Conquista

UOL
   A RA É UMA FERRAMENTA, É O MEIO PARA CHEGARMOS AO OBJETIVO!

Tudo vai correndo bem. Minha alimentação está bacaninha, há diversidade, qualidade, quantidade e regularidade nas refeições. Não tenho sentido nenhuma dificuldade em me manter nos eixos. Talvez porque a vontade de ficar na linha é imensa, gosto disto, me sinto bem assim.

Também estou firme nas caminhadas, não deixei de fazer um dia sequer. Mesmo na noite retrasada, em que sei lá porque não dormi tão bem (e isto é raro, sempre durmo legal), na hora certa levantei-me e me arrumei, não fiquei de lero na cama apesar de estar com muito sono. Fui caminhar assim mesmo.

Há dias em que caminho com o Vi (a maior parte deles), algumas vezes vou sozinha, há dias em que o nosso cachorrinho vai junto e outros não, depende do percurso que faremos. Mas eu vou, de qualquer jeito. E tem sido cada dia melhor.  Ontem, que eu estava sozinha, e enquanto me alongava antes de começar a andar recebi elogios de um grupo de moradores de rua (no caso, de praia) haha Fui chamada de “ bonitona” e  “conservadona”, tá? Rs E eu agradeci, claro, toda satisfeita, o que que há, elogio é sempre bom, ainda mais assim cedinho, começar o dia com o ego massageado, quem não quer? Sinal que o tal grupo pode até não ter casa p/ morar, mas bom gosto tem hahahaha (olha a modéstia...rsss)

No mais, tudo está direitinho também. Alguns probleminhas, claro, vai um e vem outro...rs! Mas estes, só o tempo e a boa administração deles vai solucionar, então não adianta esquentar muito a cabeça e sim, botá-la p/ funcionar e agir direitinho. Há uma preocupação em especial, de novo, uma expectativa que está mexendo um pouco comigo nos últimos 2 dias, mas eu estou me esforçando p/ me manter tranqüila, evitando que a ansiedade encoste aqui, ela que é péssima companhia, não a quero não.

O que depende de mim, vou fazendo. O que não depende, está entregue a Deus (melhores mãos não há), então eu confio e aguardo.
Não, eu não sou um poço de tranqüilidade, muito pelo contrário, mas da mesma forma como a gente tem que exercitar diariamente a paciência, a perseverança, a serenidade etc. e alimentarmos nossa motivação, nossa vontade e tudo mais para ficarmos firmes na busca do que queremos, com relação à RA, isto tem que se refletir para tudo na vida.

Falando em RA, é bom lembrar que ela não é o objetivo e sim o caminho, a ferramenta! Para que? Para um estilo de vida mais saudável, para uma NORMALIDADE na forma de encarar os alimentos e o ato de comer, para uma LIBERDADE maior favorecida por esta forma melhor de pensar e agir, que nos leva a ter melhores escolhas. A RA não nos tolhe, eu vivo dizendo e hoje repetirei, porque é importante enfiarmos isto na nossa cabecinha. E quem já tem isto bem enraizado, não custa repetir, lembrar, porque de tanto carimbar fica lá, bem guardadinho. E aí a gente fica mais resistente ainda!

Então, a motivação p/ planejarmos, iniciarmos, continuarmos, persistirmos, replanejarmos, corrigirmos erros, melhorarmos, persistirmos ainda mais, termos paciência, compreensão etc. para um processo de reeducação alimentar, não é ele em si e sim os objetivos que este processo vai nos ajudar a alcançar. Sempre falo ‘vamos olhar para onde queremos chegar”, não é? Mas isto não quer dizer simplesmente ‘vamos olhar para o peso que queremos ter (ou a medida, ou o manequim etc.) e sim ‘vamos olhar para os benefícios que conquistaremos com tudo que estamos fazendo, aprendendo, aprimorando em nós’.

E eu garanto que o peso, o manequim, as medidas desejadas e alcançadas no final desta fase serão muito celebradas sim, valorizadas pra caramba, mas quem tiver feito esta ‘viagem’ de uma forma bem consciente, olhando o TODO, dando valor a cada pedacinho de estrada percorrido com todas as suas facilidades e dificuldades, com tudo que aprendemos etc. vai ter muito mais a comemorar.

Porque não há nada melhor do que a gente sentir que evoluiu, que pensa de uma forma mais bacana, portanto é capaz de agir de um jeito melhor, pelo menos na rotina. Porque fora da rotina, é natural uma vez ou outra (e não ‘de vez em sempre’) a gente dar uma extrapolada, claro!

Mas, quem realmente adota um estilo de vida mais legal, mesmo que eventualmente dê uma abusada, volta tranquilamente ao esquema normal logo depois, porque aquilo passou a ser o jeito natural de pensar e agir.

Eu mudei mesmo o meu estilo de vida, ainda assim dei umas bobeadas, tanto que aumentei alguns kg, todo mundo sabe, estou ralando p/ reverter isto há tempos, mas precisei e sempre preciso, sem dúvida, ajustar alguma coisa. Sempre se precisa, sempre há algo a melhorar!

