Conquista

UOL
   OBJETIVOS

Sábado esperadíssimo, depois de uma semana DAQUELAS, em que fui submetida a muitas emoções, infelizmente não tão boas assim. Mas a vida é assim mesmo. Não segurei tão bem a onda, até porque onda não é p/ segurar, a gente sabe disto! Tentei surfar, levei caixote. Tentei mergulhar, ela me puxou para dentro, era uma correnteza e tanto. Dentro de mim, é o que quero dizer. Nadei e saí da correnteza, deixei o corpo solto e aos trambolhões cheguei à areia de novo. Exausta. Mas já me refazendo para entrar no mar de novo...rs

Quem é do mar, não enjoa.

Degringolei um pouco a alimentação de 4a feira à noite para cá. Deixei cair a qualidade em algumas refeições e andei beliscando sentimentos, de novo. Mas com relação a esta semana que passou eu vou ser bem compreensiva comigo sim, não vou me cobrar, só eu sei tudo que senti e, mesmo careca de saber que sentimentos não se come, está feito. Uma nova semana vai começar e de novo eu me preparando p/ começá-la bem e, desta vez, ir bem até o fim.

Com tudo isto, não perdi de vista meus objetivos, mesmo não tendo sido tão eficiente nestes dias. Continuo trabalhando por eles, vou em frente. Aliás, é sobre o que quero falar hoje, mesmo: o
bjetivos. Seja um novo emprego, seja uma viagem, seja a compra de algo, seja o emagrecimento ou qualquer outro, um objetivo é a meta, é aquilo que não só sonhamos conquistar, mas QUEREMOS de verdade alcançar. 

Quando comecei o meu processo de reeducação alimentar, mudança de hábitos etc., visava o meu emagrecimento. Mas o que eu tinha como meta, era factível? Era! Por isso, batalhar por ela era legal e com grandes chances de chegar no que queria! Primeiro, eu queria sair da situação terrível, arriscada e insatisfatória em todos os sentidos, que era a obesidade mórbida, um peso e um IMC absurdamente altos. Depois, eu queria chegar ao melhor possível, para mim. Como dizia a nossa querida blogueira (que sumiu da blogosfera, infelizmente) Valérie, "a melhor versão de mim mesma" possível. Estou falando em termos de corpo, forma física. E saúde, claro. Por isso, não podia ter expectativas vãs, definir uma meta inatingível, irreal.  Se eu tivesse como objetivo a reconquista do corpo de quando estava no auge da forma física, muito mais jovem, quando não tinha passado ainda por tantas coisas e o próprio corpo não tinha ainda sido submetido a tantas variações etc., aí eu estaria batalhando por algo que jamais alcançaria.

Seria uma luta tremenda, recheada de frustrações. Vejam bem, mesmo que eu até conseguisse voltar àquele peso e àquelas medidas de mais de 30 anos atrás, eu não recuperaria a imagem da época, claro! E a gente sabe que eu não estaria sonhando e perseguindo só os números da época e sim a imagem! Ninguém persegue números, por si só! Na verdade, as pessoas perseguem a imagem que querem ter e muitas vezes, acham que aquela imagem só será possível no número X de peso, manequim Y etc. O que pode ser verdade para uns e totalmente absurdo para outros. E o que não falta é quem idealize uma imagem que mesmo chegando a um peso muito baixinho não vai obter, porque é uma imagem incompatível com a sua estrutura óssea, muscular etc. Falta bom senso, né?

Por isso muita gente vai chegando ao peso e medidas adequados e continua se achando fora, querendo mais e mais, pois na verdade idealizou uma imagem incondizente com aquilo que é possível realmente e que vai deixá-la bem de verdade.  Imaginem-me hoje pesando 58kg, meu peso de ouro do passado! Eu seria uma pelanca ambulante, como sempre digo! Meu rosto, como estaria? Um horror, provavelmente!

Ah, mas e se eu fizesse um monte de plásticas, aí não teria nada sobrando né (só grana...rs)? É, sim. Mas, se fosse o caso, nem assim eu seria a Beth de antigamente. Seria uma Beth recauchutada, com a imagem bem melhorada mesmo, mas aquelazinha lá, das fotos de antigamente, eu não veria mais, mesmo. Não há bisturi mágico que traga exatamente aquilo. Se houvesse a varinha de condão para este acabamento todo, não sou hipócrita de dizer que não ia querer..rs Mas não há!

Por isso, peço licença a vocês p/insistir na recomendação: atenção para o que traçam como objetivo no seu processo de emagrecimento. Tracem algo que tenha a ver com vocês, com a sua realidade, considerando uma série de fatores. Queiram sim, o melhor possível, repito, o melhor POSSÍVEL. Existe a situação ATUAL e a situação IDEAL. Neste meio de caminho, pode existir a situação desejada VIÁVEL de ser alcançada. Que pode ser igual à ideal, ou não.

