Conquista

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   SEGUINDO EM FRENTE

Em primeiro lugar, muito obrigada, de coração, por todo o carinho enviado por vocês, neste momento tão doloroso da minha vida. Parceiros de verdade, anjos bons que Deus botou no meu caminho, pessoas que, em sua maioria, nem me conhecem pessoalmente, mas estiveram, como sempre, de mãozinha dadas comigo, mãos apertadas e doces, cheias de energia boa, de solidariedade, de amor fraternal. Deus abençoe a cada um de vocês, que não lhes falte na vida, nunquinha, gente assim como vocês segurando suas mãos, em todos os seus momentos. Só eu sei o quanto me senti aconchegada, acarinhada, acompanhada carinhosamente. Só eu sei.

Então, vida que segue. Mamãe não era de se entregar, isto ela ensinou direitinho à gente. Se percebia uma certa inércia na vida da gente, era a primeira a dar um 'Acorda', uma sacodida positiva. Às vezes eu até reclamava, achava que ela era intrometida. Logo eu, intrometida que só eu também...rs Quando ela notava que eu, embora raramente, estava muito entregue a um desconforto, uma dor, um 'sei lá o que', já trata de dizer "Anda, menina! Se mexe!". Confesso que às vezes dava raiva daquela frase. O fato é que fazia efeito. Afinal, metida como sempre fui, me sentia aviltada, pensando "como assim, ela pensa que eu preciso disto para me mexer?" E aí, para mostrar que eu não estava precisando de nenhum sacode, na base do 'sou mais eu', eu me mexia mesmo...rs Fazendo de conta que nem tinha sido comigo aquele empurrão...rs

Hoje é o sétimo dia da sua partida. Confesso que até aqui estava tudo muito difícil. Mas vivi e estou vivendo esta história intensamente, como é comigo em tudo na vida. Nada de fazer de conta que está doendo menos do que dói, nada de simular uma força maior do que eu tenho etc. Me permiti chorar tudo que deu vontade, onde e quando deu vontade. Me permiti falar e pensar muita bobagem e, naturalmente, depois conciliar os pensamentos e identificar o que era só bobagem mesmo e o que tinha sentido, o que era real. Me permiti sentir até mesmo culpa, mesmo sabendo que ela não deveria existir, mas só sentindo-a pude pensar nela e realmente afastá-la. Ela volta, sim. Mas aí eu já a trabalho melhor, aviso que aqui não vai rolar.

Já esperneei, já estremeliquei feito garota birrenta, já extravasei com Deus, senti muita mágoa, senti muita coisa ao mesmo tempo e também isoladamente. E assim, fui vivendo o luto, sem disfarces. E é assim que as coisas vão melhorando, vai acontecendo a reacomodação dos sentidos, vai voltando a paz ao coração, é assim mesmo. Não tinha como ser diferente.

Já na 2a feira passada voltei ao trabalho, não usei a licença por falecimento a que tenho direito, porque achei que não me faria bem. No trabalho eu me distraí, conversei, até ri com algumas bobagens que um e outro fala, a dinâmica do dia a dia é uma terapia das boas. Não me sentia menos triste, em nenhum momento, mas o tempo passava sem que eu ficasse só ruminando a dor, o que seria péssimo para mim e acho que até para a mamãe, afinal as mães não gostam de ver os filhos sofrendo, a minha não ia gostar nada de me ver entregue às baratas.

Hoje houve a missa de 7º dia dela, celebrada na Igreja de S. Pedro - Príncipe dos Apóstolos, uma igreja que ela adorava. Mamãe não era muito de ficar em igreja, não era frequentadora assídua de missas etc., mas era mulher de muita fé. E gostava especialmente dessa igreja, onde foi algumas vezes rezar, pedir e agradecer e onde mais de uma vez foram celebradas missas pelo meu irmão mais novo, que faleceu há 19 anos, ainda jovem. Eu sabia que ela, se pudesse escolher, me diria para celebrar lá a missa dela e assim providenciei.

