Conquista

UOL
   QUINTA-FEIRA 28/01/2010

Os dias vão passando, eu e todos em casa vamos reaprendendo, com dificuldade, a viver sem a companhia constante e amorosa do nosso Murrayzinho. Uma semana apenas que ele se foi. Para mim, uma eternidade sem vê-lo e abraçá-lo. Sem cheirar sua cabecinha e falar "Hummm cheirinho bom de cachoinho!!".

  Em casa, vamos encontrando, juntos e tb individualmente, o jeito de lidar com isso, de amenizar a dor, de acostumar com a realidade. Não é mole, mas a gente sabe que o tempo fará tudo melhorar. E como disse minha amiga Sussu, o tempo leva tempo!

 

 Mais uma vez, obrigada, de coração, por todo apoio, todo carinho que tantos de vocês têm me destinado, pela compreensão de algo que para muita gente não é tão compreensível assim. Em especial, recado para  Jana e Rick, não há palavras p/agradecer a vocês por tudo, Deus os abençoe. Agradecimento especial também para Magui e Space Cris, que fizeram posts tão especiais, comoventes mesmo,  sobre o amor aos animaizinhos destacando a partida do nosso Murray.

Então, vamos em frente.

 O marido está ficando bom da gastrenterite, felizmente não sente mais quase nada, graças à eficiência do atendimento médico que recebeu, dos remédios que está tomando e da dieta rígida que está fazendo. Os filhos ótimos, graças a Deus.

 Eu estou meio atacada. Junte-se o estado emocional geral com a fase hormonal, menstruação prestes a chegar. Tenho estado mais na minha, para não respingar em ninguém o humor oscilante.

 Há situações em que eu normalmente seria um pouco mais enfática, então sabendo que os hormônios podem interferir negativamente, tiro o pé do acelerador, boto até no freio, deixo passar.

Bom, nos últimos dias consegui visitar vários blogs e me atualizar sobre como andam vocês.

Vi muita gente animada, vencendo a parada de um jeito bem bonito.

 

Vi também muita gente meio devagar, mas tentando se animar e, neste caso, o negócio é tocar p/ a frente, dar o seu melhor possível e a cada passo dado, ter mais um motivo p/ficar mais firme e entusiasmado p/prosseguir.

Mas vi também gente desanimada, se sentindo fracassada. Sem essa! Fracasso só existe p/ quem escolher este resultado. Porque sempre há a oportunidade de recomeçar, reajustar o plano e fazer de novo, desta vez melhor. Enquanto temos vida, temos chance de fazer mais uma vez, aprender mais e vencer a parada.

 

Sempre digo que se tivéssemos desistido de andar quando caímos ao darmos 1ºs passos, estaríamos engatinhando até hoje. E quando erramos nas 1ªs lições na escola, aprendendo a ler,escrever, fazer contas etc. e a tirar uma nota baixa, ao errar um dever de casa? Devíamos ter nos achado umas bestas e largar mão de tudo? Seríamos analfabetos, mesmo?

 Quem dirige sabe que há momentos, no começo de tudo, em que isto parece uma coisa dificílima. E aí, na aula prática, quando o carro morre?Depois, vai pegando prática e tudo vira tão automático, tão mais simples.

 

Tira-se a carteira de motorista, passa-se a dirigir na boa e aí, descobre-se que mesmo com 30 anos de habilitação pode ser que um dia o carro morra, sim. Por distração, ou algo assim. O que não quer dizer que deixamos de saber, ou que deixamos de ser capazes.

 Para tudo na vida há altos e baixos. Não somos iguais todos os dias. Capazes, somos sempre, SE NOS DECIDIRMOS A SER, mas nem sempre nos apropriamos da nossa capacidade, algumas vezes a deixamos ‘guardadinha’ num canto. Há quem acabe esquecendo-a no tal canto e aí, que pena, acaba acreditando que não a possui. Até que resolve querer a tal capacidade sim, aí vai à luta e a recupera.