No meu caso, por exemplo, a situação ideal teve que ser trazida para a viável. E a situação ideal, no meu caso, nem era  absurda, em princípio! Mas foi detectado que ela era incoerente com o que o meu corpo aceitava, em função de tantas coisas já vividas e transformadas nele, por tanto tempo. E insistir na busca de algo ideal, mas não mais viável me causava problemas, deixava a cabeça a mil por hora, eu estava pifando emocionalmente, começando a me sentir incapaz quando ao mesmo tempo sabia o quanto era capaz... ia pirar! E isto não adiantaria nada, não haveria o benefício para o TODO e eu não sou uma fração de mim, eu sou toda eu. (frase esquisita, mas não achei nada melhor para dizer o que estou tentando dizer, tá?)

Já foi pensado e falado por aí sobre o fato de eu ter emagrecido mais de 50kg e não ter ficado com a aparência magra (e, realmente, não fiquei), mas mesmo assim ter me considerado satisfeita e me conformado. Isto às vezes é tido como se tivesse me acovardado p/ prosseguir. Houve quem dissesse que eu simplesmente tinha me cansado. Cansa sim, não nego, mas não foi isso. Tanto que continuo na estrada, saio de uma e entro em outra, se precisar eu refaço uma parte do percurso (como é o caso há 1 ano)!  Dá uma canseirinha sim, não nego, mas nada que faça desistir e sim, dar uma encostadinha para recuperar o fôlego, alimentar a motivação, ajustar os planos e continuar. Mas cada um tem o seu jeito de ver as coisas, cada um pensa o que quer e viver a vida da gente, só a gente vive. E eu trabalho p/ alcançar as minhas próprias metas e não para tentar suprir a expectativa alheia. Embora seja sempre legal, interessante, saber o que cada um pensa, espera etc. Sem que ninguém desrespeite o outro, sem que ninguém desmereça o esforço e a conquista do outro, claro.

A mensagem deste post é :atenção para os seus objetivos, atenção e responsabilidade com o que cada um de vocês tem expectativa de conquistar, atenção para que as suas metas sejam atingíveis, para que trabalhem do jeito certo para alcançarem aquilo que realmente querem e seja bom para vocês.

E estas metas costumam variar, conforme a pessoa e o tempo em que ela já está nesta empreitada. Tenho amigos dentro e fora da blogosfera, que já mencionaram que há alguns anos atrás se achavam imensas, por realmente não serem muito magrinhos (e nem sempre obesos). Mas afirmam que hoje, com mais experiência e vivência, avaliam melhor e entendem que se chegarem justamente àquela situação que antes elas não aceitavam, no contexto atual delas será uma grande vitória, ficarão ótimas! Isto quer dizer o que? Que estão amarelando, mudando a meta para encurtar o caminho, facilitar a batalha? Não. Em muitos casos, não mesmo!

A visão é que mudou, é uma visão mais madura (e não uma visão de conformismo). Pensam já no que é viável, embora não descartem o que é ideal. O que é o ótimo, afinal? O ótimo varia, é de cada um, e não tem nada a ver com ‘ah, enchi o saco, paro por aqui’, ok? Só uma questão de noção de realidade, do que é realmente adequado e possível para cada um.   Se a situação ideal for viável, beleza pura. Se não for, então vamos batalhar pela viável, que com certeza vai ser um progresso e tanto e vai trazer muita alegria, muitos benefícios.


Há um ditado que diz que ‘Para quem não sabe aonde vai, todos os caminhos são bons. Então, quem quer andar sem um objetivo, deixando para ver onde vai chegar? Pode dar em tanta coisa diferente do que deseja! Ou dar a sorte de chegar onde quer, mas e aí, vamos contar com tanta sorte assim? Vamos deixar a sorte para outras coisas, quem sabe ganhar na loteria...rs Para o que temos como objetivo, vamos é definir direitinho, escolher conscientemente o caminho, planejar tudo direitinho, assumir compromisso com o que queremos e com os esforços que precisamos dar e seguir.

Se precisarmos ajustar alguma coisa pelo caminho (e sempre é preciso), tudo bem, faz parte. Pode ser ajuste no plano, pode ser ajuste até no objetivo. E se tropeçarmos, se errarmos, vamos aprender e corrigir o passo. E  vamos seguindo, né? É como eu penso, claro que muitos podem pensar diferente, e isto é que nos enriquece, trocar pensamentos, idéias, havendo respeito com o que o outro acha etc. Assim, todos crescemos. Beijo e ótima nova semana!


Gif com que ilustrei o primeiro post do meu blog, em 2004.



