Conquista

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   MINHAS NOTÍCIAS!

Mais uma semana passou e esta foi mais do que especial. Muito trabalho, grande apreensão, turbulência na empresa envolvendo a dispensa de funcionários e terceiros, gerando uma expectativa muito ruim.  O clima esteve pesadíssimo, a insegurança predominou e na 6ª feira, especialmente, estavam todos (da minha diretoria, que trabalham no RJ) daquele jeito: ‘não passava nem agulha’. Mas o dia terminou e, embora a tensão permaneça, ficamos um pouco aliviados. Vivemos num risco calculado, mas a sensação é de que houve uma pequena estiagem, talvez suficiente p/ que cada um reflita um pouco mais e tenha e/ou crie oportunidades de não ser tragado pelas ondas altas e fortes. Ontem mesmo alguém brincou quando eu passei a caminho do banheiro, dizendo: 'Beth, Beth! Olha a onda!' E eu, com um sorriso que numa hora destas sei lá de onde tiro forças e consigo dar com sinceridade, respondi: 'Oba, então vamos surfar!'


É assim: a vida não é só passeio, aliás passeio é um ‘plus’ da vida. Ela é bem mais. E mesmo os momentos mais complicados, embora desagradáveis e bastante injustos muitas vezes, não se apresentam só p/ encher nosso saco, p/ testar nossa paciência e levar nosso emocional a extremos. Claro que não fico feliz c/ as dificuldades que aparecem, mesmo sabendo que elas sempre me fazem crescer.  Mas antes de crescer eu fico aborrecida, me desarvoro às vezes como qquer ser humano, sofro e faço das tripas coração. Agora mesmo as lágrimas tentam segurar-se dentro dos olhos, mas não conseguem. Muita coisa podia ser bem diferente do que está sendo. Mas não tenho controle sobre certas situações, nem sempre posso evitá-las.

O que posso, então, fazer? Respirar fundo. Ter fé. Confiar no meu taco, mas acima de tudo em quem cuida de mim, que é Deus. Entender que não há cargo nem função na Terra que faça alguém ser mais poderoso do que Ele. E que não há injustiça nem falta de bom senso que prevaleça diante da Sua justiça e sabedoria. E que mesmo que as coisas não aconteçam do jeito que eu gostaria, mesmo que eu até tenha que ser submetida a alguns descontentamentos, se isto ocorrer é pq Ele está desenhando algo melhor, uma porta ou janela, uma saída de emergência ao menos será aberta. Não há portas que se fechem ou que se abram sem a permissão Dele. Por isso, eu apesar de entristecida com algumas coisas (e pessoas), não perco esta convicção de que SEMPRE o que está por vir é muito especial e abençoado.

Ontem teve almoço de despedida de alguns colegas. Participei e depois espaireci jogando boliche, que adoro. Deu p/ desanuviar e passar a tarde um pouco menos encucada. As férias começam dia 2 de maio, mas como emendarei o feriado, já me considero nelas.  Um colega ontem, ao se despedir de mim, olhou nos meus olhos e disse, com firmeza: 'Beth, me faz um favorzão nestas férias?' Respondi que sim e ele continou: 'Aproveita pra C.....alho, faz tudo que quiser, descansa, passeia, agita, mas por favor, curte pra c......alho e deixa o resto pra lá.' Sorri. e concordei. Vai ser mole seguir estas recomendações.

Neste sábado acordei cedo, depois de um sono meio agitado, ainda sonhei c/ os problemas que atiçaram durante a semana, mas levantei bem disposta e saí sozinha, o Vi ficou dando um jeitinho nas coisas em casa. Fui bater perna, ver vitrine, fui ao VP e à manicure. Estou economizando $ p/ a viagem, pq quero passear muito, fazer umas comprinhas por onde andarei, sabem como é. Mas hoje não resisti a um macacão verde que estava em oferta numa loja em Copacabana e depois a uma sapatilha preta que há tempos eu estava querendo. Não há mulher que não melhore o astral c/uma comprinha hahaha

Hoje enfrentei D. Filizola. Queria que ela fosse gente, p/ batermos um papo, eu ia cobrar explicações. É verdade que passei por vários dias muito complicadinhos em que inchei bastante, tive retenção de líquido acentuada mesmo bebendo muita água (bebo pq gosto, não tenho dificuldade nenhuma nisto), muita tensão etc. que comprometem o funcionamento orgânico. Mas já estava me sentindo novamente normalizando, inclusive praticamente sem inchaço algum, voltando a ver meus ossinhos dos pés e da clavícula, a roupa caindo super bem, ouvindo elogios. Hoje mesmo uma vizinha me parou p/ dizer que eu continuava emagrecendo e eu disse a ela que não, que agora estou é mantendo. Ontem mesmo notei umas entradinhas mais acentuadas no abdômen, o Vicente acha que eu estou é dando uma “acinturada” a mais.  Ontem estreei p/ dormir um pijaminha de seda super lindo que ganhei há tempos e ainda não tinha usado pq ele ainda ficava muito justo. Há menos de 1 mês tentei vestir e ainda não dava direito, se insistisse iria esgarçar. Ontem usei e ficou legal, uma gracinha. Então, como explicar o que houve hoje?