 

Então, vamos lá, todo mundo se animando, quem já está animado mantenha-se e melhore ainda mais, quem está borocoxô com o processo pode ir parando com isso e se ajeitando para seguir, nada de lero-lero.

 

E quem vos fala, neste momento? Uma lero-lero inconstante, nos últimos tempos, não é mesmo? Falo para vocês, falo para mim, claro! Não me tiro da lista, não! Não sou perfeitinha e nem melhor que ninguém. Mas não desisto, não deixo de lado meus objetivos. E me proponho, sempre, a seguir. A melhorar, a aprender mais.

 

Fases são fases para todo mundo. Mas se a gente se apegar à fase esquisita, aí ela se apega à gente também. Sai fora, coisa ruim!

Selinho que ganhei da Vanessa, tudo a ver com 'ir em frente', não é? Obrigada, Vanessa. E força para você!!!

||| REGRAS |||

Repassar p/ mais 5 meninas e avisá-las:
Repasso a todos os meus companheiros de estrada, que me acompanham
e são tão receptivos e carinhosos comigo e com o que eu exponho aqui. 


 Divulgar em seu blog,de quem ganhou o selinho:Vanessa  http://confissoesdagordinha.blogspot.com/

Citar uma frase que vem te ajudando:Sou o que acredito ser. Consigo tudo que acredito ser capaz de conseguir.

Beijos em todos.



 Escrito por Beth ?s 16h27
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Obrigada pela solidariedade carinhosa. Li e me comovi com cada comentário. Tenho chorado muito, mas isto faz parte. Como diz o meu filho, eu mergulho na dor, vivo-a intensamente e assim, sem queimar etapas, vou saindo dela de um jeito melhor, mais sereno. Eu realmente acredito que o que o amor une, jamais se desenlaça, nem a morte física é capaz de separar seres, mesmo que de espécies diferentes, unidos pelo amor. Então, meu bichinho querido estará sempre comigo e eu realmente acredito que estarei sempre com ele.

Na 6ª feira eu o revi, antes de ele ser levado para a cremação. Abracei-o, foi um momento doloroso. Mas tive ali a certeza de que ali só estava vendo ‘a roupinha’ que ele usou para estar comigo neste plano. Não trabalhei naquele dia e, para conseguir levar o dia sem muita agonia, andei muito pela rua, com o Vi e a filhota. Andamos, andamos, andamos... vimos coisas, só fomos para casa quando não agüentávamos mais dar um passo.

No sábado, logo após recebermos a urninha com as cinzas dele, começamos a espalhá-las nos lugares que ele mais gostava. Ficou faltando só um, hoje mesmo vamos tratar disso.

Depois, fomos à praia, que estava ótima. E eu consegui me aliviar muito, muito mesmo, no mar. Muitos mergulhos, muita água salgada fazendo uma limpeza daquelas em mim.

 

No sábado à noite fui com o meu filho ao teatro, ele já havia comprado os ingressos bem antes do acontecido e insistiu muito que eu fosse mesmo assim, pois sabia que sendo uma peça ótima, animada, eu teria uns momentos divertidos. E foi bom mesmo. A peça é Avenida Q, muitíssimo boa, adorei. Infelizmente nem posso recomendar a vocês, pois eles se despediram de vez ontem (domingo).

 

No domingo pela manhã fui cuidar do espírito. Depois deu moleza e não fomos à praia, embora o mormaço fosse convidativo. No fim da tarde, um cineminha (Sherlock Holmes) para distrair. Com direito a pipoca doce da carrocinha que fica na calçada em frente ao cinema. Não sou apaixonada por pipoca. Gosto, mas não sou fissurada e nem associo a cinema, como a maior parte das pessoas faz. Mas essa, deste pipoqueiro em especial, é a que realmente me atrai, que eu como (eventualmente) e me dá sempre a certeza de que valeu a pena, independentemente de kcal etc. É boa pra kct, bem feita, sempre quentinha e o pipoqueiro muito gentil.

