Conquista

UOL
  

Um mendigo aproxima-se de uma loura cheia de sacos de compras da Daslu e diz: - Madame, eu estou sem comer há quatro dias ...
E a Madame: - Meu Deus! Como eu gostaria de ter a sua força de vontade!!!

Já me perguntaram se qdo eu era obesa mórbida tinha inveja das pessoas magras. Não dá p/ responder só c/ Sim ou Não. Como eu já havia sido magra, não havia em mim o sentimento de repúdio aos ‘bem de corpo’ que notei e noto, algumas vezes, em muita gente que tb estava/está fora de forma. Às vezes acontecem olhares, comentários, maldadezinhas ditas/pensadas e admito que algumas vezes soltei um venenozinho básico tb!  Mas não se tratou nunca de inveja da pessoa por ela ser magra e nem posso nem dizer que foi inveja, pq inveja é uma coisa bem diferente do que às vezes se sente e rotula equivocadamente.

Ver alguém c/ um corpo bacana, usando uma roupa linda que lhe caiu super bem, feliz consigo mesmo, lindo etc. e desejar tb chegar àquela situação é inveja? Não, não é! É admiração, é reconhecimento de que a pessoa está ótima e vontade de tb conquistar aquilo que gostou de ver na pessoa.
Há quem chame isto de “inveja branca”, “inveja boa” e sei lá mais o que. Mas da forma como mencionei não é uma coisa ruim, não envia carga negativa e não faz mal a ninguém, nem a quem sentiu e nem a quem está sendo admirado. Na verdade, faz-se do outro um espelho, um modelo de sucesso em determinado segmento e uma boa referência p/ tb progredirmos.
 Mas se olhando a pessoa e constatando que ela está tão bem sente-se raiva, incômodo, sensação de inferioridade e fica-se imaginando como ela conseguiu aquilo, que deve ter sido assim e assado, pensando coisas negativas que tirariam o mérito da pessoa, sentindo ciúmes da atenção que ela possa estar atraindo p/ si e até mesmo desejando intimamente que ela se exploda, que engorde, que isto e aquilo, isto é inveja sim e das brabas. Coisa de gente mesquinha, que em vez de batalhar pelo que quer ser/ter, gasta energia tentando amaldiçoar o outro que batalhou e já é/tem.

Eu lembrava que já havia tido aquela boa forma e que se fosse à luta podia voltar a ter, mesmo que não fosse um retorno exato ao ponto de partida já que a idade, a estrutura corporal e a situação toda já eram outras.  Porém, sentia inveja era de poder tb comprar roupas em qquer lugar e do jeito que gostasse, aproveitar liquidações e promoções de roupas e não só de sapatos, bijuterias etc., usufruir na vida prática de tudo que pessoas que não estão obesas conseguem sem dificuldades, como entrar no ônibus pela porta certa e não pela de saída, sentar em cadeiras plásticas sem medo delas abrirem as pernas como tantas vezes abriram p/ mim, abrir a bandeja de refeições no avião e depositar ali, sem problemas, o lanche servido na viagem, comprar peças íntimas mais bonitas e sensuais sem pagar uma fortuna por elas e tantas outras coisas que eu sentia falta.
Não era inveja do magro por ele ser magro e sim SAUDADE / VONTADE de viver, como ele, de forma normal algumas coisas que eram também simples, normais.

Não desejava que o magro engordasse p/ ter as dificuldades que eu tinha, mas sonhava acordada c/ uma revolução radical nos conceitos de boa forma, alimentação correta, saúde, padrão de beleza etc. e que de uma hora p/ outra descobrissem que estar gordo era o grande barato da saúde, pensar e comer como gordo era a fórmula p/ a felicidade e bem-estar, que batata-frita emagrecia e espinafre engordava terrivelmente... rs

A situação “melhoraria” p/ o gordo e infelizmente afetaria o magro, que seria olhado como uma aberração, um ser sem vergonha que nem tinha capacidade de comer c/ os olhos, se empanturrar até o estômago dilatar e pedir arrego, sem a mínima competência p/ tentar comer sem fome e sem vontade só pq a comida é gostosa, cheirosa e saiu agorinha! E nem qdo ela já está fria e velha o cara tem determinação p/ ir lá e detonar? Que fraco! Rs  É! Neste caso o magro ia penar um bocado. Mas sempre restaria a ele entrar num processo de engorda bem direcionado, tendo como meta engordar muitos kg e se tornar obeso, afinal de contas as lojas só teriam roupas bonitas e modernas imensas, manequim GG seria o PP de hoje, uma coisa terrível que ele teria que aprender a enfrentar. Coisas da vida! Rs

Admito tb que tive um pouco de raiva de alguns, especificamente, em certos momentos especiais. Por ex., dos que olharam p/ mim e disseram algo tipo: “Nossa, como vc consegue repetir este salgado?" ou o terrível “Aiiii tira este doce de perto de mim, só de olhar eu engordo, já estou imensa!” (isto pq a criatura usava man. 38/ 40 e eu o 64).
Aí, dava até vontade de rogar uma praguinha p/ ela ficar imensa só um pouquinho, só por um dia, p/ saber o que é ser realmente gordo e parar de ser fresca. Tudo bem que ela não quisesse engordar e agisse certo não comendo sem necessidade, não repetindo se já estava satisfeita e evitando coisas no dia-a-dia que não fazia questão. Mas daí a dizer ‘estou enorrrrme’ na frente de alguém que realmente estava enorme, era dose!

Uma vez, eu já obesa mórbida, 
uma colega magra disse que ela estava gorda, precisando urgente fazer dieta e por isso não ia comer o pudim da sobremesa, que era embutido no preço da refeição executiva no restaurante onde estávamos. Aí me olhou c/ um ar super meigo e disse: “Quer? Vc que não liga p/ engordar, come o meu tb se quiser”. Sabem o que fiz? Comi o meu e o dela. A gula e o hábito de comer por ser gostoso e estar disponível (e pago) foram maiores que a vontade de socá-la. Rs

No fundo ela estava certa, me avaliou  c/ base no que me via. Nem assim desejei que ela ficasse gorda e esganada, senão ela ia comer o pudim dela e eu não teria a dobradinha, né? Cabeça de gordo é f....

Quem não conseguir ver a foto, clique AQUI

Mas o tempo passa e a gente sempre pode mudar p/ melhor. E outro dia, encontrei uma conhecida na rua e ela sorrindo disse: “Aiiii sai de perto de mim, que estou morrendo de inveja de você!”. Falei: ”Por que?”  Ela respondeu: “Pq vc está magra e eu continuo gorda, eu não tomei jeito ainda!” Conversamos, dei uma força p/ ela e, por dentro, fiquei feliz da vida, me senti modelo, referência positiva. Delícia!  Beijos



 Escrito por Beth ?s 16h49
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   COMO JÁ DIZIA GALILEU DA GALILÉIA....