Sabia que ainda não ia estar de volta à meta, mas estaria bem próxima dela, até pelo que testei semana passada. E não é que a balança me mostrou um peso absolutamente alto, me distanciando ainda mais da meta? Não entendi nada! Eu teria que estar comendo o triplo por dia p/ ter engordado tanto em pouco tempo como ela apontou. E onde este peso foi parar que não aparece em canto algum? Ok, vou menstruar nas próximas horas, ainda assim houve um certo exagero e se ela falasse, eu ia arrancar as explicações.

Vou ser muito franca: não gostei nada. Mas, uma coisa é certa: entrar em parafuso não me ajudará em nada. E sinceramente, depois dos últimos dias, não estou nem um pouco a fim de ser eu mesma a responsável por encher o meu próprio saco. Vou deixar a menstruação chegar e ir embora, neste tempo já estarei me livrando de parte de toda a ansiedade, tensão, expectativa negativa, cansaço físico e mental etc. que me esgotaram nos últimos tempos e terei um cenário mais ‘limpo’ p/ nova avaliação do peso. Claro que até lá continuarei atenta, fazendo o meu melhor e avaliando onde ainda posso melhorar muito, já disse que não sou santinha. E vamos ver.
 Eu não percorri a estrada toda de olhos fechados, muito pelo contrário. Então, sei direitinho o que e como fazer. Farei minha parte, se precisar de ajuda vou buscar.

Outro dia, alongando na caminhada

Neste feriadão tenho muitos planos que envolvem descansar, passear e curtir muito meu maridão que tem sido de uma paciência e generosidade absurdas de tão grandes, é mesmo um anjo em minha vida, meu filhão amado e meu cachorrinho que está aqui, todo feliz, no meu pé. Mesmo de férias, estarei por aqui, não vou ‘sumir geral’ não. Quando for viajar é que ficarei uns dias ausente do blog, mas qdo estiver pertinho aviso.

Beijos, tenham um final de semana e feriado ‘tudo de bom’. E não se preocupem comigo, garanto que estou legal. É como digo sempre e repito: se tem onda, vamos surfar. Beijão!



 Escrito por Beth ?s 17h35
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   VAI JACAR? DEIXA PRA AMANHÃ!

Sábado passado eu e o Vi voltávamos p/ casa, vindo da casa de amigos e eu resolvi do nada perguntar se ele estava c/ fome. Não deveria estar, pois havíamos lanchado bem à tarde e a noite ainda estava no começo. Ele disse que sim, mas sem firmeza, era quase uma adesão prévia a algo que eu nem tinha proposto ainda.  Então, ainda meio incerta, falei “Estava pensando em convidar vc p/ uma jacada”.  E ele:“Fala aonde vc quer ir, a gente vai!”. Pensei mais um pouco (ainda bem) e falei: “Estava pensando no rodízio de pizzas e crepes mas, pensando bem, não estamos c/ fome, vamos comer muito sem necessidade, ainda mais que estamos economizando p/ as férias!".  Ele concordou, dizendo: "Isso! Vamos outro dia!” e viemos embora tranquilamente.

Tenho a péssima mania de retardar algumas decisões e atitudes que me desagradam, mas que muitas vezes são importantes.  O Imposto de Renda, por ex., sempre deixo p/ a última hora e depois é esta correria, sempre P da vida pq acho um absurdo trabalhar feito doida, ter mensalmente uma senhora retenção na fonte (só Deus sabe p/ onde esta $ vai) e nesta época ter que declarar e se esquecer de um trocinho qquer, ainda ter que pagar mais, me dá nojo. É uma rejeição tão grande que me faz apagar da memória e dali a poucos dias, lembrar novamente, aí travo de novo, depois lembro que não liguei p/o contador mas deixo p/ amanhã de novo e aí outros tantos dias se passam.
 E se o Vi me alerta, ainda leva um fora, pq eu odeio que me fale de coisas que não quero ouvir naquela hora, é mole? Mas no final tudo dá certo, eu declaro sempre no prazo, tudo direitinho, me livro na marra desta tarefa chata (minha declaração segue com uma energia negativa que só vendo!)

Assim foi c/ o tratamento das gengivas, que adiei tanto que quase me estrepei, hoje estou tratando direitinho e fico feliz. Assim foi há anos atrás, qdo adiava sempre minha entrada num processo de emagrecimento eficaz e adiei anos minha ida ao VP, até que fui lá e foi um grande presente que me dei. Assim foram as férias do trabalho, que há anos não tiro do jeito como deve ser, retardando por conta do ‘momento da empresa’, ‘momento da área’ ou ‘meu momento financeiro’ e tudo mais. O resultado é este desgaste físico e mental que ó faz mal a mim mesma. Felizmente, parei de adiar e faltam só 3 dias p/ eu ficar de papo pro ar.

