Conquista

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   Postagem coletiva - Dia Nacional de Combate à Obesidade

Aderindo à proposta da Denise Carceroni, do blog Fique INforma, participo desta postagem coletiva. Antes, porém, parabenizo a Denise por esta iniciativa tão bacana e a todos os que desejaram e puderam aderir, devido à importância deste assunto.


OBESIDADE. Eita palavrinha feia! Nunca gostei dela. Quando criança, sequer a ouvia no meu dia-a-dia. Sabia, ou melhor, pensava que sabia o que era. Obeso, no meu entender, era aquele que possuía um corpo imenso, muito gordo mesmo, mas por problema de saúde, distúrbios no funcionamento do seu organismo, incontroláveis, que faziam com que a pessoa ficasse assim, tão pesada, tão disforme. Na época, eu a imaginava 'uma coitada'. E acreditava que os gordos por comerem muito, por não terem controle, por não se exercitarem etc. eram diferentes, estes não eram obesos, eram gordos. Mais comumente chamados de "balofos". Quase não ouvia dizer "Fulana é obesa." Mas era comum ouvir " Fulana está balofa".
Lembro que uma vez o meu irmão mais velho, brincando, me chamou de balofa. E, parodiando uma música romântica da época (faz muiiiito tempo, gente boa, podes crer) que dizia "Abraça-me forteeeee" ele cantou, quando eu passei por ele usando um short novo: "A vaca de shorttttttt"...rs Claro que na hora eu fiquei P da vida, aliás na época eu não ficava P da vida ainda, eu não dizia palavrões como digo hoje, eu devo ter ficado irritada, irada, algo assim. Afinal, sou do tempo em que algo 'irado' não era algo 'maneiro' e sim algo que bufafa de raiva...rs

Mas, era pura provocação dele, afinal eu não era balofa, de jeito nenhum. Eu revidava também parodiando a mesma música, no trecho em que falava algo sobre '... coração', cantando para o meu irmão em resposta: "E o boi de calçãooooo". haha Bons tempos. Mas, naturalmente, mesmo sabendo que estava com tudo em cima, eu muitas vezes me olhava no espelho e me achava enorme. Como qualquer adolescente. Já contei neste blog, em diversos posts espalhados por estes mais de 4 anos de postagens, muita coisa de várias épocas da minha vida, no que tem a ver com a questão de corpo, peso, alimentação etc. E já devo ter falado sobre um dia em que me desesperei, ao perceber que uma linda roupa que a mamãe estava fazendo para eu usar numa das minhas audições de piano não ficava em mim tão maravilhosa como no corpo da manequim da revista de onde o modelo e o molde foram copiados.

E estou falando de uma época em que não havia esta loucura que existe hoje em dia, das mulheres desejarem a todo custo ter o mesmo corpo das modelos/manequins, eu lembro que ficava muito claro para a maior parte que 'aquilo era corpo de manequim' e não de gente normal. E muitas manequins famosas tinham corpos magros, mas harmoniosos, um ar saudável. Copiava-se o estilo, o cabelo... Veruska ditava moda nos anos 60.  Depois apareceu uma inglesinha de traços delicados, olhos grandes, bonitinha mas muito magra, era um verdadeiro cabide para roupa.
Era a TWIGGY.  Lembro que muita gente passou a usar o cabelo curtinho dela, que virou uma febre! Ali começou este negócio de ter que ser uma vareta, sabiam? Mas nem todo mundo ia nesta onda de pagar qualquer preço p/ ter o corpo delas. Não era, ainda, difundida a idéia, quase obsessão, de que para ser bonita, gostosa e elegante a mulher teria que se enquadrar perfeitamente nas medidas X, Y, Z e no manequim 36. Uma coisa era uma coisa, outra coisa era outra coisa.

O interessante é que os padrões foram mudando, ficando cada vez mais absurdos e inalcançáveis pelas pessoas normais. Esta coisa de querer ficar idêntico a fulano e siclano, sem sequer parar para ver que não é uma questão apenas de peso x altura, que as estruturas diferenciam de um para outro, que há muito mais coisa a ser considerada e que cada um de nós é único...