O que vc faz c/ suas mágoas? Chora num canto? Finge que não sente? Dá ataques de pelanca? Ah, vc é novinho(a) e não tem pelanca, então é ataque de que? Vc come as suas mágoas? Mas engole direto ou mastiga antes? Vai c/ água, suco, refri, leite ou o que? A seco? Hum! Isto dói, entra quadrado, sei como é. O pior é que a sensação de vazio permanece.
Aí, a gente bota mais um pouco da mágoa p/ dentro, ela vai entrando em forma de doce, salgado, seco e molhado, grande e pequeno, duro e mole. E não sacia! Dá dor no estômago, angústia e ainda por cima engorda.
Engorda? Sim, e muito! Como a mágoa não diminui por comermos, vai-se comendo de novo e de novo, até não agüentar mais sem critério, sem combinar nada c/ nada, sem sentir nem o gosto. Não pode dar certo! A mágoa permanece, o corpo padece, a cabeça enlouquece de raiva, de culpa, de tanta coisa que não vale a pena! E aí, a gente vai e come tb a raiva e a culpa e assim, cria um círculo vicioso totalmente do mal que não soluciona nada. Não é bom nem p/ quem está desnutrido, pois continuará desnutrido pq nem sempre o que se come é nutritivo. Geralmente é coisa que só enche, que faz salivar e estufar. Não conheço ninguém que afogue as mágoas devorando pés de rúcula e agrião, suco de maracujá light...rs

Isto me lembrou algo que li outro dia, sobre compulsão alimentar. Um artigo, não lembro onde, que falava que muita gente diz que tem compulsão alimentar mas, na verdade, tem é o hábito do exagero, de se empanturrar, descontar as coisas na comida. Será que foi em algum blog amigo? Não recordo, desculpem. Mas de todo jeito, concordo. Rótulos são colocados aqui e ali e nas pessoas tb, às vezes por elas mesmas, muitas vezes equivocadamente.

Conheço pessoas que falam que sofrem de compulsão e é verdade, sofrem mesmo e algumas se tratam, outras ainda estão buscando a compreensão dos seus mecanismos e a saída p/ solucionar isto. Muitas, em contrapartida, não são compulsivas, elas têm é o hábito enraizado e pensam que possuem o transtorno.  E há quem tem e não sabe que tem, portanto não trata. E até quem sabe que não tem, mas como este rótulo ameniza, talvez, qquer responsabilidade pelo excesso cometido, acaba usando-o.

Não digo que seja má fé, longe de mim falar isto, mas sim que a pessoa se confunde, ela não quer enganar ninguém! Ás vezes ela não quer é enxergar-se como responsável pelo que fez, se não foi algo bem feito. JAMAIS digo que sou ou tenho o que não sou e não tenho, a menos que minha auto-avaliação esteja equivocada. Tive na vida momentos de compulsão? Sim. Sou ou era compulsiva por causa disto? Não.

Muita coisa que eu não sabia eu apresentei sintomas e hoje, anos depois, identifico que podia mesmo ser um início de alguma compulsão. Lembro que há cerca de 15 anos atrás eu andei levantando da cama várias vezes antes de dormir, p/ me certificar que havia desligado as torneiras de gás da casa (fogão, aquecedores de água) e trancado direito a porta da rua. Eu sabia que já tinha feito aquilo, mas era uma confirmação totalmente desnecessária depois da 2a vez, pois já estaria abolida a dúvida.

Felizmente, um dia eu parei e disse a mim mesma: ‘Beth, vc está maluca? Já sabe que foi, que fez, por que novamente? Que tipo de insegurança é esta?’ E me determinei a prestar atenção. Assim, qdo eu trancava a porta e desligava o gás, na hora parava e dizia a mim mesma c/ calma e atenção, p/ não ficar dúvida alguma: ‘Pronto, está trancada direitinho, eu tenho certeza do que fiz. Pronto, esta torneira está desligada, tenho certeza’ (p/ cada torneira de gás,eram 3).
Neste mesmo dia, já deitada, qdo tive aquele ímpeto de me levantar, parei novamente e me disse: ‘Lembro que fiz, registrei na cabeça que fiz, então não há dúvida alguma, não vou levantar.’ E assim, numa única tacada parei c/ algo que poderia realmente se transformar numa coisa muito ruim. Não se tratava de negligenciar coisas que eu sempre achei importantes p/ a segurança da gente. Se realmente houvesse dúvida, era preciso verificar, claro! Mas se já registrasra com toda a certeza que aquilo foi feito, então não havia pq ficar em looping.
O que leva a isto? Não sei. Acabou na época, qdo decidi que não iria prosseguir. Mas eu sou mesmo assim, se eu cismo e aquilo depender de mim, pode contar que rola. Mas como a gente faz p/ cismar? Bom, aí eu não sei...rs No meu caso, sempre fui de cismar, desde que me entendo por gente. E sempre tive o hábito de acreditar em mim. Claro que houve uma época em que não apliquei isto direito onde precisava, que era o emagrecimento. Mas não foi por não acreditar, hoje eu sei que foi por um monte de outros motivos e este ‘não creio’ era a forma de mascarar tudo.

Aí volto p/ as mágoas que iniciaram este post e digo: será que jamais comerei novamente mágoas, já que sei que não resolve, sei o que acontece e já cismei que não vou fazer? Não dá p/ afirmar. Outro dia mesmo eu comi uns sentimentos, ainda bem que não eram tão intensos haha Mas eu já não faço isto sem notar, sem pensar, sem controlar, pois se faço, é 90% das vezes (ou mais) por consentimento.

Sou tão descarada que digo brincando: “Estou comendo a raiva do fulano, estou comendo a emoção por causa disto e daquilo.’ O fato de encarar a realidade do que estou fazendo e de mencionar mesmo, muitas vezes a terceiros, de forma divertida, acaba cortando o ‘encanto’ e eu nem faço nada tão grave, o excesso nem é significativo. A gente vai desenvolvendo os próprios truques, coisas tão simples, mas se funcionam vale aplicar em certas situações.
 Eu tenho os meus. Um deles: embora eu tenha pavio curto e um sangue espanhol quente pra danar e mesmo sendo seja do tipo que mete bronca, encara a briga etc., se eu sinto que o que está acontecendo visa justamente me tirar dos eixos, seja por diversão de quem não tem outras formas mais interessantes de se dar satisfação, seja por qquer outro motivo que não agregue nada positivo, aí não tem jeito, mato na unha. Imagine se vou criar ruga por causa de Zemané, se vou engordar 1g sequer por causa de Zeruela!

