Conquista

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Ando querendo postar mais seguidamente, até mesmo todos os dias, mas não tem dado. Tempo curto e tb os micros de casa estavam desconectados por causa da pintura e estou usando o notebook do maridão, só que o problema é achar um lugar em casa onde possa sentar e escrever com calma.

Hoje tive mais uma entrevista de trabalho, muito boa por sinal. Caprichei na escolha da roupa, estreei uma blusa nova que ficou tão boa em mim, meu corpo ficou tão modeladinho que eu curti muito ao ver minha imagem no espelho do elevador do meu prédio (em casa o espelho maior tb está embalado p/ não quebrar com esta bagunça toda aqui). Hoje fiquei muito convencida. Estava aguardando o chamado da entrevistadora e encontrei 2 ex-colegas da minha antiga empresa, que agora trabalham nesta onde estou em proc. de seleção. Foi ótimo revê-los, conversamos bastante. Um deles não me via há 3 anos, só tínhamos contato por e-mail. Depois dos abraços e beijos me olhou de um jeito muito especial e falou, entusiasmado: "Beeeetthhhh o que que é isso? Vc está bonitona hem? Nossa, está mais... mais... (e gesticulava, buscando as palavras...) mais jovem, mais bacana, mais pra cima ainda, nossa...! Bethhhhhh vc está show de bola!!!! Show de bola!!!"  Eu abri um sorrisão daqueles, não me contive. Ele estava sendo sincero, estava surpreso, até comovido. No passado, qdo eu pesava 140 kg, participamos de diversas reuniões, alguns treinamentos e projetos juntos, é uma pessoa muito legal. Eu adorei, quem não gosta de ouvir um elogio destes?

Durante a entrevista, me foi pedido em certo momento que falasse de algum projeto pessoal, alguma mudança significativa que eu tenha promovido por iniciativa própria, algo que tenha dependido de mim, da minha vontade e não imposto por alguém, alguma circunstância ou algo assim. Naturalmente, este processo de reeducação e tudo que envolveu/envolve, foi o que eu expus. Já promovi muitas mudanças importantes na vida, mas esta é muito especial, por tudo que representa, pela forma como aconteceu, pela época da minha vida em que eu me propus a dar esta virada e tudo mais. Afinal, muita gente bem mais jovem acha que não vai mais conseguir mudar hábitos, forma de pensar etc. porque há tanto tempo faz de outro jeito, outros acham que estão velhos p/ mudar etc. e eu, estava com quase 50 anos, me decidi a dar a volta por cima e me esforcei para tentar novamente comer coisas que jamais tinha aceitado comer, e tudo mais...

Saindo da empresa dei uma volta no comércio, comprei uma blusinha (irresistível, baratíssima e fofa) e enqto andava, pensava novamente em tudo isto, avaliava meu comportamento nos últimos tempos, refletindo sobre as oscilações no comportamento, sobre onde tenho derrapado e onde tenho acertado, pensando nos elogios e em tudo que hoje está melhor para mim. E eu pensei: '"mereço isto sim, fiz por onde chegar aqui, agora tenho que ficar mais firme e fazer por onde manter isto. Posso e sei como, então é o que quero mesmo, nada pode me impedir."

E aí me vi diante de uma loja de doces deliciosos onde não saboreio nada há meses, mas que me atiça sempre que passo por ali. Tem um folhado de creme com frutas e chantilly que parece ter sido feito pelos anjos...rs Eu havia tomado um bom café da manhã e não tinha lanchado, por causa da hora da entrevista. E ao me ver ali em frente, senti aquela tentaçãozinha. Mas pensei: "eu hem, acabo de receber elogio, estou toda feliz aqui, me sentindo bonitona com esta blusa nova, acabei de comprar uma blusinha fofa, vou comer doce agora por que?  Nada disso!"  E tratei de desviar, sem nem precisar pensar 2 vezes. E nem doeu haha

Fiquei feliz c/ minha atitude, que não é novidade, há cerca de 4 anos eu já fiz isto mil vezes, mas tb deixei de fazer outras tantas e velhos hábitos são assim, eles procuram voltar, tentam atiçar para que a gente os retome no dia-a-dia e não só eventualmente, como deve ser com hábitos ruins. Comer na rua, fora de hora, cedendo facilmente ao chamado de cada salgadinho, pizza, pãozinho de queijo, pastel etc. e alguns doces (quase sempre depois dos salgados) era um hábito mais do que enraizado, eu chegava a sair de uma lanchonete no passado e, menos de 1 hora depois, estar em outra pegando alguma coisa. Sem fome, só pelo hábito.

Costumo dizer brincando que há locais no centro e também na zona sul da cidade que me "chamam pelo nome", passar por eles sem me sentir quase que obrigada a entrar e comer algo é para mim uma grande vitória, eu sei como isto foi trabalhado, como ainda hoje eu muitas vezes preciso parar e pensar antes de ceder, embora já seja muito mais simples do que já foi. E sabendo disto, fico atenta.

