Conquista

UOL
  

Hoje trago, c/ autorização da remetente, um e-mail que recebi há poucos dias, que atesta como vale mesmo a pena exercer alguns controles aparentemente chatos, mas são ferramentas de apoio importantes que ajudam o nosso processo. Às vezes, o que parece trabalhoso, inviável, complicado etc. é simples, mas insistimos em só ver o trabalho e não pensar no benefício. É como querer omelete sem quebrar os ovos, ou seja, não rola! Se antes de rejeitarmos e rotularmos negativamente certos procedimentos, associando-os a ‘neura’ etc. tentarmos, c/ boa vontade e da forma correta, aplicá-los no dia-a-dia, do melhor jeito que conseguirmos, veremos que eles são aliados dos bons! A Márcia fez isto e aprovou, vejam só! (abreviei palavras p/ caber no post)
Olá Beth!
Meu nome é Márcia, tenho 31 anos, sou casada c/ um holandês e moro aqui na Holanda. Já leio o seu blog há algum tempo mas nunca deixei comentário. Aliás, leio vários blogs lights (entre eles o da minha queridíssima Ana Marinho, a quem conheço pessoalmente e tornou-se uma grande amiga, pois antes de mudar para a Holanda, eu morava em Curitiba) mas nunca deixo comentários!
Eu não tenho blog, mas adoro ler vários deles.
O motivo pelo o qual estou escrevendo p/ vc, é que há algum tempo li um post seu a respeito de como é importante planejar as refeições c/ antecedência p/ obter um melhor resultado no processo de emagrecimento.
Eu sempre tive problemas c/ a balança. Nunca fui exatamente "magra", mas há cerca de 4 anos cheguei ao meu peso máximo: 90 kg. Era muitíssimo infeliz, e resolvi que era chegada a hora de emagrecer. Ao longo de 2 anos perdi 30 kg e cheguei aos 60kg, o que considero um peso bom p/ a minha altura (tenho 1,65m). Mas, depois disso, meu peso começou a oscilar entre 60-65kg. Mas eu estava ali, sempre controlando. Até que há 2 meses, subi na balança e ela acusou 67kg! Minhas roupas já estavam super apertadas e eu comecei uma nova dieta.  Mas o problema é que por mais que eu comesse menos, o peso não diminuía.  E eu comecei a me desesperar...até que li seu post e resolvi fazer o tal do planejamento.
Pois bem, iniciei a dieta com 67kg em 12/11 e no dia 18/11 qdo me pesei, estava c/ 65,6!
Sábado passado (25/11) me pesei novamente e estava c/ 64.4!  Em duas semanas perdi mais do que em dois meses!!!
O segredo? Planejei tudo o que ia comer e não saí daquele planejamento nenhum dia. Todos os dias à noite, sento c/ meu caderninho e planejo o que vou comer. Dá trabalho, muitas vezes penso que não precisa planejar, mas qdo subo na balança e vejo o resultado, vejo que vale a pena, sim!
Encaro o planejamento como um roteiro de férias. Imagine que vc está vindo para a Europa pela primeira vez. Vc vai pesquisar lugares legais p/ visitar, hoteis, restaurantes pq vc quer aproveitar ao máximo a viagem, certo?  Se vc tem um mapa e um roteiro c/ esses lugares legais, vc sabe exatamente para onde ir, não vai ficar perdida pedindo informações, e no fim do dia, não vai ficar com aquela sensação de que foi um dia jogado fora pq vc não aproveitou nada do lugar.
Sinto o mesmo em relação ao emagrecimento. Pesquisando sobre comidas lights e saudáveis, vc sabe o que é bom ou não. Tendo um roteiro da sua alimentação, não vai ficar perdida imaginando o que pode ou não comer. Isso evita possíveis jacadas, e no fim do dia vc não ficar com aquele peso na consciência por não ter comido direito.
Sei que isso varia de pessoa p/ pessoa. Mas comigo funcionou e como! Mesmo fazendo dieta, quantas vezes eu me pesei e pensei "por que não estou emagrecendo se eu comi direito?". A verdade é que mesmo comendo direitinho, no 'intervalos' sempre tinha uma coisinha que não estava prevista e no fim das contas eu percebi que eu estava apenas mantendo meu peso. Cortando essas coisinhas imprevistas, ou melhor, planejando quando comê-las que eu comecei a ter resultados!
E eu gostaria de agradecer por dividir suas experiências não apenas comigo, mas com todos àqueles que lêem o seu blog.  Agora faltam apenas 4.4 kg e quando eu alcançá-lo, vou tirar uma foto e fazer questão de mandar para vc!!!:-)
Esse email ficou gigantesco, né?:-)
Fique com Deus e muitos beijos da sua fã,

Márcia
Viram? O planejamento é a principal etapa de todo projeto e no de emagrecimento não poderia ser diferente. O plano alimentar é muito importante.  Não significa que a gente não possa sair do que foi planejado e sim que vai gerenciar melhor qquer mudança que for necessária.

E então? Você aí que ainda acha que planejar cardápio, anotar o que come etc. é bobagem ou neura, que tal se abrir ao entendimento de que é só uma maneira de manter o controle e ter base p/ avaliar seu comportamento, seus resultados, compreender o que pode ser ajustado p/ seu próprio benefício?
É só sugestão! Cada um é um e pode ser que alguém não goste e não queira mesmo fazer isto, eu respeito.  E se ainda por cima este alguém está indo de vento em popa no seu processo, tudo corre bem sem qquer planejamento, seus resultados estão bacanas e a pessoa está satisfeita, tudo beleza! 
Mas se não for este o caso, que tal trocar o desconforto real que é sentir-se estacionado, sem avançar na direção do que deseja pelo conforto que é ser o piloto e definir os rumos a tomar, mesmo que isto envolva ter um caderninho onde suas próprias anotações ajudarão você a conduzir melhor seu carrinho p/ chegar onde quer?  Não é melhor do que ficar empurrando este carrinho c/ a língua de fora, sentindo que não sai do lugar e às vezes perdendo as forças e rolando ladeira abaixo c/ o carrinho, p/ começar tudo de novo e se bobear, do mesmo jeito nem tanto eficaz?

Comigo dá certo, com a Márcia também, com um monte de gente que adota, funciona.  Por que não tenta você também? Beijos



 Escrito por Beth ?s 12h54
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   VAMOS FALAR DO TIQUINHO!

Alguém conhece o Tiquinho? Não? Ué! Mas sempre alguém fala dele! É só dar uma lida em alguns posts, espiar um ou outro cardápio, bater um papo c/ alguém sobre o que tem comido e já tal do Tiquinho é citado. Eu mesma me flagrei citando-o há poucos dias, ao registrar meu cardápio.
Lembraram? Todo mundo o conhece, pois tiquinho é a forma muito comum de nos referirmos à qtde de algo que botamos no nosso prato, nossa boca, nossa barriga. O interessante é que o tiquinho não tem um tamanho fixo, ele varia de acordo c/ o alimento, o grau de culpa de quem comeu e, ainda, conforme a probabilidade de ouvir uma crítica por causa daquele item.
 Este aí é o meu tiquinho..rssss

Engraçado, não se acha nada sobre um tiquinho de alface, brócolis ou sopa de legumes etc., mas qdo se trata de batata frita, sorvete, chocolate etc., aí é sempre 'só um tiquinho' (a menos que esteja sendo confessada uma jacada...rs).