Pensem nisto! Antes de se deixarem levar por coisas e pessoas que não tem nada a ver, antes de valorizarem gente, situações, palavras e atos que podem estar sendo apenas meio de tirar de vcs a serenidade, a alegria, a autoconfiança e outras coisas que incomodam muita gente pequena, parem e pensem, coloquem-se na posição correta na situação e vejam o qto aquilo muitas vezes é ridículo, insignificante diante de tudo que vcs são em essência e possuem de valor verdadeiro. Deixem, pois o que não tiver consistência se esvairá tão rápido como apareceu.  Não comam mágoa, raiva nem ressentimento. Não engordem por causa de coisas e pessoas que não valem isto. Combinado?

Tem uma musiquinha que diz: ‘Carreiro novo, que não sabe carrear... o carro tomba, o boi fica no lugar’. E outra, um sambinha bem antigo mesmo, que eu adoro: ‘Vela inteira não me ilumina, cotoco de vela quer me iluminar! Chuva grossa não me molha, sereno quer me molhar, meu sinhô???’ haha
Vamos em frente! Beijos!



 Escrito por Beth ?s 21h28
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   COMENTANDO O POST ANTERIOR

Eu sabia que a montagem das fotos que mostrei no post anterior causaria impacto. Sempre contava que já tive um corpo legal e engordei muito, compartilhando meu progresso no emagrecimento, mas sempre mostrava fotos de 2 fases: ANTES (obesidade) e ATUAL (emagrecimento). Mas há situações em que uma imagem diz mais que mil palavras e eu acho que minha trajetória magra => gorda=>obesa mórbida => processo de emagrecimento/virada deve ser contada não só no que se refere a ‘era obesa e deixo de ser’ mas tb ao ‘fui magra e por não ter me cuidado direito, fiquei obesa’.
 Claro que é importante mostrar que um excesso de peso tão acentuado como eu tive é possível de ser revertido, mesmo eu não sendo mais tão jovem, embora muita gente ainda entre numa de “ah, se não emagreci antes não vai ser agora que estou mais velha que vou conseguir!”. Vai sim, ué! Vai ser agora, vai ser na hora que resolver botar o pé na estrada c/ vontade e se comprometer c/ os esforços que geram resultado positivo. Sou do tipo que acredita que enqto há vida, há possibilidade p/ tudo. Qdo falo em vida não me refiro a estar simplesmente respirando e sim a estar VIVO no sentido de atento, disposto a aprender, se compreender, administrar melhor a vida, entender o que pensa/sente etc. Mais que o pulso, que pulse a vontade de viver, melhorar, crescer e ser feliz.

Mas tb acho importante mostrar que a falta de atenção, observação de si mesmo, investimento no auto conhecimento, na alegria, na auto estima e tb a falta de atitude p/ mudar o mais cedo possível formas de pensar e agir que nos fazem mal, podem levar a problemas sérios, muita insatisfação pessoal, riscos de doenças e aumentar consideravelmente o caminho de volta.

Deus foi generoso comigo, permitindo que eu tivesse a oportunidade de reverter a situação. Mas poderia ter sido diferente e esta constatação me faz ainda mais forte e convicta de que estou no caminho certo e de que assim como me comprometi c/ as ações p/ mudar meu quadro e conquistar tantas coisas boas, estou tb agora comprometida c/ tudo que me possibilitar manter esta conquista.

Muitas pessoas se renegam, se culpam por estarem acima do peso e não batalham de verdade p/ mudar isto. Umas pq acham que será difícil por estarem muito gordas e outras pq estão só um pouco acima do peso e acabam negligenciando. E em ambas as situações, muitas cismam de buscar resultados do jeito errado.
 Mesmo quem está pouco acima do peso deve ser respeitado por querer eliminar este excesso. Não sou a favor de neuras e desesperos por conta de 1 cm de carne a mais, porém hoje sei que se eu tivesse cuidado direitinho qdo estava nesta situação, teria evitado tanta coisa! Não pode haver diferença na forma de encarar o processo de quem tem dezenas de kgs a eliminar e quem tem só alguns kg a mais. Não importa  o tamanho da estrada a ser percorrida, ela exige de todos as mesmas coisas.
Quem tem mais gordura no corpo leva mais tempo p/ eliminar tudo, mas quem tem bem menos perde proporcionalmente, então os 50 kg a mais de um equivalem aos 10 kg a mais de outro. O início da estrada é o mesmo, o final da estrada p/ cada um é em ponto diferentes, mas cada um terá seus buracos, flores, pedras, risos, lágrimas etc.

Há pouco tempo ouvi algo interessante sobre isto: “As dificuldades são relativas. As pessoas mais velhas como eles (apontando p/ mim e o Vi), o organismo já resiste mais, o metabolismo é mais lento e o emagrecimento pode levar mais tempo e exigir mais. Porém, eles têm mais maturidade, mais vivência, mais conhecimento e se determinando realmente, eles conseguem manter-se firmes, investindo mais e seguindo c/ paciência e persistência. Já quem é mais jovem conta c/ um corpo que responde melhor às mudanças, porém há a relutância do jovem, muitas vezes, em ceder, em querer realmente mudar os hábitos, abrir mão de coisas que acredita que não sejam prejudiciais. Ou seja, cada um tem pontos a favor ou contra”.
Achei certíssimo. Da mesma forma, quem é obeso ou tem um sobrepeso que gera dificuldades na vida prática ou probl. de saúde etc. usa estas coisas como motivação p/ dar a virada. Apega-se ao desejo de se livrar de uma série de situações constrangedoras ou de risco, determina-se a levar o processo adiante mesmo que haja dificuldade, deslizes etc.
Por ex., eu já fiquei entalada numa roleta de ônibus, constrangida e nervosa enqto o cobrador e um passageiro fortão tentavam em vão forçar p/ que eu conseguisse passar e chegaram a falar da possibilidade do ônibus ir p/ a garagem p/ serrar a roleta (o que me deixou em total desespero, pelo mico que pagaria). Não foi preciso, felizmente, pois os dois se esforçaram tanto que acabaram conseguindo e eu passei. Dali em diante levei anos sem ousar tentar novamente passar pela roleta, entrava pela porta de saída como os idosos, gestantes, deficientes etc. Somente em 2005 voltei a passar normalmente, após eliminar dezenas de kg e este fantasma sumiu da minha vida. E tinha este entre outros mil motivos p/ me livrar da obesidade e assim c/ tantas coisas que vou sempre contando à medida que conquisto ou repito p/ ilustrar algum post ou p/ que os novos visitantes tenham noção de parte da minha história de obesidade.