Posso e vou fazer lanches na rua sempre que for necessário ou mesmo desejado, mas quero que isto tenha critério, seja baseado em bom senso e não uma coisa automática como foi um dia. Por isso, ainda hoje, com tudo que já consegui neste processo, eu comemoro sim e muito as atitudes positivas como esta de hoje, em frente à lojinha de doces.  E sugiro que vocês sempre notem e anotem estas coisas quando acontecerem e vibrem, não desmereçam qualquer coisa positiva que façam, por mais óbvia, necessária, simples que seja. É mudança, representa progresso, então é p/ ser registrada, vivida c/ intensidade e a sensação boa deve ficar impregnada, p/ a gente lembrar dela na próxima vez que tiver que parar e pensar se faz ou não faz algo, se come ou não come mais um pedacinho ou algo assim.
Uma das coisas que me ajudou muito no processo de emagrecimento foi guardar mentalmente o sabor delicioso de cada vitória, fosse um pouco mais de peso eliminado, fosse uma roupa mais larga, um elogio, uma peça nova no manequim menor, qualquer coisa que representasse evolução. E assim, aquele gostinho ficava tão fortemente guardado que eu queria mais, queria sentir novamente. É como o sabor de uma comida que gostamos muito. Comemos com prazer e mesmo dias, meses etc. depois, quando falamos daquela comida parece que o gosto volta à nossa boca não é?

Mas o sabor de vencer uma etapa, progredir no processo, emagrecer um pouquinho que seja, se sentir mais bonita, mais sensual, mais bacana é muito melhor. Ele sim tem que ser guardado e usado como mais um motivo p/ a gente se segurar. E mais: o gosto da comida pode ficar guardado, mas na verdade ele some pouco depois que engolimos, só fica depois na mente. Mas o gosto de um manequim menor, de um corpo mais harmonioso, de tudo que melhora na vida da gente com a eliminação do excesso de peso fica. A gente repete, repete e repete, sem cansar e sem engordar. Vale mais a pena.

A grande falha da semana foi não ter sido firme p/ valer diante da cantada do filho p/ irmos ao rodízio de pizza na 3a feira. Dispensável, fora de hora, fora de escopo. Mas acabei cedendo. Ele e o Vi comeram muito. Eu não me excedi tanto, mas é claro que não tinha nada a ver naquele dia, fui sem vontade e podia até ter ficado só acompanhando-os, pois nem fome havia. Acabei comendo e na minha opinião assim não tem graça nem sentido, mas está feito, assumo.

A balança está embalada e guardada bem protegida c/ outras coisas frágeis dentro de um armário que está inacessível, p/não quebrarem neste arrasta-arrasta, pinta-limpa e tudo mais aqui. E ela é toda de vidro. Por isso, não pesei esta semana. Estou devendo ainda algo que me comprometi a fazer e não fiz, que foi a ida ao VP na semana passada. Mas esta semana é certo, se não for nesta 6a feira, sábado estarei lá de qualquer maneira. Beijocas, fiquem com Deus e vamos em frente!


 Escrito por Beth ?s 21h39
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   REFORMAS....

Dias agitados, mas bem produtivos e cheios de coisas boas. O final de semana foi ótimo, estivemos com amigos e nos divertimos.  Fora isto, o foco foi a nossa pequena reforma no aptº. E dá-lhe trabalho, poeira, andança atrás de uma coisa e outra. Muitos gastos, também. Mas o principal é a alegria e gratificação por estarmos evoluindo em algo que já queríamos fazer há tempos, mas não investíamos.

Agora cismamos p/ valer, fomos à luta e está valendo a pena. Não é nem 50% do que precisamos e queremos fazer, mas é suficiente p/ nos sentirmos bem contentes e, em breve, mais confortáveis e satisfeitos c/ nosso cafofo.  Eu e o Vi estamos adorando, apesar do cansaço, das minha alergia a poeira, cheiros etc. O gostoso é que ficamos imaginando o tempo todo o que  mais conseguiremos fazer, o que ficará melhor aqui e ali. Já expandimos muito o objetivo, inserimos no contexto compras de objetos e móveis que seriam p/ mais tarde, vamos aproveitando uma coisa p/ fazer a outra, é a síndrome do ‘jaque’ atacando aqui, só que de um jeito legal, que nos faz evoluir e não andar p/ trás.

A auto-estima pela nossa conduta com relação ao nosso ninho cresce. É uma coisa de dignidade aumenta, não sei explicar, mas sentir é bom. E o que dá mais leveza e até mesmo alívio, é nos vermos liberando espaço, nos livrando de coisas que atravancavam, ou que até eram úteis mas não nos atraíam mais. Vai embora, finalmente, um monte de coisas que não queríamos mais, mesmo alguns itens sendo legais, mas não tinham mais a ver conosco e com o que queremos ter.