Mas o meu jeito natural de pensar e agir é realmente outro, bem diferente do antigo, dos velhos tempos em que eu só engordava, engordava e engordava. Isto é coisa do passado. E será para quem ainda está no comecinho, ou no meinho, ou em qualquer etapa do processo, ta? É exercício diário, para sempre.
É como a nossa parceirinha Wilma (
http://aguasvivas.blig.ig.com.br) comentou no meu post anterior: não somos mais fortes que ninguém, apenas seguimos, dia a dia, dando um passo atrás do outro e celebrando quando acertamos o passo!

Galera querida, olha o encontro chegando, dia 31/05, próximo sábado, quem ainda não recebeu o endereço escreva para a Jaqueline (e-mail no selinho aí em cima), que será nossa anfitriã! Não fique fora desta, vamos nos reabastecer, vamos trocar idéias, vamos nos apoiar ao vivo e a cores!!!!!

Olvidia, por favor entre em contato, não consigo lhe enviar e-mail, pois dá retorno (erro)!!! Por isso você ainda não recebeu os dados sobre o encontro!

Beijo grande, tenham uma ótima continuação de semana!



 Escrito por Beth ?s 17h40
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   E VAMOS EM FRENTE!

O feriado foi gostoso. Logo depois de publicar o post anterior eu e o Vi fomos caminhar no calçadão de Copacabana até Ipanema, onde depois ficamos por horas deliciosas, largadinhos na praia. Almoçamos em casa e à noite fomos ao cinema, ver Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, que é diversão garantida! E o Harrison Ford coroão, de cabelos brancos (uma gracinha) e com aquela carinha de 'e agora?' me faz suspirar sempre, hem? UI!


Depois do filme jantamos no shopping, foi uma refeição leve e gostosinha. O Vi tinha dito, mais cedo, que estava doido p/comer uma torta bem gostosa, de preferência a de limão, que ele adora. Já eu não estava com vontade nenhuma de comer doce. Onde comemos havia torta de limão e mostrei a ele, mas o danadinho esnobou, disse que a torta dali não o apetecia tanto e que se era p/ comer, tinha que ser uma boa mesmo! Com isto, mostrou que tb vai ficando cada vez mais seletivo. Pensou bonito, o marido!

Depois da janta, descemos os andares do shopping c/calma, conversando e vendo vitrines e, ao avistarmos o Empório Pax, onde as tortas são maravilhosas, notamos que já estavam quase fechando a loja (por ser feriado, tudo fechava mais cedo). Continuamos no mesmo passo e, já em frente, vimos na vitrine do balcão que ainda tinham as tortas que gostamos. E de novo o marido pensou bonitinho. Preferiu deixar p/outro dia, dizendo que queria escolher e saborear a torta com calma e não queria atrapalhar o fechamento do local, nem atrasar a vida dos funcionários etc. Concordei com ele, achando muito legal esta reação. Parece besteira, para muita gente isto é 'nada'. Mas, para nós, isto representa uma evolução e tanto.
   Em outras épocas, nós faríamos como fazem muitos motoristas: ao verem o sinal amarelo, em vez de se prepararem p/ parar o carro, aceleram p/ não ficarem no sinal fechado, ou seja, nós apressaríamos o passo, encostaríamos rapidamente no balcão p/ escolher a torta antes do fechamento da loja, já pagaríamos logo p/ evitar o não atendimento e, se não desse p/ comer ali mesmo, pediríamos embalagem p/ viagem e comeríamos em casa. Eu digo "comeríamos" porque, em outros tempos, mesmo sem vontade eu acabaria escolhendo uma, afinal tudo ali é tão gostoso! Progresso é sempre bom de ser observado e celebrado.  Se a gente valoriza tanto as bobeadas que dá, por que não valorizar estes 'pequenos' acertos que, na verdade, fazem a diferença no final das contas? 

E, vejam só: a vontade dele, pelo visto não era tão grandona assim, poi já se passaram 3 dias e até agora ele não mencionou mais a vontade de comer torta, já passamos em outros lugares e ele 'nem tchum'. Viram como é bom, muitas vezes, a gente deixar pra depois? Tem vontade que passa, gente! Só não pode passar a vontade de conquistarmos os nossos objetivos. 

 

Na 6ª feira eu trabalhei, mas foi um dia bem tranqüilo no meu setor. Almocei com a amiga Cacau, como geralmente fazemos uma vez por semana e, mais uma vez, foi muito bom. Conversamos bastante, é o nosso "almoçoterapia" semanal. haha

No sábado quente e ensolarado, comecei dando um passeio pelo condomínio com o meu cachorrinho. Depois, eu e o Vi caminhamos e, em seguida, fomos à praia, que estava ótima.  Mas a noite de sábado, esta foi especialíssima, foi linda, foi mágica! Fui com o Vi e o meu filho assistir ao Musical A Noviça Rebelde” no Teatro Oi Casa Grande, no Leblon, com havia contado antes, foi presente de Dia das Mães do filhão. Que presente maravilhoso, não canso de agradecer a ele!