Mas quem tem ‘poucos’ kg a eliminar e não passa por estas dificuldades, consegue ainda comprar roupa em loja normal, não recebe olhar enviesado das vendedoras, usa seu biquíni normalmente mesmo que sobre uma carninha aqui e ali, não ouve comentários e piadinhas sobre sua gordura etc., nem por isso deixa de ter seus percalços no emagrecimento. Justamente a falta destas dificuldades especiais acaba constituindo a sua principal dificuldade, pois p/ manter-se determinado, firme nas atitudes adequadas, resistir bravamente às jacadas, comprometer-se c/ mudanças às vezes bem significativas de hábitos é preciso haver motivação e no caso destes “quase magros/quase gordos” ela irá se basear em como eles querem ficar, mas muitas vezes não há uma situação muito desagradável sendo vivenciada p/ que eles tenham um desejo forte de livrar-se delas. O que é ótimo por um lado, mas p/ alguns pode ser justamente o que faz com que ‘possa deixado p/ amanhã o que já devia ser feito hoje’.
Por isso eu fiz questão de mostrar na montagem o meu “ANTES DO ANTES” que se vacilar a gente chega naquilo que foi o meu “ANTES”, sem necessidade. Pode ser revertido? Pode! Mas quem se cuida logo e corta o mal pela raiz, economiza desgaste, trabalho, chateação, gasto de dinheiro, constrangimento, riscos de saúde e tudo mais que não faz falta a ninguém. A idéia foi contribuir p/ que independentemente da situação de cada um, todos pensem, entendam que sempre é a hora H de se cuidarem c/ mais amor e atenção, se tratarem c/ o respeito que merecem. Se consegui passar esta mensagem, estou feliz. Beijos!



 Escrito por Beth ?s 01h34
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   RAIVA? DESESPERO? DESÂNIMO? OLHA O PUXÃO DE ORELHAS DA BETH AÍ GENTEEEEEEEE!!!!

Estou sempre me deparando c/ alguns relatos desesperados, muito pra baixo mesmo, de quem não teve boa performance no último dia ou última semana no comportamento, no resultado da pesagem etc. Prevalece em muita gente, ainda, um apego desmedido à culpa, uma valorização imensa dos erros, um aborrecimento crescente pelos seus atos e suas conseqüências, mas de um jeito que não leva a nada. Coisas que geram muitas vezes pensamentos negativos e ações idem, que não agregam nada de bom.
Não estou pregando aqui que ninguém comemore feliz da vida uma subida de peso, se eu mesma fico P da vida e não escondo, desde que o resultado seja mesmo injusto. Nada de falsidade ou hipocrisia! Mas lembro que mesmo tendo o direito de nos chatear c/ o que acontece de indesejado e por mais que devamos botar a raiva/mágoa ou o que for p/ fora, só isto não adianta!  É preciso transformar esta coisa toda em algo mais produtivo.  Tudo bem a gente xingar, chorar, ter vontade de socar a balança, mas não ficar só nisto e sim continuar o processo adotando outras ações que vão realmente favorecer.
Temos que parar, pensar no que pode estar acontecendo, avaliar atitudes, ver se realmente estamos procedendo da forma correta pelo menos na maior parte das vezes, já que ninguém é perfeito o tempo todo (nem se pretende isto). Ver se não estão havendo concessões demais, se há o cuidado c/ coisas essenciais como o tamanho das porções dos alimentos, qtde e regularidade de refeições, diversidade dos nutriente
s etc.
Tem gente comendo de menos e se revoltando, pois o sacrifício não está trazendo o resultado desejado. E nem vai trazer, ué! Emagrecer não é através de fome nem privações e sim comendo direito, se nutrindo adequadamente, sem fome, nem traumas!
E tem gente comendo demais ou muito errado e se revoltando, pois acha que a balança tem que se comprometer c/ seu sucesso qdo a própria pessoa não se compromete c/ as ações, os esforços que levam a ele.

Falo isto pq eu fui assim. Qtas vezes, nas antigas tentativas de emagrecer, notava que um deslize até acentuado não tinha atrapalhado a pesagem e já achava que era um sinal de que meu organismo já tinha entendido que dali em diante, mesmo que eu chutasse o balde, só emagreceria! E naquelas ocasiões em que eu não estava ainda atenta ao que realmente funciona, passei fome e vontade, fiz bobagens e deixei de cumprir regrinhas básicas e nem tão difíceis de serem seguidas e me frustrei uma, duas, mil vezes!

Falo pq vivi este proc. em tudo que foi etapa, de tudo que foi jeito ruim e finalmente o jeito bom, certo e que dá resultado. Então, compreendo totalmente algumas reações, mas não posso deixar de me manifestar, vendo que há gente que se aborrece, mas não procura se ajustar p/ que o aborrecimento se transforme em alegria e satisfação!
  É como ficar zangado pq errou uma questão importante na prova, tendo uma nota baixa e não fazer nada, só se lamentar e continuar sem mudar o que precisa ser mudado em vez de estudar, descobrir o que fez errar, aprender e enraizar o certo p/ acertar na próxima!
Há quem ensaie aquele jeito de dançar que acha tão bonitinho até conseguir e mesmo que erre, tenta novamente olhando no espelho, imitando a amiga ou sei lá quem! E aquela música que gosta tanto e quer aprender? Erra a letra e repete p/ pronunciar direito, cantar no ritmo! Vc não tenta acertar o caminho qdo vai a algum lugar? Ou fica sempre na rua errada, perdido p/ sempre? Então, por que no emagrecimento tem que ser diferente?
Não vejo ninguém c/ tanto ódio de si mesmo por tantas coisas equivocadas que faz, como vejo qdo se trata de ter comido a mais, ter engordado um pouco ou algo assim! Dá raiva? Dá sim, mas ‘peralá’, a gente não nasceu sabendo tudo, é comum errar! Ah, mas está errando demais? Então pare e pense, o que está levando a isso?
Reflita, troque idéias, visite os blogs amigos, verá que muita gente tb falha! Avalie o que as pessoas estão contando e e pode ser que descubra ali uma falha sua tb que pode ser corrigida! Vc se ajuda e ajuda ao outro! Vá nos blogs de quem está num processo mais afinadinho, c/ um emagrecimento já acentuado e verá que ali tb todo mundo erra de vez em qdo! Todos temos uma semana em que não fomos tão bem, uma pesagem que não correspondeu ao esperado, todos passamos por tudo!

A amiga Janice disse algo muito importante no post de inauguração do seu blog esta semana: existe uma fórmula mágica p/ conquistar o que se deseja: QUERER. Concordo com ela! É um QUERER diferente, um QUERER que envolve ação, compreensão. Ela descobriu isto, descubra também! A frase “Querer é poder” parece tão irreal, mas se pensarmos direitinho, ela é verdadeira sim. Desde que a gente entenda o que é, realmente, QUERER e o que é, realmente, PODER. Quem pensa que QUERER é desejar e ficar esperando que caia do céu a realização, realmente não terá como crer na frase, pois não vai funcionar mesmo. Mas quem entender que QUERER envolve atitude, conscientização, aprendizagem, busca de ferramentas de apoio, crenças positivas, auto confiança, auto conhecimento, auto-estima e mais um monte de coisas bacanas, aí vai descobrir que QUERER É PODER, sim.