Minha orientadora do VP conta que muitas vezes, ao pedir a um associado que leve seu jornal pessoal p/ ela avaliar, de forma a entender o que está havendo com ele e poder orientar mais especificamente,  é comum ela ler no cardápio: 1 colher de cenoura cozida, salada de alface e tomate e um fio de azeite. Afinal, qto de azeite pode haver naquele fio?
Há quem aplique um fio de azeite que começa e não tem fim, se a gente virar a lata mesmo c/ um buraco bem fininho e ficar dando voltinhas c/ ela indefinidamente em cima do prato, será um fio, só que quilométrico, não é?
No VP 1 colher de chá de azeite/óleo = 1 pt, então um fio de azeite pode ter de 1 a N pts, concordam?  A orientadora falou que tem gente que registra que ‘comeu mais ou menos 1 pizza’ e ela fica doida imaginando qto de pizza isto representa...rs

Assim é com o tiquinho.
Para cada pessoa e momento o tiquinho pode ter um tamanho e ele é proporcional à consciência de quanto aquela comida ou a quantidade dela é adequada ou inadequada p/ aquela refeição! Eu procuro ser honesta c/ o uso do ‘tiquinho’ na hora de anotar no cardápio qto comi de algo, afinal não é o que está escrito que causa efeito no meu corpo e sim o que eu ponho dentro dele. Então, não adianta eu me enganar dizendo que comi um tiquinho de alguma coisa se, na verdade, tiver comido um montão. 
 
Tb já li mais de uma vez alguém contar que comeu 1 torrada c/ uma ponta de faca de requeijão. Quanto é isto? É de faquinha ou facão? A ponta é fininha ou arredondada e mais larguinha? E até onde, na faca, é considerado ponta, p/ cada um?

Imaginem que vamos testar uma nova receita e ao lermos os ingredientes nos deparamos c/ ingredientes com este tipo de medida: tiquinho, punhadinho, pontinha de faca, fio etc. , como seria isto?  Eu acharia arriscado, ia dar insegurança, medo de errar e por causa disto a tal comida não ficar tão boa como deveria! Conforme a avaliação de alguma medida assim, o prato poderia ficar menos doce, mais salgado, muito apimentado, muito sem graça... não é?
Mas, qdo se trata de registrar no nosso cardápio o que comemos, aí as tais medidas acabam valendo? É que
elas muitas vezes são usadas antes de tudo p/ aliviar a consciência de quem está registrando. Tipo: “Xiiii eu passei a geléia, já tinha até esquecido... ah, mas foi só um tiquinho!”.

É muito mais ‘sutil’ dizer que botou um fio de azeite numa salada do que registrar que não sabe qto foi de verdade, pois virou a lata até achar que estava ‘bom’, ou dizer que aplicou ‘uma ponta de faca’ de geléia numa torrada do que dizer que não sabe exatamente, que botou geléia, não era muito e pronto. Da mesma forma, imagina-se que quase não terá impacto algum mencionar que botou um tiquinho de queijo ralado sobre a sopa, pois isto levará a pensar que foi uma qtde insignificante, por exemplo.
Não vale a pena. A gente se engana, antes de tudo e deixa de controlar direito o que faz ou deixa de fazer. O registro serve para nós! Não é por causa de outras pessoas que poderão ler/ouvir não! O controle não tem a função principal de exibir p/ ninguém o qto somos bem ou mal comportados e sim garantir a nós mesmos o controle, a atenção devida p/ que saibamos o que estamos fazendo, seja de mais ou de menos, certo ou errado!  E para na hora de registrar (seja no cérebro ou no jornal pessoal, blog ou onde for) podermos ter a certeza de qto realmente consumimos de cada coisa.

Em vez da ‘ponta de faca’, vamos informar o requeijão em colher de chá, por ex.! Ah, mas nem em todo lugar dá p/ nos servirmos de requeijão c/ colherinha! É, mas podemos comparar antes em casa, p/ saber qto de uma faca normal corresponde a 1 colher e pronto, teremos referência p/ todo lugar! O mesmo c/ xícara, colheres, copo, tamanho das frutas etc.
É preciso ter atenção e lembrar que a única pessoa que se estrepa é quem come de um jeito e registra de outro.
O benefício do controle é nosso. Registrando corretamente podemos ver onde podíamos ter feito melhor, usando menos ou até mais um pouco de alguma coisa, tendo uma nutrição bacana, saudável, evitando fome, sem a sensação de ‘sou um pobre-coitado-que-nem-pode-comer-direito-senão-engorda’ etc.  Assim, vamos nos aprimorando e vencendo barreiras, uma a uma! Beijão!



 Escrito por Beth ?s 22h35
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   NOTÍCIAS FRESQUÍSSIMAS!

Sábado quente e ensolarado, céu bem azulzinho, é a cara do RJ! Teria sido ótimo curtir minha prainha, mas nem pensar, só qdo tiver alta!  Voltei ao trabalho na 3ª feira, mas não estava bem ainda e nova licença foi dada (+ 10 dias). A cirurgia foi bem sucedida, mas o estado das minhas pernas era crítico e graças a Deus eu não retardei mais a ida ao médico p/ tratar e operar, mas era preciso primeiro emagrecer p/ haver segurança e eficácia nos procedimentos. A sobrecarga que impus às minhas pernas por tantos anos, agüentando um corpo c/ peso excessivo as fez ficarem feias, lotadas de vasos e varizes e causou comprometimento acentuado, uma insuficiência circulatória que se não resultou em algo muito grave, foi por pouco.
Então fica aqui um ALERTA a todos: Se a preocupação e cuidado também c/ as pernas já não fizer parte do conjunto de motivos que cada um tem p/ se esforçar e persistir, incluam isto já na lista, destacando bem! É sério, é importante!

Na RA continuo me comportando bem, esta semana compensei o consumo maior de doces da outra semana (principalmente no niver da mamãe), tenho sido disciplinada, não levanto p/ beliscar fora de hora e só em situações especiais é que mudo um pouco o esquema.
Hoje teve VP e emagreci 800g, o novo peso é 88 kg, um ótimo resultado considerando que estou de repouso, quase todo o tempo sentada/deitada em casa com tudo à disposição. E ainda estou no auge da TPM (a M deve chegar ainda hoje)! Fiquei contente, ainda mais que estreei uma blusinha que comprei há meses, ela era tão justinha que ficava curta, agora está ótima e até compridinha.

Entreguei o novo atestado médico p/ redefinição da meta e entrar em manutenção tb no VP e pelo que fui informada, na semana que vem isto será formalizado, não vejo a hora! Já me sinto em manutenção, embora faça minha parte p/ até reduzir mais o peso, se possível, mas desde que entrei no VP sonho com o momento da chegada oficial.