 Escrito por Beth ?s 16h47
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O fim de semana passado foi legalzinho. No sábado eu caminhei, finalmente, conforme estava sonhando/planejando. Não queria terminar a semana zerada na ativ. física, mesmo sabendo que a falta dela não tinha sido por escolha minha e sim por total impossibilidade.  E foi uma delícia, uma caminhada moderada, quase um passeio, mas por um percurso longo, alguns km bem deliciosos sob um sol lindo, à beira-mar.

No domingo, apesar do tempo também muito gostoso, não deu p/ curtir praia e nem a caminhada,, uma pena! Mas à tarde fomos ao cinema, assistir ao excelente WALL-E, eu recomendo, não deixem de ver, é espetacular! A melhor animação que eu já vi, digna de Oscar!

Nesta semana ainda não consegui caminhar, pelos mesmos motivos da semana passada, acentuados pela necessidade de o Vi sair ainda mais cedo de casa p/ trabalhar estes dias, não podendo me dar a forcinha especial logo cedo.  Mas em breve voltarei à normalidade, pois a mamãe vai para a sua casa dentro de pouquíssimos dias, ainda bem, por este e por outros motivos que não vem ao caso expor.

Hoje é 4ª feira e, tirando a ativ. física, está tudo indo direitinho, dentro do possível. Estou cumprindo direitinho o planejamento da semana. Só na 2ª feira dei uma furada besta, só de olho grande. Mas não foi nada absurdo e depois eu mesma ri de mim, pois em vez de fazer “tsc tsc tsc” para um pãozinho bonitinho, que não estava no meu contexto, eu fiz foi  “nhac nhac nhac” 

Eu tinha comprado pão para a noite, na quantidade exata que cada um em casa consome e eu não estava nesta conta, já que não pretendia mesmo comer. Mas a acompanhante da mamãe não quis lanchar antes de ir embora e um dos pãezinhos que seriam dela veio parar na minha barriguinha. Ah, mas o outro ficou lá, quietinho, eu não comi não!


 Li hoje um artigo super interessante, em que a autora sugere que a gente ENGRAVIDE. Mas no caso, não é a gravidez de um filho e sim uma gravidez de OBJETIVOS. Isto envolve buscar e alimentar motivos para mudar os hábitos, a vida! Termos algo dentro de nós que nos faça sentirmos a capacidade de gerar mudanças, por um ideal. Sabendo que esta espera (a gravidez do objetivo) poderá demorar, mas com a convicção de que ele chegará, desde que a gente se empenhe e cuide para que tudo saia bem.

E fiquei pensando que tem tanta gente, ainda, que mal identifica um objetivo, só de pensar que vai  ter que trabalhar por ele, e  ESPERAR para vê-lo concretizado, já  acha que vai ser um saco, que vai ser complicado, que vai ser impossível. Se acha incapaz e duvida de que valha a pena ‘engravidar’ dele e aí, nem começa, aborta a idéia (e o pior, fica infeliz por não ter abraçado a idéia e levado adiante)! Ou então até inicia, mas na primeira dificuldade ou na primeira insegurança já desanima, começa a duvidar que valha a pena continuar tentando e desiste, ou seja aborta o processo. E fica infeliz por ter abortado, não conheço ninguém que tenha desistido de algo legal e depois tenha se sentido bem por isso.

Eu, nos velhos tempos, já desisti sim, inúmeras vezes e me sentia sempre frustrada depois. Felizmente, como eu naquela época só entrava em furadas, em dietas malucas, em tratamentos arriscados etc., estas desistências até foram benéficas para mim. Mas isto não invalida o fato de eu não ter buscado, na época, o caminho certo né?

Pois é, então o que não falta é gente que só de pensar nas dificuldades ou se deparar com algumas delas, já aborta a gestação daquilo que sonhava conquistar. Por que? Falta o que? Paciência? Confiança? Certeza de que quer mesmo aquilo? Tudo isto junto e mais um pouco? Pode ser.

Afinal, sei como é, eu mesma passei por isto por vinte e tantos anos, era uma embromação danada, um 'vou-não vou' tremendo, um tal de 'começa e não acaba' e um 'ah, isto eu não vou fazer não, é difícil, é chato...'  até entrar mesmo numa de ‘quero e vou’ , bancando a parada! Ou seja, até engravidar verdadeiramente de um objetivo. Até deixar de desejar algo e passar a QUERER tanto que o tempo, as necessidades, o esforço etc. passassem a ser menos relevantes do que a alegria de seguir em frente.


Seja com mais ou menos firmeza, seja com cuidados melhores ou piores, a gente tem que enxergar o que realmente vale nisto tudo! Pensar que está trabalhando e esperando (no sentido de tempo para a conquista e não de ficar de braços cruzados esperando cair do céu) por um acontecimento alegre, então só de pensar nisto, sente-se motivado e feliz.