 

 

No mais, tudo indo. Não foram dias com muito foco em alimentação, contagem de pontos ou algo assim. Foram dias de viver cada minutinho do jeito que dava e que queria. Não comi demais, não comi de menos. Foi normal.

 

Só que a gente não pode deixar o barquinho assim, ao sabor do vento. Foi só um momento, em que era preciso (ou era o único jeito que conseguia). Então, já de novo está tudo planejado e de novo voltei à atenção, não tem erro.

 

Eu fiquei mais de 20 dias sem tomar refrigerantes e nos últimos 3 dias tomei algumas vezes sim, especialmente a coca light, sentia necessidade de algo que fizesse um efeito meio ‘soda cáustica’, como se aquilo fosse diluir os nós na garganta e no peito que a emoção toda causava.

Mas agora, os nós vão desatar com o tempo, com pensamento positivo, com fé e com atitude da minha parte. Nada de soda cáustica...rs

Vou em frente, mais uma vez superando as dificuldades ‘de dentro e fora de mim’, remando meu barquinho com firmeza

 Hoje, 2ª feira, o primeiro dia em que fui trabalhar depois do acontecido, sonhei com o meu queridinho, um sonho lindo em que o abracei muito, falei da saudade, constatei que ele estava já com aparência mais saudável embora ainda magrinho, pelo sedoso, carinha fofa e rabinho abanando, ainda meio ‘de leve’ e a evolução do sonho me fez ficar mais leve.Foi importante este sonho tão real, que deixou em mim a sensação exata de tê-lo mesmo abraçado, falado com ele, sentido-o bem. Me deu paz, me deu outro ânimo

Aí, tomei meu banho, me arrumei, até estreei um vestidinho para me sentir mais pra cima e fui trabalhar.   Na hora do almoço, o telefonema avisando que o meu marido, que estava sentindo mal-estar pela manhã, havia piorado e estava no hospital.  Larguei tudo de corri para o Copa D´Or, onde ele já estava sendo atendido. Fico sempre apavorada por ele ser diabético e por termos passado tantas emoções, poderia ter descompensado o açúcar, sei lá...

Felizmente, aparentemente nada grave. Uma gastrenterite. Foi medicado e agora, em casa, está em dieta alimentar e tomando antibiótico, digestivo etc. E eu aqui, né? Do lado, atenta. Firme, se tem alguém que TEM QUE ficar de pé, pelo que vejo, sou eu mesma. Então, tá. Eu aguento.

Menção honrosa e muita gratidão à filhota, que foi incansável como enfermeirinha-ajudante nos cuidados com o nosso Murray nos últimos dias e, no momento do desenlace, estava ali comigo, juntinho, parceira. E hoje, mais uma vez, dando a maior força na atenção ao pai. E ao meu filho, dedicadíssimo em me dar apoio carinhoso, me cercando de atenção e cuidados. Duas bênçãos.

Desejo a todos uma semana abençoada. Beijos e, mais uma vez, obrigada por tudo.



 Escrito por Beth ?s 10h51
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Oração

Senhor, receba em tua casa os nossos queridos amigos,
e que sendo eles criaturas por Ti idealizadas,
compartilhem com os demais seres a vida eterna.
Dai-nos ainda paz e esperança para prosseguirmos
enquanto aguardamos o dia de um feliz reencontro.”

Meu amorzinho Murray já bem debilitado,
tomando papinha,
de colherinha, na boca.
Não fiz ajustes p/ arrumar a cor dos
olhos no Photoshop.
Os olhos eram cor de mel,
mas na foto
ficaram coloridos...rs

Dia 21 de janeiro. Quinta-feira. Hoje, às 18:30, partiu um grande e querido amigo. Um amigo leal como só ele. Um confidente, aquele que jamais deixaria escapar meus segredos, que contei a ele por mais de 10 anos, e mais ninguém. Um apaixonado que me olhava sempre como se eu fosse a mais linda, a mais perfeita das criaturas, mesmo que eu estivesse horrorosa, desgrenhada. E que estava sempre comigo, me achando incrível e especial mesmo quando eu estava no auge da TPM, ou muito chata, ranzinza.