Tem coisas que eu não deixo nem p/ daqui a 1 min. e outras que eu empurro c/ a barriga, se acho chatas. Estou adiando há 2 anos uma super-arrumação no quartinho de empregada, que está impraticável, não entra nem a Olívia Palito dentro dele, de tão atravancado. Minhas gavetas eu até dou um jeitinho vez ou outra, mas só qdo fica impossível encontrar alguma peça. Também já adiei diversas vezes decisões importantes e que me beneficiariam, mas eu as associava a dificuldade, sacrifício e acabava deixando p/ qdo estivesse mais preparada, qdo soubesse melhor o que e como fazer etc.

Com o processo aprendi a priorizar o que vale a pena e primordialmente a mim mesma, não adiando o que é bom p/ o meu bem-estar, minha saúde, minha alegria e aprendi que isto não é egoísmo. Foi uma boa coisa no meu emagrecimento, na minha vida em geral e expandir p/ outros segmentos vem sendo um exercício constante. Há coisas que não podem esperar, pois cada dia é um a menos p/ aproveitarmos o benefício daquilo que cabe a nós fazer. Mas é claro que não sou tão bonitinha assim, falho bastante. Qdo adio coisas que estão mais do que na hora de serem feitas, pago mais caro por isso, sempre. Até com coisas mais supérfluas é assim.

A gente às vezes adia tanta coisa, inclusive o que não deve, por que não adiar uma jacada? Proponho que a partir de agora a gente adote a idéia VAMOS ADIAR A JACADA. Deixa ela p/ amanhã, p/ outro dia, p/ depois do feriado, p/ mês que vem, sei lá!  Vamos economizá-la  p/ uma ocasião mais diferentona, na qual a gente já sabe que pode ser mais copmlicado segurar muito a onda! Será que é tão difícil? Acho que não, sabem por que?
Quantas vezes foi deixado p/ amanhã, p/ 2ª feira, p/ depois do feriadão, p/ o mês que vem e até p/ o ano seguinte etc. o início de uma dieta, um processo de emagrecimento, a matrícula na academia ou início de alguma ativ. física mesmo que informal? Qtas vezes foi deixada p/ outro dia a sua pesagem, esperando passar a TPM ou a menstruação, a retenção de líquidos e até mesmo o efeito de uns tropeços? Qtas vezes foi adiada a ida ou o retorno ao endocrinologista ou nutricionista, ou o VP etc.? Qtas vezes ficou pra depois alguma coisa que traria alegria, mas o receio de não dar certo, a sensação de que ia ser complicado etc. fez com que fosse adiado?

Jacar sem mais nem menos não é crime, nem pecado, mas é algo que pode e deve ser adiado, já que não nos ajuda. Começa pela sensação que já dá geralmente só de saber que está chegando perto da 'jaca'.  Depois, muitas vezes vem à mente um 
"poxa, fiz m...".  Então, por que não poderia adiar mais um pouquinho uma atitude assim? Se não vai nem doer, se é consciente, tudo bem. Mas 90% das vezes não é. Então, neste caso, por que não deixar p/ outro dia a ida àquele lugar onde ainda não nos sentimos confortáveis, pelo menos hoje, p/ comer sem exageros? Por que não deixar p/ amanhã comer o outro pãozinho só pq o 1º estava tão bom? Por que não deixar p/ outro dia este sorvete já que hoje já teve um docinho de sobremesa ou uma batatinha frita no lanche e não há necessidade de tudo na mesma ocasião? Por que não deixar p/ outra semana, mês etc. p/ fazer aquela receita que não é proibida, mas que pode ser substituída por outra igualmente deliciosa e bem menos calórica, afinal temos objetivos e nós é que temos que conquistá-los, eles não vêm a nós sozinhos?

Estamos na mesma estrada, não importa em que trecho cada um se encontra. O fato de eu já estar lá após a linha de chegada, pulando linha fora, linha dentro não me faz diferente de ninguém, se eu vacilar é linha dentro, dentro e dentro de novo...rs  Voltando à linha do post anterior, a gente não perde nada qdo adia um atitude que irá nos colocar em desvantagem diante do que nós mesmos traçamos como nossas metas. Então, esta postergação vale a pena. Hoje mesmo eu podia ter postergado um deslizezinho bobo, mas desnecessário. Não deixei pra amanhã. Que pena!

O que não vale é a gente postergar a nossa própria alegria com mais um progresso, com mais um pouquinho de peso eliminado, com mais uma roupinha larga, com mais uma roupa nova manequim menor, com mais um elogio, com mais uma satisfação ao se olhar no espelho, com a constatação de que nossa saúde está cada dia melhor, mais fora de risco, com mais mobilidade, mais facilidades no dia-a-dia. Retardar isto é dizer um “deixa pra depois” a nós mesmos e garantir p/ hoje mesmo a frustração, a chateação, a sensação de ‘poxa, falhei de novo’. Nada disto, ok?
Então, vamos batalhar p/ adiar as jacadas? Eu vou. Quem me acompanha? 
Beijocas!