Por motivos diversos, algumas coisas tinham que sair daqui, ou por serem demais, ou por representarem vínculos que não quero mais ter. Não entrarei em detalhes, mas há objetos que ao sairem daqui eu senti como se tivesse tirando um peso enorme de mim. E estão indo embora tb muitas tranqueiras guardadas sei lá porque. Coleções de revistas, enciclopédias antigas, livros de todo tipo sendo doados p/ instituições; cabos de vassoura (???) sem vassoura (???) que alguma(s) empregada(s) largou num canto e eu, na total falta de vontade de mexer com estas coisas, sequer sabia que lá estavam; sacos plásticos: tantos, mas tantos, que se convertessem em dinheiro eu ficava rica vendendo-os bem baratinho...rs; resto de madeira da confecção daquele armário que há séculos mamãe (que tb não mora mais aqui há anos) mandou fazer; latas de tinta seca, da última pintura (mais de 6 anos); ferros de passar enguiçados que eu jurava já terem sido jogados fora ou dados há anos; cestos de vime empoeirados e mais um sem número de bagulhos esquecidos no bendito quartinho de empregada que agora será (está sendo) totalmente esvaziado, reformado e vai virar um escritório ONDE NÃO MAIS HAVERÁ ENTULHAMENTO DE COISAS.
Não é promessa, é planejamento e compromisso.

Andei pensando em como isto se parece c/ o processo de reed. alimentar e reforma interior. Enqto eu e o Vi vamos conversando e planejando tudo, inclusive a disciplina que precisaremos ter p/ não deixar novamente a coisa degringolar, desde o acúmulo de coisas desnecessárias à mudança de hábito de pegar documentos, contas, papeizinhos etc. e largar temporariamente em algum lugar de onde ele nunca mais sai, até que um dia a gente procura feito doido ou o vento faz voar e tudo mais.

Até ficarmos com as coisas ajeitadas de verdade levará um tempinho, falta pintar metade da casa ainda e a arrumação será a parte mais complexa e demorada. É um processo que envolve determinação, força de vontade, dês-acomodação, comprometimento, paciência e perseverança. A gente tem que ter foco, senão acaba não se dedicando, não planejando direito as coisas e não cumprindo plano algum. E aí, não vê resultado ou demora mais do que precisava p/ ver. Tem que ter motivação e não pode ser um simples “quero ver a casa mais bonitinha”. Tem que saber exatamente como quer a casa, o que é possível fazer por ela com nossos recursos a curto, médio e longo prazo.

A gente tem que sonhar, imaginar cada cantinho, pesquisar p/ ver o que fica melhor ou dentro das nossas possibilidades, o que dá p/ fazer e ficar legal. E curtir cada avanço, olhar uma parede onde não há nada e ficar contente pq já esteve manchada e agora está pintada (ou será), vislumbrar como será no futuro qdo houver ali um novo quadro, um enfeite, algo assim.
 E olhar as vitrines, as revistas de decoração, nem que seja só p/ ter uma idéia de como um dia pode ficar aquele pedacinho ali, aquela quina ali, isto é gostoso e ajuda a motivar. A gente tem, inclusive, que querer manter aquilo que está pouco a pouco conquistando, é sonhar em ter um ambiente mais limpo, agradável e bonito, que nos dê satisfação e conforto, mas tem que sonhar em aprender, durante o processo, a valorizar aquilo e a se disciplinar p/ que prossiga daquele jeito.

É igualzinho ao processo de emagrecimento/manutenção através da reeducação. Pq é reeducação, só não é alimentar. É readequação do nosso hábito, é trabalhar p/ ter uma atitude mais legal, pois qdo soltamos demais acabamos deixando de fazer coisas simples que só nos beneficiam. Como na reed. alimentar.  Fazemos ensaios mentais, qdo paramos e ficamos imaginando como estará cada coisa daqui a algumas semanas, qdo chegarem os itens que compramos, qdo tivermos evoluído um pouco mais e planejamos mais evolução. À medida que conseguimos algo mais, comemoramos e vemos que com dedicação e firmeza, conseguimos. Igualzinho à reeducação!

Qdo sonhamos c/ a próxima pesagem, projetamos nossa imagem naquele jeans menorzinho, naquele vestido mais sensual etc., não é assim também? E a cada hábito pelo menos já mais facilmente contornado, vamos nos sentindo mais poderosos e mais capazes de vencê-los, não é? É como na mini-reforma da casa, que requer uma reforma interior, um compromisso firmado de cada um de nós, no sentido de que podemos preservar isto. Na reed. bem feitinha nos livramos de coisas que não nos servem mais, sejam as roupas largas e nem sempre tão bonitas e que agora já não combinam conosco, seja dos hábitos que não nos trazem coisas boas, seja de mágoas, ressentimentos, traumas e complexos que justificariam nossa inércia, nossa gula etc. como fazemos na hora de dar um jeito na casa, no quartinho, na gaveta.

É uma fase interessante. Por dentro e por fora, vou me reajustando em tudo. Conciliar tudo é que é o ó do bobó. Não preciso ser tão focada numa coisa e largar a outra, podem andar juntas, me dou o % possível a cada uma, é isto que estou precisando e tentando trabalhar melhor em mim. Vai dar certo. Beijão.



 Escrito por Beth ?s 19h57
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   QUEM ACREDITA EM SI MESMO NÃO LIGA A MÍNIMA PARA A DESCRENÇA ALHEIA!