Mas tem gente que só valoriza a dificuldade. E assim, acha tudo um saco, se sente limitado, acha que ter controle é um sacrifício. Enquanto pensar assim, vai ser mesmo. Imaginem uma gestante de verdade, de um bebezinho que está a caminho, se cuidando direitinho pelos dois, planejando um monte de coisas, fazendo o seu pré-Natal direitinho, imaginando como será a carinha dele, fazendo o enxoval, sonhando com o quartinho, imaginando-o fora da barriga, viajando no pensamento, antecipando mentalmente as mamadas, o crescimento dele, sonhando com tudo de bom para ele, a família feliz etc.

Foi assim que eu me senti durante todo o meu processo de emagrecimento, desde o começo. Claro que tive momentos mais chatinhos, tive um platô terrível de meses, tive dificuldades como todo o mundo. Assim como algumas gestações são mais complicadinhas, mas e não é aí mesmo que a pessoa tem que ficar mais forte, ter mais fé, se cuidar ainda melhor p/ levá-la até o fim e ver nascer o seu neném? Eu deveria ter abortado o meu objetivo, por causa das dificuldades que tive em alguns momentos? Eu sempre falo que fácil, fácil... não é! Mas impossível? Não é também. Tem dificuldades? Só encarando a gente as vence, contorna, o que for...

Estou em outra fase, mas que é bem semelhante, pois tenho um novo objetivo, que é recuperar o peso que atingi e deixei escapar. E faz mais de 1 ano que faltam ‘poucos kg’ p/ isto, e não saio desta situação, embora jamais chute o balde. Então, esta nova gestação está mais complexa. Aliás, avaliando melhor, eu é que estou mais complexa, menos regular na minha atitude. Mas abortar o objetivo, nem pensar.

Acredito em mim, sei o que posso fazer, tem horas que faço e horas que não faço, ou pelo menos não faço tão bem, mas jogar fora o que já foi conquistado e não prosseguir p/ reaver o que deixei escapar não tem nada a ver. Nem combina comigo. E a minha maior conquista, digo sempre, não foi simplesmente o novo peso, mas tudo que eu mudei em mim, tudo que aprendi, tudo que eu agreguei de bom à minha vida, que é valioso demais. E é isto tudo que me faz permanecer na estrada, sempre. Seja p/ recuperar algo, seja para manter, seja para o que for, desde que seja algo bom. E neste caso, é mais que bom, é ótimo.

Pensem nisto! Sintam-se grávidos dos seus objetivos e curtam esta gravidez, cuidem para que ela seja bem bacana e para que vejam, na hora certa (que não tem mês e dia pré-determinados), a concretização.

Beijinho!



 Escrito por Beth ?s 10h38
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   TSC TSC TSC

Vi que gostaram do assunto trazido no post anterior, que bom! Mas, de novo, quero ressaltar que os méritos sobre a observação da questão da elegância no comer e comer na rua são da nossa amiga blogueira , pois foi ela quem publicou primeiro um post ótimo sobre isto! Eu peguei gancho, pois adorei e me beneficiei muito dele. E trouxe p/ expandir ainda mais esta reflexão.  Vi que vocês gostaram, mas não é justo eu receber os elogios por uma coisa que outra pessoa observou e tratou de uma forma tão bacana, como a fez ok? Eu só peguei uma carona!
 E agora, lá vou eu chorar as pitangas da semana! Nem gosto de lamuriar muito, mas tem hora que preciso!   Na 4ª feira à noite fiquei assistindo à final da Libertadores. Sou Flamenguista de coração, corpo, alma etc. mas sou mãe de um tricolor roxo, que estava no Maracanã sofrendo. Então resolvi torcer pelo Fluminense, excepcionalmente, considerando que ali era Brasil x Equador. Queria que meu filho ficasse feliz. Mas não deu, coitado. O time dele perdeu e eu fiquei com tanta peninha dele que só dormi quando ele chegou, depois das 2h da manhã, pois se ele estivesse muitíssimo triste eu daria uma força. Coisa de mãe boba. Mas ele chegou bem, chateado mas na boa...rs Nem precisou de cafuné!

Então eu dormi, aliás, eu apaguei geral e confesso que não vi mais nada, portanto os movimentos da mamãe no quarto ao lado etc. me passaram totalmente desapercebidos, pela primeira vez em dias. Mas, pouco depois das 5h da manhã, acordei sobressaltada, o Vi também assustado, com ela nervosa chamando, já dentro do nosso quarto, com muito sangue saindo por uma das narinas.  Não tinha caído nem  batido (pelo menos, não lembrava e não havia qualquer evidência), e não sabia o que era, e a gente ali tentando descobrir algo.