Recomendo a todo mundo, vale a pena, não percam de jeito nenhum, é absolutamente maravilhoso, lindo demais, emocionante, tocante, está impecável! É para rir, chorar, cantar, aplaudir em cena aberta, é uma coisa! E a Kiara Sasso, que protagoniza no papel de Maria é espetacular. As crianças do elenco dão show (e emocionam a gente), aliás todo mundo dá show, sem contar que os figurinos, os cenários, a iluminação, tudo é perfeito. E a música? Há uma orquestra, gente! Eu não queria que a noite acabasse mais. Se em vez de 3 horas de duração tivesse 6 horas, eu acho que ia achar pouco, ainda assim! rs AMEI!

Hoje é domingo, o dia foi maravilhoso de novo, passeamos com nosso cachorrinho e depois fizemos caminhada, pois nossa proposta é não deixar de fazer ativ. física nem nos feriados ou finais de semana. Deixamos para não fazer somente quando realmente for inviável. Então, fomos e voltamos da praia a pé (fomos em outra praia, mais próxima de casa e não na de costume) e ainda caminhamos de novo, um de cada vez, na  beira da água. (alguém tinha que ficar cuidando das coisas enquanto o outro andava). Foi ótimo. E abriu o apetite, a barriga da gente roncava no trajeto de volta, o Vi nem falava mais haha

Mesmo assim, não abusamos, comemos a quantidade adequada, numa boa. Agora o Vi está 'assistindo TV' (mentira, ele está é roncando na frente da televisão ligada haha) e eu aqui, postando, atualizando meu cardápio, planejando a alimentação da nova semana, numa boa. Agora é só descanso.

Avaliando a semana que acabou, fiquei muito orgulhosa de mim mesma, mais uma vez. Cumpri direitinho todo o meu planejamento e continuo muito comprometida, muito certa do que quero e vou fazer. E o melhor de tudo: com muita serenidade. Reavaliei os cardápios das últimas semanas, vi o que fiz de melhor e de pior, lembrei das circunstâncias que me levaram a uma ou outra atitude mais ou menos adequada, pensei em cada sinal que eu tive do quanto está sendo bom me sentir assim, tão na linha, tão no comando, tão satisfeita comigo mesma.

E
sem sacrifício nenhum, sem privações, sem grilos. Só seguindo, do melhor jeito que dá a cada dia, procurando fazer o melhor possível. Sei que neste domingo vou de novo me manter bem bacaninha e toda a semana vai ser assim. Porque eu quero, porque eu posso. E sei direitinho o que quero e  o que não quero para mim, né?

Então é isso! Desejo que todos tenham passado super bem o feriado e o final de semana e que agora, recarregados de força de vontade, de energia, de determinação e tudo mais, sigam em frente com muita confiança e dando o seu melhor. Pensando sempre no que querem conquistar. Adiando, sempre que possível e conveniente, uma atitude que pode ser contrária ao que desejam.


ATENÇÃO! Galera do RJ e simpatizantes, o nosso 35º Encontro Light já no próximo sábado, dia 31, se alguém ainda não pegou o endereço etc. escreva para a Jaqueline, que será a nossa anfitriã da vez e está organizando tudo com muito carinho (e-mail no selinho acima), tá?

Update: Olvidia, por favor entre em contato, não consigo lhe enviar e-mail, pois dá retorno (erro)!!! Por isso você ainda não recebeu os dados sobre o encontro!

Beijão!



 Escrito por Beth ?s 11h02
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   O QUE É MAIS GOSTOSO?


Leiam esta frase:

Mais uma vez: o sacrifício de não comer tudo o que me apetece não é nada comparado com o imenso prazer que é não precisar do maior tamanho da loja. Olhar para um pullover XL e pensar : isto é muito grande. Sim, o mesmo pullover que há uns meses me ficaria horroroso… Não há Tiramisu que compense esse prazer!”


A autora é a blogueirinha minha querida Papoila (http://umaoutradieta.blogspot.com), lá de Portugal, que está vencendo esta estrada de um jeitinho muito bacana. Esta frase encontra-se no seu post de 20 de maio, intitulado “O prazer de emagrecer”.

Vamos pensar no que ela escreveu? O fato é que ela está correta, na minha opinião. Muitas vezes, durante o meu processo, na fase principal (quando ainda faltavam dezenas de kg para eliminar) eu parei e pensei nisto. Inclusive, este pensamento era a minha “carta na manga” quando eu via que estava tendendo a fraquejar. Antes do passo em falso, eu me lembrava de uma e outra conquista que o processo já tinha me dado e reafirmava na mente, no coração e na alma: ‘Isto é muito mais gostoso do que este pedaço a mais de pudim (ou o que fosse).”

Depois de ter alcançado a minha meta, não deixei de valorizar isto tudo, mas a sensação de “Agora tô podendo” acabou se encostando e eu fingia que não notava, faltava humildade suficiente neste ser aqui p/ admitir que estava jogando de salto alto, por já ter ganho o campeonato.

