Conquista

UOL
  

 
ANTES: Out/93, aniversário de 10 anos do meu filhão. ATUAL: Fev/07, foto tirada p/ a revista Ana Maria

Estou feliz da vida! Aquele 'borocoxô' foi exorcizado de vez  Não vejo graça nenhuma em ficar sentada dentro do buraco cavando p/ afundar mais, se posso sair dele e continuar andando. E se algum dia eu entrar nessa, conto com vocês p/ me botarem pra fora de lá, podem puxar, empurrar, dar pontapé no bumbum, o que bem entenderem, combinado? Eu, se ver alguém caidinho, vou cutucar até o sujeito pular feito perereca.

A matéria na revista Ana Maria rendeu muita alegria, muitos comentários carinhosos chegaram de todo jeito, o ego está lisinho de tãomassageado e a alma em festa, o corpo se animou todo, é sintonia plena, a mente equilibrada comandando direitinho as atitudes, que estão bem legais. 
 No que depender de mim, a balança vai se render, se ela disser NÃO eu batalho p/ ela dizer SIM, isto é pra sempre, já sei. Já voltei a caminhar diariamente e estou amando, que saudade eu sentia de ver a cidade acordar e eu lá, já no calçadão me exercitando, dando bom dia para o sol e o mar. Que bom rever muita gente que não sei o nome, nem o que faz na vida, mas sei que tb está sempre lá naquela hora, caminhando ou correndo, pedalando ou simplesmente sentadinho no banco admirando, ainda cedinho, o começar do dia.

Começamos mais devagar, p/ habituar o corpo, mas em 2 dias já queríamos mais e já estamos num bom ritmo e fazendo 1 h de caminhada, na boa. É impressionante como isto dá um bem-estar tremendo, uma satisfação imensa e eu já começo a notar rapidinho efeito tb no corpo, vale a pena desgrudar do travesseiro de madrugada, tudo ainda escuro e partir p/ a rua. Hoje (5a feira) o Vi amarelou qdo o relógio tocou, disse que o joelho estava doendo um pouquinho. E eu não quis saber, pulei da cama e fui caminhar sozinha mesmo, foi ótimo e a sensação de não ter-me deixado influenciar pela preguicite alheia foi ainda mais gostosa. E eu não nasci grudada com ninguém né?

Foi justamente voltando da caminhada na 3a feira que, ainda em Copa, parei em frente a uma banca de jornal e perguntei se já havia chegado a nova edição da revista. Recebi, folheei e, ao dar de cara comigo mesma lá dentro, paguei o maior mico, como meu marido comentou no outro post. Gritinhos fininhos, num tom de voz que efetivamente não é o meu, saltitando e ainda em meio aos faniquitos mostrando ao jornaleiro, às estudantes que de olhos arregalados tentavam entender o que acontecia, sem contar que fui mesmo p/ casa ainda dando os tais gritinhos e, dentro do túnel, não me privei de dar uns passinhos de dança, de tão contente que estava. E o Vi dizia: anda, anda! Afinal, estar a pé dentro de um túnel, nos dias de hoje, requer atenção e agilidade, não dá p/ ficar de bobeira. E eu ia pensar nisso naquela hora? haha

Papai do Céu sabe tudo! Tem sempre um jeitinho especial de nos alertar, cutucar, alegrar e hoje vejo que foi muito melhor ter este presente agora, nesta semana de retomada em que estou me sentindo tão potente, tão capaz, tão desafiada e c/ tanto ânimo de dar o meu melhor, como se estivesse na 1a semana de processo. E isto é estimulante.

Estou me alimentando super bem, tudo bem planejado, atenção total e o meu outro blog, c/ meu cardápio, voltou a ser atualizado, podem conferir! Apesar do pouco tempo que tenho, voltei a ler  e pesquisar mais sobre propriedades dos alimentos, p/consumir regradamente coisas que ajudam a ter mais saúde, energia e tb a emagrecer/manter o peso. Tudo que agrega, que prende a atenção e ajuda a ter foco a gente precisa dar um jeitinho de aplicar. Isto me ajuda, então eu voltei a usar. Seja continuação, começo, recomeço, retomada ou o que for, a gente precisa encarar as coisas de frente e c/ positividade, temos que ser os primeiros a nos ajudar e não a derrubar.

Mas vejo muita gente começando e/ou recomeçando já entrando naquela de “é a última vez que tento, senão...” e isto já impregna uma carga negativa, uma espécie de ameaça, parece chinelo na mão e aquela cara feiosa com uma boca franzida que diz, entre dentes: “se não for agora, vai ver só”. Vai ver só o que? Se não der certo desta vez, que ‘diz ser a última’, o que acontecerá? Vai largar mão? Chutar o balde de vez? Recorrer a métodos radicais que muito provavelmente vc já comprovou não serem eficazes (se fossem, vc não estava aqui agora tentando de novo)? Vai comer até não aguentar mais e depois chorar as pitangas, se achar um lixo e engordar mais e mais? Isto leva a alguma coisa que preste? Não.