O processo não requer desespero, afoiteza, nenhum sacrifício absurdo. Ele requer bom-senso, comprometimento, determinação, persistência e paciência. E vontade de aprender, de mudar p/ melhor.  E mais: persistir é essencial, mas qdo se fala em persistência, é em relação a atitudes sensatas e coisas que realmente promovem o sucesso. Persistir em ações equivocadas, pensamentos negativos, pressa, em seguir tudo que ouvir e ler por aí, não vale.
Eu persisti por mais de 20 anos em pensamentos e ações erradas e tb me aborrecia muito pq não funcionava. Hoje, no caminho certo e tendo os resultados positivos, tb erro ainda de vez em qdo, mas aprendi c/ a própria estrada que erros ajudam a aprender a fazer o certo.
Desejo que aqueles que estão aflitos demais parem, pensem, se ajustem e sigam da forma certa, dentro do possível e vão transformar esta chateação toda em alegria, eu GARANTO. Como é que posso garantir? Não sou melhor que vcs, eu simplesmente entendi que é assim que rola. Vejam a montagem abaixo (se não abrir, clicar AQUI) e comprovarão! Se eu posso, todos podem. Beijocas e LUZ!



 Escrito por Beth ?s 18h36
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   DANDO NOTÍCIAS. NÃO BRIGUEM, ESTOU DE REPOUSO MESSSSSMO!!! PERNOCAS PRO AR!!!!


De pernas pro ar, literalmente! A ‘polícia’ aqui em casa é dura, é marcação cerrada! Marido e filho de olho em mim o tempo inteiro. Fico deitada ou sentada o tempo todo de pernas p/ cima, mas levanto p/ ir ao banheiro e vou super-devagarinho, o filho já aparece c/ aquela cara como se eu fosse uma criancinha: “-Fazendo o que, em pé?”. E eu: “Ué, tenho que fazer xixi né?” Ele: ‘Ham, então tá, agora deita’. Vixe!
Viro na cama e lá vem bronca: ‘A perna não está como tem que estar’. E já botam mais uma almofada, me ajeitam toda!
Até o meu cachorrinho entrou nessa! Qdo cheguei do hospital ele olhava desesperado as pernas enfaixadas e depois chorou muito, uivava achando que eu estava machucada, tadinho! E agora, se uniu aos demais na fiscalização. Se levanto da cama ele começa a encostar o focinho nas minhas pernas de leve, querendo que eu sente ou deite de novo. Vai atrás de mim até o banheiro ou onde eu for, tentando me fazer voltar, c/ o focinho. Falta só os periquitos saírem da gaiola batendo asas em volta de mim, estou bem servida! Rs Antes assim! Sinal de que me cuidam né?

A região onde levei a anestesia está bem dolorida ainda. A noite passada foi horrível, não consegui dormir direito, estava calor e as pernas enfaixadas me deixaram agoniada e a vontade era de arrancar tudo e sair coçando, coçando... Claro que não fiz, né? Mas fiquei muito aflita. Lá pelas 4h da manhã levantei sorrateiramente e fui procurar um remédio que me foi receitado, não achava e não queria acordar ninguém. Levei 10 min procurando até que pedi arrego, chamei o Vi e, naturalmente, ele sabia onde estava, logo eu estava tomando: o remédio e uma bronca rss Pior foi ficar c/ dor numa das coxas depois disto...mas passou.

Hoje pude tirar as faixas de compressão, conforme orientado. Mas os curativos estão todos lá, não podem ser mexidos, só daqui a 1 semana os ptos serão tirados no consultório. O aspecto é horroroso, parece que fui atropelada. Mas ficar sem aquele monte de gaze, o meião de malha e as ataduras é um alívio, o calor diminui, mas a coceira continua terrível, tenho que distrair a cabeça o tempo todo, fingir que não estou sentindo. Deve ser a cicatrização. A delícia do dia foi ter tomado banho de verdade, quase tive orgasmos múltiplos ao sentir a água do chuveiro caindo em mim...rs

Bom, a ordem era ficar de molho e eu estou. Aproveitei a manhã p/ ficar comandando da cama, no maior conforto, um início de arrumação. Eu dava só as coordenadas e o Vi e o Alexandre (meu filho) iam pegando as coisas de dentro de um armarinho quebra-galho que tenho no meu quarto c/ a TV em cima e que era uma muvuca danada. Eu só avaliava e dizia ‘isto é lixo’, ‘isto guarda’, ‘isto doa’. Arrumar assim eu até gosto, né? Rs Já avisei que amanhã tem mais, a sargenta vai atacar de novo haha É tanto bagulho, tanta porcariada, tanto papel que a gente guarda sei lá pra que! Só hoje, em pouco tempo, jogamos fora 2,5 sacões de lixo daqueles grandes pretos, só de papel. E ali não tem 10% do que guardamos, é trabalho p/ anos haha
Mas foi bom reencontrar coisas que andei procurando feito doida e não encontrava e achar algumas que eu nem sabia que ainda tinha. Uma delas: o resultado de um exame cardiológico com esforço e um esquema de atividade física da Fisilabor, onde me matriculei no início de 1990. Na época, eu ainda vivia fazendo dietas da moda e/ou tratamentos c/ fórmulas e remédios e o resultado era que só engordava mais e mais a cada interrupção. Já havia emagrecido um tanto e começava a engordar de novo, como sempre acontecia. O resultado do tal exame acusou falta de condições p/ continuar o teste, por causa de sedentarismo e obesidade.

Lendo isto lembrei que ter sido a 1ª vez que a palavra OBESIDADE foi expressa assim, tão clara e duramente, num exame meu. Ouvia menções de que estava obesa, mas achava que era provocação, implicância, eu admitia estar gorda, mas obesa não! Eu fazia uma diferenciação muito grande entre uma coisa e outra, como se fosse ‘nada’ pesar mais de 100kg, qdo meu peso de partida havia sido tão abaixo disto. E na ficha onde constava a programação montada pelo avaliador físico p/ minha atividade naquele Centro indicava sem dó nem piedade que eu estava na ocasião c/ 113kg. Lembrei tb que aquilo me incomodou muito, afinal se eu vivia fazendo dietas etc. e na minha avaliação ‘não comia nada’ ou ‘comia tão pouco’, que droga de peso era aquele? Nada como a gente vendar os próprios olhos p/ não enxergar nada, nem a si próprio né? Tb lembrei que iniciei o programa que era de emagrecimento c/ suporte de uma nutricionista e a ativ. física orientada. Bem legal, mas não demorou muito parei, não priorizei. Não levava nada disto adiante, naquela época.