Acreditar em si mesmo é essencial. Mas caramba, tem gente que parece depender de ser acreditado pelos outros p/ achar que pode e deve acreditar em si mesmo! Se nota que ninguém ou alguém especialmente não está acreditando, entra numa de “é, não devo mesmo ser capaz”, aí não se anima, não evolui. Não é por aí, gente! Não interessa se os outros não acreditam em você. Se você acreditar verdadeiramente, vai em frente, se esforçará, dará o seu melhor possível e mesmo c/ muitos erros e acertos, tropeços e ajustes, vai chegar onde quer. Desculpem-me pela grosseria, mas tem horas que não há outro jeito de falar: Dane-se quem não acreditar em você, ok? Que morda a língua, como muita gente mordeu no meu caso. É isso.

Nunca fui de dizer “não conseguirei” p/ nada nesta vida.   Até no emagrecimento, mesmo nos tempos de inércia, sempre dizia, convicta: “Quando eu cismar e quiser de verdade, conseguirei.” Se alguém fizesse pilhéria, até mesmo uma carinha de descrença, eu tentava não deixar aquilo me impregnar. Ah, já bastavam minhas minhoquinhas na cabeça, não precisava de mais nada p/ me atrapalhar.

Eu sou insuportável, qdo quero. Se noto que alguém está tentando minar minha auto-confiança, injetar desânimo, descrença ou algo assim em mim, aí mesmo que eu capricho. Trabalho no antídoto, na minha mente e na minha alma. A pessoa tenta impregnar um “você não consegue” e eu reforço o meu escudo mental e espiritual com um “consigo sim", complementando com um "e você vai engolir sua língua, espere eu querer, e verá”.

Vejo muita gente triste pq marido, namorado, tia, mãe, irmã, cunhada ou coleguinha etc. não acredita que a pessoa vai conseguir levar seu processo adiante e emagrecer, pq 'da outra vez que tentou não conseguiu'. Aí se deixa influenciar pela descrença alheia e acaba realmente não se dedicando da melhor forma, pq começa a crer tb que não conseguirá, entrando numa de “é verdade, eu antes não consegui mesmo, vai ver que eles estão certos, eu não devo ser capaz” e aí meleca tudo, pois quem não se sente capaz não tem ânimo p/ se dedicar, é claro!

Saia dessa! Quem não acreditar em você, que vá plantar batatas! O processo é seu, o benefício é seu, você está nesta batalha por si mesmo e para si mesmo! E quem sabe o que você sente, pensa e o quanto quer realmente vencer, é você! Acredite e aja!

Muitas vezes a pessoa até quer o seu bem, só que nem sempre sabe o jeito certo de incentivar. Acha que duvidando de você, vai empurrá-lo e isto nem sempre funciona, é um método errado que pode é empurrar você p/ o poço. Não deixe não! O poço não é seu lugar. Seu lugar é no topo da montanha, que você vai escalar com muita calma, atenção, com muita responsabilidade e muito carinho por si mesmo!

ACREDITANDO na sua capacidade e munindo-se de força, de ferramentas apropriadas, de suporte emocional, de vontade renovada diariamente, de amor próprio renovado o tempo todo, de motivação também fortalecida todos os dias, porque pra todo canto que vc olhar, dentro e fora de vc, haverá um motivo a mais p/ querer esta vitória e quanto mais vc a quiser, mais batalhará por ela. Aí, pode meio mundo duvidar, que vc vai seguir em frente, de um jeito certo e pode até demorar a dar aquele resultado  maravilhoso que todo mundo nota, mas desde o 1º passinho já vai dar resultados simples, mas efetivos, que serão a base de tudo que você vai construir a cada passo.

Não faltou quem demonstrasse, das formas mais sutis às mais desagradáveis, que não acreditava que um dia eu emagreceria. Tb não faltou quem fizesse caras e bocas cada vez que eu afirmava categoricamente que se/quando eu quisesse de verdade emagreceria e, já em processo, qdo eu garantia que desta vez iria até o final.  Mas eu não falava da boca para fora e sim pq acreditava!  E quando eu quis de verdade e me senti pronta, eu fiz. E o que teve de gente mordendo a língua, alguns engolindo sem nem mastigar, só vendo!

Eu já estava na metade do meu emagrecimento, com sucesso total, e tinha quem ainda me olhasse c/desconfiança, afinal eu estava persistindo como nunca antes persistira, então certas pessoas espreitavam, na expectativa de que a qualquer momento eu ia jogar a toalha de novo, como tinha feito tantas vezes no passado. E quanto mais elas esperavam por isto, mais eu tinha vontade de seguir.  Eu não seguia só para desmentir as pessoas, meu objetivo era muito maior, meu foco era eu mesma! Mas sem dúvida, era instigante também saber que a cada passo que eu dava à frente, mais uma dentadinha na própria língua a pessoa tinha que dar. E eu não nego, pois de santinha não tenho nada, era delicioso comprovar isto, se bem que a delícia maior era eu me ver progredindo, vencendo a estrada, claro!