Tem é que pensar, a cada dia: Vou dar o meu melhor e, se algo não der certo, vou me ajustar e a seguir, dar melhor ainda. E é o reforço pensamento, acreditando nele, falando isto p/ si mesmo antes de tudo, olho no olho, na frente do espelho e cada vez que ver que está indo pro lado errado, que pouco a pouco estará novamente na linha, seguindo em frente e se escorregar ou cair, é assim tb que terá vontade de levantar e continuar seguindo. O que temos de real, concreto, é o HOJE e o AGORA. O que passou não volta, fica como lembrança e lição aprendida. O que foi feito de errado há 1 min atrás não justifica que daqui p/ a frente continuemos pisando na bola, na jaca ou na lama.

Nada de aplicar a síndrome de “JAQUE” na base do “já que fiz m... vou fazer um pouco mais”. Independentemente do que foi feito agora há pouco, ontem, anteontem, decida que NESTE MOMENTO vai dar o seu melhor e faça isto com alegria e vontade. E aí, ‘já que’ fez direitinho agora, já sabe que pode né? Aí faz direitinho depois também. Aplicar o “jaque” assim, pode!

Obrigada por tudo, pelo carinho e pela força de sempre. Como disse, estou aqui e continuarei. Agora com troféu e revista (rs) debaixo do braço, insuportavelmente metida, mas juntinho de vocês. B
eijocas!



 Escrito por Beth ?s 09h49
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EXTRA!  EXTRA!  EXTRA!

Update: Vejam também no site http://semanais.abril.com.br/anamaria/ (chique, aparecemos no filminho da capa, logo atrás da Alessandra Negrini... se mete!!!!) haha

SAIU A REVISTA ANA MARIA CONTENDO A MATÉRIA SOBRE EMAGRECIMENTO DE TRÊS MULHERES VITORIOSAS E UMA DELAS SOU EU!!!!!!

É A EDIÇÃO DESTA SEMANA, QUEM ESTÁ NA CAPA É A ALESSANDRA NEGRINI!  A REPORTAGEM ESTÁ UM BARATO! EU FUI ATÉ CHAMADA DE MORENAÇA, OLHA QUE ESPETÁCULO HAHAHAHA  TÔ PODENDO HEM? RSRSRS

VEJAM TAMBÉM COMO NOSSAS AMIGAS  FLAVIA CURCI E LUCIANA TORRES ESTÃO LINDAS E SÃO TAMBÉM ÓTIMOS EXEMPLOS A SEREM SEGUIDOS! PARABÉNS, MENINAS!

E VOCÊ AÍ QUE ESTÁ NA ESTRADA, RESPIRE FUNDO, ENTENDA QUE VOCÊ TAMBÉM PODE E VÁ EM FRENTE, COMBINADO?

E AGORA VÃO LER O POST DUPLO AÍ DE BAIXO! BEIJOS MIL! 



 Escrito por Beth ?s 06h54
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   BATALHAR PELA CONQUISTA É UMA COISA. ASSUMI-LA E MANTÊ-LA É OUTRA BATALHA. OBVIAMENTE, 'TÔ DENTRO' !

POST DUPLO. DESDE JÁ, OBRIGADA PELA PACIÊNCIA....
A semana que passou foi intensa. Teve de tudo. Coisas chatas, coisas regulares, coisas boas e coisas ótimas. Na média, não há o que reclamar, muito pelo contrário. Cortei o cabelo, o corte mais curto que já fiz desde que tinha 8 aninhos, adorei! Céu muito azul, sol brilhando, um calor danado...que delícia!

 

Minha principal notícia: Recebi o meu boletim azul do VP! Finalmente, depois de 3 anos e meio de batalha incansável, este marco foi alcançado. A estrada, no seu trecho final, está vencida. Não significa que daqui em diante é só sentar nos louros, com o troféu debaixo do braço, muito pelo contrário. Agora é o trabalho de garantir a conquista.

Qdo comecei o processo meu objetivo era emagrecer com saúde e p/ sempre. O que veio a reboque foi / é muito mais! E o emagrecimento passou a ser conseqüência natural de tantas coisas observadas, aprendidas, descobertas fora e dentro de mim mesma. Uma viagem fascinante. Às vezes dolorida, mas gratificante demais.  Viagem repleta de emoção, de êxtase. Ri muito, chorei bastante também. Peguei boa parte de pista livre, lisinha, segura e reta  por onde praticamente deslizei alegremente, com direito a paisagem deslumbrante, oportunidade de conhecer tantas coisas e tanta gente bacana, um sonho!

Mas também peguei curvas de todo tipo, algumas tão fechadas que dava até agonia! Também passei por  trechos complicados, com dificuldades de todo tamanho, encontrei buracos e pedras. Algumas vezes derrapei e até trombei, saindo ilesa ou bem arranhadinha. Mas nada me tirou do caminho e com tudo eu procurei aprender. Transformei cada barreira em oportunidade de aperfeiçoamento. Elas não estavam ali só p/ me perturbar, tinham função na minha vida e tentei identificar e aprender a transpor uma a uma.