Felizmente não foi nada, apesar de ter sangrado muito e a gente descobrir que ela zanzou pela casa de madrugada daquele jeito, no escuro, pois havia respingo em todo canto. Achei que podia ser um vasinho que rompeu-se no nariz, quando ela assoou e depois espirrou. Até a gente ver que não era mesmo nada grave, demorou. E claro que o tempo passou, e claro que a caminhada babou de novo. Mas a mamãe estava bem, era o que importava. E ficou bem o dia todinho.

 

Na 5ª feira resolvi deitar bem mais cedo que o normal, aproveitando que estava tudo tranquilinho. Marquei o celular p/ me despertar de madrugada, decidida a caminhar na 6a feira. Não quis entrar numa de "já que não andei até agora, deixa virar a semana", sendo fiel ao meu pensamento (fruto de aprendizado e de exercitar o pensamento e a atitude sempre) de que se não dá p/ fazermos 100%, vamos fazer o que é possível. E assim, se eu conseguisse andar na 6a e no sábado, eu conseguiria pelo menos uns 28% de ativ. física, que é pouco, mais é melhor que zero.

Nem bem tinha pego no sono, acordei com a mamãe chamando aflita, estava sangrando de novo, começou aquela correria toda e aí, eu e o Vi não pensamos duas vezes: limpamos e arrumamos ela direitinho, nos vestimos e a levamos para o hospital. Já com tudo normalizado, sangue estancado.

Lá ela foi examinada, mil perguntas, avaliação da lista de medicamentos que toma diariamente etc.. Incluindo a medição da pressão dela, que estava ótima, talvez melhor que a minha naquele momento, pois eu estava uma pilha de nervos e  vendo a hora dela ser liberada e eu ficar internada...rs. Fizeram um eletrocardiograma e o resultado foi "coração show de bola".

A médica orientou que procurássemos um otorrino, lá fomos nós para outro hospital, onde esta especialidade é muito boa. E depois de examinada por um médico bem atencioso, veio o diagnóstico: vaso capilar sangrando devido a trauma pelo jeito como ela assoa o nariz, secando-o depois por dentro com lenço de papel, hábito antigo. Tratou, botou medicamento, orientou, prescreveu medicação e liberou.
 Chegamos em casa mais tranquilos e até deixarmos tudo direitinho e ela já novamente prontinha p/ mimir, levou tempo, claro. Eu no bagaço. Deitei de novo, louca p/ dormir. Estava num soninho gostoso qdo acordei de novo com ela chamando, eram 3h da manhã, novamente o nariz sangrando. Eu até achei que fosse pesadelo! Tudo de novo, no caso sem nova ida ao médico, já que havia a orientação. E depois da limpeza geral, fiquei ali colocando gelo sobre o nariz dela por um tempão, vendo a hora de cair adormecida em cima dela, coitada.

Bom, sei lá que horas, deitei de novo e o meu marido, bonzinho que só ele, simplesmente ficou acordado de plantão, para que eu descansasse. Eu não me sentia mesmo muito bem. Ele ficou mesmo acordadão, inventou o que fazer na sala, ligou tv, separou e dobrou tudo que era peça íntima nossa que saiu do varal e aguardava vergonha na cara (minha)
 p/ guardar, tinha uma tonelada de peças dentro de um sacão plástico...rs E eu dormi, poucas horas, mas dormi. Claro que não caminhei, senão eu teria menos de 2 horas de sono, né? E hoje foi dia de trabalho!

A alimentação da semana prosseguiu boa, mas até que podia ter sido um pouco melhor. Teve um extrinha na 4ª à noite, uma beliscada simples mesmo, só que excesso é excesso, não tem essa. Se um copo está cheio, um pingo basta p/ transbordar, não é mesmo? E fiquei com eructações por um bom tempo, bem feito.  
Na 5ª feira teve um almoço especial com a turma do trabalho, celebrando uma conquista importante de 3 colegas. Fui criteriosa ao montar o meu prato,fazendo-o equilibrado e bem gostoso! Mas o olho cresceu p/ colocar alguns itens. Só que felizmente hoje em dia só o olho cresce.

O meu organismo, já habituado de outro jeito, não quer saber, me diz "não". Assim, deixei comida no prato. Acho isto ótimo. Para as refeições principais, meu corpo é bem chatinho mesmo, não quer saber de excesso.  O paladar gosta, mas o resto reclama. Bom sinal, então o grande lance, neste caso, é OUVIR e ATENDER ao que o organismo ensina (só ouvir e se fazer de bobo não adianta...rs). Ele não quer nada a mais, ele quer só o suficiente. Então vamos dar o suficiente, ora bolas! Ah, vamos tentar, pelo menos né?