Qdo estava chegando à minha meta e já não havia dúvidas de que eu estava vencendo mesmo e era evidente a mudança no meu corpo, nos meus hábitos e tudo mais, ainda assim houve quem passasse da descrença de que eu iria vencer, para a aposta de “quanto tempo iria durar p/ ela jogar tudo fora”.   É que tem gente que, em vez de procurar seu próprio progresso, gasta energia e tempo espreitando e torcendo pela regressão do próximo. Uma pena, pois podia estar aproveitando melhor seu potencial p/ se aprimorar, não é?

Mas também tive quem acreditasse muito mesmo, o tempo todo, por me conhecer melhor, por me ver além da fachada, por me olhar com olhos de ver. E é claro que é muito bom estar acompanhada de pessoas que acreditam na gente, não há dúvida.

O que deve motivar nossas passadas não é o que os outros querem, o que os outros pensam ou deixam de pensar e sim ONDE E PORQUE QUEREMOS aquilo. Se acreditarmos e fizermos nossa parte, mesmo que demore,mesmo com tombos, escoriações etc., pois garanto que tb vai haver muita alegria,muito aprendizado, muita evolução em todos os sentidos.

Eu cheguei! Mas, ainda no auge das comemorações, me distraí, me enrolei aqui e ali, me perdi um pouco num momento de alto stress, me fiz de boba e fingi que alguns abusos rotineiros não me fariam mal (fazem sim) e recuperei alguns kg, que muitos não notam, mas eu sei e não nego. E já há quem pense: “Haha, imagina se ela vai conseguir de novo!”  E eu, tranquilamente, com base naquilo que sei, que quero e acreditando sempre em mim, valorizo o que tem valor e cago&ando solenemente p/ o que não tem. E digo: Vou sim, mané! E vou por mim, vou pq quero. E vai ser bom ver 'uns e outros' novamente morder sua lingüinha, desta vez com pimenta, porque vai né? haha  Devagarinho, vou evoluindo e cada dia faço um pouquinho melhor. Tem chão pela frente. "Tô" indo.

A semana foi intensa, muita agitação, várias entrevistas de trabalho (ótimas), muita coisa legal acontecendo. Não fiz tudo que planejei, mas dei o melhor possível. Está um pandemônio em casa, já começou a pintura geral e mais alguns ajustes, é o caos que vai transformar nosso cafofo, tornando-o mais aconchegante, mais bonito. Estamos doidinhos, mas felizes! Beijos e maravilhoso final de semana!
Abaixo, alguns recados!



 Escrito por Beth ?s 17h12
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Imagem para colocar nos blogs nomeados O prêmio Blog com Tomates foi criado por Brit com a finalidade de nomear blogs preocupados e comprometidos com a mudança no planeta, que lutam pelos direitos fundamentais do ser humano. Agradeço às amigas blogueiras que indicaram este cantinho, reconhecendo o empenho, o carinho, a responsabilidade que norteia tudo que trago p/ cá, visando principalmente compartilhar amor e repartir aprendizado, conquistas. Para mim, um grande incentivo. Teria muitos blogs p/ indicar, mas como são apenas 5 (cinco), minhas nomeações vão para:

 Quem foi nomeado p/ o prêmio Blog com Tomates vá no site http://blogcomtomates.blogspot.com/ , descarregue a imagem e faça suas 5 nomeações. Deve tb colocar as suas nomeações num post no Blog com omates.

Ainda vou registrar lá as indicações, ok? Daqui a pouquinho.


ALÔ PESSOAL DE S. JOSÉ DO RIO PRETO E ADJACÊNCIAS! A nossa amiga blogueira light Beta está organizando um Encontro Light em S. José R. Preto, entrem em contato com ela p/maiores detalhes! Eu recomendo! Façam encontros, mas importante: que tenham por objetivo a troca de apoio e incentivo, estreitamento de amizade, união! Aqui no RJ é assim. E é bom, agregador. Vale a pena!


 Escrito por Beth ?s 17h11
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   "NÃO SÃO AS CIRCUNSTÂNCIAS QUE CRIAM O DESCONTENTAMENTO OU A SATISFAÇÃO. SOMOS NÓS."

Recebi esta frase por e-mail e gostei muito. É comum responsabilizarmos as circunstâncias da nossa vida ao nosso estado de ânimo, aos nossos ganhos e nossas perdas. Quanta passividade! Andei pensando: de que circunstâncias preciso p/ estar contente ou aborrecida, pra cima ou desanimada, ativa ou largada num canto?

Já passei por um monte de situações muito chatas, assim como outras mais ou menos e felizmente, por diversas excelentes. Ao longo da vida, é normal termos de tudo no caminho. Como reagimos? Parei p/ pensar se todas as vezes em que me vi numa situação chata fiquei pra baixo, se todas as vezes em que tudo estava mais ou menos eu fiquei também mais ou menos e se todas as vezes em que as circunstâncias eram super favoráveis eu fiquei pulando de alegria. E vi que a resposta é Não. Não é assim que rola, pelo menos comigo. Pode ser, mas pode também não ser. Depende muito mais de mim do que das circunstâncias, esta é a verdade.
Na vida sentimental, profissional, familiar e em todos os demais segmentos, nem sempre as circunstâncias ditaram a forma como eu me senti, como eu reagi. Já fiquei muito p/ baixo em circunstâncias muito ruins, mas tb já me vi em circunstâncias péssimas (teoricamente) e na prática eu reagi super bem e isto até ajudou a entender melhor o momento e tentar transformá-lo p/ melhor. E houve época em que as circunstâncias eram super favoráveis e eu, por não estar tão bem ou tão firme nos meus propósitos, nas minhas crenças etc. não as aproveitei bem e me senti insatisfeita!