Assim, chego no final da estrada conhecendo cada palmo do caminho. Eu não fui trazida até aqui de olhos vendados como acontece com quem é emagrecido através de métodos radicais, mágicos, rápidos.  Eu fiz o trajeto de olhos bem abertos e me mantive ao volante. Bem orientada, convicta e estar na estrada certa, sabendo claramente o que estava buscando, atenta p/ aproveitar tudo que a própria estrada estava me proporcionando, feliz com tudo. Valeu a pena. Sempre vale, quando é assim. Jamais pensei em parar, jamais passou na cabeça a idéia de desistir, toda vez que me vi diante de algo que poderia me desanimar, transformava aquilo em alavanca p/ um salto diferente, justamente o salto que evitava minha queda num buraco. Mesmo muitas vezes xingando, fazendo muita malcriação.
 Eu quis, por isso eu consegui  não confundir as coisas e não entrar naquela de “ah, eu não sou mesmo capaz, vou parar” por causa dos obstáculos, das decepções eventuais. Tratei foi de procurar melhorar cada vez mais, para que as alegrias do progresso fossem sempre superiores aos dissabores, no que dependesse de mim. Como em tudo na vida. Eu hem, não seria eu a primeira a me derrubar! O objetivo era meu, o benefício é p/ mim, a alegria de vencer é ntes de tudo minha, quem tinha que fazer a vitória acontecer era eu, não era questão de acaso ou sorte e sim de trabalho c/ garra e persistência, envolvendo dedicação e o exercício diário da paciência, da humildade, da compreensão de que eu tinha (e continuo tendo) muito que melhorar e a confirmação de que era, sou e serei sempre uma aprendiz. E é isto que leva p/ a frente.

Embora esteja muito feliz, tb estou um pouco chateada. Vivo dizendo a vocês e a tantos amigos que não sejam tão exigentes consigo mesmos, mas eu sou muito exigente comigo mesma.  Sonhei durante anos com este momento. Batalhei por ele. Ensaiei mentalmente mil vezes a chegada, a subida no pódio, a forma como pegaria ‘a taça’, o que eu diria aos colegas associados, à orientadora, a mim mesma e até como iria contar aqui no blog. Qtas vezes eu senti as lágrimas escorrendo no meu rosto, nestas mentalizações!
 
Qdo recebi o Certificado de Peso Ideal há algum tempo atrás, foi uma farra. Estava no meu menor peso desde o início do processo e o menor peso em vinte e muitos anos! Estava me sentindo o máximo! Comemorei muito tanto no VP como em casa e no Encontro Light que aconteceu naquele mesmo dia (o de dezembro) e aqui mesmo, no blog, fiz muita festa. Entrei na etapa de manutenção e esta, até me tornar vitalícia, não foi nada fácil. Não nego, eu mesma vacilei várias vezes, deixei de desviar direito dos buracos, talvez tenha até cavado mais unzinhos.  E isto, somado a outros fatores que fogem ao meu controle (pois nem tudo depende só da gente), fez com que eu recebesse meu boletim azul estando fora da meta. Um bocado fora dela, por sinal.

Não desvalorizo o que já conquistei, não deixo de ser vitoriosa, são 'apenas' alguns kg que correspondem a cerca de 10% do que eu eliminei no total e é certo que irão embora, já estou tratando disto. Justamente por conhecer a estrada muito bem, vou percorrer de novo este trechinho que eu andei de ré, são pedacinhos que, pelo visto, ainda têm o que me ensinar. Tenho pensado no que me fez ter este “final diferente do sonhado”. Auto-sabotagem? Menos preparo do que imaginei ter? Desleixo? Distração? Ou simplesmente um apego especial à viagem, por saber que ela é fascinante e que acaba fazendo com que eu não valorize tanto assim o pódio? Algo a ser pensado e trabalhado.

Para completar, a entrega do boletim não teve nada do que sempre esperei e sonhei, porque cheguei bem atrasada à reunião, por conta de algumas coisas pessoais antes de sair de casa. Havia me sentido mal durante a madrugada, isto fez com que levantasse um pouco atrasada e num mau-humor absurdo. Além do mais, foi a ansiedade que causou o tal mal-estar  Sabia que pegaria a taça e, ao mesmo tempo que tanto a queria, não me sentia digna dela. Vá entender, o ser humano é mesmo esquisitaço e eu não fujo à regra.

Fiquei magoadíssima por me tornar vitalícia fora da meta, magoadona por não haver uma entrega formal, como sempre assisti e aplaudi nas reuniões do VP nestes anos todos. E engoli esta mágoa, quietinha, procurei não demonstrar, mas não a escondi de mim, pois este negócio de ‘faz de conta que não estou sentindo isto’ não combina comigo, qdo pratiquei há muitos anos atrás só deu em porcaria, estou fora.

CONTINUO ABAIXO. VALE A PENA TÁ?