Quando cheguei na Sacristia para efetuar o pagamento a missa e conheci o padre João, que iria celebrá-la, simpatizei de cara com ele. O olhar doce, o sorriso contagiante, parecia que ele trazia o coração no olhar. Veio falar comigo muito carinhosinho e quando vi, estava eu convidando-o para ir comigo a um cantinho onde eu queria falar um pouco. E foi um desabafo daqueles.

Chorei pra caramba, falei muito do que estava sentindo, relatei um pouco do que foi o relacionamento conturbado no passado com ela, o resgate que aconteceu recentemente, o amor e a dor, tudo, tudo, tudo. E ele com aquele olhar doce e generoso, me ouviu e me disse coisas que eu precisava ouvir, coisas que eu acredito,. que já me disseram nestes dias todos, mas quando ele falou, me chegou mais rapidamente à alma. E um nó que estava há dias na minha garganta pareceu afrouxar um pouco.

Na missa, que foi muito bonitinha e alegre, como ele disse que faria, fui me sentindo mais apaziguada. Sentia que ela estava ali, de certa forma, e que ela estava feliz. Saí de lá mais tranquila, sentindo uma leveza maior. Resolvi não trabalhar hoje, vou tirar o resto do dia para ficar na minha, vou almoçar fora com o Vi, depois dar uma andadinha, fazer o que me der na telha.

Nestes dias senti sempre muita dor no corpo, parece que andei carregando um bonde nas costas, que tinha sido atropelada por um trator, hoje especialmente me sinto menos mal. Me alimentei mais ou menos, não houve uma compensação na comida, mas também não houve falta de apetite. De uma forma geral, acho que fiquei numa média boa, embora a última coisa que eu pensasse fosse em controle alimentar. Mas não houve descontrole. Talvez porque na minha rotina as coisas já são mais controladinhas, naturalmente. Sempre tive vontade de uma coisinha diferente, a mais, mas não foi nada absurdo.

O que eu senti necessidade e tomei mesmo, até exagerei, foi da coca light. O tal 'efeito soda cáustica' que eu sentia precisar, parecia que só ela diluía o resto dentro de mim. Mas sempre consciente de que aquilo não poderia e não iria ser continuado, claro. Já estou de olho e pronta para dar um tempo, parar com isso, foi só uma fuga, sei lá.

Vim aqui para dar notícias e agradecer a vocês, por tudo.  Daqui a uns dias volto a postar, se Deus quiser já mais tranquilinha ainda, tá? Beijos.



 Escrito por Beth ?s 13h39
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Foto de maio de 2005
Eu e minha mãe, em almoço de comemoração
do Dia das Mães

Pois é.

E este vazio horroroso.
Esta sensação que não consigo explicar. Se é que precisa ser explicada.

São 5:52 da manhã de quinta-feira, 23 de julho de 2009. E estou aqui, dilacerada, escrevendo. Sempre gostei de falar, falo pelos cotovelos. Mas gosto de escrever. Resolvi escrever o que estou sentindo. Sei lá se vou conseguir. Não há compromisso com nada. Só deixando o dedo bater nas teclas, ditado pela alma.
Alma que está de luto. Meu Deus.