Mostro hoje o gráfico do meu emagrecimento até aqui. Não dá p/ enxergar direito os nºs, mas todas as subidas de peso estão em vermelho, vcs constatarão que meu processo teve muitos altos e baixos e em alguns períodos, foram ‘baixos e baixos’. Muitas vezes, por falhas minhas e outras tantas, devido a platôs e estas coisas que o organismo inventa p/ se defender, a ansiedade tb algumas vezes me atrapalhou.


Não está vendo? Vá então no Fotoblog

Vejam que qto mais emagrecia, mais demorado ficava o processo, pela proporcionalidade que já citei tanto aqui: “de onde tem menos p/ tirar, sai menos de cada vez.” . Qto menos eu pesava, meu corpo já não reagia da mesma forma como no começo, qdo eu tinha reserva de gordura proporcional à de um urso polar (sem exagero, isto foi dito pelo médico).
E o que nem eu tinha atentado ainda é que neste ano de 2006, entre subidas e descidas de peso, minha eliminação real até o dia de hoje foi de pouco mais de 3 kg!
A plotagem confirma tb o parecer médico de que cheguei a um estágio em que meu organismo realmente me traz p/ o ponto no qual sente-se BEM, que é mesmo a minha ‘chegada’ de acordo c/ minha idade, histórico e composição corporal. E o que faltaria p/ a meta anterior, realmente c/ pouca variação deve mesmo ser pele e gordura não metabolizável (eu até tirei fotos das peles e destas gorduras, mas a coisa é feia, se tomar coragem mostro aqui, mas não sei não...rs).

Mas onde quero chegar? Que tendo os mesmos problemas de todos, pois nem sempre tudo vai às mil maravilhas no emagrecimento, não faltaram resultados de pesagem ruins, tive muitas alegrias, mas tb decepções. Teve dias em que o resultado foi ruim e eu ri, pois sabia que era merecido e outros em que reclamei, chorei, fiz pirraça e quase esmurrei a balança, pois era injustiça (ou eu achava que era). E dias que caprichei e fui recompensada, outros em que jaquei e sei lá porque, o peso abaixou. Tudo igualzinho a todo mundo!

Ainda assim, eu GARANTO a vocês, não houve momento neste processo em que eu tenha pensado em desistir. Não houve resultado ruim capaz de me tirar a confiança no meu taco e a certeza da minha vitória. Por que? Será que eu sou tão especial assim? Não, eu asseguro que não sou e não é modéstia, é realidade.
Eu persisti pq finalmente entendi, depois de tantos anos fazendo burradas, tendo pressa e recorrendo a métodos que não dão em nada, que estava pela 1ª vez numa estrada segura, c/ um suporte confiável e que me agradava, fazendo algo que me emagrecia mais devagar, porém não me dava mal-estar, palpitações, diarréias, sonolência, amargo na boca, tremedeiras etc. e não me dava aquele medo de ter um troço que os ‘tratamentos’ c/ remédios/fórmulas etc. que fiz antes causavam!
Finalmente aprendia a me nutrir,  me informava cada vez mais sobre saúde, nutrição, bem-estar, psicologia etc. p/ me ajudar e tb aos companheiros de estrada,  estava FELIZ c/ todas as mudanças que promovia não só na alimentação, mas na forma de pensar, de administrar uma série de situações, sensações, sentimentos, eu me aprimorava a cada dia, então como largar isto? Por que dar as costas a mim mesma? Só pq algumas (ou muitas) vezes não saiu tudo do jeito que eu queria? Quantas coisas a gente falha durante a vida e não deixa de lado, então por que eu deixaria justamente isto que era tão bom p/ mim?

Pensem nisto antes de se abaterem qdo algo não correr bem, qdo vier a idéia (de jerico) de desistir pq o peso não está baixando como gostariam. Em vez de se revoltarem e pensarem logo em dar um ‘tchau’ p/ o processo e principalmente p/ seus próprios sonhos, parem e analisem o que está por trás de cada resultado e em vez de gastarem energia se amolando e enfatizando crenças negativas, gastem energia trabalhando p/ melhorar, se precisar peçam ajuda. Mas sigam! Ou vocês acham que eu devia ter desistido nestes pontos tão críticos do meu gráfico?
 
Se eu tivesse chutado o balde, não teria hoje os 52 kg redondos eliminados no total, não estaria em manutenção, não teria a lista imensa que estou preparando de tudo que foi vencido até aqui e que em breve começarei a mostrar no blog.

Não jogem a toalha. Se algo não vai bem, identifiquem o que é, corrijam, mas mantenham-se na direção do que querem conquistar. Como disse hoje minha orientadora, não adianta pensar 24 horas/dia em emagrecer e não fazer por onde emagrecer. A força está em cada um de nós, a gente tem que se apropriar dela e seguir. Beijos!



 Escrito por Beth ?s 21h02
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   TOMA LÁ, DÁ CÁ!

Recebi muitos elogios à minha força de vontade no niver da mamãe e adorei, claro! Contar que curti a festa e as delícias servidas sem me privar do que gosto e até comendo mais do que no dia-a-dia e, ainda assim, não cometer um grande jacacídio teve 2 objetivos:
1) Registrar a alegria de ter o comando da situação, decidindo sem medo o que queria/não queria e em que qtde, independentemente de ser mais ou menos calórico, reforçando o orgulho que é tão melhor que aquela sensação de “que merda, não me segurei, comi demais, vou engordar, estou passando mal etc.” que sentia antes;

2) Confirmar p/ quem está na estrada que se nos determinamos a fazer o melhor possível, mesmo se este ‘melhor’ for ‘meia-boca’ sempre será mais bacana do que antes e a gente evolui. Não deixei de comer nada do que realmente queria, mas decidi que não precisava querer todos os pratos e escolhi alguns e até repeti. Resistir a ponto de não pegar nada, só se realmente tivesse um motivo maior (restrição médica ou algo assim). Pelo emagrecimento não é necessário sofrimento, por isso gosto de reeducação e não de dietas do tipo ‘não pode isto’/ ‘é proibido aquilo’ em que a gente acaba subindo pelas paredes de tanto “não” e no final das contas dá o pior “não”, que é o “não quero mais fazer nada” e a vaca vai pro brejo.
O bacana é justamente não ser proibido de nada, mas saber que a liberdade tem que ser usada c/ responsabilidade, como em tudo na vida. Esta ausência de proibição pode ser um pouco mais difícil p/ quem ainda não sabe lidar muito bem c/ a liberdade de escolha e sente-se inseguro, c/ medo de optar errado, fica tão perdido que acaba sendo 8 ou 80: ou não pega nada, deixa de usar sua liberdade e depois se sente vítima, baba de vontade, sonha c/ o que gostaria de ter comido (o que pode levar a um abuso pior depois) ou acaba indo fundo demais, mergulha na jaca e depois se sente tb um lixo (sensação desnecessária, pois p/ que alguém seja um lixo é preciso muito mais do que não se segurar diante de uma gostosura).
Mas isto a gente aprende aos pouquinhos! Exercer a liberdade de um jeito legal é um aprendizado importante e uma conquista e tanto!

Mas p/ quem, como eu, não gosta de ser proibido de nada é mais fácil, porém requer atenção, bom senso, tranqüilidade. Só que boa parte de nós absorveu hábitos muito ruins ao longo do tempo. Alguns há pouco tempo, outros (como eu) há muitos anos e há quem nem se lembre de algum dia na vida ter agido de forma melhor, sem tanta esganação. E trocar estes hábitos não é assim, na base do “quero e troco”.