 Escrito por Beth ?s 21h01
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   23 DE ABRIL DE 2007 - SALVE JORGE!

Desejo que o final de semana de todos tenha sido ótimo. O meu foi muito gostoso e tranquilo e p/completar, nesta 2a feira é feriado no RJ (dia de S. Jorge, por quem tenho grande devoção).  Como se não bastasse, a semana que começa é a última antes das minhas abençoadas e esperadas férias.  Que delícia! Os preparativos não saem da cabeça, vou anotando em papeizinhos tudo que vou 'lembrando que preciso lembrar' haha Os papeizinhos somem, pois anoto só p/ dar vazão à ansiedade, eu sinto como se estivesse avançando muito só por estar pensando no que preciso providenciar. Falta 'apenas' providenciar de verdade né? Haha O mais importante está feito: contrato assinado com a agência de viagens, reservas confirmadas, cheques pré-datados entregues e o valor do sinal, isto é, a pancada-mor na conta bancária, já foi debitado e 'nem doeu', pois é um gasto com algo que desejamos e merecemos muito.

Estava de papo sobre isto c/ o Vi na praia outro dia, qdo lembrei que talvez precisássemos comprar uma mala nova, de bom tamanho. Ele perguntou: '- Será que precisa mesmo?' Fiquei pensativa. Tenho uma mala boa de rodinha, mas é pequena, uso nas viagens a trabalho qdo vou ficar 2 ou 3 dias fora. Então, se comprasse uma do mesmo tipo, porém grande, seria bom p/ colocarmos as roupas dos dois sem gerar peso, sem carregar muito bagulho. E o marido perguntou, de um jeito que eu, estressadinha do jeito que ando, já não gostei: “-Mas você pretende levar o que?”

Pronto, foi o que bastou. Já me senti invadida, que negócio é este de ter que falar p/ ele o que vou colocar na MINHA mala? Haha Eu sou mesmo ridícula às vezes, fala sério! Na mesma hora respondi com firmeza, tentando não ser muito grossa: 'É melhor cada um levar mesmo a sua própria mala, pois mesmo não pretendendo levar coisa demais, não quero e não vou me privar de colocar lá dentro o que eu cismar que posso precisar e aí você acabará tendo que tirar algo seu, não quero nheco-nheco não. Leva uma do tamanho que quiser, com o que resolver botar dentro e eu levo a minha com o que eu quiser, ponto final'.

Ele concordou e eu fiquei quietinha pensando em tudo e admito que tive vontade de rir de mim mesma, aliás, do meu grau de irritação por coisa tão banal. É o stress. Mas lembrei tb das palavras sábias da querida Jana “Carmem” no último encontro, alertando que não podemos nos agarrar ao stress, senão ele só aumenta, vira argumento p/ tudo que fazemos ou não fazemos. Tb acho isso. Sempre digo que a gente não tem que se apropriar de nada que não presta. Se a coisa existe, a gente tem é que aprender a lidar, administrar, vencer. 
 Mas voltei a pensar na mala e nas roupas e comecei a sentir um bem estar enorme. É que me toquei que desta vez, eu vou conseguir levar na mesma mala, p/ 10 dias de viagem, muito mais peças do que levaria há 3,5 anos atrás. As peças diminuíram muito! Minhas roupas não são mais tão grandes e pesadas e agora eu vou poder levar alguns shorts, vestidinhos leves, as blusinhas cabem enroladinhas em qquer cantinho, até os macacões são leves e fáceis de ajeitar, a própria calça jeans já não é aquele mundão de pano, as peças íntimas são mínimas, já que o que há de maior são os modeladores e é óbvio que não levarei e o detalhe principal: desta vez vou levar vários biquinis, o que é isto minha gente????? Isto é evolução, isto é prêmio por ter passado a me cuidar melhor, por ter me livrado da obesidade mórbida, das dificuldades que ela gerava e algumas eu nem achava que existiam, pois era tudo tão incorporado à minha vida que para mim, aquilo era o normal.

Há 10 anos atrás, qdo fui a Porto Seguro c/ o Vi, levei 2 maiôs, sendo que um deles estava tão feio que nem usei. E mesmo as camisetinhas e bermudinhas que levei eram bem maiores, os próprios tecidos acabavam sendo tb mais pesados. Bom, pode ser que eu até precise de mala maior, mas não por conta do tamanho e peso das roupas, mas pq hoje em dia eu tenho tantas peças (pq compro tudo bem mais baratinho), que na dúvida sobre o que levarei, é possível que eu carregue mais do que preciso. Normal né? Haha

Foi ótimo lembrar disto, aí puxei o assunto de novo com ele na praia, feliz da vida, pensamos em como nós dois hoje usamos coisas menores, mais simples (ele também, pois desde que iniciei meu processo o Vi já emagreceu 20 kg, depois deu uma bobeadinha, deve ter subido um pouquinho, mas agora já reduziu de novo 3 kg. Nisto, passou um ambulante vendendo vestidinhos muito lindos e algumas batas tb maravilhosas. E eu pensei: além do mais, eu desta vez poderei comprar lá algumas coisas para mim, caso encontre algo legalzinho e a bom preço, pois antes eu não encontrava nada no meu tamanho, só mesmo aquelas camisetas típicas p/ turistas que, por sinal, eu adoro, mas antes era por falta de opção, não apenas por gosto.