 

Que estava do meu lado onde eu fosse, pelo simples prazer da minha companhia. Que tinha ciúmes de mim até com o meu marido. Que não podia me ver triste, adoentada e muito menos chorando, que ficava do meu ladinho e ai de quem tentasse vir me perturbar. Ele não deixava.

Foi meio que Personal Trainer no auge das minhas caminhadas matinais, pois ao passarmos a pé pelo Túnel Novo ele me fazia acelerar o passo, me olhava como se dissesse “anda, vamos lá!” e lá ia eu. Para me agradar, valia tudo.

 

Em 2008, ele quase partiu, com uma doença seríssima. Mas com muito amor, tratamento adequado, perseverança e tudo mais, conseguimos fazê-lo ficar bom. Desta vez, não deu.

 

Meu cachorrinho amado, adorado, paixão da minha vida, partiu hoje, aos 10 anos e meio, vítima de uma doença miserável, incurável, que foi detectada há apenas 1 mês e 2 dias. Minou com a sua resistência.

 

Eu não divulguei antes, poucas pessoas sabiam. Eu não queria ninguém pensando ‘o cachorrinho da Beth vai morrer’. Eu sabia que não demoraria a acontecer.

Como sempre, sonhei com ele dias antes de o problema ser detectado. Sempre que algo mais sério o acometia, eu sonhava antes e ficava apreensiva, avisava ao

Vi e tudo. Não deu outra.

 

Quando resolvi que iria passar o Réveillon em casa, o mais forte motivo foi mesmo a vontade de ficar com ele, o nosso bichinho, não o deixando sozinho em casa, com medo dos fogos. Eu queria que fosse diferente, mas no fundo eu sabia que seria a última virada de ano ao lado do meu ‘garotinho’ como eu o chamava também. E foi tão bom!

 

No último mês os cuidados e carinhos com ele, que sempre foram intensos, aumentaram ainda mais. Consultas médicas, exame, remédios, alimentação especial.

E a melhor qualidade de vida possível, evitando que sentisse dor, que passasse qualquer desconforto. E conseguíamos, dentro do possível.Não conseguia comer? Dávamos na boca. Ração moída misturada com papinhas Nestlé, de frutas e também as sopas salgadas, por exemplo. Precisando se hidratar? Além da água normal, ele tomava pelo menos 500ml de água de coco fresquinha todos os dias, adorava.

 

Há 1 mês eu vinha dormindo com um olho aberto e outro fechado, pode-se dizer assim, sempre atenta a ele. Muito calor? Um circulador de ar só para ele, onde ele estava alguém levava o circulador para ele.

 

Não conseguia ultimamente passear, com fraqueza apesar de tudo? Dava 6 passos e pedia arrego? Passeava no colo da gente. Depois, ficava até mais de 1 hora no nosso colo, na boa, vendo o movimento do condomínio, a gente sentadinha em um banquinho e ele ali, feito bebê, acompanhando a vida do play.

 

Tudo com imenso carinho, tudo para nós tão normal. O mínimo a fazer por um ser que sempre nos fez companhia incondicional, que alegrou nossa casa e nossa vida.

 

Hoje ele se foi. Estava onde eu queria que ele estivesse, quando chegasse a hora: nos meus braços. Aninhadinho no meu colo, feito bebezinho, aconchegado, recebendo afago e beijinhos, eu conversando com ele e intimamente conversando com Deus. Pedia ao Pai que atendesse a mais esse pedido, que o meu bichinho partisse naturalmente, já que a veterinária já tinha decretado um sofrimento e a propriedade de sacrificá-lo, somente se eu concordasse. E eu não concordava.