Hábitos são atitudes que repetimos tantas vezes, por tanto tempo, que viraram nosso jeito natural e nem pensamos p/ fazer, vai no ‘automático’. Para as atitudes novas/corretas e que nos trazem ganhos virarem hábitos, vamos ter que repeti-las muitas vezes c/ atenção, disciplina, parando e pensando antes de agir, p/ garantir que faremos a coisa certa (ou menos errada), aí elas aos poucos vão se tornar um jeito natural, virarão hábitos.
Isto leva tempo. Há coisas que fazem parte do nosso dia-a-dia, então temos oportunidades seguidas e elas acabam ‘pegando’ mais rapidamente. Há outras que só vivemos em ocasiões especiais, então serão praticadas eventualmente e, dependendo do intervalo entre uma e outra, vai demorar mais p/ virarem hábitos. 

Quem tem vida social ativa, de tanto praticar se habituará mais rapidamente a curtir tudo numa boa, sem precisar se afogar na bebida e se atolar na comida. Quem raramente tem algo assim pode levar mais tempo p/ se comportar melhor, mas tudo bem, vai tentando e se não der não deu, persistindo chega lá!

Além do planejamento prévio e do ensaio mental que citei nos 2 últimos posts,  o que faz a diferença na hora H é pensar ANTES, DURANTE e DEPOIS.  Antes, projetando sempre que vai ser legal, que vamos fazer assim e assado, de um jeito bom p/ nós. Durante, p/ praticarmos o que planejamos / ensaiamos ou pelo menos fazermos algo bem próximo disto. E depois, p/ avaliarmos nossa atitude, comemorarmos os avanços, aprendermos c/ as falhas e nos prepararmos melhor p/ a próxima vez.

DICA: Qdo pensar até se quer mesmo planejar previamente seu comportamento e se esforçar p/ cumprir o que planejou, lembre-se de que na vida acaba tudo sendo um “toma lá, dá cá” (ação e reação, causa e efeito, como quiserem chamar).
Quem resolve DAR CÁ tudo que encontrar pela frente, comer e beber desesperadamente como se fosse a sua última ceia, lembre que é inevitável o TOMA LÁ, que é ceder o comando que é seu, trazer insatisfação consigo mesmo, arriscar a jogar fora numa única ocasião o trabalho de uma semana ou mais de processo bem feitinho, aumentar o peso em vez de empatar ou reduzir, sentir a roupa apertar em vez de ficar mais larga e se bobear ainda ouvir gracinhas!

Se é ‘Toma Lá, Dá Cá’, que seja ‘Toma lá um pouquinho de cuidado e Dá cá um montão de alegria’. A foto acima mostra uma alegria recente, resultado desta atenção que procuro ter. Quem não estiver enxergando, veja no fotoblog!
 NOTE E ANOTE!
1) Conheçam site Saudavel.info, que traz um ótimo artigo sobre o suporte dos Blogs Lights nos processos de emagrecimento, com entrevistas dadas por mim e pelas amigas vitoriosas Evinha e Roberta (Patty); 2) Vem aí a 20ª Edição Oficial do Encontro da Blogofera Light do RJ! Cliquem no selinho aí em cima!    Beijos


 Escrito por Beth ?s 23h45
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   FALANDO UM POUCO MAIS SOBRE 'O ENSAIO MENTAL'

Atendendo ao pedido da Soraya , falarei de novo do ENSAIO MENTAL que tanto nos ajuda no proc. de emagrecimento. Eu faço uso dele muitas vezes, mesmo na estrada há tanto tempo não posso me dar ao luxo de desprezar técnicas e artifícios tão preciosos (eu que bobeie!).
Antes, vamos pensar em outras situações em que quase todos (ou todos) já praticam o ensaio mental, muitas vezes sem saberem.

- Quem aí, à espera de dar ou receber uma ligação especial daquele(a) paquera não ficou numa aflição danada, contando os minutos e no dilema “será que vai ligar ou não vai?” etc. e, enqto aguardava,  não aproveitou p/ ensaiar a voz com a qual iria atender, um alô mais suave (ou mais másculo, no caso dos rapazes), um alô '0900' (rs) hem? E tb ensaiou o que iria dizer, imaginou o que iria ouvir?
 - Quem não ensaiou mentalmente o 1º beijo, a 1ª transa, o 1º encontro c/ alguém, aquela entrevista de emprego, aquele momento especial com alguém mais especial ainda?
- E no caso de festas, shows, saídas de todo tipo, quem muitas vezes já não ficou imaginando antes como seria, quem estaria lá, o que iria vestir e tantas outras coisas? Isto é tão normal, não é?

O ensaio mental p/ as ocasiões especiais e até do cotidiano, no proc. de emagrecimento é a mesma coisa. Além de pensar desde o começo no que vamos vestir, em que companhia estaremos etc., podemos já projetar a forma como queremos nos comportar diante da comida.

Começamos entendendo que o objetivo principal da festa não é comer. Vamos celebrar alguma coisa, seja um aniversário, casamento, reencontro de amigos, formatura etc. ou simplesmente a VIDA! A comida é uma das coisas envolvidas, não é o centro de tudo. Ter esta consciência é fundamental. E não adianta dizer “não consigo pensar assim”, pq quem acha que não consegue só se programa p/ não conseguir mesmo. Tem que dizer: "Vou me programar e fazer o melhor que puder". E se este 'melhor' for ainda bem fraquinho, sempre será mais bacana do que se não tivesse sequer pensado antes e tentado. E aos poucos, a gente vai se ajustando e ensaiando melhor, portanto fazendo melhor tb na hora H.

Uma dica é desde já se programar p/ não ficar só encostado na mesa, se for buffet ou algo assim. Vamos circular! E outra é não ficar como quem não quer nada grudado na porta da cozinha, que ninguém aqui é fechadura! Eu tinha o hábito de 'fazer amizade' logo com um garçon, aí na minha mesa não faltava nada, era a 1ª a ser servida, é mole?

Numa festa, podemos fazer muitas coisas além de comer: conversar c/ quem conhecemos e nos damos bem; conhecer pessoas novas e interessantes, fazer novos amigos; apreciar o ambiente (a decoração, o local, o espaço etc.); apreciar a música e se for apropriado na ocasião, dançar! Como dançar é bom! O que? Está gordo? E daí? Gordo não dança? hahaha
Eu sempre dancei, tá? Sacodia meus 140kg no salão mais que qquer magrinha! Leozinho querido nos responda (enqto não fica magrinho de vez - o rapaz está afinando, gente!), gordinhos dançam ou não dançam?