Porém, seja no futebol, no vôlei ou em qualquer outro tipo de esporte, a gente sabe que um time campeão de hoje pode ser o último colocado de amanhã, basta que ele não jogue mais tão bem, dali em diante, como jogou antes.


E neste processo também é assim. A gente ganha a parada mas, se bobear, se ferra. Aquela vitória de antes não deixa de ter existido, não deixa de ter sido importante, vai ser sempre lembrada e celebrada, mas ela tem que ser, na verdade, uma motivação a mais para a gente continuar nos eixos, para a gente não fazer como o estudante que depois da prova feita e boa nota conquistada, guarda os livros e cadernos, não aparece mais na escola e não estuda, como se dali para a frente tudo fosse acontecer sem a sua parcela.

De tudo que me ajudou a emagrecer 53kg, em 3 anos e meio, ou seja, de forma gradativa, consciente, segura, saudável etc., pensamentos como este que a Papoila externou no seu post e que eu trago hoje para cá foram, sempre, grandes aliados. Principalmente porque eu pensava isto ANTES de deslizar, ANTES de fazer algo que não me fosse benéfico, evolutivo.

Esta lembrança do que já estava mudando para melhor na minha vida prática e na minha saúde etc. era suficiente, muitas vezes, para eu me dizer “Não,  Beth! Isto não é melhor do que aquilo que você já está conseguindo fazer”. E não era mesmo! E hoje eu sei muito bem que depois de já estar ‘sentada nos louros’ (mais uma ótima frase lida num outro blog amigo, recentemente) eu se não tivesse trocado estes pensamentos de ‘alerta, valorização correta das coisas e motivação’, muitas vezes, por um pensamento do tipo “só isto não faz mal” ou “depois eu ajusto, eu  me garanto”, não teria me afastado de novo do ponto onde cheguei.

Porém, se hoje eu estou completamente na linha, com uma atenção tremenda, com uma energia renovada muito legal, de novo é porque, entre outras coisas, tenho praticado esta forma de pensar,  totalmente convicta de que, realmente, não há sabor neste mundo de alimento que seja mais gostoso e mais valioso do que a gente se sentir bem, estar com tudo nos eixos, ver as roupas novamente entrando direitinho, saber que o que ainda não está bom vai ficar sim, por conseqüência do que estamos fazendo e assim, a gente não se priva, mas usa o bom senso, leva as coisas numa boa, e chega onde quer.

Papoila querida, vá em frente! Galera amiga, pensem nisto antes de atacarem aquele chocolatinho ou aquele pedacinho a mais do empadão, ou o que for. Nada é proibido, mas nem sempre aquilo é conveniente, nem sempre aquilo precisa ser consumido naquela hora, e se for, há de ser de um jeito consciente, sem culpa e com controle. Porque a sensação de se ver avançando é sempre muito boa. E a sensação de se ver malogrando é horrorosa, ninguém gosta, quem aí comemora um passo dado para trás? Nada impede que a gente sempre se reorganize e siga, claro, mas se nos firmarmos ANTES de retrocedermos a um hábito ruim, a uma atitude que nos prejudica, melhor para nós né?

Mas, atenção: SEM NEURAS! Apenas bom senso!

Feriado lindo, o sol brilha no RJ, o céu está azulzinho e eu já aqui, acabei de fazer meu desjejum e já vou sair para a caminhada com o maridinho, depois ficaremos pela praia. Hoje ainda vai rolar um cineminha à noite, já compramos os ingressos antecipados para a estréia de Indiana Jones.

A semana está ótima, minha alimentação está bem controladinha, estou caminhando religiosamente todos os dias pela manhã e ontem estreei uma calça comprida que comprei há pouco mais de 15 dias, só que quando comprei estava bem justa, mas eu me recusei, claro, a pegar uma numeração maior (é a questão do limite que mencionei aqui no outro post. Nada de esticá-lo). E ontem a calça estava maravilhosa no corpo, até mesmo folgadinha em alguns pontos.

Este sabor, sem dúvida, é extremamente melhor do que o do salgadinho que eu pensei em comer fora de hora ontem à noite, no shopping, mas não fui adiante justamente por me olhar numa vitrine e ver que meu reflexo estava muito mais bonitinho, eu um pouquinho mais fina e me sentindo muito bem naquela calça que não me aperta mais.
E assim, vamos em frente. Bom feriado a todos. Beijoca!



 Escrito por Beth ?s 10h03
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   SÓ NÃO HÁ LIMITE PARA ME SENTIR BEM, FELIZ, SATISFEITA COMIGO MESMA!

O final de semana foi gostoso. No sábado o tempo estava lesco-lesco, resolvi dormir um pouquinho mais, para descansar, mas não amarelei com a ativ. física. Ela estava programada e para mim, era sagrada. O Vi até que ensaiou uma preguicinha, mas logo se animou.
E se não se animasse, daria no mesmo para mim, embora eu goste muito da companhia dele. Só que eu caminho numa boa sozinha também, não tenho isto não, sou independente.