 Escrito por Beth ?s 09h49
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   CONTINUAÇÃO: BATALHAR PELA CONQUISTA É UMA COISA. ASSUMI-LA E MANTÊ-LA É OUTRA BATALHA. OBVIAMENTE, 'TÔ DENTRO' !

Então, apenas guardei comigo aquilo p/ digerir depois. Engoli o sentimento, coisa que também não tem mais a ver comigo.  Já estava triste por receber o boletim sem a presença do Vi, meu grande incentivador, que na incerteza de que eu iria receber mesmo, desta vez, o boletim azul, acabou preferindo ficar em casa e adiantar algumas coisas para depois podermos sair na boa. Bobeira minha, pois era 90% certo que eu pegaria o boletim, se tivesse passado a ele esta convicção, teria sido diferente. Da outra vez que achamos que eu o pegaria, ele ´levou até câmera, todo bobo, p/ fotografar o grande momento. Paciência, desta vez nós dois vacilamos.
Bom, então é isto. Não houve subida oficial no pódio, não houve entrega formal e anunciada do boletim, nem aplausos e nem discurso com a taça na mão. Não houve o Grande Finale que sonhei tantas vezes. Mas quem reescreveu, na última hora, o último capítulo desta parte da história, fui eu mesma.

OK, eu não posso mais reescrever este final, a página está virada. Mas estou começando uma nova etapa, não é? Então, posso escrever um início bacana, positivo e correto para ela! Vejam como:
1) Como digo e recomendo sempre, NÃO ME APROPRIO DE MÁGOAS E CHATEAÇÕES, ELAS NÃO ME PERTENCEM, APENAS SE APRESENTARAM E TRABALHADAS DIREITINHO, VÃO EMBORA (JÁ ESTÃO INDO).
2) Já botei pra fora boa parte das emoções engolidas, desabafei com uma querida amiga que me ouviu pacientemente (valeu Cacauzinha), curti meu sol na praia no domingo, recarreguei a bateria na água do mar, peguei um cineminha com o Vi (Borat, ótimo filme) e sinto-me ótima de novo!
3) Me presenteei, como prêmio pelo boletim azul e como incentivo p/ esta retomada, com um lindo tênis p/ caminhada E JÁ RETOMEI A CAMINHADA NESTA SEGUNDA-FEIRA no fim da madrugada. Delícia!

4) Cardápio previamente planejado, já considerando até alguns eventos especiais programados, pronta p/ mais uma virada, que sou boa nisto haha

E vou em frente, como sempre. Resolvi que posso perfeitamente repassar a estrada nos pontos em que há mais coisas a aprender e crescer, mesmo tendo agora, debaixo do braço, meu troféu azul. Afinal, ele não me foi dado por favor, eu fui buscá-lo, não é? É meu, sim. E com a moral de quem o conquistou, com a bagagem adquirida durante o caminho e com esta alegria que após o desabafo já ensaia aparecer de novo, mesmo que ainda timidamente, vou reestudar algumas lições, refazer alguns exercícios, rever algumas provas.
Contei com vocês durante o caminho, senti o tempo todo estas mãos carinhosas apertando a minha e agora, mesmo meio sem graça no pódio, estou com vocês do meu lado e isto é um troféu extra maravilhoso, que valorizo muito. Quero continuar contando daqui em diante, como me comprometo a continuar aqui e continuar com vocês do mesmo jeito. Compartilhando, aprendendo juntos, trocando forças.

Se cheguei aqui, todos podem chegar,pois não sou melhor que ninguém. Neste momento, sintam-se como se eu estivesse passando a taça de mão em mão, para cada um poder segurar, senti-la e ensaiar seu momento de também pegá-la. Aos que pegaram antes de mim, obrigada também pelo tanto que me ajudaram com seu exemplo. E vamos todos seguindo agora, uns para conquistar, outros para manter a conquista e todos, sem exceção, para mais e mais desafios e mais conquistas ok?  Beijos mil, tenham uma semana iluminada, feliz, cheia de saúde e força
!
Agora, o brinde! Tim-Tim! (reparem no rótulo)


 Escrito por Beth ?s 09h46
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   PARA NÃO ACOMODAR!

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.
Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado.
Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, como "sardinhas". Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos. Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os consumidores japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático.
Como os japoneses resolveram este problema? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?  Antes da resposta, leia o que vem abaixo:
Quando as pessoas atingem seus objetivos - tais como: quando encontram uma namorada maravilhosa, quando começam com sucesso numa empresa nova, quando pagam todas as suas dívidas, ou o que quer que seja elas podem perder as suas paixões. Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então, relaxam.
Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou, no começo dos anos 50: "O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador".
Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!
Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos. Mas, eles também adicionam um pequeno Tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega "muito vivo". E fresco no desembarque. Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques.
Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade e, até mesmo, da Humanidade.

Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença.
"Ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar"

Adorei este texto! Recebi por e-mail, desconheço o autor (quem souber, por favor me informe). É ótimo, é perfeito e se encaixa totalmente no meu momento. Não sei, sinceramente, se já havia lido antes, talvez sim, mas não digo sempre que dependendo do momento, aliás do NOSSO momento, a mesma coisa ‘bate’ diferente? Como aquela música que a gente ouve várias vezes de repente nos chama a atenção um detalhe na letra ou melodia, ou quem sabe nós é que estamos mais sensíveis, atentos ou mais frágeis? Seja lá o que for, sempre tem um dia que algo cutuca mais forte. O texto parece ter sido escrito p/ mim. Mas é p/ todos nós, sem dúvida, né Jaque Saradona? (foi sobre ele que falei lá no comentário que deixei p/ você, amiga!)

Torno a mencionar o meu processo, agora de manutenção do peso. Estou me acostumando a um novo objetivo. O desafio mudou e até isto a gente estranha. Mas sei que é assim mesmo, eu acompanhei outros processos vitoriosos antes da minha chegada à meta, mas na hora da gente sempre que a coisa mexe de um jeito especial. Sei que ficar paradinha num numerozinho o tempo todo é coisa complicada e nem é isto que defendo e sim manter-me na faixa que me garante proximidade estreita da meta e distância longa da obesidade e seus riscos, problemas e tudo de ruim que ela traz. Tô fora disto.

Mas como negar que a ausência daquelas dificuldades anteriores acabam jogando contra e não a favor da gente? Como assim? Eu não quebro mais cadeiras plásticas, só se forem vagabundas! Eu não entalo na roleta, eu entro pela porta normal do busão, eu compro roupitchas aqui e ali, aproveito liquidaçoes, promoções e muvucas mil, eu uso biquini, eu chego na loja e a vendedora INSISTE p/ eu provar algo, se eu digo que acho que não vai dar ela GARANTE que dá, inclusive na Mercatto qdo não tem o tamanho G de certas roupas as vendedoras quase me obrigam a experimentar o M, e o danado dá mesmo! Eu não sou mais olhada como um ET, eu uso salto alto e mais alto ainda tb; eu dou pique p/ pegar a condução e atravessar a rua, eu uso gargantilhas sem me enforcar ou sem parecer estar de coleira, eu tenho o certificado de peso ideal do VP e logo serei vitalícia, eu me livrei de tantas coisas chatas! Tem de tudo! Levei um tombo no Barra Shopping e antes, vinha um mundo de gente me ajudar, afinal imaginavam que se não me estendessem a mão p/ me 'içar' eu ia ficar para sempre lá estirada né? haha Ontem eu caí de quatro e ninguém deu bola, eu que me levantei rapidinho..rs
Tudo isto vcs já sabem, eu vivo falando e tem muito mais, porém não é esta a questão. A questão é que todas as inúmeras dificuldades constam de uma lista de motivações, coisas que me empurraram, que eu dizia ‘vou me livrar disto’ e me livrei mesmo. Não tê-las é um prêmio e se não faço como os japoneses do texto e não coloco um tubarão no meu tanque, acabo acomodando, virando peixe sem graça né? Acho que estava entrando nesta. Estou agora me empenhando em criar meu tubarãozinho e botar no meu tanque p/ me manter ESPERTA, me sentir desafiada nesta história toda.  Continuar peixe fresquinho...rs Beijos e força a todos!


 Escrito por Beth ?s 19h48
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   ADMIRAÇÃO

Amigos, obrigada por tudo. Me ajudaram muito nestes dias em que aliei dor, saudade, constatação difícil e  TPM. Como sempre, são parceiros e tanto! Valeu mesmo!
Dia 02/03 foi niver da filhotinha linda, Thamiriz. Deus a abençoe, ilumine a cabecinha, o coração e o caminho sempre, lhe proporcionando sempre muita felicidade e alegrias!

Reparação: Pela forma como me expressei, acho que passei uma idéia errada e injusta. A jornalista responsável pela matéria na revista Ana Maria é um docinho e foi nota 10. Ela apenas passou uma data que, pelo que entendi depois, seria do fechamento da edição e não da publicação e eu, como não manjo nada destes trâmites e sou muito ansiosinha, já saí espalhando que estaria na revista da semana passada! Qdo eu tiver certeza absoluta de qdo aparecerei, avisarei novamente!

PAPO DE HOJE: Outro dia li a seguinte frase numa revista: É indispensável ter certa admiração por aquela criatura que cada ser humano encontra ao mirar-se no espelho a cada novo dia”. (Victor Civita – fundador da Ed. Abril)

Adorei e copiei na hora,  já pensando neste post.  Admiração, por definição, é espanto, assombro, simpatia, respeito, consideração! Tantas coisas podem ser dignas de admiração boa e ruim! Alguns exemplos bem básicos de frases repletas de admiração, podendo ser positivas ou negativas:  “Que delícia!”; “Ai, que nojo!”;  ”Nossa, como você engordouuuuuu!!!” (desnecessário, mas muita gente não se contém e fala mesmo) ; “Que maravilha, como você emagreceu!!!!!”  (ótimo de ouvir, mas tem gente espírito de porco que morde a língua mas não diz haha) e uma que nós amamos: “VIVA! Coubeeeee!!!” (para aquela roupitcha que finalmente fechou e ficou linda no seu corpo).