Encontrei tb, de novo (já havia jogado um monte fora) mais programas alimentares de emagrecimento, dietas que me foram fornecidas por médicos e “médicos” antigamente. Quase tive um troço ao encontrar uma Dieta Hipocalórica que uma amiga da adolescência me passou, sabem quando? Em 1973, qdo eu aos 17 anos simplesmente não era gorda, não tinha problemas c/ forma física, mas cismava que tinha que perder algo aqui, algo ali. Pensar que naquela época eu me preocupava c/ o peso e o corpo e depois deixei a coisa degringolar até ficar obesa como fiquei, foi estranho e bom, claro, por encontrar isto já tendo mandado tantos kg embora. Pior se encontrasse ainda obesa mórbida, ia doer pacas, né?
 Achei tb mais uma revista Figurino Tam.Grandes, parece que elas dão cria aqui em casa, já joguei tudo fora e achei mais esta! Foi pro lixo, apesar de novinha e ter modelos interessantes de roupas que servem p/ todo tamanho. Mas não permito que meu cérebro registre a possibilidade remota de eu ter que recorrer a isto novamente, então é lixo mesmo. Antes, tirei uma foto da capa p/ registrar.
A alimentação está belezinha, nada de abusos c/ a desculpa de estar convalescente. O Vi até veio c/ história de fazer pudim disto, doce daquilo (ele que ia fazer, claro), mas não dei corda. Então ele foi pra cozinha e fez uma deliciosa sopa cremosa de abóbora, bem mais conveniente, que foi nossa refeição noturna.

Estou atualizando as visitas bem devagarinho, ok? Falando nisto, vão conhecer o recém-nascido blog da nossa amiga Janice, que foi a anfitriã do último encontro light do RJ! Está lindo e motivador, eu recomendo! E o Leozinho voltou a postar, sabiam? Um espetáculo, o anjinho retomou e está emagrecendo de novo!
E atrasadinha, dou os parabéns às amigas blogueiras light cariocas Alaíde (Lalá) e Vera, que aniversariaram dia 04/11!

De novo agradeço o carinho, a atenção e preocupação, vcs são uns amores. 
Antes que eu esqueça: FIRMES TÁ? Quem começou com o pé direito parabéns, quem não começou tão bem assim, não tem problema, a semana está só começando, combinado? Então 'tá'! Beijos no coração e até mais!



 Escrito por Beth ?s 20h35
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   NOTÍCIAS!!!!!

Não resisti, tinha que vir um pouquinho no cantinho amado. Mas calma, não puxem minhas orelhas, estou quietinha c/ as perninhas pra cima, dei um jeitinho p/ usar o micro, ‘mas só um pouquinho’ p/ não forçar, nem cansar. O Vi amanhã vai tentar mudar a arrumação do quarto onde a máquina fica, p/ ver se dá p/ eu me acomodar direitinho. Vim dar notícias e agradecer a força, a torcida carinhosa, os recadinhos e orações que podem ter certeza, ajudaram muito. Papai do Céu abençoe a todos vcs e retribua c/ bênçãos em dobro!

A 5ª feira foi legal, aproveitei o feriado p/ ir c/ meu filhão fazer compras no hortifruti e no supermercado, deixei o Vi descansando, já que durante a licença médica da empregada ele assumiu tudo em casa: lavou, cozinhou, arrumou, fez e aconteceu e logo depois ia virar meu enfermeiro, merecia ficar quietinho vendo TV.
E eu queria garantir frutinhas e hortaliças, pois não vou aproveitar os dias de repouso p/ comer a mais, uma coisa não tem nada a ver com outra, certo?
À tarde fomos ao shopping, pegamos uma chuva danada, mas valeu a pena, fui comprar a roupa que usarei na festa de formatura do meu filho, em dezembro (forma-se em Publicidade e Propaganda). Não quis arriscar deixar p/ última hora, pois esta época do ano tem muita formatura, casamento etc. e eu queria ter o prazer de escolher minha roupa e não ser escolhida por ela, este tempo já passou.

Comprei um conjunto lindo de corpete e saia longa, na cor verde musgo. O corpete tomara-que-caia com detalhes em brilho, adorei e modéstia à parte eu me achei muito lindinha dentro dele. Foi gostoso entrar em diversas lojas e em todas encontrar algo que gostasse e que ficasse bem em mim. Este conjunto foi o que mais gostei e ainda por um preço excelente, quem procura acha, eu paguei metade do preço que vi em outros shoppings, sendo que era exatamente a mesma roupa, sem tirar nem por. Aliás, vi diversos vestidos longos que em outros lugares custavam muito mais caro, a mudança de bairro e de shopping é suficiente p/ que haja uma diferença absurda, pessoal, vale a pena pesquisar antes ok?
Cheguei em casa feliz da vida, pelo caminho lembrava de outros eventos relacionados ao meu filho, antigamente, nos quais nem sempre pude usar algo que realmente fosse minha preferência e sim o que dava p/ ser, por causa de tamanho. Mas agora, na formatura dele, eu estarei exatamente como quero, como escolhi. Bacana, é gratificante. Serei a mãe mais babona, mais orgulhosa e mais lindinha (e nada modesta) do pedaço...rs

Na 6ª feira eu tinha que fazer jejum de 8h (nem água podia) antes da cirurgia, levantei pouco antes das 6h, tomei meu café da manhã e voltei a dormir. Lembrei depois que eram 8h antes da cirurgia (marcada p/ 16h) e não da internação, então fiz jejum de 10h sem necessidade, é mole? O pior p/ mim não é ficar sem comer e sim sem beber água, que sede que eu senti!
Pouco depois de internar, a enfermeira pediu que eu vestisse aquele roupão azul do hospital usado p/ ir p/ a sala de cirurgia. Antigamente, mesmo o tam. maior ficava pequeno, ele amarra atrás e metade de mim ficava descoberta (atar o lacinho, nem pensar). E há 2 anos atrás, qdo retirei o avental abdominal ele até fechou, mas não havia folga. Agora ficou super larguinho, eu amarrei ele todinho e ficou franzido como um vestido que pertence a alguém bem maior. O Vi até falou “Ih gata, olha só, não dava e agora está largão!”. Que delícia, fiquei um tempão me admirando no espelho do banheiro, parecia que estava provando um vestido de gala haha

A cirurgia correu super bem, embora tenha demorado mais do que o previsto. Tomei anestesia raquidiana, aquela que bloqueia da cintura p/ baixo. Me deram um remedinho p/ dormir, embora eu antes tenha pedido ao anestesista p/ não me dar nada, prometendo que ficaria quietinha, mas o meu médico riu muito e disse: “Beth, do jeito que eu e você gostamos de falar isto não vai dar certo, vamos ficar de conversa o tempo todo... isto é uma cirurgia!”. Todos riram, concordando (inclusive meu marido e meu filho) e naturalmente, me deram o tal remedinho sim.
O fato é que eu geralmente tenho uns efeitos esquisitos c/ estes remédios e c/ anestesia, ou volto desbocada (mais do que sou), ou muito mau-humorada. O pior foi na cirurgia do avental, em 2004, em que cantei o cirurgião plástico, ‘encantada em como ele ficava lindo de verde’... ah é mole um troço deste? Rs Desta vez não sei como me comportei, todos juram que eu fiquei ‘bonitinha’, mas tenho cá minhas dúvidas haha