Mas, como ele gosta de caminhar e era só molezinha, ajudei-o a lembrar-se de que tem uma saúde p/ cuidar, ainda mais que ele é diabético e hipertenso, toma medicamentos, tem acompanhamento médico direitinho e ainda precisa emagrecer alguns quilos. E mesmo estando com suas taxas bem controladinhas, não pode vacilar. Aliás, ninguém pode, ninguém deve. E assim, num instante a preguiça do homem passou!

E lá fomos nós, numa boa. O calçadão de Copa estava, como sempre, uma delícia. Animado, agradável, com um mormacinho leve. Cheio de gente. Algumas pessoas na areia, um monte de gente de todas as idades se exercitando, uns jogando vôlei, outros correndo ou caminhando na calçada ou na beira da água, o movimento gostoso que é normal. E valeu a pena, nós dois caminhamos numa boa, conversando em alguns momentos e, em outros, quietinhos, cada um na sua, de mãozinhas dadas. Quando vimos, já estávamos no final do percurso. E com aquela sensação boa de “missão deliciosamente cumprida”.

No domingo, o tempo estava mais legal ainda e resolvemos fazer dose-dupla. Saímos de casa com a roupa de banho por baixo da camiseta e da bermuda, meia e tênis nos pés e lá fomos nós. Iniciamos uma boa caminhada em Copacabana e fomos até Ipanema a pé, lá nos estiramos na areia para curtir uma praia deliciosa. Foram horas de relaxamento, muito papo e reabastecimento de energia sob o sol. Pena que o mar estivesse tão forte, tão perigoso. O mergulhinho ficou para outra vez, não dava para arriscar, mesmo.
Me alimentei direitinho, não me privei do que estava com muita vontade, como o meu biscoito GLOBO e o sucolé do Claudinho na praia, mas compensei numa boa e tudo correu super bem.

Hoje trabalhei com outro terninho (agora, o mostarda) que este ano também não tinha usado, pois qdo o experimentei há 1 mês a calça ‘avisou’ que até podia fechar, mas se eu peidasse ela ia estourar...rs Guardei a calça no armário de volta, mas não guardei o desaforo...rs Jurei que ela ficaria novamente ótima em mim, brevemente. E não deu outra. Está perfeita. Principalmente com a blusa branca bonitinha pra chuchu que comprei outro dia na Renner e ainda não tinha estreado.

O detalhe: quando comprei, estava boa. Hoje ao vestir, vi que não está mais 'boa'. Está ótima, perfeita, confortável, caindo ainda melhor no corpo do que há 10 dias, quando a comprei. Recebi muitos elogios tanto do maridão (mas ele é suspeito, elogia sempre...rs) e também no trabalho, muita gente dizendo que eu estava muito bonita. É que eu me bronzeei bastante na praia, então com a blusa branca realçou bastante. Meu irmão mais novo, já falecido, sempre brincava dizendo que nós (eu, ele e o irmão mais velho) de branco éramos imbatíveis...rs (ai que saudade que deu do meu maninho querido!)

Nestes dias, conversando com o meu marido e depois com uma amigona a este respeito, comentei que o grande lance da gente é saber dar limite para as coisas. A questão do controle, da disciplina, não envolve apenas limitar a quantidade de comida, este buraco é bem mais embaixo! O que a gente tem que limitar, antes de tudo, é o ponto onde vamos chegar.
  Qdo eu era bem mais novinha e ainda magra, sem a menor noção de que um dia poderia me tornar o besa, eu definia limites para meu peso máximo, que não podia passar de 2 kg acima do ideal e de manequim. Até que comecei a expandir o limite, dar uma empurradinha básica, fazendo o limite se adequar a mim e não eu a ele.

Já falei disto muitas vezes aqui e em papos com amigos. A gente percebe que está meio fora do eixo, sabe que precisa fazer um ajustezinho aqui e outro ali, se propõe mas acaba não fazendo. Ou faz, mas não exatamente como deve. Ou faz como deve, mas não persiste. Ou até persiste, mas se agonia porque quer DE NOVO que o resultado apareça a jato. Mesmo sabendo, por experiência própria, que não é assim que a banda toca.

O caso é que a gente, muitas vezes, tende a 'esperar mais um pouquinho só' para agir direito. O que nos faz adiar? A esperança de que um milagre aconteça? A ilusão de que aquilo é só um 'momento esquisito' e que, espontaneamente, nosso corpo vai ignorar nosso desleixo, nossa negligência e vai entender sozinho que é para ficar numa boa, que não é para engordar, que não é para desestabilizar-se e ficar doente ou algo assim?