Na frase em destaque acho que o autor se refere a uma admiração positiva e fala em algo que estou sempre procurando praticar (tb falho, claro) e gosto de incentivar: respeito, simpatia, apreço por si mesmo.  A criatura que cada um de nós encontra ao se olhar no espelho a cada novo dia, somos nós mesmos, mas será que estamos nos olhando sempre do jeito que merecemos? Há quem se olhe c/ descaso, há quem nem se olhe direito!

Uma das maiores queixas de quem está muito acima do peso, muito fora de forma é o jeito como é vista (ou acha que é vista) pelos outros. Os olhares e comentários, algumas vezes nada gentis, incomodam muito. As piadas, geralmente sem graça, tiram do sério e, se não há senso de humor e uma forma mais leve de encarar, como felizmente eu tinha/tenho podem gerar um desconforto tremendo. E as omissões? A falta de olhares aprovadores, a falta de ser olhado como alguém que é bem mais que sua forma física atual, afinal de contas será que ninguém enxerga que há ali muito mais que um % de gordura? Por mais que saibam o qto a pessoa é bacana, inteligente, simpática, bonita mesmo, primeiro precisam ver a gordura e só depois enxergar o resto? Por que a ordem tem que ser esta, não é mesmo?

Uma das coisas que mais se pensa e/ou diz, estando na situação, é: “Não quero que digam que tenho um rosto tãooo bonito, p/ amenizar o que acham do meu corpo!”  Ou “Sou bem mais que meu peso, quero que me olhem e vejam meu potencial geral”. E também: “Quero que alguém me olhe e me queira com amor, me queira independentemente de eu estar gordo ou magro”. E “Quero sentir afeição nos olhares, quero sentir respeito, carinho, doçura nos olhares”.

Não vou negar que existe preconceito e que muita gente BA-BA-CA e insensível faz questão absoluta de ser desagradável na maneira como olha, cita, age ou reage com relação a alguém “fora de padrão” e no caso, estou falando mais especialmente do problema do peso. Mas nem tudo que se diz e faz ou que se cala ou não faz, está sempre relacionado ao fato de alguém estar acima do peso. Nem todo mundo só vê nosso corpo, nem todo mundo só enxerga nossa forma física e nem todo mundo usa isto como referência principal no que sente, diz, faz ou não faz com relação a nós. Digo isto com muita consciência, lembrem-se de que já tive 140kg e que minha forma física já foi realmente impossível de não ser reparada.

Mas vamos ver o outro lado! Como eu disse lá em cima, há quem não se olhe no espelho. Há casos em que a mesma pessoa que detesta que digam que ela tem um rosto bonito (omitindo a questão do corpo, por estar ‘feio’) e é a primeira a só aceitar olhar o próprio rosto no espelho. Ou seja, ela é a primeira que só reconhece o seu rosto como algo admirável, digno de apreciação positiva. Portanto, decide não olhar o resto, pois prefere não ver aquilo que a desagrada. Mas quer ser olhada inteira e com generosidade pelos outros, né?

A mesma pessoa que reclama pq os olhares na rua muitas vezes são de crítica destrutiva, muitas vezes ao se ver num vidro de carro, numa vitrine ou fachada espelhada na rua, leva um susto e vira o olho rapidinho p/ se livrar logo daquela imagem que tanto a descontenta. Como quem acaba de encontrar um desafeto e, como não quer conversa com ele, desvia o olhar.

A mesma pessoa que sofre pq acha que só vêem as suas gordurinhas pulando, é a que geralmente na frente do espelho só enxerga seus defeitos. Se olha com dureza, o olhar é mais crítico do que o de qquer outra pessoa.. Se decepciona com o que vê, se xinga, se acha um lixo, resolve que se odeia. Generosidade para consigo mesma = ZERO. Mas quer que o mundo a olhe c/ amor, carinho, respeito, generosidade. Quer ser admirada por tudo que é além do seu corpo, pelos outros.

Vc não admira e enaltece tanta gente que acha bacana, talentosa, vitoriosa? Não aplaude e afaga seus companheiros de estrada que estão vencendo ou já venceram, inclusive a mim? Então, não acha que DEVE e MERECE  ser a primeira pessoa a se admirar? A se enxergar por inteiro sem tanta dureza e tanto rigor? Não é p/ ser benevolente demais, ver que está mais que na hora de se cuidar melhor e deixar tudo como está e sim, reconhecer tudo de bom que é e tem, declarar isto ali, cara a cara no espelho, desejar a si mesmo tudo de bom, planejar ali o que quer e vai fazer p/ melhorar o que não está legal, mas aplaudir tudo que está bacana.
  A auto-estima que não deve ser consequência e sim causa p/ tudo que fizer por si mesmo! Seja o principal alvo de sua admiração, respeito, carinho, gratidão, amor, paixão e generosidade e isto se refletirá em tudo que fizer. O resultado vai ser lindo, positivo e...digno de admiração positiva, primeiro a sua, depois a de todo mundo! Fica o recado, vale p/ todos nós. Beijão e uma linda e ADMIRÁVEL semana!