Qdo estava terminando de me servir neste restaurante, e de olho num determinado prato (batata sei-lá-o-que gratinada), ouvi um 'tsc-tsc-tsc' feito por uma mulher que também estava se servindo e passava por ali. Acho que ela também ficou de olho comprido na tal batata e, prudentemente, disse a si mesmo, com o "tsc-tsc-tsc" algo como "na-na-ni-na-não, nada disso, não vai pegar não"...rs Fez bem.

Agora eu vou começar a fazer "tsc tsc tsc" também, quando o olho começar a crescer fora de hora para algo não muito devido.

A proposta então é esta, gente. Vamos imitar a ilustre desconhecida do restaurante, que estava certinha, passou direto pela batata, depois do 'tsc tsc tsc'. Já eu, peguei, um 'tiquinho', mas peguei hahahah

 

Bom, hoje é 6a feira, choveu muito no RJ, o tempo agora está esquisito, sei lá como será no fim de semana, não fui ver as previsões da meteorologia. Há quem diga que vai ser de chuva, há quem diga que não, eu vou é esperar pra ver. Mas querem saber? Se for com saúde, com energia, com força de vontade, com ânimo p/ enfrentar as diversidades, será ótimo. Se der sol ou um tempinho mais ou menos e tudo estiver bem, vou para a praia. Se não, sei lá o que farei. E mais: ainda estou programada para caminhar no sábado, afinal um dia é melhor que nada. E eu sou teimosa...rs

 

Tenham um ótimo final de semana, cheio de luz e alegria. E entrem na nova semana, que começa domingo, com o pé direito! E o esquerdo também, passinho pra frente, passinho pra frente, tá?  Beijinhos!



 Escrito por Beth ?s 15h29
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   NOTÍCIAS DE MEIO DE SEMANA

Esta semana está sendo complexa, de novo. Ainda não sei, nos últimos dias, o que é dormir direito p/ acordar acesa e fazer minha ativ. física. E quem me dera isto fosse uma desculpinha minha, mas não é não, é realidade. Qdo ontem me determinei a largar tudo e dormir, esquecer do mundo,etc., contando que o Vi ficaria atento à mamãe, como ele havia proposto, o que aconteceu? Ele próprio passou mal tarde da noite, com aquela enxaqueca chata dele, que atacou bem forte, requerendo cuidados e atenção também. Aí, eram dois para eu ficar de olho. Putz! Bom, mas isto tudo passa, não há uma conspiração do universo para que eu não caminhe, não se instalou uma sina, este é só um momento em que uma parte do que preciso e QUERO fazer não está sendo viável. Por enquanto, por dias apenas. Então tá.
Mas na alimentação estou bem bonitinha, sim. Até porque isto depende de mim, única e exclusivamente de mim. Quem escolhe o que comer, onde comer, quanto comer sou eu. Ninguém abre a minha boca para colocar lá dentro nada que eu não queira e se abrir, dou-lhe uma dentada!   Então, o que faço de melhor ou pior neste quesito, é comigo mesma. E de uma forma geral, estou tranqüila. Claro que não precisava daquela bala de coco deliciosa que a minha amiga/coordenadora tem no potinho em cima da mesa, nem precisava colocar o quibe de catupiry no prato do almoço onde já havia um peixe grelhado maravilhoso, coisas bestas que eu sei que podia dispensar, mas quis. E não será isto que vai me derrubar, eu hem, neurótica ainda não sou.

Mas consciente, sou sim. É verdade que nem sempre sigo a consciência, e aí o bicho pega haha Mas geralmente, procuro seguir, claro, afinal, tenho que ter coerência, pensando e agindo de forma compatível com o que quero para mim. Hábitos cada vez melhores, comportamento nem tão bonitinho assim só eventualmente. Trabalho nisto.

E é isto que estou sempre procurando fortalecer em mim, sempre, e também estimular através dos comentários, dos posts, dos papos com quem está na estrada também. Porque sem parar e pensar antes de agir e sem querer mudar hábitos, entendendo que eles não são nossos para sempre, a menos que a gente realmente os queira, nada acontece. Não adianta a gente ler de tudo, aprender tanta coisa, se informar e não procurar praticar.

  Quando decidimos mudar os hábitos, temos que praticar no dia a dia um novo jeito de pensar e de agir, mesmo que no começo seja esquisito e difícil, porque de tanto repetirmos a nova maneira, ela acaba se tornando natural, entra no automático. Ou seja, vira hábito. E aquele outro, ruim, de tanto ser deixado cada vez mais de lado, acaba sendo um comportamento eventual. Não é mais hábito. E se a gente voltar a repeti-lo, vira hábito de novo.