Observação: Aproveito p/ ressaltar que felicidade e alegria EMAGRECEM. A gente solta a franga e com ela as energias represadas e além de queimar kcal, se livra de muita porcaria que carrega sem nem sentir. Muita dor de coluna, dor muscular e tensão eu mandei embora assim, dançando à revelia do que poderiam achar ou pensar uns e outros. Quem gostava de mim curtia e quem não gostasse fosse se lixar, pois eu não ia abrir mão da minha alegria por causa da opinião de ninguém né?
 O que mais se faz numa festa além de comer? Paquerar, se não tiver já seu amor. Ah, está gordo? Ué, e só magro paquera? Vixe, vamos mudar este conceito, aliás preconceito  já já! Gordinho paquera e é paquerado sim. Quem só olha p/ magrinho que fique lá na sua, mas há quem olhe o gordinho sim.

Eu conheci meu maridão aos 40 anos, obesa. Ele é exceção? Não, não é. Há muita gente que enxerga mais que o corpo, o problema é que muito gordinho é seu pior acusador, o primeiro a se renegar e achar que não é digno de ser olhado c/ admiração, carinho, desejo! Aí, se fecha e nem que seja paquerado percebe né? Atenção, então!

Muito bem, então numa festa podemos, naturalmente, comer (eba, finalmente cheguei nesta parte...rs). Mas será que temos que comer tudo, tudo, tudo que for oferecido e repetir toda vez que aquilo passar por nós? E se for um buffet, será que temos que botar no prato rigorosamente tudo que está disponível (ou então botar aos poucos, mas ir na mesa cem vezes, até se certificar de que não faltou nada)? É algum concurso de ‘quem é mais esganado’? Por isso é legal pensar antes e ensaiar p/ fazer diferente!

O gordinho muitas vezes não quer dançar, não paquera, não se solta pq acha que todo mundo só está olhando p/ ele, criticando seu excesso de peso, pensando mal de sua forma física etc. Mas não pensa que se ficar só comendo é que ele chama a atenção pela esganação, pela falta de educação, já pensaram nisto?
Eu que não era nenhum exemplo de comportamento, cansei de apelidar em festas pessoas (nem sempre eram gordas) que só faltavam entrar no bolso do garçon p/ não perderem ele de vista! Apelidei um cara que vivia em tudo que era coquetel de lançamento de exposições etc. na área de cultura de 'Come-Come'. Ele entrava e eu já dizia aos colegas: ‘Chegou o come-come’ e ficávamos nos divertindo vendo-o perseguindo os garçons, acho que ele não comia durante dias p/ se saciar nos coquetéis!

O ensaio mental é simplesmente sonharmos acordados c/ a maneira como queremos agir nas festas e eventos onde haja comida, justamente p/ fazermos melhor que antes. Não significa que não vamos comer, que vamos fechar os olhos p/ o que gostamos, que vamos babar vendo o outro comer, secar até o prato dele cair! haha
Vamos saborear sim, mas vamos nos planejar direitinho, imaginar o que vai ter lá, ensaiar que diremos “não obrigada” ao que acharmos que pode ser deixado p/ depois ou p/ outro dia, ou que já experimentamos e não precisamos repetir.  Vamos ensaiar a carinha 'de paisagem' qdo alguém vier com “de dieta novamente?” e nossa resposta “não, querida, apenas estou sem vontade” ou “não gosto muito deste tipo de salgado”. E ensaiamos tb nosso “Tô nem aí” p/ quem não tem nada de bom a dizer e vem c/ piadinha e frases de mau gosto, assim não nos deixamos abater, saímos 'por cima', sem sair do salto, e de quebra, com um andar mais leve (mesmo que ainda estejamos pesadinhos).

Se sabemos o que terá de comida, planejamos nossos limites p/ cada tipo de coisa, assim mesmo que a gente exceda um pouco, sempre será melhor do que se não tivermos nos preparado.

É isto! Parece difícil? Na nossa imaginação podemos tudo e se podemos imaginar, podemos nos programar p/ fazer aquilo. Eu faço uso, mesmo que eu não siga tão direitinho sempre vejo que de outra forma teria sido pior. Recomendo ta? Beijoca



 Escrito por Beth ?s 17h02
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   SÃO TANTAS COISAS QUE GOSTO DE COMPARTILHAR AQUI, ACABO NÃO DANDO NOTÍCIAS MINHAS, NÉ? ENTÃO AQUI ESTÃO ELAS!

A recuperação da cirurgia de varizes vai indo. Tirei os pontos, procuro cumprir as orientações e embora alguém sempre ache em casa que estou me excedendo, não estou, até pq não dá, qquer coisinha diferente gera dor, incômodo, fisgadas quentes nada agradáveis. A licença terminou na 6ª feira, volto ao trabalho na 3ª feira, mas sinceramente não me sinto apta ainda. Diversos fatores mostram que não dá pra ficar na empresa o dia todo, mesmo sentada c/ as pernas sobre outra poltrona. Mas quem avaliará isto e decidirá será o médico. Me preocupo, sei que há muito serviço me esperando, mas não adianta eu forçar a barra e me prejudicar. Definitivamente, minha saúde está em 1º lugar e não vou negligenciá-la.

PESO E VP: Não sei qto estou pesando, só vou ao VP no próximo sábado, como previsto.  Mas tive um comportamento muito bom nestes dias em casa.  O acesso fácil à geladeira e ter sempre alguém p/ me trazer o que queria não me fez abusar. Dei o meu melhor, comi c/ regularidade e em qtdes normais, tudo muito natural. Mas teve exceção! Por iniciativa do maridinho lindo, tivemos coisas doces e bolos seguidamente p/ oferecer às visitas. Eu já havia comido um sonho maravilhoso no dia da tirada dos pontos e depois pão doce à noite, então não precisava (e nem sentiria falta) de mais nada. Gosto bastante de doce, mas não faço questão de comer seguidamente, já aprendi a agir diferente, naturalmente, no dia-a-dia. Mas acabei comendo e depois dei uma bronca no meu marido. Ele estava se aproveitando da situação p/ tb abusar, sendo que é diabético (mas não é proibido de nada, desde que haja controle) e se está c/ as taxas bacanas é pq não nos privamos, mas tb não abusamos.
Se bem que ninguém botou nada na minha boca, eu comi pq quis, mas p/ não facilitar, dei um basta. A frase da minha orientadora do VP é perfeita: “Tudo é permitido, mas nem tudo é oportuno.” Há coisas legais e menos calóricas p/ fazer e oferecer e algumas visitas eram do grupo light, então acabamos sendo indelicados e sabotadores, sem querer, só oferecendo coisas engordativas!

É bom dar esta segurada p/ realmente poder fazer ‘algo mais’ em ocasiões especiais. No domingo teve churrasco de aniversário de 79 anos da minha mãe e ela disse que não comemoraria se eu não fosse. Foi montado um esquema familiar p/ eu ir sem me esforçar, já que é longe da minha casa e lá eu fiquei sentadinha.
Neste almoço comi bem, mas com controle, pois me preparei previamente. Antes de sair de casa montei meu plano e fiz um ensaio mental, como isto ajuda! Quase não petisquei antes. Gosto de carne, mas não sou tão ligada assim, não tenho vontade de comer muito, então defini ainda em casa qto comeria de lingüiça, frango e carne. Como não sabia (mas imaginava) as guarnições que minha cunhada faria, tb programei antes a pontuação máxima que elas teriam no almoço. Fiz como planejei e comi até menos carnes que o previsto, dispensei uma série de acompanhamentos que não faço questão e acompanhei c/ arroz e farofa (não costumo misturar os dois, mas estavam ótimos). Tb fiz o plano p/ sobremesas e bolo de aniversário, determinando limites, já sabendo que sempre tem muita coisa boa demais!