Bom, o fato é que hoje em dia temos uma ditadura da beleza e da forma física que vem causando mais estragos do que benefícios, em muitas pessoas. E temos, em contraponto, um aumento assustador, também, de pessoas obesas em todo canto. Incluindo crianças e até mesmo bebês. E eu sou de um tempo em que obesidade, para mim, era uma doença. Na minha cabecinha desinformada até então, estar balofo era uma coisa e ser obeso era outra. Eu não era uma coisa nem outra. E, com o tempo, mudando para pior os meus hábitos alimentares e me tornando mais sedentária, fui ficando cheinha, cheiona, gordinha, gorda, balofa. E como balofa fui me vendo aumentar cada vez mais, sem agir adequadamente para mudar o quadro.

Quando agia, era do jeito torto, também já contei aqui muitas vezes. Tratamentos perigosos, remédios de todo tipo, incluindo injeções 'sabe Deus de que'. Dietas malucas, da moda, simpatias e tudo mais. Enxergar o que precisava ser mudado e aceitar mudar era outra história. Talvez eu achasse que era coisa para obesos. Eu não era obesa tá? Na minha cabeça tão inteligente para tanta coisa, eu permitia ser burrinha para esta constatação: obesidade era doença, eu não estava doente e sim gorda. Aliás, balofa. E fui balofando, balofando...

Um dia, em 1981, eu no Canecão com a minha mãe e uns colegas dela de trabalho, onde fomos assistir a um show. Eu estava bem fora do peso, mas ainda muito longe do que nem sabia que poderia chegar em termos de má forma física. Conversando com um colega dela, que era bem legalzinho, um rapaz gay super simpático, alegre e talentoso, em algum momento do papo eu disse algo como "eu que estou gordinha..." e ele me interrompeu rapidamente, quase pulando da cadeira e, bem afetado e olhos arregalados disse: "Gordinha? Você está é obesa!!!!".

Fiquei sem graça, e eu nunca fui de ficar sem graça à toa. Achei muito indelicado da parte dele. Afinal, eu estava balofinha e não obesa. Era como eu pensava. E como tenho a foto daquela noite (infelizmente não estou achando agora, para scanear e mostrar), já a olhei muitas vezes e disse a mim mesma: "Ele nem tem idéia de que aquilo era só o começo!" e mais: ele estava certo. Eu estava obesa, ainda no grau menos elevado, mas estava. Obesa antes de tudo na cabeça. Pensava e agia como obesa. Portanto...

O fato é que eu só fui me convencer de que estava obesa e, mais do que isto, obesa mórbida, quando já estava com mais de 130kg. Aí eu fugia desta realidade, porque eu tinha medo de estar obesa. Não gostava de estar balofa, mas obesa? Era demais para mim. Vá entender uma cabeça assim...rs E ainda por cima mórbida? Medo. Pavor. Pensava que gordo não morria de gordura, mas que obeso morria de obesidade.

Foi assim que eu me assustei, para valer. Mas as minhas taxas eram ótimas, meus exames sempre agradavam os médicos e eu ouvia feliz deles que eu era um fenômeno, por me manter tão bem apesar do peso. Um deles, cardiologista que conduziu o meu checkup quando eu fiz 40 anos (1996) me falou: 'Agora, comemore isto se cuidando para continuar assim, celebre a vida preservando-a, para continuar daqui para a frente com estas taxas tão boas!". E eu comecei, na época, a me cuidar um pouco melhor. Já vinha há tempos tratando da cabeça, do auto-conhecimento, sintonizando com os meus 'botões' e entendendo o porque de tantas coisas, já estava há uns 5 anos trabalhando a mente de uma forma melhorzinha. Me preparando para o que viria pela frente.