Nasci em 1956, filha de um homem alegre, sonhador, carinhoso e bonito, que gostava de cantar, de encantar e que foi louco por mim desde que soube que eu estava lá, plantinha no útero dela. E filha dela, mulher mais séria, mais enrustida (termo que eu usava e ela não gostava), mais pé no chão e que pensava estar doente na época, pois os sintomas da gravidez eram totalmente diferentes do que ela conhecia e já tinha vivenciado. Mas felizmente, não era uma doença. Era eu ali, plantadinha.
Ele, quando eu tinha 8 anos, partiu. No meu coração está aqui, para sempre, lembro bem da sua voz, da sua cantoria, do seu olhar doce e severo quando preciso, mas que se derretia totalmente a um olhar ou beicinho meu. Ela ficou e cuidou de nós com um zelo, com uma força admirável. Me prometeu que jamais nos faltaria nada, que seria a partir dali mãe e pai. E foi. Claro que senti e sinto até hoje uma falta absurda do papai, do seu jeito tão especial que, desculpe-me a falta de modéstia, em grande parte eu herdei (estou falando da facilidade de comunicação, de fazer bons amigos, da capacidade de ACREDITAR). Era um amor desmedido e jamais conseguirei me imaginar filha de outro homem.
E ela ali, firme e forte, cumprindo a sua palavra, garantindo uma subsistência digna, estudos de boa qualidade e até mimos que a situação nem sempre permitia. Faltava o jeito para beijar e abraçar, faltava a doçura do olhar, faltava algo mais aconchegante e eu jogava isto na cara dela, sempre, principalmente na adolescência e até já adulta. Ela explicava, quando queria e conseguia, que seu jeito de amar era aquele. Garantindo que nossas necessidades fossem sempre supridas, as materiais, aquilo que a garra e a determinação dela conseguia gerar. Com integridade, sempre.
A gente brigava muito. Muito mesmo. Ela dizia o ditado “Dois bicudos não se beijam”. E éramos, então, duas bicudas. Mas havia amor, cada uma do seu jeito de amar a outra. Sempre nos cobrando uma à outra ser do jeito que a outra era e, ao mesmo tempo, sempre admirando uma à outra naquilo que entendíamos ser ‘o lado bom’.

Uma vez dei a ela um presente, não lembro se foi de Dia das Mães ou aniversário dela, acompanhado de um cartão que encontrei na papelaria e adorei. Eram dois cachorrinhos na capa, um branco e um preto, super bonitinhos e os dizeres “Apesar das diferenças...” e dentro do cartão, a frase continuava: “... nós fazemos uma dupla e tanto!”.
Ela adorou, riu muito, achou genial. Disse que era isso mesmo, que nós brigávamos tanto, tínhamos tantas diferenças, mas éramos uma dupla e tanto. Duas mulheres de garra, de fibra, de raça.
E era o que eu mais admirava nela: a raça. Raça que na fase idosa foi se desfazendo, mas quando a gente falava “cadê a garra?” ela orgulhosamente retomava.
Bom, eu fui muito omissa em muitas horas, eu não consegui passar por cima de tantas diferenças em momentos que podia e não quis, sei lá... O meu jeito de amá-la era seco, como era o dela comigo. Eu que sou chameguenta, que adoro um beijo e um abraço, uma conversinha doce, com ela era do jeito que aprendi com ela. Difícil conseguir dar um beijo, fazer um cafuné...
Mas não admitia saber que ela estava chateada, triste, insatisfeita. E de repente, Deus me tocou de forma especial e eu quis, de um dia para o outro, quis muito mesmo, que ela viesse ficar comigo. E investi nisso. Com amor, com muito carinho. Eu e o Vi começamos a planejar tudo como se estivéssemos preparando a chegada de um filho. Uma filha. E ela chegou. E eu toda contente, apesar da vida e da casa virada de pernas pro ar, pensando em como iríamos fazer para ela sentir-se feliz. O quartinho todo bonitinho, faltando ainda os enfeites, os santinhos dela etc., mas que seriam colocados até o fim desta semana. Compramos cadeira de rodas bacaninha para podermos levá-la a passeios no calçadão de Copacabana, eu prometi que ela iria tomar água de coco em frente ao Copacabana Palace, que ia no shopping comer o sanduíche de atum (sem salada, como ela fazia questão) com Milk shake no Bobs, uma paixão antiga dela. E sonhava com isso.
Não deu tempo.
Nesta madrugada, a 1:30 da manhã, ela partiu. Me deixou aqui com esta cara de boba, com este olhar de “ué, e a nossa água de coco em frente ao Copa?”.
Mania da Dona Arlette de ter hora certa para tudo, de ser rigorosa com os compromissos. Havia de ter combinado com Deus de partir neste dia e hora e nem quis saber se eu concordava, se eu não iria reclamar mais uma vez como fiz a vida toda.