Estava também projetando uma outra coisa muito legal que vai acontecer nesta viagem, de diferente de antes. Em Porto Seguro (1997), fiz todos os passeios numa boa, inclusive um trajeto da escuna até a praia, que a maior parte das pessoas fez numa balsa, eu fiz a nado com o Vicente, até me machuquei ao bater num coral, inflamando a perna. Mesmo obesa, viram só? Mas os passeios a pé eu fazia, sendo que geralmente ficava mais p/ trás que o resto do pessoal da excursão, a maioria era bem jovem. Não perdi nada, mas era bem pesadinha e andava mais lentamente, acho que na época não me toquei disto e agora, relembrando, vem tudo bem claro à mente.

Mas lembrei tb que em dez/1999, qdo oficializamos nossa união no casamento civil, fomos passar 4 dias em Serra Negra, em lua-de-mel oficial...rs Eu estava muito cansada, tb, pois na época minha rotina era estafante física e mentalmente, morava em Piracicaba (terra do Vi) e trabalhava em SP capital e fazia o percurso de ida e volta diariamente, quem conhece sabe que é longe. E como estava em torno dos 140kg, é claro que isto agravou minha falta total de disposição p/ fazermos alguns passeios a pé. Lembnro que deixei de conhecer alguns pontos pq precisaria subir ladeiras (nem tão íngremes pelo que me lembro). Hoje eu não abriria mão, de jeito nenhum, de fazer os tais passeios, na época fui taxativa: Nem pensar em subir isto aí. 

Ai, como valeu a pena dar esta virada na minha vida, como eu fui abençoada ao me determinar e seguir em frente! Agora, isto me ajudou ainda mais a me ajustar e reforçar meu compromisso comigo mesma neste trabalho p/ retornar à meta, estou tão comportada e tão feliz por estar que dá até gosto! E resultado também, claro! Sirva de mais estímulo para mim mesma e, naturalmente, para todos que estão na estrada. Boa semana tá? Caprichem.

 Eu andarei vestido com as roupas e com as armas de São Jorge, para que meus inimigos, tendo pés, não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam e nem em pensamentos eles possam me fazer mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrarão sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentarão sem o meu corpo amarrar. Salve, Jorge!



 Escrito por Beth ?s 23h02
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   MUDAR DEVAGARINHO, MAS PARA VALER!

Separei alguns itens sobre este processo e crenças erradas que muita gente tem, p/ comentar:
1) A sensação de perda, achando que vai sentir fome e se privar de tudo que gosta pq o que é bom engorda e que vai ter que comer só coisas sem graça etc. Hoje uma vizinha me falou que leu a frase: "Bota na boca, se for gostoso cospe pq engorda!" rs É engano. Não só as gorduras, frituras, massas e doces são gostosos. Tudo tem sabor e a gente pode acentuar, se for criativo no preparo e se provar as coisas com vontade de gostar. E ninguém precisa deixar de comer estas coisas p/ sempre, é só saber que são p/ consumo eventual e não todo dia, toda hora. Eu não deixei de comer nada, rigorosamente nada;
2) Medo de perder a liberdade, ficar preso a determinados alimentos: Se fizer reeducação, a liberdade até aumenta, pq a gente acaba se conscientizando de que é preciso consumir mais legumes, frutas, verduras, proteínas etc. e abre o leque de opções, fica com mais coisas p/ escolher. No meu caso, eu enriqueci de tal forma meu cardápio que chego a ficar na dúvida, de tantas alternativas legais;

3) Achar que vai gastar muito mais nas compras pq os alimentos diet/light são mais caros: em reeducação não se precisa comer só alimentos especiais. Ela visa justamente nos ensinar a comer de tudo, mas nas porções e combinações mais adequadas. Nem sempre um produto light é tão mais vantajoso que o normal, mas o preço é bem maior. Eu faço a avaliação, algumas coisas consumo light ou diet, outras não. E mais: legumes, verduras, frutas etc. são os mesmos p/ quem está ou não em reeducação.
E há sempre itens na safra, ou seja, a preços bem baixos.