O fato de nunca ter tido complexos, de jamais ter me escondido por estar tão gorda, de não ter me privado de me divertir, sair, curtir praia, dançar, paquerar etc. me ajudava muito por um lado. Mas contribuiu, hoje eu sei, para que eu empurrasse com a barriga (cada vez maior e mais caída) a mudança de atitude. Afinal, se eu me gostava de qualquer jeito, porque pressa em virar o jogo? Mas eu gostava de mim independentemente do meu corpo/peso e não por estar daquele jeito. Eu não poderia dizer que era bom usar um jeans manequim 64 (sessenta e quatro, sim), que era uma delícia quebrar 9 entre 10 cadeiras plásticas, mesmo as mais resistentes, que era ótimo não poder abrir a bandejinha de refeições do avião e melhor ainda ter que pedir um extensor de cinto de segurança à comissária de bordo, por exemplo!
Claro que eu não achava o máximo não poder aproveitar liquidações de roupas, tentar vestir uma peça XXG e ela não me passar pelos ombros, usar meia calça tamanho máximo e ela não passar dos meus quadris e ali ela ficava, enrolada, apertada, me assando toda, por baixo da calcinha que tinha a função, também, de 'segurar' a meia calça enrolada que me partia toda, eu que sei! Não seria louca de dizer que apreciava muito os olhares que recebia, as cutucadas que percebia que uma pessoa dava na outra, vindo pela rua, ao me ver, mostrando-me como se eu fosse um ET. Um ET bem bonitinho, sorridente, etc. Mas um ET que eu não era, eu só estava obesa (sim, eu já sabia disto, finalmente).

Eu tinha pena da manicure quando fazia meus pés no salão, porque se não houvesse lá aquele suporte para a perna, o peso era tremendo e a criatura ficava cheia de dor nas suas pernas por causa das minhas. Então, para poupar a profissional, ficava eu fazendo uma força danada para minha perna não pesar na dela. Consideração, claro! Como esquecer (já contei aqui várias vezes) de quando entalei na roleta do ônibus e o cobrador, com a ajuda de mais 2 homens, não conseguia fazer a danada girar e eu ali, apertada, suando, desesperada? Até que concluíram que teriam que levar o ônibus para a garagem para que a roleta fosse serrada, aí eu me apavorei, pensando no mico que seria aquilo! Acho que de tanto susto e suor eu acabei escorregando um pouco mais, a força dos homens e o meu apavoramento fizeram a roleta mexer e eu saí de lá, ainda bem.

Não, nada disto é agradável. Eu ria depois contando às pessoas, eu rio hoje falando, mas não era tão simples assim. O fato é que sempre tive jogo de cintura para a vida, então eu superava emocionalmente, aprendia a lidar com as coisas, já que fisicamente não havia condições. O fato é que isto mudou. Eu resolvi dar um basta e assim, desde 2003, entrei numa estrada que não tem volta. Uma estrada que não me livrou somente das coisas que citei aí em cima e de muitas, muitas outras que se eu fosse listar, este post seria muito maior do que já está sendo (pra variar..rs).

Mas todas as dificuldades da vida prática ainda não eram piores do que o risco que eu corria, por conta daquela situação. As taxas continuaram ótimas, mas até quando?  E a pressão arterial sempre tão alta, já diagnosticada várias vezes como consequência, unicamente, da obesidade e do sedentarismo? Valia a pena continuar pagando para ver? Será que mudar hábitos era algo tão mais difícil do que ter que me capacitar, cada dia mais, a contornar os entraves que o meu tamanho provocava?

Há quem diga que é difícil emagrecer, que é difícil se disciplinar, que é difícil ter controle, que é difícil mudar um comportamento que já carrega há anos. Fácil, não é mesmo. Mas a dificuldade é do tamanho que a gente vê. Porque quando a gente cisma que vai fazer uma coisa, mesmo que ela nos tome tempo e esforço, a gente faz sim. O que faz com que as coisas difíceis se tornem possíveis é a motivação que temos para enfrentar de frente e assumir um compromisso de mudança. E a motivação vem de dentro, vem de fora, a gente tem que usar tudo para alimentá-la, ela sim pode ficar obesa. Listando tudo que não está legal e que queremos mudar, sabendo o porque de ser importante esta mudança e tendo uma boa noção do que a mudança vai realmente nos trazer, de forma realista,a gente para e pensa "é... quero isto para mim".