Vejam qta sobremesa! Abacaxi, arroz doce, mousse de maracujá, bolo de coco, pudim de leite condensado, pavê de morangos e torta de creme c/ ameixa e suspiro. Uma loucura! Gosto de tudo, mas escolhi só alguns: uma fatia fina de pudim, uma colherada da torta de ameixa e outra do pavê de morangos. Ainda teria mais tarde o bolo do parabéns, mas eu sabia que era
de chocolate, que destesto e assim, como não o comeria mesmo, me permiti repetir mais um pouquinho do pudim e do pavê de morangos. Foi mais do que o ideal, claro, mas foi muito menos do que faria antes, tanto em quantidade como variedade. Não precisava comer todos os doces, pois se Deus quiser terei outras celebrações p/ comer algo que não tenha escolhido desta vez.

Este pensamento é fruto da reeducação, antes eu pegaria de tudo, comeria mais um pouco de tudo novamente só p/ ‘aproveitar’. Mas aproveitar o que? A menos que o mundo acabe ou eu bata a caçuleta de repente, ainda terei outras festas, aniversários etc. p/ saborear uma coisa e outra. Eu podia ter deixado de lado o pudim de leite, que é tão comum, mas como na minha casa antigamente ele era item corriqueiro e hoje entra eventualmente (acho que tem quase 1 ano que não faço), deu saudade e valeu a pena. E do bolo oficial da festa eu nem cheguei perto, pois chocolate, nem niver de mamãe me faz comer!

Quem não conseguir ver a foto, vá no fotoblog!
Me senti ótima por ter feito tudo bem próximo do que programei. A sensação de estar no comando é deliciosa, bem melhor que cair de boca nas guloseimas! Eu brincava ao me servir, dizendo: “ Vamos atolar o pé na jaca!”, mas intimamente sabia que estava com um comportamento muito melhor que antes e sabia o tempo todo que, mesmo que haja influência na pesagem eu vou reverter, não será isto que me tirará do sério. Sempre disse e repito: reeducação, quando efetiva, é caminho sem volta.
Algumas pessoas que lá estavam questionaram mais uma vez (pelo 3º ano consecutivo) se eu realmente não fiz redução de estômago. Ou é problema de memória e esqueceram a resposta que já dei antes, ou tentam ver se me pegam de surpresa p/ eu confessar algo que não fiz...rs Meu filho diz que é falta de assunto haha Expliquei de novo que meu emagrecimento é resultado de reeducação, mudança de hábitos, persistência etc. Olhares de admiração e elogios de uns, olhares de incredulidade de outros, é engraçado e eu nem ligo mais! Sei direitinho quem torce / torceu por mim, quem está realmente feliz c/ minha vitória e quem no fundo fica em conflito entre gostar (até pq me quer bem) e não gostar, pois nunca disfarçou que não acreditava que eu perseverasse e sempre deixou claro que achava que só c/ a cirurgia eu conseguiria emagrecer.
Cada um c/ sua cabeça. Não emagreci p/ agradar a ninguém mais do que a mim mesma. Quem tinha que acreditar de verdade era eu e eu acreditei, acredito e sempre acreditarei na minha capacidade. Toda vez que percebi a descrença de alguns, em vez de me desmotivar fiquei ainda c/ mais vontade de vencer. 
Neste feriado, ficarei de repouso, me cuidando direitinho e planejando a semana. A todos, uma semana cheia de luz e paz, garra e força de vontade! Beijos!



 Escrito por Beth ?s 00h59
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   UM POUQUINHO SOBRE A BETH ADOLESCENTE!

Eu era jovem, bonita, sem problemas c/ o peso mas, sendo mulher e adolescente, é claro que alternava as fases em que me achava o máximo c/ as que inventava defeitos. Vou agora contar (recontar?) algo que vivi: estudava piano e todo fim de ano me apresentava numa Audição (eu e os demais colegas de curso).
As audições aconteciam em lugares diversos, tocamos até no Teatro do Copacabana Palace. Além dos estudos e ensaios que varavam finais de semana, havia a expectativa do ‘com que roupa eu vou’. Era um acontecimento! Não precisávamos usar roupa tipo ‘de casamento’, mas tínhamos que estar bem vestidos, nada demais e nem de menos p/ a ocasião e isto tb dependia do local onde a audição aconteceria. Qdo comecei a participar das audições ainda era menininha e já me preocupava com isto e crescendo, a exigência aumentou.

Houve um ano em que eu estava apaixonada (aos 12 anos) por um colega das aulas de piano e era correspondida. Bonito, educado, atencioso, ele se esmerava p/ me mostrar o qto eu era especial e foi quem me deu o 1º presente de Dia dos Namorados da minha vida: um botton cor de laranja escrito em branco “Y love you” e um anel de acrílico vermelho imenso, era moda da época (estávamos em pleno movimento hippie). Naquele ano eu queria brilhar ainda mais, claro! Muito menina, mas já cheia de lero-lero, escolhi um tecido fino lindo e mamãe mandou fazer um vestido que eu vi numa revista e em algumas vitrines de lojas chiques. Para os dias de hoje o modelo é cafona, mas na época era o máximo! Tb era o máximo usar sapato branco c/ bico dourado ou prateado, claro que eu quis um (prata). E as meias cintilantes que estavam super na moda? Quis tb e ganhei uma maravilhosa. Cismei que ia prender parte do cabelo e minha mãe reservou hora num salão perto de casa. Que arrependimento! A cabeleireira não entendeu o que eu queria e fez uma ‘broa’ no alto da minha cabeça. Mas tudo bem, eu estava radiante por causa da roupa, da meia e do sapato e louca p/ o meu amadinho me ver linda. Fomos de táxi, eu entrei primeiro e minha avó logo atrás de mim. Claro que ela tropeçou qdo entrava e a bolsa dela engatou justamente na minha meia, fez um rombo enorme. Chorei muito, ai que raiva! Se pudesse tinha jogado a véia pela janela do carro. Minha mãe disse que era melhor eu tirar a meia, mas eu não quis, resolvi que todos veriam que eu tinha a meia, o rombo ficaria ali. E assim foi...rs