Não gostei de ver algumas roupas se rebelando e sabia que não era um movimento reacionário delas e sim, um indicador de que eu ainda tinha ajustes a fazer no meu comportamento. Parei, pensei, revi anotações, analisei direitinho (e quietinha, bem na minha) cada reação minha, cada beliscadinha (o meu grande problema, é onde me ferro, se bobear) e vi que não tinha nada de tão difícil assim a ser feito. Nada que já não tivesse feito antes. E definir que estava no limite. E o limite é a gente quem estabelece.
Qual é o limite, afinal, neste exemplo das roupas? A gente tem mesmo que esperar a calça fique justa, depois que ela fique ainda mais justa, depois que ela não feche e depois que ela não suba nos quadris e depois que ela não passe pelos joelhos e depois que ela pareça pertencer a qualquer outra pessoa menos a nós mesmos, para tomarmos uma atitude? E é assim com a saúde, com a mobilidade, com o bem-estar, com tudo mais. O limite é a gente quem dá. Eu dei o limite, não vou expandir mesmo, estou nos eixos e está ótimo assim.

EU RECOMENDO: O blog
http://minisizeus.com/, de um casal bacana chamado Jana e Fábio, que há um ano decidiram mudar para melhor o seu estilo de vida, a sua alimentação e compartilham isto de uma forma sempre muito legal através do blog. O post de 13 de maio deste ano, intitulado "Metrô, emagrecimento e felicidade" está excelente. Vale a pena!

Beijocas, vamos em frente!



 Escrito por Beth ?s 14h34
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   IHHH! ESCREVI PRA CARAMBA DE NOVO!

Vai chegando o fim de semana, estou feliz da vida, mais uma vez me comportei muito bem nestes dias, dei o meu melhor, mesmo!  Esta sensação de compromisso assumido e cumprido me faz tão bem! Meu compromisso é comigo mesma e com o que quero p/mim e me considero digna desta consideração e respeito, afinal se eu me esforço sempre p/ cumprir os acordos que faço com os outros, por que não seria assim qd é comigo mesma?

A mamãe já voltou p/ sua casa, então voltamos a caminhar, nem esperamos a semana virar, hoje mesm. em plena 6a feira. Foram apenas 40 min. porque acabamos saindo de casa um pouquinho mais tarde do que o programado, mas já valeu. Vamos esquentando, sábado e domingo também terá caminhada.

Que alegria!Sabem aquele terninho azul que eu mencionei há algum tempo, que estava justinho demais pro meu gosto? Pois é, eu até o experimentei outras vezes, numa estava quase legal, na outra novamente mais justo e teve um dia em que ao fechá-lo e achei que ele ia me partir ao meio. Fiquei muito P e acho que nem comentei aqui. Pois o bendito agora está ó-ti-mo, usei ontem p/ trabalhar, tranquilamente. Fecha bem, não me aperta, levanto-me e sento sem incômodos. E garanto, este terninho jamais ficará de novo tão justo como chegou a ficar.

Tem mais algumas peças que eu verei novamente me caindo bem, é questão de tempo. Não admito perder roupa por ficar justa, isto faz parte do meu passado. Não cheguei a perder totalmente nada agora, mas há coisas que ficaram bem incômodas e nem isto eu admito, vou reverter, aliás, já estou revertendo e o terninho azul é só o 1º a se render.
Que orgulho!Na 5ª feira, na fila de pesagem do restaurante onde almocei com a amiga queridíssima Karina, ouvi a moça que estava atrás de mim (uma desconhecida) dizer, olhando p/ o meu prato: “Ah! Como eu queria fazer um prato assim!” Olhei, curiosa, e ela repetiu: “Queria conseguir fazer um prato assim, como o seu, com pouca comida, bem direitinho.” O “direitinho’ devia ser o equilíbrio dos alimentos.  Respondi: “Mas aqui tem bastante comida, eu fico bem satisfeita!”. Ela disse: “Pois é, mas eu não sei fazer um prato assim” e me mostrou o prato dela, que não estava tão cheio mas, realmente, faltava salada, tinha um pouquinho de um monte de coisinhas: friturinha aqui, massinha ali, não sei lá o que...

Eu sorri e disse: “Isto a gente aprende, eu tive que aprender, pois já pesei 140kg e só assim pude mudar a situação.” Ela se espantou. Falou, então, que precisa perder
6 kg. Eu, sinceramente, não sei onde, pois olhei bem p/ a moça e ela é magra. Não é esquelética, mas é magra, me pareceu um ótimo corpo. Mas, ela é quem sabe, até pq pode ser que sem o terninho que ela vestia apareça este excesso. E ela não está errada em querer se cuidar, não precisa ficar obesa para só então agir, não é? Se eu tivesse este cuidado quando tinha 6 kg
a mais, não teria encompridado tanto a estrada.

Mas eu fiquei muito contente por ter sido merecedora de um comentário tão positivo a respeito da minha alimentação, vindo espontaneamente de uma total desconhecida. Eu que já fui um péssimo exemplo, quem diria! Estas coisas gratificam, motivam ainda mais. E a gente tem que buscar em tudo, o tempo todo, mais ‘alimento’ para a motivação, ela pode e deve engordar, para que a gente emagreça ou mantenha o peso, conforme o caso. Aliás, para tudo na vida que vale a pena tem que ser assim.

Eu tinha sido indicada, há algum tempo, para a bricadeira “10 comidas que não resisto” e fiquei de responder, mas demorei. Farei hoje. Mas, ressalto que NENHUMA COMIDA pode ser mais forte que eu, eu só não resisto se, realmente, me colocar em posição inferior ao apelo. Ou, claro, se eu DECIDIR que quero mesmo, que vou comer e compensar depois, neste caso não será falta de resistência e sim, uma concessão. Errada ou certa, é concessão.