Nos últimos dias, ela aqui em casa, eu estava feliz embora cansada, adorando esta oportunidade especial de cuidar dela e fazia isto com tanto amor e paciência que até eu estranhava o meu jeitinho. Que delícia era perder um pouco do meu sono na madrugada para abraçá-la na cama e repetir mil vezes algo que a acalmaria.
Ela tinha virado uma criança e era a minha vez de cuidar dela, finalmente e agora eu queria, eu estava fazendo isso. Mas acabou.
Mamãe está agora em outra dimensão, talvez me olhando chorar e me chamando de pamonha, como fazia tanto quando eu era adolescente, porque dizia que não era preciso ninguém se derreter tanto assim por qualquer coisa...
E eu sempre pensando no quanto cada riso que ela conteve (para não ser escandalosa e exagerada como dizia que eu era), em cada choro que ela segurou (porque era orgulhosa demais) e depois no quanto conseguiu rir e chorar já velhinha, já vendo o seu mundo ficar tão restrito, já se sentindo tão dependente.
Ai meu Deus, nem sei o que estou escrevendo.

É dor. Dói demais.
Quando a vi já inerte e geladinha, ao beijar a sua testa tive que fazer mais uma reclamação, claro. Perguntei a ela se não podia ter esperado mais um pouco... que coisa!
Eu tinha pedido a Deus que fizesse o melhor para ela, não a queria ver sofrendo. Há poucos dias, me inteirando mais e mais sobre a evolução do Alzheimer (e ela tinha isto e mais outras demências atualmente), falei com Deus que se fosse para ela sofrer, que ele a fizesse ter um siricotico e pronto, para poupá-la.

A gente pede, Ele dá. E eu como faço agora? Agradeço?

Egoísmo que faz com que a gente peça o melhor para ela, desde que seja também o melhor para nós.

E quem diria, eu estou agora dizendo algo que relutei por 52 anos: Quero a minha mãeeeeeeeeee! Quero a minha mãeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!

Me resta o que há de mais precioso: a fé. Creio em Deus. Sempre. Creio em uma vida que continua. E gosto da frase "O que a lagarta chama de fim, o Mestre chama de Borboleta."

Mas é foda.

Hoje, há poucas horas, minha mãe, aos 81 anos e lá vai fumaça, partiu. Sempre estará na minha memória e coração.

Que bom para o Jorginho, o meu maninho caçula que foi antes, bem antes, para o céu era o xodó dela. Terá a mamãe dele pertinho agora.
E eu e o Daniel, meu mano véio, nos damos a mão e nos olhamos com cara de "pois é". E vamos em frente.

Que bom eu ter tido esta oportunidade de tê-la mais pertinho, mesmo tão pouco tempo. Que bom eu ter conseguido dar tanto beijinho e afago nela nestes últimos dias, que bom eu tê-la aconchegado nos braços e procurado transmitir a ela coisas boas. Tudo conseguiria ser pior do que está sendo, se eu não tivesse tido esta chance, um pouquinho de redenção...

Choro e de repente recordo rindo de umas bobagens que ela falava nos seus delírios.

Suspiro.

Mas eu supero. Aprendi com ela que a gente não pode se render. Se é para encarar, lá vou eu.



 Escrito por Beth ?s 06h35
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   "TODO FUTURO É A CRIAÇÃO QUE SE FAZ PELA TRANSFORMAÇÃO DO PRESENTE."

Então, cá estou de novo. Correndo, só pra variar. Mas é isso aí. Os dias têm sido intensos. Porém, que graça teriam se fossem sempre iguaizinhos e superficiais? Ok, não precisavam ser tãoooo ‘fortes’, mas se são assim, é porque eu agüento. E não é que agüento mesmo?