4) Há quem ache que fica 'mais fraco' qdo começa uma dieta, inclusive há quem logo no início já se sinta esquisito, fique gripado e já associa ao processo. Aí aproveita p/ comer muito, botar tudo a perder. Quem faz dietas malucas, certamente vai sentir um monte de coisas ruins e poderá ficar doente. Quem faz reeducação come até mais do que antes, só que come melhor, come c/ regularidade, come c/diversidade e equilíbrio e isto não traz doença, só traz uma saúde melhor. A minha melhorou tremendamente, a pele e os cabelos, tudo ficou mais bonito e forte;
5) Alguns começam o processo e não vêem a hora de acabar, p/poder voltar a comer 'normalmente'. Quem faz reeducação, aprende o que é 'comer normalmente', adquire hábitos p/ toda a vida, não se priva de nada, apenas se aprimora, aquilo que antes era o normal passa a ser o eventual, naturalmente. É erro achar que ao chegar no peso desejado, o corpo vai entender que aquela é a sua forma física p/ sempre e por isso pode enfiar comida boca adentro sem regra, sem critérios, sem qualidade etc. achando que ele continuará nos trinques. Não fica mesmo, ou a gente se cuida sempre, ou dança. Eu achei que estava esperteleca de tudo e na primeira bobeada, saí da meta;
6)Muita gente se desencanta consigo mesmo logo que dá a 1ª vacilada, pensando: ‘Poxa, eu achei que estava diferente mas não, eu sou a mesma pessoa fraca, sem força de vontade, sem determinação de antes, então isto não vai dar certo, vou largar tudo.’   Caramba, como pode querer se transformar tão rapidamente assim? Em que segmento da vida da gente isto acontece? Nenhum, que eu conheça. 
Eu terminei minha caminhada, cheguei à meta, vacilei, aumentei um pouquinho, estou batalhando p/ voltar a ela. Sem me sentir um cocô, pois não sou, ué! Me digam: eu deveria, então, me decepcionar comigo mesma, me achar uma sem-vergonha e acreditar que vou botar tudo a perder e confirmar as estatísticas que mostram que só um determinado % de pessoas que emagrece consegue manter o peso? Não. Vou fazer parte das estatísticas sim, mas ficando no % de quem consegue, podem crer.

7) Positividade sim, ilusão não! Tem gente que acha que com a reeducação vai mudar totalmente o paladar. Até muda, aperfeiçoa, expande. Mas geralmente a gente não passa a ter nojo de fritura, gordura, doce, massa etc. Uma coisa é saber que vai valorizar muito mais outros alimentos mais saudáveis, descobrir o sabor deles etc. Outra coisa é se frustrar qdo ver que está a finzão de comer aquele salgado frito super calórico, aquela torta com 2 dedos de cobertura e recheio escorrendo pelo prato, aquela batata frita etc.
Eu continuei gostando, só que não como todo dia. Até há alguns cheiros de fritura que me enjoam, mas não vou ser hipócrita, há outros que me atiçam sim e eu, conforme o dia e a circunstância (e o meu grau de sem-vergonhice também no momento), como.

Tudo acontece aos poucos, mesmo. Quem aí aprendeu a falar e já de cara soltou uma frase inteira, certinha, conjugando corretamente os verbos, caprichando nas concordâncias etc? Quem aí começou a andar e já saiu correndo, sem tropeçar nem cair? Quem aí foi se alfabetizar e na 1a aula fez uma redação impecável?E por que achar que tudo tem que ser 100% desde o começo e até mesmo o tempo todo?

O processo é tão gradual que a gente muda sem notar que está mudando. No começo presta muita atenção p/ não errar demais e lembrar de coisas importantes, depois começa a notar que naturalmente erra menos e as coisas que antes precisavam de esforço p/ serem lembradas já acontecem tb naturalmente. Há falhas, claro, mas não é o tempo todo. Mas se a gente começar a abrir espaço p/ as falhas de forma seguida, aí começa a ser o tempo todo, é o retorno tb gradativo (porém mais rápido) ao oba-oba de antes. E eu garanto, também: jacar começa a incomodar a gente, não é mais tão gostoso como parecia ser antes.

Nossa cabeça muda, a gente já tem conhecimento de muitas coisas e já aprendeu tanto, que começa a incomodar sair muito do esquema bacana. Já não dá tanto prazer assim cometer as jacadas de antes, já não é tão natural o mal-estar digestivo que antes já fazia parte da gente, algo crônico com o que a gente se habituava como se fizesse parte de nós. Não faz. Nenhum mal-estar e desconforto é parte integrante do nosso ser. Muitas coisas que eu sentia antes, rotineiramente, não sinto mais ou só sinto vez ou outra, por alguma circunstância especial.  A sensação de empanzinamento constante, os gases, aquele nó na altura do esôfago, a azia etc. a que eu era habituada, não me pertencem mais desde que eu mudei meu jeito normal de comer. Mas foi pouco a pouco e continua sendo.

É isso, gente. Estou numa semana 'média' em termos gerais, mas na alimentação estou bem legal. Não estou caminhando por causa de problema no pé e isto me chateia, sinto falta. No resto, vou levando, há probleminhas cutucando, estou tentando administrá-los melhor e só não estou hiper estressada porque apertei (e deixei pressionada) a tecla do F...-se. Ela é mesmo ótima...rs Beijos.