Sei que não é moleza, muitas vezes, mudar hábitos. Se fosse, teria sido tudo rápido e tranqüilo para mim, também. E hoje eu não teria qualquer problema de peso, estaria estacionada no meu peso meta, tranquilamente, aguardando só o dim-dim p/ fazer uma plasticazinha aqui e outra ali p/ melhorar um pouquinho as coisas né?

Não, a coisa não é simples. Mas não é tão complexa assim, também. Complexo é o ser humano, cada um com sua história, suas características bem pessoais, seu organismo tão ‘seu’. E suas emoções. Ninguém é igual a ninguém. Cada um com suas dificuldades, só não se pode e nem deve é se render a elas e sim encarar, superar, aprender, crescer, vencer!

Gosto de pensar nas minhas evoluções, promovidas por este processo desde que o iniciei, em 2003. Gosto de valorizá-las. Algumas eu noto que posso estar, devagarzinho, deixando haver um retrocesso, então me ajusto, que não sou caranguejo p/ andar para trás. Outro dia a , num dos seus posts sempre ótimos,intitulado "Emagrecimento e Elegância" (de 16/05/08) mencionou algo bem interessante: como a gente fica mais elegante, de uma forma geral, quando muda os hábitos alimentares, quando passa a pensar/agir como magro.

Concordei totalmente com ela. Muito mais bonito a gente dizer ao garçon  “só um pouquinho, por favor” quando ele está servindo o nosso prato, do que o famigerado “capricha aí”. Posso falar disto sim, eu já fui a rainha do “Capricha hem!”. Não nego que ainda peço capricho, mas 90% das vezes, hoje em dia, é p/ que caprichem na salada. Onde eu peco ainda no “capricha!”? Por exemplo, no molho parmesão da salada do Giraffas, que eu adoro, aquele danado. E quando peço um quiche, no Sabor Saúde ou no Delírio Tropical, por exemplo, digo "um bem bonito". Mas é para que nao me sirvam justamente aquele pedaço que foi mal cortado, que está despencando, eu hem...

Será que não tenho vontade, às vezes, de pedir que caprichem nas fritas ou no purê, no caso de meu prato ter este item na sua composição? Tenho sim, muitas vezes. Mas, juro, na maior parte das vezes eu fico quieta. Afinal, já é lucro estar montando um prato que tem algo tão gostosinho, embora calórico e que eu adoro, sem culpa, pois nada me é proibido. E para que, então pedir mais? Nem no bendito molho precisaria, mas aí eu não virei santa ainda né? Nem estou pensando nisto... e nem que eu quisesse, sem chance, esta alma aqui teria que melhorar tanto...ai ai...rs

A também, no mesmo post (recomendo a leitura, está AQUI), falou sobre pessoas que andam comendo pela rua. E desde que li este post, passei a observar isto com mais atenção. Tem coisas que combinam mesmo com ‘comer na rua’ enquanto se anda, como pipoca por exemplo (gosto, mas não sou fanática, é raro comprar), ou sorvete, que se a gente guardar depois lambe só o palito ou come a casquinha vazia hahahaa sem contar a lambança hahaha! E isto não é privilégio de gordo ou magro! Mas eu vi que a nossa amiga blogueira notou algo bem real: na maior parte das vezes, quem está comendo pela rua é alguém acima do peso.

É comportamento de quem tem pensamento gordo. De quem as vezes pode, mas acha que não pode esperar chegar num lugar melhor p/ sentar e comer. Outro dia entrei no ônibus depois do trabalho e uma mulher comia, como se fosse a última refeição da sua vida, uma espiga de milho (argh, detesto). Era bem gordinha. Pensei com meus botões que ela podia estar correndo de um lugar para o outro, sem tempo de parar e comer, portanto tinha mesmo que aproveitar a viagem de ônibus p/ se alimentar. Mas observei melhor e pensei: seja como for, é feio, embora ninguém tenha nada com isto.
Outro dia, vinha pela rua uma outra, também muito gordinha, comendo um cachorro-quente. Não parecia estar com pressa, olhava as vitrines na rua, comia de um jeito feio, mal mastigava, era mau hábito mesmo. E por aí, vai.

O fato é que isto me ajudou a me observar mais ainda e a evitar coisas que, notadamente, podem ser dispensadas. E tem sido comum eu comprar a bananadinha diet que volta e meia como de sobremesa nos dias de semana e em vez de já abri-la e comer pela rua, como fazia antes, ponho na bolsa e como quando já estou na empresa. Não é 100% das vezes, mas já é 90%.  Lembrei que há uns 2 meses comprei um saquinho de biscoito polvilho, correspondente a 1/3 do saco normal, da marca que é vendida numa barraquinha próxima do trabalho. Eu ia p/ outro lugar antes de casa e me deu vontade de dar aquela beliscadinha que me valeria 1,5 pt no VP e cabia no meu dia. No caso, ou comia na rua ou no ônibus, também. Deixei p/ comer no ônibus.