Acho importante termos esta forma de ver as coisas, pq se a gente entrar numa de ‘não resisto’, estaremos passando um atestado de ‘força da comida’ e ela não tem força, quem tem somos nós. Apenas, podemos nos permitir fazer as coisas de outra forma, nem que seja errada, se quisermos. Mas nunca por ela ser maior que a gente, combinado? Mas é claro que eu tenho os meus itens mais ‘perigosos’, são eles:

1 – uvas-passas: se eu não separar a porção que quero/devo comer, acabo pegando mais do que é adequado, pois adoro e elas me saciam a vontade de doce;
2 – uvas (de preferência rosadas): preciso colocar na geladeira atrás de outras travessas e alimentos, pq se ficam na frente, sempre que abro a geladeira belisco uma, duas... e nisto, acabo extrapolando, lembrando que ‘trequinho + trequinho = muitão”;}

3 – requeijão – copo aberto na minha frente, na mesa. Para não abusar, eu já determino quanto vou consumir naquela refeição e já mudo o copo de lugar na mesa, senão eu acabo pegando mais ‘um pouquinho só’, é fogo...rs;

4 – frios  (qquer um que eu goste): o meu perigo é qdo estou tirando da embalagem e colocando na vasilha p/ guardar, quase sempre dou uma beliscada em um, em outro...

5 – bolinho de aipim com carne da Casa Pedro: sempre me chama. Às vezes, eu atendo (decido atender), às vezes resisto. O problema é quando como um e resolvo pegar outro...mas não passo de 2 (geralmente é um só);

6 – esfilha da Padaria Bassil, na Saara: é sagrada. Já vou para a SAARA preparada para comer. Felizmente, é raro conseguir comer mais de uma. Então, nem é problema, é controlável;

7 – biscoito Polvilho (de preferência GLOBO, mas podem ser vários outros): não deixem o saco aberto perto de mim, que eu vou pegando!

8 – jujuba (aquela tradicional, que é uma meia-bolinha: não consigo mais comer muitas de uma vez, mas pego sempre algumas, se derem sopa perto de mim;

9 – goiabada da mamãe: não compro goiabada em casa, mas quando mamãe está aqui sempre tem, pq ela adora. E eu fico fissurada em comer, mas só se for a dela, deve ser algo que Freud poderia explicar...rs Mas não tenho comido ultimamente!

10 – pizza de muzzarela da Cirandinha,
em Copacabana. Conheço
desde que era menina, a pizza não mudou nestes anos todos. Mas eu já sei disto, então quando sei que vou passar por lá, me planejo previamente p/ poder comer. E o melhor: não me sinto obrigada, passo várias vezes sem parar lá, só vou quando realmente quero. Mas é boa pra dedéu... e a fatia é pequena, não é aquela fationa de outros lugares não!

Agora, a contra-partida! Conheci há poucos dias o blog da
Vânia, e gostei muito. Ela criou uma nova brincadeira p/ ‘exorcizar’ a lista “10 comidas que não resisto”. É a lista “10 maneiras de não meter o pé na jaca”. Gostei tanto que, espontaneamente, aderi e já vou listar 10 das ‘trocentas’ formas de me segurar.

Realmente, comer é muito bom, mas tem tantas outras coisas boas, que são tanto prazer, que nos fazem tão bem, que nos deixam tão felizes e algumas delas até ajudam a queimar kcal, então elas é que precisam ser valorizadas, mais do que aquele alimento que está assoviando lá de dentro da geladeira, ou chamando a gente pelo nome lá no armário da cozinha, ou seja lá onde for.  Na horinha do aperto, uma destas atividades podem nos afastar do perigo de fazermos bobagem. Minha lista (parte dela):

1 – Sair para dar uma caminhada bem gostosa, ao ar livre. E na volta, substituir alguma bobagem que iria comer fora de hora, por uma deliciosa água de coco.
2 – Sentar-me em frente ao micro e visitar os blogs amigos, ver como andam os meus companheirinhos de estrada, dar uma força a um aqui, ao outro ali, comemorar os sucessos, solidarizar-me e incentivar os que estão em uma fase mais difícil etc. E assim, além de tudo, estarei me fortalecendo, me capacitando a seguir também numa boa. E o tempo vai passando, sem eu beliscar nada fora de hora.

3 – Colocar um CD que eu goste muito e dançar, dançar, dançar....faço muito isto e me divirto bastante, porque sem testemunhas, faço o que dá na telha, banco a louca, viro chacrete, viro pra lá e pra cá, faço coreografias, rio muito, queimo kcal e ainda fico com a alma mais leve.