Momento Light do 24º Encontro, sábado passado. A gente ouve, a gente fala, a gente chora e ri.
A gente compartilha e sai renovada.



 Escrito por Beth ?s 19h21
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   SEM ESSA!!!

Vou lhes contar: Na 6a feira passada acordei de ‘ovo virado’, nem o sol lá fora me animou, como costuma acontecer. Eu parecia aquela hiena do desenho animado, bem reclamona, que diz o tempo todo 'Oh Céus! Oh Vida!'.  A vontade era de não sair da cama, mas não tinha jeito, né? Cansada pra burro, cheia de preguiça e sono, desanimada só de pensar que chegaria no trabalho e enfrentaria um monte de coisas que não estão legais, ihhhh já fiquei de bico logo cedo.

Fiquei sentada na cama olhando p/ dentro do armário, sem inspiração p/ escolher uma roupa. Torcia o nariz p/ tudo, até p/ peças que ainda não tinha estreado, são tão bonitinhas, mas eu estava pelo avesso, chata pra dedéu! Levantei, tomei banho e pensei que, se pudesse, ia trabalhar bem mulambenta, só p/ ficar coerente c/ o meu ânimo p/ ir à empresa naquele dia. Mas, felizmente, no banho fui me revigorando e pensei: ‘Já estou toda molenga, de mau humor, saco cheio de tudo e vou piorar as coisas? Que nada!'

Voltei p/ o quarto e comecei a tirar roupas do armário, provei uma e outra, claro que tudo eu achava ruim, afinal estava num mau humor danado. Aí lembrei que à noite iria encontrar alguns amigos e já deu vontade de aparecer caprichadinha p/ eles que não tinham nada a ver com a minha chateação.  Acabei fazendo uma boa escolha, estreei uma blusinha, combinei legalzinho c/ outras peças, botei um sapato de salto, me enfeitei c/ um cordão vistoso e uma brinco de argola, passei maquiagem leve mas que realçava meu rosto, me perfumei e saí de casa muito bonitinha, modéstia à parte. Com direito a elogios do maridão, que me levou até a porta repetindo: Está bonita a minha mulherzinha hem!
   Ainda estava amuada, ainda sorria meio sem vontade, mas já tinha melhorado, ainda bem! É que ainda em casa, à medida que me arrumava e ia vendo minha transformação no espelho, já me sentia mais pra cima. Era eu investindo na minha melhora, pelo menos por fora. Já que não vinha de dentro naquele momento, fui fazendo o movimento inverso p/ provocar a mudança no estado de ânimo, ué!  Deu certo. Durante todo o dia, por onde eu passava, se houvesse espelho ou vidro espelhado, dava uma olhadinha e aprovava meu visual. E ia me sentindo mais leve, mais animadinha, mais feliz.

Qdo a gente se olha e gosta do que vê, mesmo estando meio down, já começa a sentir a melhora, é um Up daqui, outro Up dali, daqui a pouco a gente já vira o jogo. Qdo vi, estava sorrindo p/ mim mesma diante do espelho no banheiro na empresa. E como ainda por cima era 6a feira, dia abençoado que eu adoro, acabei mandando as chateações p/ PQP. À noite fui com o Vi encontrar amigos queridos e ri bastante, conversei, foi tão agradável que cheguei em casa ótima. O dia que começou cinza p/ mim, acabou azul estrelado, que coisa boa!

Será que se eu tivesse saído de casa mulambenta, teria sido tudo assim, como foi? Acho que não. Por experiência própria, nas vezes em que eu me deixei levar pelo estado de ânimo ruim e saí de casa totalmente largada ou me arrumei de má vontade, sem atentar p/ alguns detalhes muito simples, eu me olharia por onde passasse e detestaria cada vez mais minha própria imagem, ficaria c/ raiva de mim por ter sido tão descuidada, evitaria até me olhar direito qdo fosse ao banheiro p/ evitar ficar ainda mais descontente. E a menos que acontecesse algo muito bacana que transformasse meu interior, mexesse positivamente c/ minha emoção a ponto de eu ignorar o resto, eu ia ficar muito mais aborrecida. Sei disto porque já meaconteceu muitas vezes e lembro como foi ruim.

Não é legal entrar numa de “ESTOU MAL, ENTÃO QUALQUER COISA SERVE”. Não serve não! Só pq a gente não acordou saltitante, seja porque for, vamos deixar tudo de lado? Vamos sair de casa parecendo uns sei-lá-o-que? Nada de ajeitar o cabelo, nada de dar um coloridinho na cara, nada de usar uma roupinha que melhore nossa aparência e disfarce o nosso baixo astral a princípio e até o melhore, realmente, depois? Precisamos mesmo sair de casa com um cartaz na testa dizendo “sim, estou um lixo, é que eu me sinto assim hoje e daí?” e depois, a cada vez que nos olharmos em um espelho ou vidro vamos ter vontade de entrar num bueiro e ficar lá escondidinhos até o mundo dormir p/ podermos sair de novo? Ah não!
Qdo fiz isto, mais de uma vez, sempre me arrependi. E não fiz por gosto, fiz por descuido. Pelo menos, acho que foi. Não, pensando bem, houve épocas em que fiz quase como se fosse p/ agredir o mundo por eu estar triste, talvez p/ esfregar aquela aparência de “você está acabando comigo na cara de quem me entristecia , talvez p/ que eu mesma me olhasse e sentisse pena de mim por estar tão abandonada, ah não, gente, isto não vale a pena, garanto. Hoje tomo mais cuidado, claro que posso errar, mas procuro evitar esta bobagem. Eu mereço me olhar e ter motivos p/ apreciar o que vejo, por mais que haja problema, insatisfação ou o que for.

