ah bom!"  Eu hem...rs

São coisas aparentemente tão bobas e simples, mas têm um gostinho bom demais. Sempre digo em todo canto que a gente tem que dar valor a tudo que indica progresso. Às vezes, podemos até estar chateados com o peso e aí, se aprendermos a observar as mudanças mais sutis no nosso dia-a-dia, provocadas por qquer evolução que seja, tudo muda, nossa maneira de encarar se altera p/ melhor, se o ânimo estava meio caidinho já levanta um pouco mais, então eu faço uso disto sim, uso e abuso e novamente recomendo: percebam em tudo o qto vale a pena persistir, mesmo que às vezes não esteja tudo tão 100%, mesmo que a fase não seja a melhor do mundo. Imagine só, se vc já está caindo, sente que precisa segurar em algo e vê duas alças penduradas, é questão de esticar o braço e agarrar uma delas. Mas se vc percebe que uma está rasgada e, portanto, insegura e que a outra está legal, vai segurar em qual delas? Na boa, não é?
Pois eu vejo nossas conquistas, mesmo as mais basiquinhas, as que quase ninguém á nossa volta percebe mas que nós conseguimos ver sim, só que muitas vezes na ãnsia de querer ver só coisas grandiosas, avanços tremendos, acaba-se deixando de notar uma coisinha que está ali, bonitinha, nos dizendo que já conseguimos mais um pouco.  Outro dia, uma amiga me escreveu e entre outras coisas comentou sobre a dificuldade de ajoelhar-se na igreja. Eu a compreendi totalmente, passei anos sem conseguir ajoelhar também, pois a distância entre o genuflexório e o encosto do banco da frente era insuficiente p/ o tamanho da minha barriga! Então, se eu insistisse, tinha que ficar numa posição forçada p/ trás, o que causava dor na coluna e no joelho. E ao ler o e-mail da amiga, senti e comemorei o fato de já não ter tb esta dificuldade. E minha amiga, vc que sabe que é contigo que estou falando, fique tranquila, logo isto tb será coisa do passado, a dificuldade será substituída por esta e outras tantas facilidades, eu garanto, desde que vc persevere, viu?

Estas coisas são exatamente como as tais alças que mencionei aí em cima. Elas são indicadores do nosso avanço e se olharmos p/ elas c/ atenção e satisfação, veremos que são muito mais do que parecem ser. Ué, há quem olhe um mísero bombom como se fosse a mais preciosa jóia da Terra, pq então não vai olhar suas próprias vitórias, mesmo as simplezinhas, como preciosidade? O bombom a gente compra, ganha, obtém facilmente em qquer esquina. E o progresso, mesmo o mais aparentemente básico, é sempre fruto de esforço, dedicação, de tantas coisas que nós é que sabemos o qto nos exigem, tantas vezes! Temos que valorizar sim e muito.
Valorizando, a gente se sente feliz, gratificada e tem mais vontade ainda de prosseguir. Valorizando, a gente segura fortemente qdo percebe que está escorregando, nossas próprias vitórias são alças que nos sustentam, a gente olha pra elas e diz: não vou te soltar não, eu te conquistei, vc é minha! E isto nos faz segurar a onda, contornar a dificuldade, seguir em frente mesmo depois de um tombão.

É hora de parar de supervalorizar quedas, tropeços, falhas e coisas negativas e de deixar de lado qualquer vitória. As coisas possuem o peso que damos a elas. Então, vamos dar valor ao que nos engrandece e nos leva para a frente, para a alegria, para a vitória final está bem? Isto não tem preço! Assunto repetido, mas nunca é demais lembrar certas coisas! Beijos.



 Escrito por Beth ?s 21h16
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Meu perfil
BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Livros, Praia, Dançar, Curtir a vida
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EU ERA ASSIM  

ESTOU ASSIM Meu nome ? Elizabeth, sou conhecida como Beth
Analista de Sistemas, especialista em Metodologia, Processos e Qualidade em TI, Ger?ncia de Projetos,An?lise de Neg?cios, Auditora ISO, sou leonina do dia 10/08, carioca da gema, moro na minha na cidade maravilhosa (RJ), adoro fazer amizades, sonhar, ler, escrever, sou casada c/ Vicente - meu grande amor, m?e do Alexandre, um filh?o maravilhoso, que ? universit?rio e "boadastra" da Mimi, minha enteadinha adolescente linda a quem chamo aqui de filhotinha.

Meu e-mail: beth.ebprs@gmail.com
Meu MSN: ebprs@hotmail.com



Objetivo deste Blog: Compartilhar meu processo de reeducação alimentar e mudança de hábitos que resultou no meu emagrecimento, me tirou da obesidade mórbida e me ensinou e ensina tanto!



Meu processo: Fui beb? 'cheinho',crian?a de peso normal, na adolesc?ncia tinha ?timo corpo. No in?cio da fase adulta comecei a engordar c/facilidade em fun??o de uma mudan?a p/ pior dos h?bitos alimentares e tb devido a dificuldade que tive em enfrentar alguns problemas pessoais, decep??es e m?goas que se transformaram em Kg a mais (eu as COMI). Durante anos optei por m?todos indevidos, tomei rem?dios, f?rmulas, inje??es, fiz dietas mirabolantes e isto tudo me ajudou a virar uma sanfona que cada vez abria mais e fechava menos. Cheguei ao auge da obesidade c/ 140 kg e dei o basta. Primeiro, fiz um pequeno controle que me ajudou a emagrecer quase 5 kg. Depois, entrei para o Vigilantes do Peso, onde emagreci 53kg c/equil?brio, seguran?a e muita alegria. Aprendi muito, o caminho foi t?o importante quanto os resultados. Eliminei 53 kg com o método do Vigilantes do Peso e atividade física. Aumentei depois alguns kg e agora prossigo, para reconquistar a minha meta e mantê-la para sempre.

Cr?ditos Imagens: Google
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Comunidade Orkut: Eu sou f? da Beth - A Conquista! criado com carinho pela amiga Lili (obrigada, lindinha!)
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