Foto atual



Eu quis isto para mim, por isso meti a cara e meto até hoje. Porque com tudo que já aprendi e vivi, ainda há muito que melhorar. Tenho pesinho extra que voltou para mandar embora. Tem épocas que vai macio... tem épocas que é uma coisa de doido, vou aos solavancos. Uma hora para emagrecer, outra hora para manter, outra para não ultrapassar um certo limite de aumento de peso, outra para reverter de novo, o fato é que eu estou CASADA para sempre com um processo que só me traz benefícios. Que me tirou de um risco maior de problemas de saúde, que me trouxe mais mobilidade, mais facilidades, mais beleza, mais satisfação comigo mesma, mais orgulho do tanto que posso fazer por mim. E que está me ajudando a ajudar a quem também está na estrada e nisto incluo minha família.


Não busquei e não busco a imagem de ninguém, a não ser a melhor imagem possível para mim mesma, no meu contexto, nas minhas particularidades. O meu peso, o meu manequim, que para muita gente é grande demais, para mim é bacana. É normal. É comprado na feirinha, na lojinha, na lojona, na liquidação ou no preço caro, mas não mais em lojas especializadas em tamanhos GGHIJKL.... E uma saúde que não tem preço. Pelo menos, se ela falhar, não terá sido por negligência minha. Não terá sido por ter me apegado mais a prazeres que terminam tão logo a gente engole do que ao prazer de saber que me dou um trato muito mais responsável, mais carinhoso, mais digno.  Do jeitinho que mereço.

Beijos em todos, vamos em frente, tá? SEMPRE! 



 Escrito por Beth ?s 10h14
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A semana passada foi boa, apesar de uns quiprocozinhos, mas isto faz parte. O final de semana foi especial. O Alexandre, que é o meu filho querido, amado, adorado, minha razão de viver, maior presente de Deus na minha vida, fez 25 anos no domingo, dia 5 de outubro. Comemoramos antecipadamente em família no sábado, já que o domingo era dia de eleições, complicando tudo. Até porque o Vi trabalha como mesário, ficando na sessão eleitoral o dia todo.


Almoçamos fora, conforme planejado. Eu havia me programado para este almoço, pois iríamos numa churrascaria rodízio, que geralmente é a preferência dele e onde eu, por incrível que pareça, consigo me comportar super bem, exceto pelos aneizinhos deo cebola e pelos pasteizinhos de catupiry. No mais, tiro de letra. Mas o aniversariante quis mudar a escolha do restaurante e aniversariante não pede, manda!

Fomos a um outro lugar excelente, onde havia ótimas opções também para mim, mas eu realmente quis um prato nada light, muito pelo contrário e comi com gosto! A falta de salada naquela refeição, coisa rara no meu dia-a-dia, foi compensada por conta do sucão de vegetais que eu agora tenho tomado diariamente. Não comi salada, mas consumi 3 vegetais importantes naquele dia, quebrou bem o galho...rs   E o resto do dia foi bem light mesmo, tudo compensadinho, na boa.

No domingo o Vi foi trabalhar nas eleições e aí eu e o meu filho ficamos juntinhos o tempo todo. Precisamos sair, depois votamos e ficamos em casa o resto do dia. Eu preparei um almocinho simples, mas bem gostosinho, escolhido por ele e no início da noite cantamos parabéns e comemos uma torta muito gostosa, da Chaika, também escolhida por ele.

Na semana passada a minha alimentação foi 90% bacana. Os 10% não tão bonitinhos já são coisa do passado, o que merecia avaliação foi avaliado, o que não merecia foi deixado pra trás. Não sou do tipo que por qualquer coisinha já entra em fricotes achando que jogou tudo pelo ralo, estou fora destas neuras. Até porque o que faz a coisa degringolar não é um momento em que a gente erra e sim a repetição contínua do erro, o adiamento do ajuste, a preferência por ficar apegada ao fato de ter falhado em vez de levar a coisa para frente, até porque o ontem já era, é no hoje que a gente tem que focar e trabalhar.

O ontem fica como lição aprendida, é bagagem que se usa do jeito certo e se não servir para nada, nem carrega.  Quem carrega bobagens que não agregam nada, fica pesado e acaba se atrapalhando, cansa antes da hora, desanima por nada e por tudo. Estou fora.