A semana que passou foi pauleira, como adiantei aqui no post anterior, mas tudo vai se ajeitando, dia após dia. A sala de casa ainda está meio caótica, ainda há tralhas por quase todo canto e o meu quarto parece um depósito de sacolas, porém tudo em vias de se normalizar. Ou seja, continuará sempre um pouquinho de caos, porque senão não seria a minha casa e não teria a minha cara! Língua de fora

Quanto à mamãe, há dias melhores e há dias piores e, quando ela fica muito quietinha, a gente estranha e tem até medo, pois a apatia muitas vezes tem mais a ver com estado depressivo do que com calma, e é preciso avaliar.


O médico já avisou que é assim mesmo, que nunca teremos com ela um dia igual ao outro, aliás, que cada momento poderá sempre ser uma novidade. Hoje brinquei com ela (que eu acho que nem me ouviu, quanto mais entendeu) dizendo que a prefiro ‘armando um banzé’ do que assim, muito paradona como está. Até a acompanhante hoje falou que está sentindo falta da confusão que ela apronta, é mole?


É como criança, que apronta muito e a gente reclama, mas quando fica dodói e quieta a gente não vê a hora dela melhorar e aprontar mais do que antes.


Seguindo as recomendações do médico dela, estamos vivendo o mais normalmente possível e não abrindo mão do lazer, da privacidade possível (que sem dúvida está bastante impactada). E ela fica super bem com as suas babazinhas que são uns doces, agradeço a Deus toda hora por aquelas duas bênçãos que tratam minha mãe como se fosse um bebezinho, mimam, dão carinho, é uma coisa!,

E nada de me largar! No fim de semana fui ao salão fazer mão e pé, também pintei meu cabelo, dei uma rodada no comércio, babei umas coisinhas bonitas que vi, mas segurei as pontas, vontade não faltou de comprar uma coisinha aqui... outra ali...Beijo Até comprei né... mas foi  bobaginha...rs

 

Eu e o Vi fomos sábado ao teatro com um casal amigo muito querido e nos divertimos demais, com a excelente peça “Parem de falar mal da rotina”, da Elisa Lucinda. Quem tiver oportunidade de assistir, eu recomendo (aqui no Rio está no Teatro SESI).

Depois fomos a uma pizzaria (calma, não houve excesso) e de lá a um café onde eu me permiti uma fatia de torta crocante que adoro, mas para minha decepção aquela tinha amendoim na cobertura e, como eu detesto amendoim, boa parte do prazer foi perdido, já que arranquei fora toda ela para não sentir aquele sabor que eu considero horroroso. Mas ainda assim, valeu.


No domingo também passeamos bastante, indo almoçar com o filhão e amigos nossos lá em Guaratiba, comemos um peixe nota mil e depois passeamos, foi bacana. Mas peguei muita friagem e, com a imunidade meio em baixa por conta de tantas coisas ao mesmo tempo, acabei pegando gripe, felizmente, não é a suína, não tem características dela.

É um resfriadão mesmo, daqueles que a gente espirra mil vezes, até fazer xixi nas calças (e não é que fiz? rs), fica com cara de ‘pobre de mim’ e o corpo, coitado, todo moidinho, parecendo que a gente participou daquelas lutas de ‘Vale tudo’ (perdendo a luta).


Na segunda-feira tive que pedir a Deus que me desse força p/ levantar da cama, doía tudo. Mas fui trabalhar mesmo assim e nesta terça também, embora todo mundo (inclusive a minha chefe) me dissesse para ficar em casa para me recuperar. Mas, qual o que, preferi ir para o trabalho.