 

Havia um trato entre nós, algo que só quem tem um bichinho assim, com este amor todo, compreende. Eu cochichava muito com ele, e disse sempre que no dia em que tivéssemos que nos separar, eu estaria com ele, ele sentiria todo o meu amor e tudo seria natural, tranqüilo. Eu jurei que não faltaria. E que não faria nada diferente.

 

E assim, me determinei a aguardar a vontade de Deus, pedindo a Ele que agisse. E foi assim.

 

Estou com o coração pequenininho, em frangalhos. Nunca na minha vida imaginei, até uns anos atrás, que amaria tanto um bichinho. Que me doaria tanto e que abriria mão tantas vezes de tantas coisas por ele. E foi assim, e eu faria tudo de novo.

 

A volta às caminhadas matinais este ano não aconteceu por causa disso. Eu não podia sair cedo por causa dos horários de remédios e também queria aproveitar cada minuto com ele. Evitava sair e deixá-lo sozinho em casa, a filhota de férias aqui no RJ facilitou muito as coisas neste sentido.

 

Abriria mão de muitas coisas, se fosse possível, para tê-lo aqui de novo, agora. Mas, não é assim. Meu bonitinho está em outro plano, sempre viverá na minha lembrança, no meu coração que conquistou para sempre. Suas cinzas serão espalhadas pelos locais que ele mais gostava de passear: calçadão do Leme e Caminho dos Pescadores, Urca – Praia Vermelha, o bosque do nosso condomínio. Seu olhar amigo e carinhoso sempre estará em qualquer lugar para onde eu olhe.

Para sempre, o meu cachoinho, como eu chamava brincando e ele adorava.



 Escrito por Beth ?s 00h13
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E aí, nova semaninha, espero que o fim de semana de todos tenha sido legalzinho.

O meu foi bom. Fui à praia nos dois dias, estive com amigos queridos no sábado, com direito a desfilar no ensaio técnico de uma escola de samba, no sambódromo. Diversão garantida.

 

 

Porém, uma constatação: estou ficando velha. Ou, pelo menos, enferrujada. Depois do desfile, tive que tomar relaxante muscular às 3:45 da madruga, porque doía tudo.  Mas, vamos e venhamos, realmente, não sou mais uma garotinha. Mas, desta vez, a dor muscular tem também a ver com tensão, devido às grandes emoções (sempre elas) na minha vida. E eu tenho este jeito, vou ficando tensa, preocupada etc. e retesando a musculatura. Já começa a doer até sem me mexer. E me sacodindo toda, então!


Isto porque eu estou sempre em um balacobaco, estou longe de ser uma senhorinha quietinha!

Mas, valeu. E quero mais! Se for me entregar porque estou com isto e aquilo incomodando, doendo, cutucando, não vivo e enquanto estou por aqui, é para viver. Mesmo que haja um nozinho na garganta, mesmo com o coração apertadinho, vamos que vamos. Maridão e filhota também curtiram bastante. E, pelo mesmo motivo, ele também foi dormir quebradinho!

 

 

O domingo foi de horti-fruti, supermercado e praia (que estava ótima, por sinal). Com direito, na ida, a um tombaço no meio da rua e a joelhos ralados, inchados e doloridos. Pisei errado, foi Havaiana para um lado e pé para o outro e eu para o chão. Para os joelhos arrebentados, água do mar, santo remédio. Para a dor lá dentro, mais Dorflex.

 

E a alimentação? Estava indo bem bonitinha. Aí, no almoço de 6ª feira, uma fatia de torta crocante só porque deu vontade (nem era tanta). Nada a ver.