O pós-operatório está legal. Não sinto dores qdo fico deitada, mas ao levantar p/ ir ao banheiro ou mudar de ambiente em casa (não adianta me dizer que é p/ ficar só no quarto, que não rola) aí eu sinto sim, tanto um pouco de dor como muita queimação nas pernas, mas não é nada demais. Estou c/ ataduras de compressão envolvendo as 2 pernas, só as poderei tirar totalmente na 2ª feira, qdo finalmente vou tomar banho ‘de verdade’, embora sem poder tirar os curativos que estão por baixo. Sinto incômodo nas costas, na região onde foi injetada a anestesia, soube que tiveram uma certa dificuldade em me anestesiar, ainda por conta de uma camada de gordura existente ali, imagine então como teria sido antes!

Não tive a tal da cefaléia pós-raqui, que antigamente era muito comum c/ esta anestesia, hoje a cabeça doeu bastante mas descobri que era cansaço de ficar deitada, mudei posição e ambiente e melhorou bastante. Ou seja, estou bem legal. E aproveitando p/ descansar, durmo bastante, estou realmente bem relaxadinha.
Serão 2 semanas em casa, repousando, livre de pressão e correria, vou realmente procurar abstrair totalmente do trabalho, embora tenha trazido o notebook p/ casa, mas foi só por precaução excessiva (senão não seria eu). Mas felizmente p/ mim e infelizmente p/ a empresa, algum probleminha está atrapalhando a conexão, ou seja, nada de trabalho. Só descanso.
Então, é isso! Venci mais uma etapa neste trabalho bacana que é cuidar de mim. Sei bem o qto estas varizes me incomodaram em todos os sentidos. E não acabou, tem mais tratamento por aí, ainda há aplicações etc. a fazer. E farei.

Não se acanhe, no próximo Encontro, apareça numa foto gostosa como esta!!!
Dou as boas-vindas a tantas pessoas que estão chegando na blogosfera light e vindo me visitar, assim que der eu retribuirei e linkarei todos os novos blogs. Com muita alegria, estou vendo algumas pessoas que haviam sumido da blogosfera retornando, que felicidade, tb logo irei vê-los e linkar novamente ok? E a galerinha que está aguardando minha visita, pois estou atrasada, pode deixar, nestes dias de licença vou devagarinho atualizar ok? Beijocas em todos, tenham um ótimo domingo, uma nova semana maravihosa, repleta de força, alegria, luz, saúde, amor e CONFIANÇA NA SUA CAPACIDADE DE SUPERAR DIFICULDADES E CHEGAREM ONDE DESEJAM!
Beijocas carinhosas!

Eu e meu amor 'clikados' pela querida Déia no dia 28/10, no 19º Encontro da galera blogueira light do RJ



 Escrito por Beth ?s 22h10
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   PENSO MAGRO. SOU MAGRA?

Nesta fase especial de “emagreci, estou em manutenção, mas não sou magra... ou serei?” na qual me encontro, acabei me flagrando pensando mil coisas hoje durante o banho. Entre elas, no que é o conceito padrão de MAGRA e depois, em um novo jeito de ver a coisa, ou seja, no que é ser magra, em cada contexto. E, naturalmente, me fixei no meu contexto.
 Na década de 70, na qual eu me tornei adolescente e tb ingressei na fase adulta, o conceito de magra ‘padrão’ se aplicaria bem a mim? Sim, em termos. Mesmo c/ os 58kg ideais, que tive na época, não era seca, os ossos saltavam nos ombros, as saboneteiras eram muito evidentes e mamãe implicava c/ elas. Tudo estava no lugar, mas eu era carnundinha,  nos quadris. A cintura era fina, eu fazia o tipo violão, boazuda, mas não era gorda. Muitas amigas eram mais magras que eu, faziam o tipo sequinho. Não tinham a cintura tão fina, os quadris delas era estreito e isto tb contribuía p/ que parecessem magras. E eu, estava ótima. Havia uma diferença entre ser magra e estar ótima. Eu curtia estar ótima. De vez em qdo, nos pitis básicos de toda mulher em qquer fase da vida, entrava numa de que queria ser mais sequinha. Mas eu fazia muito mais sucesso com os rapazes do que as amigas sequinhas, né? Então, esquecia rapidinho de secar..rs

Hoje, na minha opinião, estar magro depende de muitas coisas. Se eu olhar p/ qquer pessoa que esteja dentro do padrão, sou gordinha. E sou mesmo! O manequim padrão das magras é 42, 40, 38? Depende, conheço magras praticamente sequinhas que vestem 44. A ossatura, a constituição em geral da pessoa e as próprias modelagens que variam tanto de acordo com o fabricante, ajudam a misturar tudo. Tem gordinha que usa 44. Tem gente nem gorda, nem magra, que usa 44. Ou 42. Tudo depende.
Se eu me comparar a mim mesma antes deste processo chegar onde chegou, estou magra. Sou uma gordinha muito mais magra do que já fui e bem mais gorda do que já fui tb. No meu parecer, estou ótima. Assim como fui ótima na adolescência e comecinho da fase adulta, c/ um corpo totalmente diferente, bem mais magro, bem mais leve, bem mais firme. Só que hoje tenho 50 anos que não me impedem de nada, mas que fazem com que eu tenha uma melhor noção do que quero efetivamente p/ mim. E perseguir uma magreza que não tem mais nada a ver c/ o que sinto, penso e quero mesmo p/ mim seria desperdício de tempo e energia.

Se aos 20 anos eu imaginasse o corpo que tenho hoje, exatamente como está neste momento, ficaria horrorizada, acharia horrível. Lamentaria o peso, a flacidez decorrente do emagrecimento e do próprio tempo, uma série de coisas que hoje, eu vanglorio, me sinto feliz em constatar.  O corpo é outro, mas ao cabeça é outra também.