 

Avessa como sou a serviço doméstico (mesmo que seja só para ‘assistir’ a sua realização) e sendo dia da minha nova secretária do lar, que fala mais que a boca (mas é muito competente e boazinha), eu vi que não ia descansar nada e consegui reagir, só para ficara longe do barulho da vassoura, do falatório sobre cada roupa que ela está passando (ela narra, minha gente... ela narra!), tratei de tirar meu time de campo. Cheguei mais tarde no trabalho, mas fui.

No mais, está tudo bem. Como disse, mesmo com todo o rolo eu estou bem, dando conta do recado e acho, sinceramente, que a cada dia vou conseguir me organizar melhor e lidar bem com tudo.

 

A alimentação, no geral, está legal. Os exames médicos que faltam fazer estou deixando mesmo para a outra semana, porque sem dormir direito, cheia de gripe etc. não tem sentido ir fazer, acabaria adulterando o resultado e atrapalhando a avaliação médica e acabaria tendo que refazer tudo. Melhor esperar mais uns dias e fazer em condições normais.

 

Então é isso. Desejo a todos uma continuação de semana nota 10. E se não der para ser 10? Ah, faz uma semana nota 9, 8, 7.. faz o melhor que puder, ué! Não vai é ficar no 0 não é? Afinal, temos objetivos, temos tudo para alcançá-los! Depende de nós, em grande parte.

 

A frase final do post é a mesma da entrada, que acho perfeita e adorei recebê-la hoje. Espero que gostem, que reflitam e... TRANSFORMEM!

"Todo futuro é a criação que se faz pela transformação do presente." 

     Beijocas.



 Escrito por Beth ?s 15h26
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Meu perfil
BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Livros, Praia, Dançar, Curtir a vida
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EU ERA ASSIM  

ESTOU ASSIM Meu nome ? Elizabeth, sou conhecida como Beth
Analista de Sistemas, especialista em Metodologia, Processos e Qualidade em TI, Ger?ncia de Projetos,An?lise de Neg?cios, Auditora ISO, sou leonina do dia 10/08, carioca da gema, moro na minha na cidade maravilhosa (RJ), adoro fazer amizades, sonhar, ler, escrever, sou casada c/ Vicente - meu grande amor, m?e do Alexandre, um filh?o maravilhoso, que ? universit?rio e "boadastra" da Mimi, minha enteadinha adolescente linda a quem chamo aqui de filhotinha.

Meu e-mail: beth.ebprs@gmail.com
Meu MSN: ebprs@hotmail.com



Objetivo deste Blog: Compartilhar meu processo de reeducação alimentar e mudança de hábitos que resultou no meu emagrecimento, me tirou da obesidade mórbida e me ensinou e ensina tanto!



Meu processo: Fui beb? 'cheinho',crian?a de peso normal, na adolesc?ncia tinha ?timo corpo. No in?cio da fase adulta comecei a engordar c/facilidade em fun??o de uma mudan?a p/ pior dos h?bitos alimentares e tb devido a dificuldade que tive em enfrentar alguns problemas pessoais, decep??es e m?goas que se transformaram em Kg a mais (eu as COMI). Durante anos optei por m?todos indevidos, tomei rem?dios, f?rmulas, inje??es, fiz dietas mirabolantes e isto tudo me ajudou a virar uma sanfona que cada vez abria mais e fechava menos. Cheguei ao auge da obesidade c/ 140 kg e dei o basta. Primeiro, fiz um pequeno controle que me ajudou a emagrecer quase 5 kg. Depois, entrei para o Vigilantes do Peso, onde emagreci 53kg c/equil?brio, seguran?a e muita alegria. Aprendi muito, o caminho foi t?o importante quanto os resultados. Eliminei 53 kg com o método do Vigilantes do Peso e atividade física. Aumentei depois alguns kg e agora prossigo, para reconquistar a minha meta e mantê-la para sempre.

Cr?ditos Imagens: Google
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Comunidade Orkut: Eu sou f? da Beth - A Conquista! criado com carinho pela amiga Lili (obrigada, lindinha!)
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