No processo de emagrecimento tb acontece muito isto. Tenho visto muita gente que, por estar desgostosa c/ algumas coisas em sua vida e/ou com sua forma física ou seu processo de emagrecimento, vai deixando de investir na sua aparência. Fica esperando que tudo melhore, que o ânimo reacenda, que o peso reduza p/ então sentir gosto em se arrumar. Aqui, uma ressalva: se arrumar não significa só usar coisas novas, exuberantes, não é isso. Pode ser isso, mas pode tb ser usar algo bem simples, mas que combine, que você goste e sinta-se bem, que deixe sua aparência pra cima. Qualquer “tchanzinho” pode ser a diferença. Porque qto mais você se largar, mais vai se olhar e achar-se um lixo e mais vai tratar-se como lixo. E depois vai achar ruim se alguém olhar p/ vc e tratá-lo como se fosse um lixo né? Hummm...

Claro que é de dentro p/ fora que as transformações de todo tipo devem acontecer. Mas e se elas demoram, a gente fica mulambenta qto tempo? Que tal ajudar um pouquinho? Um batom bonito, um jeito no cabelo, uma roupinha que por mais simples que seja combine melhor c/ aquela outra peça, um brinco vistoso justamente p/ dar realce a um rosto que está expressando um ânimo ruim, nos homens uma camisa que lhes realce mais, um perfume gostoso, né?

E a postura? Uma postura ereta e não aqueles ombros pra baixo, aquele ar de derrota que só faz a gente se sentir pior. Fica a dica. Seja como for, esteja você chateado ou feliz, progredindo muito ou pouquíssimo no seu processo de emagrecimento e tudo mais, tente não refletir isto na sua forma de se arrumar. Procure sempre ser o seu agente de melhora e não de piora. Pra baixo, já tem quem tente nos colocar, não precisa ser você mais um. Combinado? Eu vou tentando! Beijoca.

Mais uma foto linda do grupo, no encontro de sábado passado.
"Roubei" da Claudinha Vargas!



 Escrito por Beth ?s 23h11
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BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Livros, Praia, Dançar, Curtir a vida
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EU ERA ASSIM  

ESTOU ASSIM Meu nome ? Elizabeth, sou conhecida como Beth
Analista de Sistemas, especialista em Metodologia, Processos e Qualidade em TI, Ger?ncia de Projetos,An?lise de Neg?cios, Auditora ISO, sou leonina do dia 10/08, carioca da gema, moro na minha na cidade maravilhosa (RJ), adoro fazer amizades, sonhar, ler, escrever, sou casada c/ Vicente - meu grande amor, m?e do Alexandre, um filh?o maravilhoso, que ? universit?rio e "boadastra" da Mimi, minha enteadinha adolescente linda a quem chamo aqui de filhotinha.

Meu e-mail: beth.ebprs@gmail.com
Meu MSN: ebprs@hotmail.com



Objetivo deste Blog: Compartilhar meu processo de reeducação alimentar e mudança de hábitos que resultou no meu emagrecimento, me tirou da obesidade mórbida e me ensinou e ensina tanto!



Meu processo: Fui beb? 'cheinho',crian?a de peso normal, na adolesc?ncia tinha ?timo corpo. No in?cio da fase adulta comecei a engordar c/facilidade em fun??o de uma mudan?a p/ pior dos h?bitos alimentares e tb devido a dificuldade que tive em enfrentar alguns problemas pessoais, decep??es e m?goas que se transformaram em Kg a mais (eu as COMI). Durante anos optei por m?todos indevidos, tomei rem?dios, f?rmulas, inje??es, fiz dietas mirabolantes e isto tudo me ajudou a virar uma sanfona que cada vez abria mais e fechava menos. Cheguei ao auge da obesidade c/ 140 kg e dei o basta. Primeiro, fiz um pequeno controle que me ajudou a emagrecer quase 5 kg. Depois, entrei para o Vigilantes do Peso, onde emagreci 53kg c/equil?brio, seguran?a e muita alegria. Aprendi muito, o caminho foi t?o importante quanto os resultados. Eliminei 53 kg com o método do Vigilantes do Peso e atividade física. Aumentei depois alguns kg e agora prossigo, para reconquistar a minha meta e mantê-la para sempre.

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