Um marco da semana passada, também, foi a retomada das caminhadas. Caminhei 3 dias e só não foi mais que isso, por causa do tempo.  Esta semana estou programada para caminhar pelo menos 4 dias, mas o objetivo é chegar à minha marca normal, que é de 5 a 6 dias na semana. Aquela dorzinha chata no ciático não me incomodou mais, isto ajuda muito. O tempo voltou a ficar horroroso, mas vou tentar não ligar para ele...rs

E assim, vou seguindo. Esta nova semana está sendo mais ou menos. Ontem me alimentei super bem, hoje no almoço eu comi um pouquinho mais do que o normal, foi um acontecimento especial, reencontro com pessoas muito bacanas com quem já trabalhei antes e eu adoro rever gente querida, matar a saudade, botar as notícias em dia. E como era um buffet, embora eu não tenha comido demais, sempre que foi diferentinho do dia-a-dia normal. Mas não houve exagero não. Só uma saidinha da rotina.

No mais, a semana está sendo exigente pra cacete comigo, são mil coisas me deixando muito preocupada, mas tudo ensina e fortalece, então vamos em frente, desafio é comigo mesmo, manda que eu traço! Ufa! Andar com fé eu vou, com fé não costuma falhar, não é assim que diz a música? Acredito nisto!

E falando em fé, li em um lugar que, entre tantas coisas, ter fé é lutar pela realização dos nossos desejos e acreditar na existência de uma força maior, em algo que só conseguimos descobrir a sua dimensão quando, parecendo termos chegado ao limite, acabamos tirando forças ‘sei lá de onde’ para prosseguir e vamos em frente. Penso assim. E sei bem como é este negócio de tirar forças sei lá de onde. Mas eu sei. É da fé mesmo.

Desejo uma ótima nova semana para todos. Beijos, fiquem com Deus.



 Escrito por Beth ?s 19h03
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Oi!

Primeiramente, mostro a vocês uma das fotos do Encontro de domingo passado:


Da esq. p/ direita, em pé: Karina, Jaqueline, Isabelle, Mariléia, Beth, Claudinha, Marília e Cacau.

Abaixadas, na frente:Marsele e Janaína.  Na frente, em pé, Laís (filha da Claudinha).
Obs.: Nesta foto não aparecem a Clara  e a Juliana, que já tinham ido embora um pouquinho antes.
Mas elas estão nestas fotos aqui embaixo, vejam:

Clara (de preto) no seu Momento Light. E o sorriso bonito da estreante Juliana!


Agora, quero agradecer todos os comentários super positivos recebidos por conta do outro post, especialmente pela matéria no BOL, que me gratificou muito, mesmo. Aliás, cabe aqui uma explicação sobre isto: um dia, a Barbara, blogueira light que me visita e eu a ela,  me falou sobre um trabalho p/ um site (não disse qual) sobre a ajuda dos blogs nos processos de emagrecimento e manifestou seu interesse em me citar, com o que eu concordei, honrada.

Passei a ela por e-mails as informações solicitadas e depois, sinceramente, até esqueci um pouquinho o assunto. Aí a matéria saiu antes mesmo da Barbara me avisar, e como eu nem sabia para qual site seria, não tinha visto, até que a Miss Blueberry mencionou!

Já troquei e-mails com a Barbara p/ agradecer,  eu não esperava que fosse num portal tão acessado e que até a montagem das fotos Antes e Depois fosse aparecer ali, na capa, com destaque e fiquei toda boba. Até porque eu considero, realmente, o blog um instrumento bastante especial de apoio nesta minha conquista.

Tanto que não o abandonei após chegar à meta em dez/2006 e continuo contando com esta parceria bacana que nós temos em todas as fases do meu processo, que já foi de manutenção e agora (já há algum tempo) é de consolidação de tudo que eu aprendi nesta estrada, fortalecimento e aprimoramento contínuo e, consequentemente, eliminação dos quilos que recuperei, que são 10kg acima da meta.

E vou em frente, com serenidade, sabendo que é um dia de cada vez mesmo. E que é caminho sem volta, já que não haverá retorno ao modo antigo de viver e comer, mesmo com as falhas que ainda cometo e nem tenho ilusão de que não serão repetidas. Vão ser é minimizadas e mais espaçadas. Cada dia que passa me sinto melhor com os novos hábitos, me sinto mais feliz com tudo que vou modificando e trazendo de bom para mim, o ganho é muito maior, eu garanto, do que o novo peso. Ele faz parte disto, é importantíssimo, claro. Mas é só um dos benefícios que a reeducação me trouxe.