 Escrito por Beth ?s 08h46
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   EU NESTES DIAS...

Tem dias que a gente se sente esquisita, né? Estou neles. Uma TPM avassaladora, cheia de marra! Semana lesco-lesco, vou levando. O Vi caiu ao dar a passagem a uma sra na calçada,  ganhou uma bela luxação no joelho e está imobilizado, de molho em casa. E eu de TPM, tento mas nem consigo mimar muito...tadinho!
 Soube ontem, por um aviso fúnebre no jornal, que minha madrinha faleceu. Aúncio da missa de 7º dia e eu nem sabia da partida dela! Não, eu não fui esquecida! Eu me fiz esquecer c/ o desleixo, a falta de contato por mais de 20 anos. Gostava dela, apesar de ter-me distanciado e estar há tanto tempo sem notícias. Eu adorava o jeito alegre, extrovertido, falante dela (bem diferente da minha mãe).
Aliás, que tb é o meu jeito, tanto que minha mãe e minha avó sempre disseram que eu parecia mais ser filha dela! A semelhança completou-se à medida que fui crescendo e adorando usar pouca roupa (ou nenhuma) dentro de casa, tal qual a madrinha. “Nunca vi ser tão igual”, dizia mamãe, contrariada não pela semelhança mas pelo fato de achar sempre um absurdo esta minha simpatia pelos trajes de Eva...rs

Numa coisa eu deixei, por muito tempo, de me parecer com ela. Ela era vaidosíssima, se cuidava muito e não consigo imaginá-la engordando, deixando-se largar como fiz por tanto tempo.  Qdo eu tinha uns 10 anos fui à casa dela e ganhei uma saia de crochê que estava em moda. Experimentei e ficou boa, mas um pouco justa. Eu não era uma menina gorda, mas estava saindo de uma fase em que andei magra demais (por conta da tristeza pela morte do meu pai 2 anos antes) e agora o corpo estava mudando. E minha madrinha alertou, naquele momento, que eu não podia ficar gordinha, que eu tinha que me cuidar! Felizmente, por alguns anos ainda, não tive preocupação maior com o corpo.

Durante a adolescência e início da fase adulta, fiquei uns anos sem visitá-la, no máximo houve um papo e outro por telefone. Ela reclamava, dizia que qdo somos crianças os padrinhos é que tem que visitar, telefonar, procurar mas, qdo crescemos, nós é que temos que ir atrás.
Naquela época, novinha e c/ a cabeça em outra, eu  não estava nem aí, mas o que ela não sabia é que eu não a visitava pq eu tinha medo de cachorro, desde pequenininha e ela tinha um cachorro, chamado Albertinho Limonta, nome de um personagem da novela O Direito de Nascer, que passava na TV na época (falo de um tempo em que muitos de vcs não era nem nascidos). Ele era bonzinho, mas gostava de me cheirar e eu tinha pavor, então eu ia encolhendo as pernas, subindo pelo sofá, querendo que ela prendesse o bichinho e ela não prendia, dizendo que ele não me faria nada. Por causa disto resolvi que não iria mais lá.
Perto do meu 1º casamento liguei p/ ela avisando que ia enviar o convite. Ela me repreendeu pelo sumiço e contei que não ia lá por causa do Albertinho. Que furo! O cachorro já tinha morrido há anos, só então me dei conta de qto tempo estava sem vê-la! Então, em março/1979, ela e meu padrinho foram à cerimônia religiosa da minha união c/ meu ex-marido. Eu estava cheinha, pesando uns 72 kg , mas não era enorme não!
Qdo ela me viu, não deu outra: levei uma espinafração, embora delicadamente, por estar gorda. Reclamou, disse que eu era muito jovem p/ estar daquele jeito, que não tinha cabimento estar me casando gorda, que tinha que ter feito um regime, que tinha que fazer um regime logo, que homem não gosta de mulher gorda etc. Apesar de não gostar de ouvir aquilo, eu adorava ela e sabia que estava certa. Com toda a diferença de idade entre nós, pois ela era um pouco mais velha que minha mãe, ela estava lá linda, elegante, charmosíssima, um exemplo. Com tudo em cima, bem melhor que eu! E estava absolutamente correta, eu não deveria me largar. Nem pretendia, claro, mas ela não sabia (e nem eu, ainda) que estava iniciando, na minha vida, uma fase muito complicada, de muita tristeza, decepção, lágrimas e baixa auto-estima que me levaram a tantas coisas, inclusive à obesidade.