4 – Escrever. Amo escrever. Sento-me em frente ao micro, abro um documento Word e deixo fluir, da mente e do coração para a ponta dos dedos, vou digitando freneticamente tudo que estou pensando, sentindo, planejando, sonhando, fazendo, não fazendo etc. Algumas coisas me inspiram para um post, outras ficam lá por tempos e tempos, ou são apagadas, porque o bom mesmo é expressar, é exteriorizar, aí eu fico ótima. Muitas vezes deixei de comer algo extra assim, sentei e escrevi sobre o fascínio momentâneo que determinado alimento estava tentando exercer em mim, tentando identificar o que estava causando aquilo, enfim, o tempo passou, eu conversei ali comigo um tempo, foi bacana. E eficaz, pois substituiu a jacada.

5 – Namorar, claro...mas depois dá fome né? Rs

6 – Ligar para um(a) amigo(a) querido e bater um longo e gostoso papo.

7 – Sair para passear pelo comércio, ver vitrines, entrar em lojas, experimentar roupa, sonhar com aquela que ‘em breve vai ficar ótima’ em mim, isto ajuda a me manter firme, pois se eu andar na direção contrária, comendo a mais e desnecessariamente, fora de hora, me afasto em vez de me aproximar de coisas que quero. Fiz muito isto durante meu emagrecimento ‘principal’ e até hoje tenho feito bastante.

8 – Dar uma olhada em todas as roupas no meu armário, vendo as que estão ótimas, as que por acaso ficaram um pouco mais justas, as que estavam mais justas e agora mais folgadas, isto me anima muito, mostra quando estou precisando ficar mais ‘esperta’ e mostra, também, quando estou no caminho certo e obtendo os resultados desejados. Se algo fica mais justo, uso isto como motivo para não fazer bobagem. Se algo ficou mais largo, uso como incentivo para continuar nos eixos. Não sou NADA ligada em arrumação, não curto de jeito nenhum arrumar armários e gavetas, mas esta bisbilhotada, em alguns momentos, é bem produtiva e eu faço isto a meu favor, algumas vezes.

9 – Pesquisar/ler na internet textos e artigos sobre nutrição, saúde, psicologia etc. Tudo que possa agregar, me fazer pensar, me ajudar a melhorar a mim mesma.

10 – Fazer a pergunta básica 1 segundo, que seja, antes de atacar algo fora de hora ou de contexto, ou de quantidade adequada etc.: ISTO ME LEVA ONDE QUERO CHEGAR? OU ME AFASTA? A resposta fará com que a decisão seja a mais adequada, pelo menos na maioria das vezes.

É isso aí! Bom final de semana para todo mundo!E entrando a nova semana com o pé direito (e o esquerdo também, passinho para a frente... passinho para a frente!). Beijão.



Obra linda da artista Eliane Stahl, amiga blogueira de Londrina.



 Escrito por Beth ?s 08h04
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Meu perfil
BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Livros, Praia, Dançar, Curtir a vida
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EU ERA ASSIM  

ESTOU ASSIM Meu nome ? Elizabeth, sou conhecida como Beth
Analista de Sistemas, especialista em Metodologia, Processos e Qualidade em TI, Ger?ncia de Projetos,An?lise de Neg?cios, Auditora ISO, sou leonina do dia 10/08, carioca da gema, moro na minha na cidade maravilhosa (RJ), adoro fazer amizades, sonhar, ler, escrever, sou casada c/ Vicente - meu grande amor, m?e do Alexandre, um filh?o maravilhoso, que ? universit?rio e "boadastra" da Mimi, minha enteadinha adolescente linda a quem chamo aqui de filhotinha.

Meu e-mail: beth.ebprs@gmail.com
Meu MSN: ebprs@hotmail.com



Objetivo deste Blog: Compartilhar meu processo de reeducação alimentar e mudança de hábitos que resultou no meu emagrecimento, me tirou da obesidade mórbida e me ensinou e ensina tanto!



Meu processo: Fui beb? 'cheinho',crian?a de peso normal, na adolesc?ncia tinha ?timo corpo. No in?cio da fase adulta comecei a engordar c/facilidade em fun??o de uma mudan?a p/ pior dos h?bitos alimentares e tb devido a dificuldade que tive em enfrentar alguns problemas pessoais, decep??es e m?goas que se transformaram em Kg a mais (eu as COMI). Durante anos optei por m?todos indevidos, tomei rem?dios, f?rmulas, inje??es, fiz dietas mirabolantes e isto tudo me ajudou a virar uma sanfona que cada vez abria mais e fechava menos. Cheguei ao auge da obesidade c/ 140 kg e dei o basta. Primeiro, fiz um pequeno controle que me ajudou a emagrecer quase 5 kg. Depois, entrei para o Vigilantes do Peso, onde emagreci 53kg c/equil?brio, seguran?a e muita alegria. Aprendi muito, o caminho foi t?o importante quanto os resultados. Eliminei 53 kg com o método do Vigilantes do Peso e atividade física. Aumentei depois alguns kg e agora prossigo, para reconquistar a minha meta e mantê-la para sempre.

Cr?ditos Imagens: Google
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Comunidade Orkut: Eu sou f? da Beth - A Conquista! criado com carinho pela amiga Lili (obrigada, lindinha!)
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