Não suporto a idéia de ser a coitadinha, que não teve como fazer diferente qdo se viu diante de uma circunstância que, teoricamente, lhe atrapalharia a caminhada. Mas sei que há circunstâncias que a gente não tem mesmo como fazer as coisas do jeito exato que gostaria, que planejou, que sonhou.  No entanto, ao menos podemos e devemos parar e pensar de que forma podemos minimizar os efeitos daquilo, se houver um jeitinho, já será menos mal. Passamos de vítimas das circunstâncias para a condição de responsáveis por um jeito POSSÍVEL de reagir.

No emagrecimento, o que mais se ouve e lê por aí é que algo foi assim ou assado por causa das circunstâncias. É comum nós (eu também, claro) as responsabilizarmos pelos nossos acertos ou erros. É um tal de “Ah, eu jaquei direto na semana passada, mas é que eu tive 2 aniversários p/ ir e um almoço especial da empresa” ou “Ah, ontem eu fiquei 8 horas sem comer nada, depois cheguei em casa e devorei 3 pãezinhos c/ mortadela e ½ litro de coca normal, pq não tinha nada mais light em casa e eu estava varada de fome”. Ou algo como “Ah, este mês não progredi nada, mas é que teve feriadão” ou “Ihhh em julho vai ser terrível, pois só na família são 4 aniversários, fora o de amigos, colegas etc.” e o famoso argumento das emoções: “comi pq estava muito triste” ou “comi p/ comemorar pq estava muito contente”.

Sempre elas, as circunstâncias, as 'poderosíssimas' que definem se vamos ou não vamos agir bem, se vamos ou não vamos segurar as pontas, se vamos ou não vamos progredir e, conseqüentemente, se vamos ou não vamos ficar satisfeitos conosco e com nossos resultados. Não precisa ser assim, não é para ser assim. A gente tem que ao menos tentar mudar esta forma de agir. Podemos ser vítimas de circunstâncias, claro, mas podemos reagir muitas vezes a elas de um jeito melhor. Há coisas que realmente ficam difíceis, há circunstâncias por demais dolorosas, complicadas, não podemos generalizar. Mas há muitas outras que se a gente tiver um pingo a mais de determinação, de boa vontade e de força de vontade, a gente vence a parada. Pelo menos, empata. Mas não perde.

Quem sabe o que vai rolar na sua vida a cada dia, exatamente? Ninguém. Não temos bola de cristal. E não podemos depender de circunstâncias ideais para tudo que fizermos.  Prefiro o sol e o calor, mas não posso deixar de sair, trabalhar, viver normalmente se estiver chovendo e fazendo frio. Apenas preciso me adequar. Sou loucamente apaixonada pelo mar, quando ele está calmo eu me delicio nas suas águas, qdo está forte e dá p/ entrar eu vou, dou uma molhadinha e saio logo, qdo está de ressaca eu assisto, sem ousar enfrentá-lo, respeito é bom e ele gosta. Mas isto me impede de apreciá-lo, de curtir minha praia, de vê-lo como é, lindo e poderoso?

Se vou a casa de amigos e eles me convidam p/ almoçar e eu aceito e, na hora H, vejo que não há nenhuma verdura/legume à mesa e todos os pratos, sem exceção, são altamente calóricos e deliciosos, me vejo diante de circunstâncias TEORICAMENTE desfavoráveis p/ minha RA e favoráveis a uma lambança das boas. Sim, pq toda circunstância é ruim p/ algo e boa p/ outra coisa. Falta a nós é fazer esta identificação e reagir do melhor jeito que der, mesmo que este jeito não seja lá grande coisa.

Então, digamos que eu coma com prazer um pouco de cada coisa que há na mesa. Mas, eu posso abrir mão de alguns itens, certo? Não preciso consumir rigorosamente tudo, posso optar. Se a farofa parece irresistível, então abro mão do arroz. Se a torta de camarão está linda e cheirosa, posso abdicar do outro tipo de carne servido. Coisas simples de fazer. A menos que eu saiba que jamais na minha vida vou ter a oportunidade ímpar de me deparar com aquela comida novamente, o fim do mundo vai ser amanhã!

Mas, quem sabe, eu resolva ser vítima da circunstância e, totalmente entregue à gula, resolva comer tudo que está ali, inclusive repetir porque está maravilhoso. Ok, posso fazer isto também, o problema é meu, depois se isto contribuir negativamente p/ meu resultado no processo, paciência! Mas o que importa, neste caso, é ter consciência de que  não foram as circunstâncias que causaram qualquer estrago e sim a maneira como eu agi diante delas. Eu tinha uma forma POSSÍVEL de me adequar, mas não a adotei. Então, não foram as circunstâncias que derrubaram meu planejamento aquele dia, fui eu.