Eu em dez/1967: olha a broa na cabeça! rsss

Aos 13 anos, abri uma revista Figurino da minha mãe e me encantei c/ um vestido. Resolvi que queria usá-lo na próxima Audição. Era simples, um tubinho branco c/ uma faixa de veludo na cintura, algo que hoje não tem nada a ver e na época era o máximo. O que o fazia mais fino era o pano (renda Guipure).
Na loja de tecidos vimos que o Guipure (exatamente o que estava na revista) era caríssimo. Havia outros, mas eu não quis. Minha mãe tentou me mostrar todo tipo de renda e eu bati o pé, tinha que ser o mesmo da revista. Hoje olho a foto mil vezes e não sei pq cismei tanto com isto, mas foi o que aconteceu na época e mamãe comprou o tal do Guipure, como eu queria. Ela mesma cortou o molde e à noite, após o trabalho, sentava p/ costurar. Eu não via a hora de experimentar a roupa, até que chegou o dia da 1ª prova.
Qdo me vi na frente do espelho c/ o vestido ainda alfinetado, dei um ataque. ‘Aquilo’ não era o que eu tinha visto na revista! Comecei a chorar, reclamei, disse que não era aquela a roupa que eu tinha pedido, mamãe atônita, minha avó que metia o bedelho em tudo tb sem entender nada e eu ali, dando piripaque. Ajusta daqui e dali, eu muito zangada, minha mãe disse que eu veria melhor qdo já estivesse alinhavado.  Aguardei e qdo provei novamente, já alinhavado, de novo não gostei. Ajusta daqui e dali, minha mãe me mostrava que não tinha feito nada diferente, o molde era aquele, o pano tb, eu que estava ficando maluca. Então, faltava a faixa na cintura p/ eu ver que era a mesma coisa. Veio a faixa e aí eu quase morri de vez...rs
Minha imagem não era igual à da revista, como podia ser aquilo? Não, eu não usaria mais aquela roupa, não era o que eu queria, e depois de muito olhar no espelho, finalmente ‘entendi’ o que havia. Cismei que eu era o problema.
Eu estava gorda. Estava imensa. Repeti mil vezes que eu era uma balofa, uma baleia enorme, que nada ficaria bom em mim e que nunca mais ia comer na vida. Ainda bem que passou o ataque! O vestido ficou pronto, idêntico ao a revista, eu o usei, todos me elogiaram e depois até eu tb gostei, pois me maquiei,usei o sapato que tinha escolhido, o cabelo tinha ficado ‘quase’ como eu queria, ou seja, tudo bem.

Eu em dez/1969: cismei que era uma baleia! rs
QUEM NÃO CONSEGUIU VER AS FOTOS, ELAS ESTÃO TAMBÉM AQUI.

Hoje, 36 anos depois, tenho a explicação p/ aquele piripaque que dei! Finalmente entendi, lembrando de tudo, avaliando situações que leio/ouço na blogosfera light e fora dela e, principalmente, nas auto-avaliações que faço e me fazem viajar no tempo... no meu tempo.
Eu simplesmente me olhava no espelho provando a roupa, mas a imagem que procurava era a da garota da foto e não a minha! O rosto, eu esperava ver o meu. Mas qdo sonhei acordada c/ o vestido, eu vislumbrei a minha cara e o resto era a imagem da revista, o que jamais se realizaria, pois a estrutura corporal da modelo definitivamente não era igual à minha! Eu era eu, ela era ela!

Eu tinha o peso ideal p/ minha altura, estrutura e idade, mas sempre fui do tipo violão, mulher brasileira, de cintura mais fina e quadris mais largos e carnudinhos, o que fazia com que em mim a roupa tivesse um efeito arredondado que na modelo não tinha como fazer. Nela, o vestido descia reto, fazendo um leve triângulo, pq era godê. Em mim, não! Tanto que o efeito godê foi suprimido, a meu pedido ele ficou mais retinho justamente por conta dos meus piripaques, depois que ‘eu decidi que era uma baleia’.

Onde quero chegar? Em algo que vivo lendo/vendo por aí. Muita gente batalhando p/ emagrecer, mas PROJETANDO UMA IMAGEM FUTURA QUE NÃO É A SUA. Um perigo, pois isto não dá p/ ser. Então, aí uma das causas de tanta insatisfação, muita gente que chega ao SEU peso/corpo ideal, mas não admite isto, pois não está como sonhou. Imaginou algo que não é factível, determinou que ia ficar igual à atriz X, modelo Y.

Felizmente meu piripaque foi pontual, um dos muitos que dei, mas não resultou em bobagem alguma. Lembrar disto novamente e rever a foto daquela Audição e o tal vestido me fez rir, chorar, ter pena da minha mãe que teve um ‘santo saco’ comigo e entender tanta coisa. Tomara que esta historinha faça muita gente rir tb, mas que acorde outros tantos que andam precisando cair na real, pois é possível sim chegarem onde desejam, desde que desejem algo que faça sentido e que seja, efetivamente, seu.
Beijocas mil! Ótimo domingo, ótimo feriado!



 Escrito por Beth ?s 17h58
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   BLOGUEIRO LIGHT RESPONSÁVEL É BLOGUEIRO LIGHT MAIS FELIZ!

Há cerca de 1 mês o Vi chegou em casa P da vida, após presenciar a seguinte cena no elevador de um prédio comercial onde há mais de uma ag. de modelos. Uma menina de uns 13 anos toda produzida, maquiada, c/ sandália de salto altíssimo mas cabisbaixa, olhos cheios de lágrimas, ouvindo a mãe repetir nervosamente: “Viu só? Eu não disse? Não tinha nada que vir fazer este teste! Vc está gordinha!Viu só? Agora fica deste jeito! Viu? Fica comendo! Come chocolate, come isto e aquilo!”  Massacrava a garota que, segundo o Vi, não era gorda.  Havia outra menina, talvez de 11 anos dizendo: “Ah, não fica assim, faz uma dieta e daqui a uns dias já perde estes 4kg e pouco rapidinho, aí vai conseguir!

Ele via e ouvia, pasmo. Dectava ali uma situação muito comum que pode levar meninas ainda tão jovens a se sentirem inferiorizadas, alimentarem uma insatisfação c/ sua imagem vendo-se feias e gordas (mesmo que não sejam), desgostosas a ponto de sentirem-se atraídas a buscar de qquer maneira aquilo que hoje ‘não possuem’ e que pensam ser o passasporte p/ beleza, popularidade, respeito, amor, quem sabe a riqueza... Uma merda.
 Lembrei disto por causa da morte da modelo de 21 anos (uma menina) Ana Carolina, pesando 40kg p/ 1,72 de altura, vítima da anorexia e da ditadura da ‘magreza excessiva que vendem como sendo sinônimo de beleza’.  A pobre mãe, que me levou às lágrimas c/ seu relato desesperado, certamente sente-se culpada mesmo que não seja, mas assim são as mães. Há de levar esta dor p/ sempre no coração, conviver c/ a dúvida de que se tivesse feito isto ou aquilo diferente a filha estaria viva etc., coisas que já não adiantam mais, não aplacarão a saudade, não diminuirão a angústia e a dor, não trarão a filha de volta.
 Mas quem sabe, ajudará tantas outras pessoas a despertarem, identificarem mais rapidamente se houver casos em casa ou por perto p/ ajam a tempo! Mesmo que as ações a princípio revoltem a jovem que quer pq quer ficar sequinha p/ parecer c/ fulana de tal, beltrana das couves e ‘brilhar’. Trata-se de chamar à realidade, curar e salvar vida.

Nós que temos blogs que tratam de emagrecimento temos responsabilidade nisto também. O alcance do que compartilhamos é muito maior do que podemos imaginar. Eu mesma, ao criar este espaço aqui não esperava de jeito nenhum ter esta qtde de pessoas me lendo, incentivando, me acarinhando e dando força qdo preciso e tb que vêm p/ se realimentar de energia positiva, motivação, confiança na própria capacidade. É gratificante, é gostoso, é lindo. E me faz ter ainda mais responsabilidade e carinho ao trazer algo p/ dividir c/ vocês.