O blog teve e tem função especial nesta história toda. Ele é a ponte que me aproximou e aproxima de vocês, para trocarmos experiências, apoio, carinho, incentivo e até broncas construtivas, que muitas vezes nós precisamos. Através dele muitas pessoas viraram amigas bem próximas, do convívio pessoal e com lugar bem privilegiado neste coração aqui! Então, é isso aí, obrigada por tudo, valeu.

Quinta-feira, semana quase acabando, tudo correndo bem, graças a Deus. Estou me comportando lindamente, dá gosto! A alimentação está bacana e voltei a fazer as caminhadas diárias no calçadão. Hoje  não deu, o tempo virou de novo, mas isto já nem tem graça dizer, está virando rotina por aqui. Porém, como eu não derreto na chuva, poderia ter ido caminhar mesmo assim, já que ela estava fininha. Mas neste caso, respeitei a questão física, pois o meu nervo ciático voltou a doer bastante na madrugada e eu sabia que caminhar na friagem não ia dar certo.

Continuo fazendo os meus sucos naturebas pela manhã, têm ficado deliciosos. Hoje foi de laranja com couve e berinjela. Ainda não comprei a centrífuga, pq estou pesquisando direitinho marcas e preços, há lugares com promoções legais e quero aproveitar, claro. Mas o liquidificador vem cumprindo direitinho o seu papel.

Ontem, no almoço, estava comendo uma salada de berinjela c/ pimentão e palmito e estava tão maravilhosa que eu comia revirando os olhos, elogiando o tempo todo. Aí, comentei com a minha amiga que isto, há algum tempo, era algo impensável p/ mim. Eu detestava berinjela e ainda mexia com a Cacau, por ela amar berinjela. Pois hoje eu como berinjela de mais de uma maneira, com muito prazer.

Comecei comendo por saber que era boa p/a saúde e tentando me habituar ao sabor. Mas como isto aconteceu? Porque eu me propus a experimentar de novo e de novas maneiras. Vi que há uns jeitos de fazer que, realmente, não me agradam, a textura me incomoda, então não como daqueles jeitos. Mas vi, também, que há outros tantos jeitos em que ela fica ótima, o meu paladar não só aceita como vibra de emoção.

O mesmo aconteceu com abobrinha, brócolis, couve e mais uma infinidade de legumes e verduras que eu rejeitei por quase 50 anos de vida e hoje fazem parte do meu cardápio. Então, quem fica aí de carinha torta dizendo “isto eu não consigo”, ‘isto eu não gosto”, pode fazer o favorzinho (a si mesmo) de parar e pensar se já não é hora (ou passando dela) de tentar mais uma vez, de mais um jeito e com maior boa vontade. Com vontade de aceitar aquele paladar diferente, mas que nem por isso tem que ser ruim. Claro que a gente não vai passar a amar tudo, mas vale a pena aumentar o leque de opções.

Meu ganho com isto, além da saúde beneficiada, foi uma facilidade tremenda p/ comer em qualquer lugar e situação. Quanto mais opções a gente tem, mais fácil diversificar o cardápio, evitar repetir muitas vezes alguns alimentos e enjoar, ou mesmo o organismo acabar acomodando. E a minha curiosidade para determinados pratos ficou mais aguçada, coisas que antes eu não queria nem que ficassem perto de mim na mesa hoje eu tenho aquele interesse de ao menos saber como é, o que tem, se é bom etc. E com isto, não paro de ampliar meu ‘mundo nutricional’. Vale a pena.

Nossa amiguinha blogueira Carolina que o diga! Como descobrimos que trabalhamos na mesma empresa, no mesmo prédio, a apenas 3 andares de diferença, temos trocado idéias às vezes por um software de comunicação interno. E ela, que não aceitava até outro dia provar novas coisas, já está se propondo a tomar sopa, a experimentar sabores novos, hoje vai comer salada no almoço etc.! Fico feliz por ter esta oportunidade boa de fazê-la se interessar por isso, que só vai trazer ganhos para ela. Ainda não conseguimos nos conhecer pessoalmente, acreditam? Mas nos falamos tanto! rs

O fato é que não mudamos os nossos resultados, se não mudamos as nossas atitudes. E não mudamos as nossas atitudes se não mudamos nosso modo de pensar, ampliando nossos horizontes. E não mudamos o nosso modo de pensar se não nos propomos a isso, se não entendemos que o jeito atual não está compatível com o que desejamos conquistar. E é assim que a gente vai mudando, devagarzinho, um e outro hábito, um e outro conceito, uma e outra atitude. E vai vencendo.