Aí (mais um), a fiel escudeira resolveu ‘me fazer um agrado’ (palavras dela). Deixou pronto para o fim de semana (sem que eu pedisse, sem que eu permitisse) um pirex dos grandes com uma batata recheada de forno que só mesmo Deus para nos livrar do pecado da gula. Espetáculo! Delícia! E ela foi clara, ao avisar à filhota (e não a mim, pois não é boba): ‘É para a Dona Beth’. Será que ela me ama ou me odeia? Em dúvida

 

No sábado, depois da praia,  sento-me à mesa e, com aquela cara de superioridade que sei fazer tão bem (besta que só eu), comento que ‘não vou me servir com arroz, pois já vou comer um pouco da batata’. Realmente, comi um pouco. Um pouco de cada vez hahaha

 

Estava boa, fui botando um pouquinho mais, depois mais um tiquinho, depois só uma raspinha. E assim, eu e o Vi, mais a filhota, consumimos 4/5 da travessa. Um absurdo. E não fizemos nem cara de quem tem vergonha! Rs  Mas, fora isso, não houve nada excessivo. Até porque não cabia cometer mais nenhum deslize, não tinha cabimento.

 

Foi bom usar para ir ao samba uma blusinha que adoro, mas que comprei em dezembro/2005, quando estava numa fase maravilhosa do meu emagrecimento, faltando pouco para a meta. Não nego que ela está um pouco mais justa do que era na época, mas é bom poder continuar usando.

 

Isto é motivador. Mas não pode ser ilusão. Não significa que eu esteja bem como estava na época. É motivo para me cuidar melhor, reverter os quilos recuperados, ficar de novo nos trinques.

 

Porque ainda tenho o jeans que comprei junto da blusa e que estreei no mesmo dia que ela, em 2005, no encontro light de dezembro daquele ano. E aquela calça está muito justa. Se ela fechar, corro o risco de explodir tudo, caso solte um pum. haha Motivação especial: quero a calça normal de novo no meu corpo.

 

Por que estou falando isso? Porque no post passado falei da importância de trabalharmos a nossa motivação. Falei sobre listinha etc. E no nosso dia-a-dia temos mil oportunidades de identificar mais coisas para nos motivarmos.

 

Outro dia eu vinha pela rua e na minha frente seguia uma mulher aparentando trinta e poucos anos. Ela era bem obesa. Ela entrou em um prédio e eu a vi de perfil, me pareceu familiar aquela figura. Até que me dei conta, a criatura parecia-se bastante comigo, qdo eu estava com cento e muitos quilos.

 

Aquilo me deu uma agonia! Aí pensei: ‘Nossa, eu já estive assim’. Em seguida,  pensei : “Graças a Deus eu mudei isso”. Logo depois, em segundos, pensei: “Não, não quero nunca mais na minha vida ficar desse jeito.” Na mesma hora, plantei uma motivação que nunca deixo de ter, mas que sei que preciso fortalecer continuamente: Não quero e não vou, nunca mais na minha vida, voltar àquela situação. Disse isso para mim convicção e me ouvi com atenção e confiança, afinal eu tenho credibilidade comigo mesma, isto é certo.

 

Então, ali já está uma fonte de motivação. Eu praticamente revi a minha imagem do passado e defini que aquilo não me pertence mais e não me pertencerá jamais. E depende de mim, de ninguém mais! Então, não estou à  mercê da sorte, do acaso. E, sim, submetida à minha própria atitude. É pegar ou largar e eu já peguei, faz tempo. Afrouxo, mas não largo...rs

 

Neste verão quentíssimo (não é reclamação, repito, eu gosto) tenho usado e abusado, como nunca, de vestidos e saias. No comprimento normal ou longos, é o que mais tenho usado. Me sinto bem mais confortável e fresquinha. Visto uma calça comprida e parece que estou sendo embrulhada, dá calor demais.

Mas, houve um tempo em que vestidos sempre ficavam horríveis no meu corpo. Embora eu ainda tenha bastante barriga, ela no passado foi muito maior, parecia que eu ia parir sêxtuplos a qualquer momento. Então era raro um vestido ficar mais ou menos bom. Saias também eram raridade.

 

Hoje compro vestidinhos e saias em todo canto, aproveito muito as promoções e as feirinhas que cada dia mais se apresentam como uma excelente opção para compra de roupa para o dia-a-dia a preços melhores e, sabendo escolher, produtos com qualidade bem legalzinha. E isto é possível porque mesmo não sendo magra, eu já não sou daquele tamanho que já fui.