Algumas vezes tive saudade e vontade de falar c/ ela e evitei pq não queria que ela me visse triste, não queria que ela me visse como estava cada dia mais gorda e largada. Deixava p/ qdo tudo estivesse resolvido (mas eu não resolvia). Ontem me dei conta que ela sequer conheceu meu filho, que já tem 23 anos, que pena! Depois, qdo eu já estava novamente feliz, porém ainda muito gorda, aliás obesa, eu evitava contato pq não queria escutar nada a respeito. Não me importava em expor minha obesidade na praia, nas boites, nas festas, na vida, mas não queria que aquela mulher bonita, sempre jovial, inteligente e falante que tinta tanto a ver comigo e como eu queria estar, me visse daquele jeito. E esperava ficar bem novamente, para que ela me visse e aprovasse. E durante 8 anos morei a 3 quadras da casa dela.

Um dia, há anos atrás, encontrei casualmente meu padrinho e ele não me reconheceu, passou direto, mas  eu fui atrás e me identifiquei. Ele foi super afetuoso, gente boa como sempre, porém franco como ela, não teve dúvida em dizer: “Nossa, eu não a reconehci, você está muito gorda! Sua madrinha vai ficar uma arara se ver você assim, se prepara pra bronca!”. Eu estava com uns 110 kg, imaginem se ele me visse aos 140 kg! Trocamos notícias e eu prometi que ligaria p/ ela. Não liguei. Mais uma vez, resolvi emagrecer, ficar melhorzinha primeiro.
Conheci o Vi, me casei com ele, fui morar fora do RJ por quase 3 anos, voltei há mais de 6 anos e não a procurei. Passava sempre ali perto da casa dela, olhva o prédio, pensando no absurdo de ficar tanto tempo afastada. E no último domingo, vindo da praia, fiz isto de novo, sem saber que ela acabara de partir.

E agora eu teria tanta alegria em encontrá-la e, mesmo não estando magrinha como ela adoraria ver, teria um orgulho danado de dizer: madrinha, vc tinha razão, eu não podia ter me largado mas me larguei, mas eu já dei a volta por cima, olha só, estou até saindo em revista... Ela ficaria contente, sem dúvida. Agora é esta saudade de alguém que não mais verei, não há mais o que esperar, misturada c/ um certo remorso por ter-me distanciado logo dela. Descobri que talvez tenha sidoa única pessoa na vida de quem eu tive verdadeira vergonha de aparecer fora de forma.

Viram? Não sou tão desencanda assim, um dia eu tive meus fricoletes também...Não sei se era receio dela ficar muito desiludida comigo ou se era para me poupar de coisas que ela me diria de um jeito único, só dela, mas quem sabe, seria o jeito que me daria a sacodida que eu precisava.

Agora não tem jeito, já passou. Onde ela estiver, que é um lugar bonito e alegre como ela, há de receber meu beijo, meu abraço, minha saudade e, sabendo o que passei, como pensei e porque fiquei distante, me dar outra bronca, carinhosamente. Mas se orgulhar porque eu dei a volta por cima. Como ela teria gostado! Ah, então ela ia saber que passei a AMAR cachorros também rsss Bênção, didinha! Fica com Deus tá?


 Escrito por Beth ?s 12h26
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BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Livros, Praia, Dançar, Curtir a vida
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EU ERA ASSIM  

ESTOU ASSIM Meu nome ? Elizabeth, sou conhecida como Beth
Analista de Sistemas, especialista em Metodologia, Processos e Qualidade em TI, Ger?ncia de Projetos,An?lise de Neg?cios, Auditora ISO, sou leonina do dia 10/08, carioca da gema, moro na minha na cidade maravilhosa (RJ), adoro fazer amizades, sonhar, ler, escrever, sou casada c/ Vicente - meu grande amor, m?e do Alexandre, um filh?o maravilhoso, que ? universit?rio e "boadastra" da Mimi, minha enteadinha adolescente linda a quem chamo aqui de filhotinha.

Meu e-mail: beth.ebprs@gmail.com
Meu MSN: ebprs@hotmail.com



Objetivo deste Blog: Compartilhar meu processo de reeducação alimentar e mudança de hábitos que resultou no meu emagrecimento, me tirou da obesidade mórbida e me ensinou e ensina tanto!



Meu processo: Fui beb? 'cheinho',crian?a de peso normal, na adolesc?ncia tinha ?timo corpo. No in?cio da fase adulta comecei a engordar c/facilidade em fun??o de uma mudan?a p/ pior dos h?bitos alimentares e tb devido a dificuldade que tive em enfrentar alguns problemas pessoais, decep??es e m?goas que se transformaram em Kg a mais (eu as COMI). Durante anos optei por m?todos indevidos, tomei rem?dios, f?rmulas, inje??es, fiz dietas mirabolantes e isto tudo me ajudou a virar uma sanfona que cada vez abria mais e fechava menos. Cheguei ao auge da obesidade c/ 140 kg e dei o basta. Primeiro, fiz um pequeno controle que me ajudou a emagrecer quase 5 kg. Depois, entrei para o Vigilantes do Peso, onde emagreci 53kg c/equil?brio, seguran?a e muita alegria. Aprendi muito, o caminho foi t?o importante quanto os resultados. Eliminei 53 kg com o método do Vigilantes do Peso e atividade física. Aumentei depois alguns kg e agora prossigo, para reconquistar a minha meta e mantê-la para sempre.

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