Muita gente fica apegada a uma imagem que, dependendo do caso, pode ser reconquistada e em outros, não. Nunca sonhei em recuperar a forma dos 20 anos, por mais que meu tecido até seja legalzinho p/ minha idade ele passou por tanto estica-encolhe e depois estica-estica-estica mais e depois encolhe devagarinho que não tem sentido reclamar da flacidez. E ela, que é o fantasma aterrorizante de tantas mulheres, p/ mim é um sinal de que consegui progredir. Ela mostra que onde a pele cai havia um enchimento enorme, que consegui ao longo de mais de 3 anos diluir, de uma forma legal, sem radicalismo, sem me agredir. E ao olhar p/ meu corpo, pelada em frente ao espelho, em vez de ficar chateada c/ uma série de coisas, eu comemoro. Lembro bem o que era antes, no auge da obesidade. Está muito melhor!
Não me comparo a modelos, atrizes e tantas mulheres apregoadas como lindas, de corpo perfeito etc. Não teria sentido fazer isso. Cada um é um. E mais: aqui no RJ, o que mais se vê em todo canto é artista, no dia-a-dia. Na praia, no supermercado, na rua, no teatro, na fila do cinema. E podemos constatar que muita gente não é este "Ó" todo.
Querem saber quem é enxutérrima, irretocável? Glória Maria! A jornalista é simplesmente inteiraça e todos sabemos que não é tão jovenzinha (é mais velha que eu). Há algumas atrizes que vejo na praia, de biquini, tem estrias, tem celulite, tem sobrinha ou então falta coisa, falta enchimento. Não desmerece a nenhuma delas, nada disso. Mas é fato. E vejo tanta garota se matando p/ ficar igual a esta ou aquela...rs
Esquecem-se dos photoshops da vida, das maquiagens, de tantos recursos que nós não usamos no nosso dia-a-dia (e nem elas, fora do exercício da profissão). Eu me comparo a mim mesma, não numa época que só a fonte da juventude me traria de volta (quem disse que quero, embora tenha sido boa?) mas há menos de 4 anos atrás, qdo estava imensa, correndo tantos riscos de saúde, tendo tantas dificuldades na vida prática, algumas delas eu tenho mais noção hoje do que na época. Pq hoje, à medida que vou resgatando as facilidades, percebo mais e mais que antes era mais difícil fazer isto e aquilo.

Onde quero chegar c/ este papo? A 2 pontos! Um deles, o de que tem gente se martirizando previamente, usando como argumento p/ a auto-sabotagem o medo de emagrecer e ficar mole, isto e aquilo. Garanto que ficar obeso ou muito acima do peso não resolve a situação. O que tiver que cair, cairá mesmo se mantiver a gordura, só que vai cair mais pesado e mais feio. Se cair mais levinho, fica mais fácil de tirar o excesso depois. E se vc for jovem, se exercitar adequadamente, não vai cair nada. Não perca tempo e não gaste mufa pensando coisas que desmotivam. Há muito mais coisas interessantes a pensar e fazer p/ conquistar seus objetivos.
Outro ponto: vejo tb que estar magra, no meu contexto, não é uma questão só de peso, medidas, manequim e imagem. É antes de tudo uma questão de cabeça. Eu penso magro? Se penso magro, ajo magro então, sou magra. Quem quiser que me prove o contrário, ah não prove não, vai perder tempo.
Penso magro qdo já adotei um estilo de vida em que a comida não é a principal fonte de prazer, qdo naturalmente faço as refeições c/ regularidade, diversidade, equilíbrio, qdo já não me sinto feliz e satisfeita ao exagerar em certos itens, qdo meu próprio organismo já rejeita excessos. Qdo o que fazia antes rotineiramente, passou a ser eventual. Qdo sinto saudade caso num único dia deixe de comer hortaliças e/ou frutas.
E qdo simplesmente ignoro solenemente, c/ toda a naturalidade deste mundo, os coffe break que estão rolando estes dias, num treinamento que eu mesma coordenei p/ que fossem realizados aqui no RJ p/ nossa área. Não é um “não devo ir”, eu simplesmente esqueci, mesmo depois de saber pelo pessoal que estão divinos. E tem um acontecendo neste exato momento, de novo.
Sabem o que vou fazer agora? Parar de escrever este post e...tomar um copão de água, sentar p/ uma áudio importante e ignorar de novo. Não estou com fome ué! Pensando magro né? Pois é, ué! Sou magra hahaha Alguém vai dizer que não? Eita... perderam o medo é? rs
 Beijocas! Tenham um ótimo feriado! Eu opero as varizes na 6a feira, se der venho antes, senão, até a volta! Torçam por mim!
UpDate (02/11): Elogiei a boa forma da Glória Maria, pois a vi há pouco tempo no shopping. Mas não concordo c/ nenhuma ação radical, não sabia que ela estava sem comer há dias, jamais poderia achar isto algo bom. Ela é enxuta, mas se é p/ ficar enxuta deste jeito, to fora...


 Escrito por Beth ?s 11h23
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Meu perfil
BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Livros, Praia, Dançar, Curtir a vida
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EU ERA ASSIM  

ESTOU ASSIM Meu nome ? Elizabeth, sou conhecida como Beth
Analista de Sistemas, especialista em Metodologia, Processos e Qualidade em TI, Ger?ncia de Projetos,An?lise de Neg?cios, Auditora ISO, sou leonina do dia 10/08, carioca da gema, moro na minha na cidade maravilhosa (RJ), adoro fazer amizades, sonhar, ler, escrever, sou casada c/ Vicente - meu grande amor, m?e do Alexandre, um filh?o maravilhoso, que ? universit?rio e "boadastra" da Mimi, minha enteadinha adolescente linda a quem chamo aqui de filhotinha.

Meu e-mail: beth.ebprs@gmail.com
Meu MSN: ebprs@hotmail.com



Objetivo deste Blog: Compartilhar meu processo de reeducação alimentar e mudança de hábitos que resultou no meu emagrecimento, me tirou da obesidade mórbida e me ensinou e ensina tanto!



Meu processo: Fui beb? 'cheinho',crian?a de peso normal, na adolesc?ncia tinha ?timo corpo. No in?cio da fase adulta comecei a engordar c/facilidade em fun??o de uma mudan?a p/ pior dos h?bitos alimentares e tb devido a dificuldade que tive em enfrentar alguns problemas pessoais, decep??es e m?goas que se transformaram em Kg a mais (eu as COMI). Durante anos optei por m?todos indevidos, tomei rem?dios, f?rmulas, inje??es, fiz dietas mirabolantes e isto tudo me ajudou a virar uma sanfona que cada vez abria mais e fechava menos. Cheguei ao auge da obesidade c/ 140 kg e dei o basta. Primeiro, fiz um pequeno controle que me ajudou a emagrecer quase 5 kg. Depois, entrei para o Vigilantes do Peso, onde emagreci 53kg c/equil?brio, seguran?a e muita alegria. Aprendi muito, o caminho foi t?o importante quanto os resultados. Eliminei 53 kg com o método do Vigilantes do Peso e atividade física. Aumentei depois alguns kg e agora prossigo, para reconquistar a minha meta e mantê-la para sempre.

Cr?ditos Imagens: Google
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Comunidade Orkut: Eu sou f? da Beth - A Conquista! criado com carinho pela amiga Lili (obrigada, lindinha!)
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