Algumas pessoas que leram a matéria e não me conheciam e nem freqüentavam este blog me escreveram, por e-mail, parabenizando e, algumas delas, querendo saber como eu tinha conseguido mudar a minha história com relação à obesidade. A todas eu respondi, atenciosamente, agradecendo o contato, me propondo a continuar trocando idéias, mas deixando muito claro o que sempre procurei transmitir aqui e em todo canto:
 Não há mágicaNão há varinha de condão. Não há receita pronta. Há trabalho, com motivação, com garra, com determinação, com perseverança e muita paciência.

Trabalho direcionado, que visa muito mais que perder peso. Visa saúde, bem-estar, agilidade, qualidade de vida. E um emagrecimento real, sem riscos, sem maluquices, sem paranóias. E com muito auto-conhecimento. Um emagrecimento que muitas vezes é mais lento do que aquele provocado por métodos mais radicais, mas que acontece no tempo de cada um, na medida do aprimoramento e capacitação de cada um, na medida do emagrecimento DA MENTE de cada um e de uma série de outros fatores internos e externos que podem influenciar.

Este foi, é e será sempre o meu caminho. E é o caminho que eu recomendo. Tenham uma ótima continuação de semana. Beijo!



 Escrito por Beth ?s 12h01
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Meu perfil
BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Livros, Praia, Dançar, Curtir a vida
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EU ERA ASSIM  

ESTOU ASSIM Meu nome ? Elizabeth, sou conhecida como Beth
Analista de Sistemas, especialista em Metodologia, Processos e Qualidade em TI, Ger?ncia de Projetos,An?lise de Neg?cios, Auditora ISO, sou leonina do dia 10/08, carioca da gema, moro na minha na cidade maravilhosa (RJ), adoro fazer amizades, sonhar, ler, escrever, sou casada c/ Vicente - meu grande amor, m?e do Alexandre, um filh?o maravilhoso, que ? universit?rio e "boadastra" da Mimi, minha enteadinha adolescente linda a quem chamo aqui de filhotinha.

Meu e-mail: beth.ebprs@gmail.com
Meu MSN: ebprs@hotmail.com



Objetivo deste Blog: Compartilhar meu processo de reeducação alimentar e mudança de hábitos que resultou no meu emagrecimento, me tirou da obesidade mórbida e me ensinou e ensina tanto!



Meu processo: Fui beb? 'cheinho',crian?a de peso normal, na adolesc?ncia tinha ?timo corpo. No in?cio da fase adulta comecei a engordar c/facilidade em fun??o de uma mudan?a p/ pior dos h?bitos alimentares e tb devido a dificuldade que tive em enfrentar alguns problemas pessoais, decep??es e m?goas que se transformaram em Kg a mais (eu as COMI). Durante anos optei por m?todos indevidos, tomei rem?dios, f?rmulas, inje??es, fiz dietas mirabolantes e isto tudo me ajudou a virar uma sanfona que cada vez abria mais e fechava menos. Cheguei ao auge da obesidade c/ 140 kg e dei o basta. Primeiro, fiz um pequeno controle que me ajudou a emagrecer quase 5 kg. Depois, entrei para o Vigilantes do Peso, onde emagreci 53kg c/equil?brio, seguran?a e muita alegria. Aprendi muito, o caminho foi t?o importante quanto os resultados. Eliminei 53 kg com o método do Vigilantes do Peso e atividade física. Aumentei depois alguns kg e agora prossigo, para reconquistar a minha meta e mantê-la para sempre.

Cr?ditos Imagens: Google
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Comunidade Orkut: Eu sou f? da Beth - A Conquista! criado com carinho pela amiga Lili (obrigada, lindinha!)
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=2052374


 
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