 

Compro vestidos G, mas dependendo do tipo de tecido e modelagem, até pode ser o M (mas eu sou G, isto é fato). Outro dia fui a uma festa com um vestido novo que ganhei do maridão, um longuinho preto com listras brancas, de malha, super gostoso, tamanho Único. Claro que é um U grandinho, mas no passado, nem que fosse um U giganteso não me serviria.

 

Então, está aí mais um fator de motivação para não engordar mais e para batalhar para eliminar, de uma vez, os quilos recuperados. Quero manter esta facilidade em me vestir, em comprar roupas, escolhê-las em vez de me submeter ao ‘que couber’, em poder gastar menos e comprar mais, já que não preciso de lojas especializadas em tamanho GHIJ...


Há muito que melhorar no meu dia-a-dia de novo, eu sei. A regularidade no comportamento mais disciplinado precisa ser reforçada. Não me faltam motivos para isso.  O principal, o amor e respeito por mim mesma.

E, não nego, a cara horrorosa que eu faço quando me vejo nas fotos recentes. Tem mais braço, mais bunda, mais costas, mais barriga e mais pescoço do que tinha antes aparecendo na foto. Então, não adianta photoshopear a foto e, sim, arrumar a Beth!

Ok, tô arrumando! Chego lá!

Beijos! Boa semana!



 Escrito por Beth ?s 18h07
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Meu perfil
BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Livros, Praia, Dançar, Curtir a vida
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EU ERA ASSIM  

ESTOU ASSIM Meu nome ? Elizabeth, sou conhecida como Beth
Analista de Sistemas, especialista em Metodologia, Processos e Qualidade em TI, Ger?ncia de Projetos,An?lise de Neg?cios, Auditora ISO, sou leonina do dia 10/08, carioca da gema, moro na minha na cidade maravilhosa (RJ), adoro fazer amizades, sonhar, ler, escrever, sou casada c/ Vicente - meu grande amor, m?e do Alexandre, um filh?o maravilhoso, que ? universit?rio e "boadastra" da Mimi, minha enteadinha adolescente linda a quem chamo aqui de filhotinha.

Meu e-mail: beth.ebprs@gmail.com
Meu MSN: ebprs@hotmail.com



Objetivo deste Blog: Compartilhar meu processo de reeducação alimentar e mudança de hábitos que resultou no meu emagrecimento, me tirou da obesidade mórbida e me ensinou e ensina tanto!



Meu processo: Fui beb? 'cheinho',crian?a de peso normal, na adolesc?ncia tinha ?timo corpo. No in?cio da fase adulta comecei a engordar c/facilidade em fun??o de uma mudan?a p/ pior dos h?bitos alimentares e tb devido a dificuldade que tive em enfrentar alguns problemas pessoais, decep??es e m?goas que se transformaram em Kg a mais (eu as COMI). Durante anos optei por m?todos indevidos, tomei rem?dios, f?rmulas, inje??es, fiz dietas mirabolantes e isto tudo me ajudou a virar uma sanfona que cada vez abria mais e fechava menos. Cheguei ao auge da obesidade c/ 140 kg e dei o basta. Primeiro, fiz um pequeno controle que me ajudou a emagrecer quase 5 kg. Depois, entrei para o Vigilantes do Peso, onde emagreci 53kg c/equil?brio, seguran?a e muita alegria. Aprendi muito, o caminho foi t?o importante quanto os resultados. Eliminei 53 kg com o método do Vigilantes do Peso e atividade física. Aumentei depois alguns kg e agora prossigo, para reconquistar a minha meta e mantê-la para sempre.

Cr?ditos Imagens: Google
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Comunidade Orkut: Eu sou f? da Beth - A Conquista! criado com carinho pela amiga Lili (obrigada, lindinha!)
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