Apropriação de responsabilidades (não é culpa). É saber que na circunstância X não dá p/ fazer o ideal, mas dá p/ fazer um ‘quase bom’ ou ‘menos ruim’. E se resolver fazer o ‘totalmente errado’ tudo bem, mas sabendo que não foi a circunstância que fez e sim a gente. O ano todo temos festas, feriados, aniversários, eventos especiais, encontros, oportunidade de ir a restaurantes, almoços de família, bem como podemos ter motivos p/ estarmos tristes ou alegres, animados ou borocoxôs, circunstâncias de todo tipo se apresentam. Mas quem muitas vezes escolhe o quanto vai ser totalmente passivo diantes delas é a gente.

O que? Você quer saber se eu sempre escolho certo? Claro que não! Estou aprendendo também. Esta frase serviu para mim também, galera. Beijos e força!



 Escrito por Beth ?s 21h45
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   VENCENDO UM DIA, OUTRO DIA... É UM DE CADA VEZ!

Não sou noveleira, nem muito ligada em televisão, mas até que tenho gostado de assistir a novela Paraíso Tropical. Comecei a ver p/ acompanhar o meu marido, que adora uma novela e acabava vendo sozinho, tadinho. Não reclamava, mas eu sei que ele preferia que eu visse junto. Até que esta novelinha está me distraindo, a gente dá risada, se encanta c/ a atuação maravilhosa do Wagner Moura e da Camila Pitanga, principalmente. Mas eu quero falar é da frase que ouvi ontem na novela, dita pelo Clemente (personagem do Reginaldo Farias) ao neto: “A vida não está vencida, mas o dia de hoje você já venceu.” Ou algo bem parecido com isto, pois não anotei.
  Esta frase é ótima. Serve p/ tudo na vida e, naturalmente, se aplica tb ao nosso processo de emagrecimento/manutenção de peso. É um dia de cada vez! Tenha sido ele um dia maravilhoso ou meia-boca, pode até ter sido um dia péssimo, mas as horas passam e ele acaba e dá a vez a outro dia, novinho em folha.
Quem
fará com que este novo dia seja tão bom, tão mais ou menos, ou tão ruinzinho como o anterior, em grande parte seremos nós. A forma como vamos planejar o dia, se vamos cumprir ou não o nosso planejamento, seja por falhas ou por circunstâncias novas, seja porque motivo for, o jeito como vamos administrar vai influenciar muito, vai definir o saldo do dia qdo ele estiver no finalzinho. E mesmo que o saldo não seja tão positivo assim, é um dia vencido e outro virá.

Isto não significa que a gente possa e deva empurrar sempre p/ o dia seguinte as decisões, as atitudes adequadas que devemos tomar, afinal sempre tem um diazinho pela frente...não é isto que estou falando. O que eu estou enfatizando é que todos os dias temos oportunidade de aprender, de fazer algo mais (ou menos), de evoluir e mesmo que a gente chegue ao fim de um dia com a sensação de que não venceu tudo que queria, podemos e devemos refletir, entendendo que não vencemos tudo, mas uma parte já foi cumprida, o dia seguinte virá p/ continuarmos a caminhada. E assim, sucessivamente.

Então, se o seu dia foi maravilhoso no que se refere ao processo e você, na hora de dormir, está com aquela sensação gostosa de quem cumpriu direitinho seu plano e fez o seu  melhor, superando as dificuldades, tendo uma confiança maior nos resultados, parabéns. Bacana, você sabe que já progrediu, já se aproximou bastante do seu objetivo ou até chegou a ele, então pode dizer que a estrada foi vencida ou está prestes a sê-lo. Ainda assim, sabe que a vida continua, que outro dia virá e que ele tb precisará ser vencido, seja p/ que você percorra o trecho que falta ou p/ que você garanta aquilo que já conquistou. Mas aquele dia, foi vencido. Outro virá.

Mas, e se o dia foi pavoroso, você sabe que não se comportou nada bem, teve problemas e acabou se consumindo mais do que gostaria, aproveitou p/ comer todas as emoções, não teve tempo de se exercitar e sente-se entupido de comida, de raiva, de culpa etc? Ou até foi um dia legal em quase tudo, mas na alimentação que você não se conteve, afinal teve aquela festa, aquele jantar, aquele happy-hour c/ a galera, enfim...você não fez tudo como queria? Aquele dia passou, outro virá!

Minha sugestão, que é o que eu PROCURO fazer é: avalie e valorize tudo, não se fixe só no que foi ruim e nos erros cometidos. Com muita honestidade, perceba que naquele dia, por mais que tenha saído da linha, alguma coisa você já fez melhor, ao menos um pouquinho, do que teria feito antes, qdo você não estava ainda se cuidando e não era atento ao que pensava, ao que sentia, ao que comia etc. Veja que só pelo fato de saber que pisou na bola e estar preocupado com isto, já mostra evolução, pois grande parte de nós, no passado, não estava nem aí pra hora do Brasil. Só íamos nos dar conta dos nossos excessos se chegássemos a passar mal ou quando a roupa não fechasse, ou algo assim. E agora, a gente sabe geralmente na horinha do abuso, o que está fazendo. Isto é evolução e tem que ser valorizada.