O blog é um diário pessoal que cada um de nós compartilha e antes de tudo serve ao nosso próprio projeto, suporta nossa própria trajetória. Mas ele é tb uma ponte através da qual outras pessoas, tendo ou não blog, chegam a nós e à nossa história e passam a fazer parte da nossa caminhada. Muitas comentam, outras entram e saem quietinhas, mas todas nos deixam energia e levam daqui algo no que pensarão. E com o que se afinizarem, irão muitas vezes se motivar a agir.

Então, vamos sim falar do nosso próprio processo que é o foco, contar o que fazemos / não fazemos, falar das dúvidas e certezas que possuímos, angústias e alegrias que vivemos, afinal estamos de mãos dadas e é muito melhor andar assim, nos apoiando mutuamente.

Porém, mais do que registrar o que comemos ou deixamos de comer, se engordamos ou emagrecemos nos últimos dias, mais do que celebrar publicamente a roupinha menor que conseguimos vestir etc. sejamos, através do nosso espaço querido, bons exemplos!
Sejamos instrumentos de conscientização, alegria, positividade, motivação, incentivo a práticas corretas, compreensão e divulgação do que aprendemos de bom e alertando qto à responsabilidade e bom senso necessários p/ que seja uma caminhada segura, adequada e cujo destino não seja o mesmo desta modelo.

Se nossos blogs são pontes, que elas sejam firmes, seguras e dêem passagem p/ tudo que agrega positivamente. Se somos espelhos, que sejamos referências bonitas, mas não pelo peso/corpo que conseguirmos moldar mas por passarmos inteligência, sensatez e que até nossas falhas sejam lições não só p/ nós, mas tb  p/ quem nos lê.

Eu tento fazer isto neste cantinho. Não quero que ele seja simplesmente um palco onde subo p/ exibir minhas vitórias, mostrar como sou competente, persistente e fabulosa e receber aplausos. Embora seja delicioso, não nego, ser reconhecida pelo que venho fazendo por mim e pela virada que dei saindo da obesidade mórbida p/ um corpo normal sem radicalismos, desejo que o blog seja bem mais.
Como um caderno de estudos  onde eu anoto o que aprendo / reaprendo / desaprendo e, emprestando este caderno a cada companheiro, vamos nos ajudando mutuamente. Com o que errei, alerto p/ que não tropecem da mesma forma. Com o que acertei, dou dicas que podem ajudar a todos. Pq todos são capazes de fazer o que fiz / faço e chegar onde estou chegando, já que não sou mais e nem melhor que ninguém.
Muito mais do que me sobressair por tudo que já conquistei e sem dúvida fiz por merecer e pelo que ainda vou buscando, quero que ele seja um transmissor de coisas boas. De forma leve, contando coisas muitas vezes engraçadas, escrevendo do jeito que falo mesmo, quero  passar aquilo que vale a pena não só p/ mim e sim p/ quem ler e estiver receptivo.

Vamos garantir que nossas pontes sejam firmes e seguras e através delas chegar mais perto dos nossos companheiros de jornada e abraçá-los, pedir o ombro amigo deles e/ou oferecer tb o nosso, aprender e ensinar, trocar positividade? Vamos pensar mil vezes antes de divulgar mais uma dieta da moda, mais um remédio/fórmula milagrosa, método fantástico/espetacular que emagrece magicamente muitos kg em poucos dias, ou qquer coisa radical que prometa emagrecimento sem esforço e mudança de hábito, sem auto-conhecimento e conhecimento, sem reeducação efetiva? Pó de pir-lim-pim-pim é tudo de bom só na fantasia e nosso mundo é real.
Não vamos dar trela a coisas furadas e muito menos divulgá-las, dando-lhes mais força e amplitude, pois podemos alcançar, sem nem imaginarmos, pessoas que estão num momento complicado, ainda sem saber que rumo tomar, c/ baixa auto-estima, auto-imagem distorcida, crenças negativas sobre si mesmas e querendo fazer qquer negócio p/ emagrecerem. E podemos ser, sem saber, aquele que deu o primeiro empurrãozinho p/ uma sucessão de atitudes erradas que podem resultar em algo muito sério e até trágico.

Se vamos empurrar alguém, que seja na direção certa, por caminhos seguros, c/ amor fraterno e interesse em realmente ajudar, dar ao outro aquilo que gostamos e merecemos receber. Muitos já fazem isto, é só um lembrete, uma sugestão, quem sabe um apelo. Como mãe, 'boadrastra', tia, amiga e parceira de estrada, acho que é por aí. Beijos!



 Escrito por Beth ?s 15h10
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Meu perfil
BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Livros, Praia, Dançar, Curtir a vida
MSN -



EU ERA ASSIM  

ESTOU ASSIM Meu nome ? Elizabeth, sou conhecida como Beth
Analista de Sistemas, especialista em Metodologia, Processos e Qualidade em TI, Ger?ncia de Projetos,An?lise de Neg?cios, Auditora ISO, sou leonina do dia 10/08, carioca da gema, moro na minha na cidade maravilhosa (RJ), adoro fazer amizades, sonhar, ler, escrever, sou casada c/ Vicente - meu grande amor, m?e do Alexandre, um filh?o maravilhoso, que ? universit?rio e "boadastra" da Mimi, minha enteadinha adolescente linda a quem chamo aqui de filhotinha.

Meu e-mail: beth.ebprs@gmail.com
Meu MSN: ebprs@hotmail.com



Objetivo deste Blog: Compartilhar meu processo de reeducação alimentar e mudança de hábitos que resultou no meu emagrecimento, me tirou da obesidade mórbida e me ensinou e ensina tanto!



Meu processo: Fui beb? 'cheinho',crian?a de peso normal, na adolesc?ncia tinha ?timo corpo. No in?cio da fase adulta comecei a engordar c/facilidade em fun??o de uma mudan?a p/ pior dos h?bitos alimentares e tb devido a dificuldade que tive em enfrentar alguns problemas pessoais, decep??es e m?goas que se transformaram em Kg a mais (eu as COMI). Durante anos optei por m?todos indevidos, tomei rem?dios, f?rmulas, inje??es, fiz dietas mirabolantes e isto tudo me ajudou a virar uma sanfona que cada vez abria mais e fechava menos. Cheguei ao auge da obesidade c/ 140 kg e dei o basta. Primeiro, fiz um pequeno controle que me ajudou a emagrecer quase 5 kg. Depois, entrei para o Vigilantes do Peso, onde emagreci 53kg c/equil?brio, seguran?a e muita alegria. Aprendi muito, o caminho foi t?o importante quanto os resultados. Eliminei 53 kg com o método do Vigilantes do Peso e atividade física. Aumentei depois alguns kg e agora prossigo, para reconquistar a minha meta e mantê-la para sempre.

Cr?ditos Imagens: Google
Comunidade no Orkut!


Comunidade Orkut: Eu sou f? da Beth - A Conquista! criado com carinho pela amiga Lili (obrigada, lindinha!)
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=2052374


 
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