Sentei-me após passar a roleta, ao lado de uma senhora muito simpatiquinha. E abri o saquinho, com cuidado p/ não cair nada. Antes de pegar a 1ª rosquinha, educadamente ofereci à sorridente senhorinha, que acompanhava cada movimento meu. Ela agradeceu, aceitou um, disse que aquele biscoito é mesmo muito gostoso. E complementou com a seguinte ‘desnecessária’ frase: “Por isso que vc está cheinha”. Haha Quase mandei a mulher à merda! Ah, come o meu biscoito e vem me chamar de cheinha? Haha Eu passava sem essa né? Ainda bem que ela falou cheinha haha Está bem, mas é que ela não me conheceu cheiona haha

Ontem eu comprei de novo o tal biscoito, já que ia direto do trabalho p/ o salão fazer as unhas e ia demorar p/ chegar em casa e fazer minha refeição noturna oficial. E estava mesmo a fim, p/ ser bem sincera. Aí pensei, antes de abrir o saco ainda na rua, se eu estaria sendo coerente com o que eu acho a este respeito. Passei a pensar antes, também nesta situação, acho isto bacana. É que eu não queria ter a imagem que tanta gente me passa, pelas ruas, quando vem pela rua comendo, comendo, comendo. Não tanto pelos outros,bom, na verdade era um pouco sim, mas não por eles e sim por mim, pensando especialmente assim:  se eu acho isto feio, se eu noto quando vejo alguém fazendo, por que então eu vou praticar, a menos que não tenha outro jeito? Bom, o fato é que ainda assimacabei abrindo, mas fui tão discreta, pegava o biscoito tão sorrateiramente  que acho que ninguém notou que eu estava comendo. Ou notou e não entendeu nada, que mistério seria aquele! haha Dá-lhe esquisitice! haha

E é assim que vou sempre avaliando uma coisa e outra. Coisas que têm muito a ver, outras nem tanto... Muitas vezes com base no que eu mesma vou sacando e muitas outras com base no que vou sendo levada a pensar, como no caso este post da    e em tantas coisas que a blogosfera light também me ajuda a refletir, a mudar
em mim.
Beijão, gente boa, daqui a uns dias venho de novo dizer como vai tudo.

 



 Escrito por Beth ?s 16h22
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Meu perfil
BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Livros, Praia, Dançar, Curtir a vida
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EU ERA ASSIM  

ESTOU ASSIM Meu nome ? Elizabeth, sou conhecida como Beth
Analista de Sistemas, especialista em Metodologia, Processos e Qualidade em TI, Ger?ncia de Projetos,An?lise de Neg?cios, Auditora ISO, sou leonina do dia 10/08, carioca da gema, moro na minha na cidade maravilhosa (RJ), adoro fazer amizades, sonhar, ler, escrever, sou casada c/ Vicente - meu grande amor, m?e do Alexandre, um filh?o maravilhoso, que ? universit?rio e "boadastra" da Mimi, minha enteadinha adolescente linda a quem chamo aqui de filhotinha.

Meu e-mail: beth.ebprs@gmail.com
Meu MSN: ebprs@hotmail.com



Objetivo deste Blog: Compartilhar meu processo de reeducação alimentar e mudança de hábitos que resultou no meu emagrecimento, me tirou da obesidade mórbida e me ensinou e ensina tanto!



Meu processo: Fui beb? 'cheinho',crian?a de peso normal, na adolesc?ncia tinha ?timo corpo. No in?cio da fase adulta comecei a engordar c/facilidade em fun??o de uma mudan?a p/ pior dos h?bitos alimentares e tb devido a dificuldade que tive em enfrentar alguns problemas pessoais, decep??es e m?goas que se transformaram em Kg a mais (eu as COMI). Durante anos optei por m?todos indevidos, tomei rem?dios, f?rmulas, inje??es, fiz dietas mirabolantes e isto tudo me ajudou a virar uma sanfona que cada vez abria mais e fechava menos. Cheguei ao auge da obesidade c/ 140 kg e dei o basta. Primeiro, fiz um pequeno controle que me ajudou a emagrecer quase 5 kg. Depois, entrei para o Vigilantes do Peso, onde emagreci 53kg c/equil?brio, seguran?a e muita alegria. Aprendi muito, o caminho foi t?o importante quanto os resultados. Eliminei 53 kg com o método do Vigilantes do Peso e atividade física. Aumentei depois alguns kg e agora prossigo, para reconquistar a minha meta e mantê-la para sempre.

Cr?ditos Imagens: Google
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