Claro que não adianta a gente saber e não fazer nada, mas já é um avanço e vai ajudar, se a gente usar esta consciência e esta atenção como ferramenta de auto-conhecimento e de ajustes. E mais: vamos finalmente entender que temos muito ainda que aprender e a aprimorar, mas que já estamos na estrada, mesmo que às vezes aos trancos e barrancos. E vale a pena dormir com esta certeza boa que é a de que não desistimos de nós, mesmo tendo errado muito nós estamos tentando acertar, somos capazes de chegar onde queremos e vamos continuar, dia após dia, dando nossas passadas na direção certa.
 Assim é com os resultados na balança, nas medidas, nas provas de roupas etc. Tem gente que cisma que naquela semana tem porque tem que emagrecer X kg e qdo o resultado, mesmo positivo, não é o que desejava, menospreza-o e fica frustrada. Se bobear, ainda vai comer a frustração, jogando pelo ralo aquilo que conseguiu. Ah, mas é claro! 
Se não valorizou o que conquistou, achou que é uma 'merreca', como vai querer preservar?

Aquilo a que a gente não dá valor, a gente não cuida direito. Não dói muito jogar fora algo que achamos que não é precioso, algo que não é visto como fruto merecido de uma plantação bem cuidada. Mas depois, qdo pensamos melhor (e o fruto já foi jogado fora), a gente vê que foi bobagem ter reagido daquela forma, pois era muito melhor ter segurado aquilo que já estava na mão e continuar em frente p/ conquistar o resto, do que jogar fora e agora ter que batalhar p/ novamente ter aquilo.  Mas às vezes é só assim que a gente aprende, eu sei (e como sei)!
Prefiro e procuro pensar de um jeito que me acrescenta alegria, força e este jeito é valorizar cada avanço, mesmo que ele seja muito pequenininho. Ele é uma parte vencida do meu processo, do meu dia, da minha vida. Tenho melhorado a cada dia meu comportamento, embora ainda precise de muitos ajustes significativos. Mas dou muito valor ao que já estou conseguindo exercer em matéria de controle, disciplina, atenção mesmo sabendo que estão, ainda, aquém do ideal. Mas também já estão além do que eu vinha fazendo, então isto me motiva ainda mais a continuar promovendo os acertos aqui e ali e todos os dias eu sinto que andei mais um pouquinho, mesmo que eu tenha errado bastante, ou seja, é mais um dia vencido. Mais um dia em que não fui vencida, porque eu escolhi vencer.
É por aí. Vale p/ o emagrecimento/manutenção, para o amor, para tudo. SABOREIE CADA PEDACINHO, UM DE CADA VEZ! Nova semana, vamos lá então, sempre em frente, um dia de cada vez. Beijos e força, galera!



 Escrito por Beth ?s 23h11
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BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Livros, Praia, Dançar, Curtir a vida
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EU ERA ASSIM  

ESTOU ASSIM Meu nome ? Elizabeth, sou conhecida como Beth
Analista de Sistemas, especialista em Metodologia, Processos e Qualidade em TI, Ger?ncia de Projetos,An?lise de Neg?cios, Auditora ISO, sou leonina do dia 10/08, carioca da gema, moro na minha na cidade maravilhosa (RJ), adoro fazer amizades, sonhar, ler, escrever, sou casada c/ Vicente - meu grande amor, m?e do Alexandre, um filh?o maravilhoso, que ? universit?rio e "boadastra" da Mimi, minha enteadinha adolescente linda a quem chamo aqui de filhotinha.

Meu e-mail: beth.ebprs@gmail.com
Meu MSN: ebprs@hotmail.com



Objetivo deste Blog: Compartilhar meu processo de reeducação alimentar e mudança de hábitos que resultou no meu emagrecimento, me tirou da obesidade mórbida e me ensinou e ensina tanto!



Meu processo: Fui beb? 'cheinho',crian?a de peso normal, na adolesc?ncia tinha ?timo corpo. No in?cio da fase adulta comecei a engordar c/facilidade em fun??o de uma mudan?a p/ pior dos h?bitos alimentares e tb devido a dificuldade que tive em enfrentar alguns problemas pessoais, decep??es e m?goas que se transformaram em Kg a mais (eu as COMI). Durante anos optei por m?todos indevidos, tomei rem?dios, f?rmulas, inje??es, fiz dietas mirabolantes e isto tudo me ajudou a virar uma sanfona que cada vez abria mais e fechava menos. Cheguei ao auge da obesidade c/ 140 kg e dei o basta. Primeiro, fiz um pequeno controle que me ajudou a emagrecer quase 5 kg. Depois, entrei para o Vigilantes do Peso, onde emagreci 53kg c/equil?brio, seguran?a e muita alegria. Aprendi muito, o caminho foi t?o importante quanto os resultados. Eliminei 53 kg com o método do Vigilantes do Peso e atividade física. Aumentei depois alguns kg e agora prossigo, para reconquistar a minha meta e mantê-la para sempre.

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